Washington Post
By Evelyn Leopold
Reuters
Friday, August 25, 2006; 4:40 PM
UNITED NATIONS (Reuters) - The United Nations established a new mission in East Timor on Friday but left Australian-led troops in place following a dispute over whether they should remain independent or be part of a U.N. force.
The 15-member U.N. Security Council approved unanimously a Japanese-drafted resolution creating the United Nations Integrated Mission in Timor-Leste, known as UNMIT, for at least six months. That operation would include 1,608 police and up to 35 military liaison officers, but no troops.
Australia sent troops and police to East Timor after a wave of looting and arson attacks erupted in May. The violence occurred after then-Prime Minister Mari Alkatiri dismissed 600 soldiers in an army of 1,400 when they protested over suspected discrimination against soldiers from the west of the country.
Friday's resolution did not settle a dispute over whether Australian-led troops should be part of the U.N. operation. U.N. Secretary-General Kofi Annan is to review arrangements by October 25, thereby leaving the multinational force in place until at least then, the resolution says.
East Timor has asked for a U.N. peacekeeping force and Annan earlier this month recommended 2,000 U.N. troops.
The United States, Britain and Japan, who would carry a large part of the cost, have opposed abolishing the independent force, especially since Australia has volunteered to pay for its own troops.
Australia has some 1,500 troops and 200 police in the force of some 2,300, which includes contingents from Malaysia, New Zealand and Portugal. Some of the police contingents are expected to be moved to the new U.N. mission.
Malaysia and Portugal also prefer the force to be under U.N. control and France, Argentina, Russia and China, among other members, have agreed.
Wide-scale violence, backed by segments of the Indonesian army, broke out after the independence referendum and Australia sent in troops. The United Nations then set up a peacekeeping force of 7,500, but gradually reduced it after independence.
In May, the Security Council shut down the remainder of the U.N. force, leaving a political mission in the country before reconsidering how to bolster the force again.
sábado, agosto 26, 2006
UN starts new Timor mission, Australia troops stay
Por
Malai Azul 2
à(s)
13:21
19
comentários
Dos leitores
...a posição australiana é ridiculamente insustentável, pois uma força militar que se oferece para dar segurança à Missão da ONU e não consegue assegurar a integridade física dos seus próprios agentes policiais, perante um bando de garotos, não tem qualquer credibilidade.
Paradoxalmente, quem lhes tem valido é a tal GNR, que eles arrogantemente não queriam deixar trabalhar, a única força adequadamente escolhida e treinada para combater os problemas existentes em Dili. A GNR foi uma boa aposta do Governo português, ao contrário do que diziam alguns comentaristas que defendiam uma força militar. Esta teria sido um desastre, tal como se vê pela decepcionante actuação da tropa australiana.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
12:45
24
comentários
Security Council establishes expanded UN mission in Timor-Leste
Nana Effah-Apenteng25 August 2006 – The Security Council today unanimously approved a resolution creating a new and expanded United Nations mission in Timor-Leste, citing ongoing threats to the stability of the South-East Asian country.
The UN Integrated Mission in Timor-Leste (UNMIT) is a follow-on mission to the UN Office in Timor-Leste (UNOTIL), which the Council created last year as a special political mission to carry out peacebuilding activities.
Secretary-General Kofi Annan and Timor-Leste’s Prime Minister José Ramos-Horta had urged the Council to create such an expanded mission following the wave of violence that swept the young country earlier this year.
UNMIT’s mandate includes improving security, providing economic assistance, and supporting next year’s presidential and parliamentary elections, the country’s first since gaining independence from Indonesia in 2002. The new mission will consist of a civilian component, including as much as 1,608 police personnel, and up to 34 military liaison and staff officers initially.
“Ideally, it would have been better to have a military component, but this was not acceptable to all the members of the Council,” Ambassador Nana Effah-Apenteng of Ghana, which holds the Council presidency for August, told reporters at UN Headquarters in New York.
“There are some countries which are trying to assist Timor-Leste in the military area on a bilateral basis, so we think that they will play a complementary, supportive role.”
According to the resolution, the Council will consider possible adjustments to the mission’s structure, including the nature and size of the military component, in the coming months.
Timor-Leste is still recovering from the violence earlier this year that left dozens dead and forced some 155,000 people to flee their homes. The clashes erupted when the Government dismissed about 600 soldiers who had gone on strike.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
12:43
2
comentários
A ONU monta nova missão para assistir a um inquieto Timor-Leste
Tradução da Margarida.
ReliefWeb
Fonte: Agence France-Presse (AFP)
Data: 25 Agosto 2006
Nações Unidas, Agosto 25, 2006 (AFP) – O Conselho de Segurança da ONU montou uma nova missão da ONU na Sexta-feira, incluindo 1,608 pessoal da polícia, por pelo menos até seis meses para ajudar a restaurar a segurança e ajudar a dirigir o pequeno território do Pacífico para as eleições do próximo ano.
O órgão de quinze membros aprovou por unanimidade umsa resolução apresentada pelos Japoneses que estabelece uma missão integrada da ONU em Timor-Leste (UNMIT) "por um período inicial de seis meses, com a intenção de o renovar por mais períodos."
Decidiu que a UNMIT consistirá de "uma componente civil apropriada, incluindo até 1,608 pessoal da polícia, e uma componente inicial até 34 oficiais de ligação e pessoal militar."
O voto chegou quando o mandato da corrente pequema missão da ONU em Timor-Leste, que o Conselho tinha alargado por outra semana na passada Sexta-feira, expirou enquanto a situação na antiga colónia Portuguesa permanecia frágil três meses depois da violência ter errompido na capital Dili.
O Secretário-geral da ONU Kofi Annan tinha pedido mais cedo neste mês ao Conselho de Segurança para aprovar uma missão em missão de um ano em Timor-Leste no início da violência em Maio, que deixou pelo menos 21 pessoas mortas e viu o destacamento de cerca de 3,200 tropas estrangeiras.
A violência foi inicialmente desencadeada pela demissão de 600 soldados, que levaram ao protesto e a luta faccional no interior das forças de segurança. Também explodou violência comunal nas ruas de Dili.
O Primeiro-Ministro Timorense José Ramos Horta tinha requesitado repetidamente um papel alargado da ONU no pequeno país, disse-se.
Pelo menos 150,000 pessoas na nação de cerca de um milhão é estimado pela ONU permanecem em campos improvisados, ainda demasiados incertos da situação de segurança para regressarem às suas casas.
Um dos países mais jovens do mundo, Timor-Leste ganhou a independência em 2002 mas a violência continuou a atormentar o seu desenvolvimento.
Timor-Leste foi governado pela Indonésia durante 24 anos antes do seu povo ter votado poderosamente pela independência e entrou num período sob comissariado da ONU.
ga/mdl
Por
Malai Azul 2
à(s)
01:49
41
comentários
A ONU recua na força para Timor
Tradução da Margarida.
smh.com.au
Mark Coultan Agosto 26, 2006
NEW YORK: As tropas Australianas ficarão em Timor-Leste liderando uma força multinacional depois de ter persuadido as Nações Unidas a recuar num plano para usar os seus próprios capacetes azuis para manter a segurança.
Era esperado que o Conselho de Segurança da ONU aprovasse ontem uma resolução que deixa as tropas Australianas no local. Contudo a principal responsabilidade pela lei e pela ordem será de 1600 polícias internacionais sob mandato da ONU.
As tropas Australianas actuação como suporte da polícia, e também fornecerão segurança às instalações e pessoal da ONU.
O embaixador da ONU, Robert Hill, disse que a presença das tropas da Austrália serão reduzidas de perto de 2000 para cerca de 650 quando o contingente policial estiver completo.
A Austrália tinha pressionado a ONU para não mandar o seu próprio contingente militar, dizendo que se deveria concentrar em áreas onde pudesse providenciar melhor assistência – incluindo a monitorização das eleições, a reconciliação e a ajuda á reconstrução das forças policiais e militares.
Mark Coultan
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
01:39
1 comentários
UN sets up new mission to assist restive East Timor
ReliefWeb
Source: Agence France-Presse (AFP)
Date: 25 Aug 2006
UNITED NATIONS, Aug 25, 2006 (AFP) - The Security Council on Friday set up a new UN mission for restive East Timor, including up to 1,608 police personnel, for at least six months to help restore security and help steer the tiny Pacific territory for next year's polls.
The 15-member body unanimously approved a Japanese-drafted resolution that establishes the United Nations Integrated Mission in Timor-Leste (UNMIT) "for an initial period of six months, with the intention to renew for further periods."
It decided that UNMIT would consist of "an appropriate civilian component, including up to 1,608 police personnel, and an initial component of up to 34 military liaison and staff officers."
The vote came as the mandate of the current small UN mission in East Timor, which the council had extended for another week last Friday, expired while the the situation in the former Portuguese colony remained fragile three months after violence erupted in the capital Dili.
UN Secretary General Kofi Annan earlier this month asked the Security Council to approve a year-long mission in Est Timor in the wake of May's violence, which left at least 21 people dead and saw the deployment of some 3,200 foreign peacekeepers.
The violence was initially triggered by the dismissal of 600 soldiers, which led to protests and eventual factional fighting within the security forces. Communal violence also exploded on the streets of Dili.
Timorese Prime Minister Jose Ramos Horta had repeatedly requested an expanded UN role in the tiny country, it said.
At least 150,000 people in the nation of about one million are estimated by the UN to remain in makeshift camps, still too uncertain of the security situation to return to their homes.
One of the world's youngest countries, East Timor gained independence in 2002 but violence has continued to plague its development.
East Timor was ruled by Indonesia for 24 years before its people voted overwhelmingly for independence and entered a period of UN stewardship.
ga/mdl
Por
Malai Azul 2
à(s)
01:03
7
comentários
UN backs down over Timor force
smh.com.au
Mark CoultanAugust 26, 2006
NEW YORK: Australian troops will remain in East Timor leading a multinational force after persuading the United Nations to back away from a plan to use its own blue-helmet soldiers to maintain security.
The UN Security Council was expected to pass a resolution yesterday that would leave Australian troops in place. However, primary responsibility for law and order will be handled by 1600 international police under a UN mandate.
The Australian troops will act as a back-up to the police, and also provide security for UN staff and facilities.
The ambassador to the UN, Robert Hill, said Australia's troop presence would be reduced from close to 2000 to about 650 when the police contingent was up to full strength.
Australia had pressed the UN not to send its own military contingent, saying it should concentrate on areas where it could best provide assistance - including election monitoring, reconciliation and helping rebuild the police and military forces.
Mark Coultan
Por
Malai Azul 2
à(s)
00:30
11
comentários
A Federação Internacional para Timor-Leste Urge por uma Missão da ONU Completamente Integrada
Tradução da Margarida.
Pede às tropas Australianas para abrirem mão do comando separado
For immediate release
Contacto: John M. Miller +1-718-596-7668; cell: 917-690-4391
Charles Scheiner, +1-914-831-1098; cell: +1-914-473-3185
Agosto 25 – A Federação Internacional para Timor-Leste (IFET) disse hoje que o Conselho de Segurança deve criar uma nova missão da ONU que integre totalmennte todas a componentes militares internacionais.
"Qualquer outro arranjo atrapalhará a eficácia da totalidade da missão e contraria a preferência do povo e do governo de Timor-Leste e as recomendações do Secretário-Geral da ONU," disse John M. Miller, o representante da IFET na ONU.
"A insistência da Australia em manter as suas tropas sob uma estrutura de comando nacional e separada dificultará a coordenação, diminuindo a confiança e a segurança que a Missão da ONU tem a intenção de providenciar ao povo de Timor-Leste.
Espera-se que hoje o Conselho de Segurança aprove uma resolução que cria uma nova missão que difere a decisão sobre a estrutura de comando militar, deixando a corrente Força Conjunta liderada pelos Australianos em lugar até depois do relatório do Secretário-Geral sobre a questão em 25 de Outubro. A Austrália até agora recusou pôr as suas tropas sob comando da ONU, e as Nações Unidas não criarão a componente militar com 345 soldados da nova missão integrada se estiver a operar uma força militar separada em Timor-Leste.
"Uma missão integrada é no melhor interesse de todos, especialmente dos Timorenses," disse Charles Scheiner, do Secretariado Internacional Secretariat da IFET "Muitas pessoas em Timor-Leste já suspeitam dos motivos, capacidades e imparcialidade das forças Australianas lá agora, e a recusa da Austrália em fazer parte duma força da ONU aumenta essa desconfiança. Atrasar esta questão por mais dois meses é improvável que leve a uma resolução satisfatória. Mais provavelmente aumentará a confusão e o ressentimento em Timor-Leste."
"A nova missão da ONU tem um grande potencial para ajudar Timor-Leste a recuperar dos seus problemas recentes e a continuar o caminho da paz, democracia e prosperidade. Mas esse potencial só é possível se a ONU e os seus Estados membros ouvirem com atenção os desejos dos Timorenses," acrescentou.
Numa declaração esta semana, a ONG Forum de Timor-Leste e outras da sociedade civil pediram uma missão integrada, dizendo que "haverá um maior grau de responsabilidade para as forças da ONU porque é liderada por uma instituição neutra civil e internacional." A declaração do grupo acrescenta que "Há uma relação inerentemente desigual no relacionamento de Timor-Leste com outros países mais poderosos numa base bilateral. Trabalhar através da ONU evita esta situação."
Vários países, incluindo alguns vizinhos de Timor-Leste, estão disponíveis para contribuir com tropas mas só o farão se fizeram parte duma missão integrada da ONU.
Em 25 de Agosto, espera-se que o Conselho de Segurança autorize a nova missão por pelo menos um ano. Incluirá um grande contingente de polícia da ONU, apoio para as eleições presidenciais e parlamentares do próximo ano, e melhoria da capacidade de Timor-Leste de se governar a si própria. A missão também assistirá Timor-Leste a continuar as investigações numa série de crimes contra os direitos humanos cometidos em 1999.
A IFET foi formada em 1991 para apoiar os direitos humanos e políticos de Timor-Leste na ONU. Tem 34 grupos membros de 23 países.
Pode-se encontrar mais informação em http://www.laohamutuk.org/reports/UN/06StopAustraliaUN.html e www.etan.org.
Por
Malai Azul 2
à(s)
00:26
28
comentários
sexta-feira, agosto 25, 2006
GNR e INEM em apoio humanitário em Díli
José Costa Santos, da Agência Lusa Díli, 25 Ago (Lusa) - Militares da GNR e a equipa do INEM que acompanha o subagrupamento Bravo saíram hoje à rua para mais uma missão de apoio humanitá rio à população de Díli, o outro lado da actuação portuguesa em Timor-Leste.
Num percurso feito numa Proteto, o carro blindado da Guarda Nacional Re publicana, que a Lusa acompanhou, a médica Isabel Santos, o enfermeiro Rui Campo s e o técnico de ambulâncias Patrício Ramalho, do Instituto Nacional de Emergênc ia Médica (INEM), tinham que visitar dois campos de deslocados para darem apoio médico a quem precisasse.
A primeira paragem, dez minutos depois da saída do quartel da GNR, foi no campo da Farmácia Central, onde nas últimas semanas foram "acompanhados vário s casos de constipações e febres", como explicou Isabel Santos, que desta vez nã o tinha nenhum doente à sua espera.
As condições neste campo não serão as melhores podendo mesmo ser classi ficadas de muito precárias, face às encontradas na casa das Irmãs Canossianas, o nde 20 pessoas das mais variadas idades foram hoje atendidas pela médica, sempre com os mais pequenos à porta do "consultório" improvisado numa biblioteca à esp era que Patrício Ramalho distribuísse rebuçados.
No contraste de um campo de cimento e terra batida com pouco espaço par a os 3.000 deslocados que estão no campo da Farmácia Central, a casa das Irmãs C anossianas oferece condições excelentes e vários locais de apoio para que crianç as e adultos, também cerca de 3.000, tenham alguns divertimentos.
Salas de leitura, campos relvados amplos e outros em cimento estendem-s e por muitos metros livres e são palco das brincadeiras da pequenada, vendo-se m esmo alguns miúdos a passear em bicicletas.
Depois de cerca de duas horas em consultas e na entrega de medicamentos aos doentes, e de distribuição de rebuçados aos mais pequenos - alguns entretid os a jogar futebol nos amplos relvados do campo -, terminava mais uma tarde de t rabalho humanitário que a equipa portuguesa faz em Timor-Leste.
Num balanço feito à Lusa sobre a acção de hoje, Isabel Santos disse que a equipa do INEM não deparou com casos graves, como o que obrigou recentemente a uma deslocação num helicóptero das Nações Unidas a Maliana (oeste) para socorr er feridos graves num acidente.
"Vimos pessoas com umas feridas e outras lesões cutâneas, umas gripes, febres e outros problemas virais também derivados das condições em que vivem", e xplicou.
O trabalho da equipa de emergência não se fica apenas pelo apoio humani tário.
"Fundamentalmente, estamos em Timor-Leste para apoiar os militares da G NR e, quando nos é solicitado, sair em patrulhas de risco mais elevado para o ca so de ser necessária a nossa intervenção", disse Isabel Santos.
Sem entrar em pormenores sobre as missões de risco elevado feitas pela patrulha da GNR, a médica regista, contudo, que ainda não foi necessário, "feliz mente", intervir quando saíram para a rua como aconteceu na última madrugada.
"Por isso, e aproveitando a presença de equipas do INEM no país, dispon ibilizamo-nos ao Ministério da Saúde e estamos a trabalhar em coordenação com as necessidades que nos são apresentadas", disse.
Nos intervalos das consultas aos militares da GNR, a equipa médica do I NEM também já deu algum apoio à população portuguesa residente em Timor-Leste e formação aos militares sobre técnicas que devem ser aplicadas no caso de ser nec essário retirar alguém ferido de um conflito.
No hospital de Díli, quando estava em Timor-Leste uma outra equipa que integrava um cirurgião, o pessoal do INEM chegou mesmo a efectuar uma operação c irúrgica de um homem que tinha sido atingido por uma seta que lhe perfurou o fíg ado.
"Ninguém o queria operar e foi o nosso médico que por acaso era cirurgi ão que fez o trabalho".
Ao longo dos dias que estão em Timor-Leste os médicos do INEM têm ainda a responsabilidade de "fazer relatórios médicos sobre todas as pessoas detidas" pela força portuguesa, elementos que são enviados ao Ministério Público juntame nte com o processo de cada detido.
O Governo timorense anunciou esta semana que existem cerca de 186 mil d eslocados no país, dos quais 82 mil só em Díli, espalhados por 56 centros de aco lhimento.
A saída da população dos seus locais de residência seguiu-se à onde de violência que provocou três dezenas de mortos, ocorrida na sequência da crise po lítico-institucional que afectou o país nos últimos meses.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
22:11
1 comentários
International Federation for East Timor Urges Fully Integrated UN Mission
Calls for Australian troops to forego separate command
For immediate release
Contact: John M. Miller +1-718-596-7668; cell: 917-690-4391
Charles Scheiner, +1-914-831-1098; cell: +1-914-473-3185
August 25 - The International Federation for East Timor (IFET) today said that the Security Council should create a new UN mission to Timor-Leste which fully integrates all international military components.
"Any other arrangement will hinder the effectiveness of the overall mission and runs contrary to the preference of the people and government of Timor-Leste and the recommendations of the UN Secretary-General," said John M. Miller, IFET UN Representative.
"Australia's insistence on keeping its troops under a separate, national command structure will make coordination difficult, lessening the confidence and security that the UN Mission is intended to provide for the people of Timor-Leste.
The Security Council is expected to pass a resolution today creating the new mission which defers the decision on military command structure, leaving the current Australian-led Joint Task Force in place until after the Secretary-General reports on the issue by
October 25. Australia has so far refused to place its troops under UN command, and the United Nations will not create the 345-soldier military component of the new integrated mission if a separate international military force is operating in Timor-Leste.
"An integrated mission is in the best interests of everyone, especially the East Timorese," said Charles Scheiner, International Secretariat for IFET "Many people in Timor-Leste already suspect the motives, capability and impartiality of the Australian forces there
now, and Australia's refusal to be part of a UN force increases that distrust. Delaying this issue for another two months is unlikely to lead to a satisfactory resolution. More likely it will increase confusion and resentment in Timor-Leste."
"The new UN mission has great potential to help Timor-Leste recover from its recent troubles and continue on the path to peace, democracy and prosperity. But that potential is possible only if the UN and its member states carefully listen to the wishes of the Timorese people," he added.
In a statement this week, the Timor-Leste NGO Forum and others in civil society there urged an integrated mission, saying that "there will be a greater degree of accountability for UN forces as it is a civilian led, international, neutral institution." The group
statement added that "There is an inherently unequal relationship in Timor-Leste's dealings with other more powerful countries on a bilateral basis. Working through the UN would avoid this situation."
Several countries, including a number of Timor-Leste's neighbors, are willing to contribute troops but will only do so if they are part of an integrated UN mission.
On August 25, the Security Council is expected to authorize the new UN mission for at least one year. It will include a large contingent of UN police, support for next year's presidential and parliamentary elections, and improving Timor-Leste's capacity to govern itself. The mission will also assist Timor-Leste to continue investigations into serious human rights crimes committed in 1999.
IFET was formed in 1991 to support East Timor's human and political rights at the United Nations. It has 34 member groups from 23 countries.
Additional information can be found at http://www.laohamutuk.org/reports/UN/06StopAustraliaUN.html and www.etan.org.
Por
Malai Azul 2
à(s)
22:08
1 comentários
Dos leitores
Tradução da Margarida.
Quando é que vai acordar e ver que algo em Timor não está certo? As pessoas como você são esquecidas e ignoram o facto de em Timor-Leste se estar a desenrolar uma tragédia.
Este blog tem sido um forum aberto que leva a pensar, com liberdade de expressão e questionamento. Nunca negou a ninguém o direito de crítica incluindo a Mari ou Horta ou Xanana. Se há gente a pensar como você então é provável que nunca venha a haver qualquer verdade em Timor-Leste, porque ficamos com medo de questionar e de procurar a verdade.
Discordo fortemente com a sua conotação de que estamos a puxar por sangue, “puxar o sangue do povo”. Não, o sangue foi derramado e a confiança quebrada, queremos descobrir porque é que isto aconteceu. Porque é que alguns líderes incluindo o nosso próprio Presidente actuaram como actuaram. Houve grandes violações de confiança e de responsabilidades da parte de alguns, em Timor-Leste.
Fala em nome do povo e contudo não reconhece que o mandato do povo foi quebrado e a democracia foi ameaçada. Os únicos verdadeiros representantes do povo são os Parlamentares e continuarão a ser até aos resultados das próximas eleições em 2007.
Que vegonha? A única vergonha em Timor-Leste é o nosso Presidente. Um símbolo da unidade e contudo ele dividiu-nos de Manatuto a Oecussi, hoje é esta divisão que está na base da divisão este oeste em Dili entre os nossos jovens os chamados “gangs”. Carismático, sim foi o seu carisma que o levou a manifestar-se junto com Tara e Rai Los a apelar à resignação de um legítimo Primeiro-Ministro. Um líder, sem dúvida para os amotinados e peticionários que estiveram envolvidos numa insurreição armada, ele é o seu proclamado comandante supremo, não fez nenhum esforço para negar a sua publicamente declarada fidelidade a ele. Nem esteve disposto a criticar as acções de pessoas como Alfredo que atacaram soldados do Governo, e fornece-lhe uma casa, um “santuário seguro” perto da tropa Australiana. Felizmente que a GNR prendeu Alfredo com todas as armas que ele tinha senão podia desenrolar-se outra tragédia. Incompetente, sim e muito, como pode um Presidente fazer fé numa reportagem duma televisão estrangeira para insistir na resignação do Primeiro-Ministro sem questionar a validade de tal reportagem. O Presidente não respondeu às questões da crise mas inflamou-a e a gora os Timorenses viram-se contra outros Timorenses.
Somos todos responsáveis pelo que está a acontecer em Timor-Leste e o Presidente não é excepção.
Por
Malai Azul 2
à(s)
21:58
17
comentários
Hospital Nacional Inseguro
Tradução da Margarida.
O Hospital Nacional está a ficar vulnerável devido às constantes lutas com pedras e à presença de desconhecidos, disse António Caleres Junior, Director do hospital.
De acordo com Caleres houve alguns incidentes quando pessoas que procuravam tratamento médico não conseguiram aceder ao hospital. Disse que muitas grávidas que vinham para o hospital dar à luz não conseguiram entrar no complexo e tiveram de ter os filhos numa clínica privada.
António Caleres disse ainda que as instalações do hospital não podem ser usadas pelos doentes porque estão a ser usadas por outros. Disse que tem visto gente com armas ligeiras como catanas, a andarem no hospital. Acredita que algumas das pessoas que estão correntemente no hospital mudaram-se dos campos da Obrigado Barrack e do Jardim (portos opostos).
O Director do Hospital Nacional pediu à polícia internacional para montar um posto de polícia no hospital de modo às pessoa poderem procurar tratamentos médicos com segurança.
(STL)
Por
Malai Azul 2
à(s)
21:45
0
comentários
Conselho de Segurança deverá aprovar hoje nova missão ONU
Nova Iorque, 25 Ago (Lusa) - O Conselho de Segurança das Nações Unidas deverá votar hoje uma resolução sobre a nova missão da ONU em Timor-Leste.
A resolução deveria ter sido votada na semana passada mas foi adiada de vido ao não entendimento quanto à composição e atribuições das forças internacio nais em Timor-Leste.
A maior parte dos membros do Conselho apoia a proposta expressa no rela tório do secretário-geral, Kofi Annan, que recomenda que seja constituída uma fo rça militar da ONU que apoie um contingente policial internacional.
A proposta de Annan é de que o número de militares seja reduzido a 350 e o contingente policial integre 1.608 elementos.
Entre os países que têm forças de segurança em Timor-Leste, esta propos ta é apoiada por Portugal, Malásia e Nova Zelândia.
A Austrália, apoiada pelos Estados Unidos, Japão e Grã-Bretanha, contra põe que às Nações Unidas deve ser deixado unicamente o comando das forças polici ais - um "papel que pode desempenhar mais eficazmente", segundo o embaixador aus traliano Robert Hill - , continuando os australianos a liderar as operações mili tares.
Quanto às forças policiais, a Austrália, apoiada pela Nova Zelândia, de sejaria que o contingente fosse fornecido por um único país, pois assim seria fa cilitada a formação da polícia timorense reactivada.
O Conselho de Ministros timorense aprovou há quatro dias o plano de rea ctivação da polícia, que ficará sob a responsabilidade do comissário português A ntero Lopes.
MRF.
Por
Malai Azul 2
à(s)
13:38
18
comentários
Segundo dia consecutivo de confrontos em Timor-Leste
DN
25.08.06
Abel Coelho de Morais
Díli foi ontem palco de novos confrontos entre bandos rivais no segundo dia consecutivo de incidentes violentos na capital timorense. Os grupos, compostos por centenas de jovens armados com pedras e catanas, defrontaram-se junto do Hospital Guido Valadares, registando as agências 11 feridos ligeiros, dois graves e a destruição de habitações por fogo posto .
No dia anterior, largas dezenas de jovens tinham-se envolvido em confrontos junto a um dos campos de deslocados em Díli, o campo Obrigado, situado na estrada do aeroporto, enfrentando posteriormente forças da polícia australiana e malaia presentes na zona em patrulha e que tiveram de ser apoiadas pela GNR.
Desde o fim de semana passado que cenas de violência voltaram a ser comuns em Díli, envolvendo grupos afectos às diferentes facções que se enfrentaram nos acontecimentos de Abril e Maio. A força internacional presente em Timor-Leste constata igualmente o envolvimento na violência de bandos ligados ao crime.
Por outro lado, as tensões entre os "ocidentais" e "orientais" continuam a fazer-se sentir nas ruas de Díli, atendendo a que permanecem na capital milhares de deslocados sem condições ou receosos de voltarem às suas localidades de origem. A crise que culminou com a demissão do então chefe do Governo, Mari Alkatiri, terá provocado, pelo menos, 30 mortos e mais de 150 mil deslocados.
Este problema foi ontem reconhecido pelo actual primeiro-ministro, José Ramos-Horta, numa sessão extraordinária do Parlamento timorense. Citado pela agência Lusa, Ramos-Horta afirmou que o seu Executivo fará "o possível para que [os deslocados] regressem às suas casas antes do tempo da chuva", isto é, em finais de 2006.
Ramos-Horta referiu ainda a disponibilidade dos militares australianos em permanecerem no território até final de Dezembro. A oferta do Governo de Camberra pode facilitar a aprovação da resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas - cuja votação deve ocorrer hoje - e que foi adiada na passada semana, devido a divergências sobre o comando e componente militar da nova missão da ONU em Timor- Leste.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
12:32
1 comentários
National Hospital Insecure
The national hospital is becoming vulnerable due to the constant stone fighting and the presence of unknown faces, said Antonio Caleres Junior, Director of the hospital.
According to Caleres there have been a few incidents where people seeking medical treatment could not proceed to the hospital. He pointed out that many pregnant women came to the hospital to give birth but could not proceed into the compound and had to have their babies delivered at a private clinic.
Antonio Caleres further said the facilities of the hospital cannot be used by patients as it is being used by other people. He said he has observed a few people carrying light weapons such as machetes, walking into the hospital. He believes some of people currently in the hospital have moved from Obrigado Barrack and Jardim (opposite port) camps.
The Director of the national hospital asked the international police to set up a police post at the hospital so that the public can seek medical treatment safely.
(STL)
Por
Malai Azul 2
à(s)
12:30
2
comentários
Dos leitores
When are you going to wake up and see that something in Timor is not right? People like you are oblivious and are ignorant of the fact that is a tragedy that is unfolding in Timor Leste.
This blog has been an open forum that generates thinking, freedom of expression and questioning. It has never denied any one the right to criticise anyone including Mari or Horta or Xanana. If people think like you then there is likelihood that there will ever be any truth in Timor Leste, because we become afraid to question and search for the truth.
I strongly disagree with you connotation that we are pushing for the blood of the people “puxar o sangue do povo”. No, the blood has been shed and trust broken, we want to find out why it has happened. Why have some leaders including our own President acted the way they did. There has been a gross volitation of trust and responsibilities by some individuals in Timor Leste.
You speak the people's name yet you do not recognise the fact that the people’s mandate has been broken, and democracy was jeopardised. The only true representatives of the people are the Parliamentarians and will continue to be so until the results of the next elections in 2007.
Que vegonha? The only shame in Timor Leste is our President. A symbol of unity yet he divided us from Manatuto to Oecussi, today it is this division that is the basis of East West divide in Dili amongst our youth the so called “gangs”. Charismatic, yes it was his charisma that led him to demonstrate amongst Tara and Rai Los to call for the resignation of a legitimate Prime Minister. A leader, no doubt, to the rebels and petitioners who were involved in an armed insurrection he is their proclaimed supreme commander, he has made no effort to deny their publicly stated allegiance to him. Nor has he been willing to criticise the actions of people like Alfredo who attacked Government soldiers, and provided a house “safe haven” next to the Australian Army. It was fortunate the GNR arrested Alfredo with all the weapons he had what other tragedy may unfold. Incompetent, yes very much so, how can a President rely on a foreign report to insist the resignation of Prime Minister without questioning the validity of such a report. A President did not address the issues of the crisis but he inflamed the crisis and now Timorese are turning on Timorese.
We are all accountable for what is happening in Timor Leste and the President is no exception.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
12:29
8
comentários
Aldrabão, vigarista e intriguista
De um leitor (aldrabão, vigarista e intriguista):
Valha em abono da verdade que o autor do blogue confessa que a ideia da sua criação foi abrir um espaço de informação que apoie a FRETILIN. Independentemente dessa informação ser verdadeira, falsa, isenta ou facciosa.
Nisso não engana ninguém.
Resposta:
Os cães ladram e a caravana passa...
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
12:26
13
comentários
Dos leitores
Tradução da Margarida.
Numa nota mais ligeira!!!
Timor-Leste lembra Brasil para canções de liberdade08/23/2006
Por TAKESHI FUJITANI, THE ASAHI SHIMBUN
DILI—O programa de rádio de Helder de Araujo começa à 1 p.m. Nas duas horas seguintes, do seu novo, fresco estúdio estatal com ar-condicionado, pintado de branco, Helder recebe pedidos típicos de estudantes do secundário: "Quero desejar a toda a gente aí fora boa sorte nos exames"—e sai com Música Popular Brasileira (MPB). Antes de Timor-Leste ter ganho a sua independência da Indonésia em 2002, Helder teria passado música diferente -- a maioria da música que se podia ouvir era disco Indonésio, conhecido como dangdut. Nestes dias, apesar da independência não ter trazido sempre a paz -- Timor-Leste continua a ter violência esporádica -- libertou os gostos musicais da nação. Nem pode haver nenhuma dúvida da música de escolha; os ritmos Brasileiros apanharam todo o país. As pessoas de Timor-Leste foram atraídas não só pela MPB, mas também pelo merengue (música de dança das Caraíbas) e kizomba (uma mistura de samba e de ritmos Africanos).
A MPB teve origem numa mistura de estilos urbanos tradicionais como samba e choro e rock contemporâneo no final dos anos de 1960. É, claro, cantado em Português, a língua oficial do Brasil. E é isto que torna a popularidade da MPB em Timor-Leste ainda mais interessante. Helder, 38 anos, é também um cantos. Quando começou a cantar na escola elementar, cantava em Indonésio, em Tétun (a língua de Timor-Leste), ou em Inglês. Foi educado em Indonésio. Não conhecia canções Portuguesas songs. "Não conseguia realmente compreender as letras, e não conseguia pronunciar as palavras," Helder disse. Contudo, como cantor profissional, tinha de cantar o que o povo queria ouvir. E assim, em 1999, quando foi decidido oficialmente que seria concedida a independência a Timor-Leste, Helder foi para a escola nocturna, ter aulas de Português três vezes por semana.
Foi difícil. "O Português é tão diferente do Indonésio, tem tempos complexos," disse Helder. "É muito mais difícil do que o Inglês." Mas perseverou, experimentando as suas novas habilidades com os seus pais que foram educados quando a ilha estava sob domínio colonial Português. Timor-Leste foi primeiro colonizado por Portugal no século 16. Depois de Portugal se ter decidido retirar de Timor em 1974, rebentou uma guerra civil entre os que queriam a independência e os que queriam ser anexados pela Indonésia. A Indonésia invadiu em 1975, e declarou a anexação de Timor-Leste um ano depois. A área manteve-se sob domínio Indonésio até 1999 quando largou o controlo do território. A independência de Timor-Leste foi oficialmente reconhecida em Maio de 2002. Agora, a língua oficial são o Tétun e o Português. Contudo, o Indonésio é ainda largamente usado.
Um das primeiras canções que Helder dominou na sua nova língua foi "Lambada," que tinha sido um grande sucesso mundial no final dos anos 1980. Antes da independência, 80 por cento do reportório de Helder era feito de canções Indonésias mas agora calcula que 90 por cento têm letras Portuguesas, e na sua maioria são importadas do Brasil. Helder actua todos os fins-de-semana. Uma das suas favoritas é a canção merengue, "Angelina." A letra diz: "Por favor volta para mim / o meu coração está em fogo, tenho saudades tuas / Chamo-te / mas não estás aqui." Lui Manuel Lopez, 40 anos, é um fã entusiasta da canção. "Helder é um baixo tão doce e melodioso, condiz lindamente com a canção. Quando chega a 'Angelina', a multidão enlouquece," diz. "Helder canta todos os êxitos correntes do Brasil, de todos os estilos," entusiasma-se Lopez, que pediu ao cantor para actuar no seu casamento. "Não há ninguém como ele." Anito Matos, é outro cantor de Timor-Leste, cinco anos mais velho que Helder. Matos foi um das últimas gerações de Timorenses a ser educado em Português. Na altura, a maioria das canções populares eram cantadas em Português, também. "Actualmente preferimos a música Brasileira, com os seus ritmos mais rápidos, à Portuguesa. Era mais fácil de dançar também," lembra Matos.
"Para a geração que lembra os anos coloniais sob Portugal," diz, "as canções Brasileiras não são novidade." Matos lançou recentemente um CD, com músicas Brasileiras. Contudo, sob o regime Indonésio, qualquer que usasse o Português corria o perigo de ser rotulado um "separatista" -- um activista pela independência. Naturalmente, a música Brasileira entrou na clandistinidade. "Assim quando a independência foi oficialmente declarada e podíamos cantar todas as canções Brasileiras outra vez, tive um ataque de nostalgia," diz Matos. "Foi a primeira vez que senti que éramos realmente livres. Não foi só Matos quem se lembrou das velhas canções. Nadja Matoso foi vice-cônsul na Embaixada do Brasil em Dili desde a independência até Abril deste ano. Surpreendeu-se descobrir que os "antigos" da sua pátria eram cantados em Timor-Leste. "Descobri que os velhos êxitos de Roberto Carlos dos anos 1960 eram muito populares. Muitas canções, há muito esquecidas no Brasil, estavam muito vivas aqui," diz. Depois veio o sangue novo. Por altura da independência, chegou pessoal militar nas operações da ONU e seguiu-se pessoal das ONG’s e professores de português. Muitos de Portugal e Brasil trouxeram novas músicas com eles. Lojas de música em Dili ainda estão cheias de cópias piratas.
"Como a música era muito cool, espalhou-se rapidamente entre os jovens," disse Matos. "Era uma vergonha que a maioria não entendesse as letras, mas o Português não era falado há 30 anos." Mas as canções podem estar a trazer a língua re volta. Na creche de São Carlos perto da catedral de Dili, 320 crianças aprendem o Português cantando canções Brasileiras. "As crianças têm ouvido para as línguas. Divertem-se durante o processo e assim aprendem rapidamente," diz Elizabeth, 56 anos, a directora Indonésia. Há dois anos, a Embaixada Brasileira em Timor-Leste trouxe 25 estudantes Brasileiros voluntários para ensinar Português numa universidade em Dili usando música Brasileira. A experiência de seis meses foi um tal sucesso que o governo Brasileiro planeia implementar o projecto a sério pelo fim deste ano. Para pessoas com, a liberdade de falar -- e cantar – em Português é mais uma prova da libertação de Timor-Leste. "Daqui a dez anos," diz, "seremos capaz de sentir que as canções Brasileiras são mesmo nossas." (IHT)
Por
Malai Azul 2
à(s)
12:07
2
comentários
Dois feridos e casas queimadas em ataques de jovens em Díli
Díli, 25 Ago (Lusa) - Pelo menos dois timorenses alojados no campo de d eslocados junto ao aeroporto internacional de Díli ficaram esta madrugada ferido s, um dos quais com gravidade, devido a ataques de grupos de jovens que incendia ram também duas casas.
De acordo com o capitão Gonçalo Carvalho, comandante do subagrupamento Bravo da GNR estacionado em Díli, cerca da 01:30 de hoje (17:30 de quinta-feira em Lisboa) um grupo de cerca 100 jovens atacou o campo de refugiados situado jun to ao aeroporto tendo feito dois feridos, um com gravidade devido a um golpe na face com uma catana e outro, sem gravidade, devido a uma pedrada numa perna.
Apesar do elevado número de jovens a participar do ataque ao campo, Gon çalo Carvalho disse não ter sido feita nenhuma detenção entre os agressores já q ue, quando a GNR chegou ao local chamada pelas forças australianas, "teve como m issão dispersar os jovens que estavam a atacar à pedrada os polícias australiano s".
"Quando chegamos ao local e com os nossos colegas a serem apedrejados, tivemos de usar cartuchos de bagos de borracha para que os jovens não continuass em o ataque tanto às polícias como ao campo e devido à distancia de segurança qu e temos de manter para usar os cartuchos de borracha é impossível deter quem que r que seja", explicou.
Ao início da noite de quinta-feira em Díli, também um grupo composto po r cerca de uma centena de jovens tinha atacado o hospital de Díli tendo igualmen te os militares portugueses "sido obrigados a usar os cartuchos de borracha para dispersar os jovens que estavam mais uma vez a atacar a polícia australiana dep ois desta ter chegado ao local", disse o comandante das forças portuguesas.
No ataque ao hospital não houve feridos a registar mas os atacantes "mo ntaram várias barricadas para impedir ao avanço da força da GNR".
"Quando chegamos ao local dos confrontos fomos atacados com pedras e re spondemos com cartuchos de bagos de borracha tendo o grupo encetado a fuga e, no caminho, incendiado duas casas", disse Gonçalo Carvalho.
JCS.
Por
Malai Azul 2
à(s)
12:06
2
comentários
Polícia fez 62 detenções em operação no bairro de Comoro
Díli, 25 Ago (Lusa) - As polícias internacionais estacionadas em Timor- Leste lançaram esta madrugada uma operação policial no bairro do mercado de Como ro, em Díli, que resultou em 62 detenções.
A operação, acompanhada pela Agência Lusa, foi lançada nas ruas da capi tal timorense pelas 06:00 (22:00 de quinta-feira em Lisboa), envolveu cerca de 1 55 polícias e militares e os três elementos civis do Instituto Nacional de Emerg ência Médica português, apoiados por 33 viaturas e um helicóptero.
A Guarda Nacional Republicana, comandada pelo capitão Gonçalo Carvalho, colocou no terreno seis viaturas e 42 militares entre os quais um pelotão de or dem pública e uma secção de operações especiais.
A operação vinha a ser preparada há vários dias pelo comando australian o com o apoio de forças portuguesas e malaias e foi desencadeada na sequência de um ataque, sábado, a um oficial australiano.
No sábado, 19 de Agosto, um oficial da polícia australiana foi assaltad o e agredido por um grupo de cerca de 30 jovens que se movimentavam para combate r um grupo rival nas ruas de Díli, sendo que pelo menos um elemento do grupo agr essor foi, no domingo, identificado e detido pelo mesmo oficial numa outra opera ção.
Com mais de uma dezena de mandados de captura emitidos pelas autoridade s judiciais e com o grupo referenciado ao bairro do mercado de Comoro, os políci as internacionais juntaram-se durante a madrugada no quartel australiano e parti ram para o bairro, a pouco mais de cinco minutos do local da concentração, quand o o dia começa a nascer na capital timorense.
Dispostos os polícias em volta do bairro para fechar qualquer tentativa de fuga que fosse encetada, foi dada ordem para avançar pelo comando conjunto a o que os grupos de agentes espalhados no perímetro respondem com o início da ope ração e com a detenção dos suspeitos.
Apanhados de surpresa, os habitantes do bairro foram acordados ao som d e portas a serem destruídas e com a polícia dos três países envolvidos a deter v árias pessoas e a conduzir mulheres e crianças para um pequeno recinto descobert o enquanto decorriam as operações de busca de armas nas casas.
Com 62 detidos, entre os quais o cabecilha do grupo que alegadamente ag rediu o oficial australiano, uma hora depois a operação estava acabada, continua ndo, no entanto, algumas operações de busca nas habitações também rapidamente co ncluídas.
Entre catanas, setas com a ponta trabalhada em forma de anzol, fisgas - que servem para lançar as setas - e pelo menos uma arma branca de cerca de 30 c entímetros, os agentes internacionais que asseguram a ordem da capital timorense confiscaram diverso material que é habitualmente usado em acções de violência p raticada por grupos de jovens.
Depois de revistados e colocados dentro das carrinhas, os detidos foram todos conduzidos ao Centro de Detenção de Díli onde serão agora identificados e interrogados pelas três forças policiais antes de serem presentes ao juiz.
O percurso entre o bairro do mercado de Comoro e o Centro de Detenção f oi efectuado com duas viaturas Proteto da GNR a abrir e fechar a coluna de carro s de forma a garantir a segurança de polícias e detidos.
Ainda as polícias internacionais não tinham saído do bairro do mercado de Comoro e já os habitantes das redondezas circulavam, entre homens e mulheres armados, dirigindo-se aos mercados informais comuns nas ruas de Díli onde vendem carne, frutos e aves.
Além da curiosidade que o aparato policial causava, os timorenses queri am mesmo era umas garrafas de água ou outros bens que os polícias distribuem, qu ando a população lhes pede, durante as operações.
JCS.
Por
Malai Azul 2
à(s)
11:59
3
comentários
Dos leitores
...os bispos e os padres eram timorenses como timorenses eram os agricultores e os professores e as donas de casa no tempo da ocupação indonésia e em todas as profissões, sexos e idades houve gente que lutou pela libertação do seu país. Em todos os países ocupados isso aconteceu e acontece. Está agora a querer pôr ao mesmo nível a luta de libertação com a luta político-partidária? Porque o que acontece em 2006 é uma luta político-partidária, ou tem dúvidas nisso? Eu não retiro o direito aos bispos e padres de terem as suas preferências partidárias - são cidadãos como os outros - mas o que acho que não é aceitável é usarem a sua posição para "legitimarem" uns e "deslegitimarem" outros do alto dos púlpitos ou, como foi o caso do Bispo de Dili, abusando da sua posição.
Margarida.
Por
Malai Azul 2
à(s)
04:12
14
comentários
13 feridos em lutas em Timor-Leste
Tradução da Margarida
Salon
Agosto 24, 2006 DILI, Timor-Leste
Gangs rivais armados com catanas e pedras lutaram na capital de Timor-Leste no fim do dia, Quinta-feira, ferindo pelo menos 13 pessoas, disseram testemunhas e funcionários.
Centenas de jovens participaram nas lutas frente ao Hospital Guido Valadares, disse um repórter da Associated Press, no local.
Por
Malai Azul 2
à(s)
04:07
21
comentários
Dos leitores
Apesar de ter algum conhecimento da situação, vejo o caso do voto de "mão no ar" ter demasiado o ónus da decisão em congresso.
Eu pessoalmente, sou contra o voto de braço no ar em questões que envolvam pessoas. Eleições, moções de censura, moções de confiança ou outro tipo de documentos ou questões que envolvam pessoas devem ser sempre tratados com anonimato.
A legitimidade da Direcção eleita em congresso não pode ser contestada com o voto não-secreto. Se existem provas de coacção essas é que devem ser usadas. Se existem provas de irregularidades no processo de eleição de congressistas, essas é que devem ser denunciadas.
Resta aos "opositores" conseguir convocar um congresso extraordinário para novas eleições.
Cabe aos dirigentes eleitos executar ou zelar pela execução do seu programa para o partido.
Não me parece que se venha fazer dentro da FRETILIN, uma golpe de estado de baixo nível como se viu fazer noutros casos. (não me referindo especificamente a nenhum).
Outra coisa, se não "sabem como" se identificar no blog, podem ir a www.blogger.com
Por
Malai Azul 2
à(s)
03:04
0
comentários
Confrontos regressam a Timor-Leste
DN
24.08.06
Armas
Abel Coelho de Morais
Grupos de jovens atacaram de terça para quarta-feira elementos da polícia australiana e malaia em missão de patrulha no bairro de Comoro, provocando nove feridos e a destruição dos veículos em que se deslocavam as forças de segurança.
Segundo o comandante da GNR em Díli, capitão Gonçalo Carvalho, ouvido pela Lusa, os confrontos verificaram-se junto ao campo de refugiados Obrigado, na estrada do aeroporto, e envolveram jovens "alegadamente a viver no campo" e grupos rivais. Há divergência sobre o número dos envolvidos, referindo o capitão Carvalho "cerca de 30 jovens" que enfrentaram um outro grupo, de número indeterminado de elementos, enquanto os media australianos referem "cerca de 200 jovens", não indicando se se trata apenas de um grupo ou do total.
Os polícias australianos e malaios tentaram interpelar alguns dos elementos de um dos grupos, estes reagiram lançando pedras e procurando destruir os veículos; perante esta situação, foram feitos disparos de munição real e a GNR foi chamada de emergência, procedendo "ao disparo com munições de borracha para dispersar os atacantes", disse o oficial da GNR à Lusa. Segundo os media australianos, registaram-se nove feridos, sete australianos, um malaio e uma timorense ao serviço da força internacional presente em Timor.
Esta é a segunda vez, em me- nos de uma semana, que a zona de Comoro é palco de confrontos junto ao campo Obrigado, alvo de regulares ataques com cocktails Molotov e pedras. O campo, segundo The Age, de ontem, com cerca de três mil deslocados, principalmente da re- gião oriental de Timor-Leste, é apenas protegido por um muro e um destacamento sem armas da ONU.
O ministro do Interior, Alcino Barris, prestou ontem esclarecimentos no Parlamento de Díli sobre o processo de reactivação da polícia timorense, salientando que esta será formada por elementos não envolvidos nos incidentes de Abril e Maio.
Interrogado pelos deputados, o ministro reconheceu existir um grande número de armas espalhadas pelo território, mas escusou-se a revelar mais detalhes até à conclusão de um relatório sobre o assunto.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
02:54
15
comentários
13 Injured in Fighting in East Timor
Salon
August 24,2006 DILI, East Timor
Rival gangs armed with machetes and stones fought in East Timor's capital late Thursday, injuring at least 13 people, witnesses and officials said.
Hundreds of youths took part in the fighting in front of Guido Valadares Hospital, an Associated Press reporter at the scene said.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
02:47
1 comentários
Confrontos entre jovens
Ocorreram confrontos entre jovens perto do aeroporto e perto do hospital Guido Valadares.
A GNR voltou a ocorrer em ajuda às forças australianas, tendo disparado granadas de borracha.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
02:35
4
comentários
Timor-Leste: apelo de emergência
Tradução da Margarida.
Fonte: Plan
Data: 23 Agosto 2006
O Plan continua a apelar a financiamentos para ajudar as milhares de crianças e adultos que fugiram das suas casas por causa da violência politica na capital de Timor-Leste, Dili.
Por favor envie os donativos para o Gabinete do Plan mais próximo: Austrália, Japão, USA
Desde Abril, a violência nas ruas em numerosas ocasiões levou a muitas mortes, feridos e casas destruídas.
Apesar da situação estar agora mais estável do que há alguns meses, mais de 150,000 pessoas ainda vivem em campos em Dili e nos distritos. Os campos vão de abrigos improvisados para cerca de 4,000 pessoas a campos grandes de 10,000 pessoas, geralmente em seminários ou colégios Católicos, mas outras vezes em campos abertos como parques, edifícios abandonados e escolas.
O trabalho de resposta de emergência do Plan ajudou mais de 15,000 deslocados em Dili e Metinaro – mas muito mais é preciso ainda fazer.
Projectos do Plan
O Plan foca-se na resposta a desastres em quatro áreas chaves: saúde, aprendizagem, ambiente, e protecção infantil e participação.
O nosso projecto de trabalho até à data inclui:
- construção de instalações higiénicas e chuveiros em campos de Dili
- distribuição de tendas, plásticos, itens de casa e de alimentação a deslocados
- organização do Conselho Nacional da Juventude para falar a favor da paz e da reconciliação e para dar passos positivos para reduzir tensões na comunidade
- treino para voluntários e prestadores de cuidados de necessidades especiais de crianças nos campos
- montagem de espaços para crianças e para reuniões de mulheres nos nossos campos
- campanhas de higiene e de limpeza para salientar os perigos para a saúde de má colocação do lixo, latrinas sujas e águas paradas
- educação de saúde para grávidas.
Trabalhamos com uma série de agências locais e internacionais, incluindo Bibi Bulak (Crazy Goat) que fornece workshops de teatro nalguns dos nossos campos.
Também procuramos iniciativas de longo termo e temos esperança de reiniciar o nosso programa de trabalho na região de Aileu, 50 kilometros a sul de Dili, no futuro próximo.
Por favor ajude a apoiar os milhares afectados por esta violência.
Por
Malai Azul 2
à(s)
02:24
1 comentários
quinta-feira, agosto 24, 2006
País precisa mais de força policial do que força de paz - PM
Díli, 24 Ago (Lusa) - O primeiro-ministro timorense, José Ramos-Horta, disse hoje no Parlamento que Timor-Leste "precisa mais de uma força policial do que uma força de paz", devido à disponibilidade da Austrália em manter-se no paí s até Dezembro.
Ao intervir numa sessão extraordinária do Parlamento timorense destinad a a debater a crise do país e a próxima missão das Nações Unidas, Ramos-Horta ex plicou que o Governo australiano "está disponível para manter militares em Timor -Leste até Dezembro, se o Governo timorense quiser", razão porque não é necessár io concluir já a questão militar da próxima missão da ONU.
"Podemos adiar essa discussão até Outubro", disse Ramos-Horta justifica ndo que não haverá um vazio de actuação de uma força militar pela disponibilidad e manifestada pelos australianos.
Sexta-feira passada, o Conselho de Segurança da ONU adiou por uma seman a a votação da resolução sobre a nova missão das Nações Unidas em Timor-Leste, p or falta de acordo sobre o controlo da respectiva componente militar, reivindica do pela Austrália.
Ramos-Horta esteve hoje no Parlamento depois de se ter deslocado quarta -feira a Jacarta para participar num fórum da Associação das Nações do Sudeste A siático (ASEAN).
Em Jacarta, Ramos-Horta encontrou-se com o presidente indonésio, Susilo Bambang Yudhoyono, e com o ministro dos Negócios Estrangeiros Nur Hassan Wiraju da, a quem fez "um ponto da situação política e social" em Timor-Leste, segundo comunicado do seu gabinete.
Na sessão parlamentar, que demorou pouco mais 90 minutos, o chefe do Go verno de Timor-Leste recordou que as próximas eleições devem "ser organizadas po r um órgão independente que assuma também a fiscalização do acto eleitoral".
Ramos-Horta garantiu ainda aos deputados que entre o Governo e a Presid ência da República "existe uma grande coordenação" e que o Conselho de Estado en tendeu que não seria necessário prorrogar as medidas de excepção de segurança qu e tinham sido aplicadas em Maio.
O primeiro-ministro timorense aproveitou também para explicar aos deput ados o processo de reactivação da Polícia Nacional e os objectivos da comissão d e avaliação daquela força, já aprovada em Conselho de Ministros.
Garantiu também que toda a legislação referente às Forças de Defesa ser á em breve aprovada pelo Governo e será submetida à análise e votação dos deputa dos durante o mês de Outubro.
Aos deputados, Ramos-Horta garantiu ainda que o Governo está "preocupad o" com a situação dos deslocados, aos quais "irá continuar a prestar assistência humanitária", ao mesmo tempo que fará o "possível para que estes regressem às s uas casas antes do tempo da chuva", entre o final do ano e o início de 2007.
"O Governo irá implementar um plano de construção de habitações para os mais necessitados", disse, salientando que entre as causas da crise no país tam bém estiveram os problemas sociais e económicos de Timor-Leste.
JCS.
Por
Malai Azul 2
à(s)
23:08
18
comentários
Dos leitores
On a lighter note!!!
East Timor looks back to Brazil for songs of freedom
08/23/2006
BY TAKESHI FUJITANI, THE ASAHI SHIMBUN
DILI--Helder de Araujo's radio program starts at 1 p.m. For the next two hours, from the air-conditioned cool of his new, white-painted, state-run studio, Helder takes requests--typically from high school students: "I want to wish all the people out there good luck with their mid-term exams!"--and pumps out Musica Popular Brasileira (MPB), Brazilian popular music. Before East Timor gained independence from Indonesia in 2002, Helder would have played a very different kind of show--most of the music you would hear was Indonesian disco, known as dangdut. These days, while independence has not always brought peace--East Timor continues to be wracked by sporadic violence--it has liberated the nation's music tastes. Nor can there be any doubt as to the music of choice; Brazilian beats have taken the whole country by storm. The people of East Timor have been drawn not only to MPB, but also merengue (dance music originating from the Caribbean) and kizomba (a mixture of samba and African rhythms).
MPB originated from a merging of traditional urban music styles like samba and choro and contemporary rock in the late 1960s. It is, of course, sung in Portuguese, the official language of Brazil. And it is this that makes MPB's popularity in East Timor all the more interesting. Helder, 38, is also a singer. When he first started singing in fourth-grade elementary school, he sang in Indonesian, in Tetum (the local language in East Timor), or in English. He was educated in Indonesian. He hardly knew any Portuguese songs. "I couldn't really understand the lyrics, and I didn't know how to pronounce the words," Herder said. However, as a professional singer, he had to sing what people wanted to hear. And so, in 1999, when it was officially decided that East Timor would be granted independence, Helder went to night school, taking Portuguese lessons three times a week.
It was difficult. "Portuguese is so different from Indonesian, it has complex tenses," said Helder. "It was far more difficult than English." But he persevered, trying out his newly acquired skills on his parents who had been educated when the island was still under Portuguese colonial rule. East Timor was first colonized by Portugal in the 16th century. After Portugal decided to withdraw from East Timor in 1974, a civil war broke out between those who sought independence and those who wanted to be annexed by Indonesia. Indonesia invaded in 1975, and declared East Timor's annexation a year later. The area remained under Indonesian rule until 1999 when it relinquished control of the territory. East Timor's independence was officially recognized in May 2002. Now, the official languages are Tetum and Portuguese. However, Indonesian is still widely used.
One of the first songs Helder mastered in his new tongue was "Lambada," which had been a big hit worldwide in the late 1980s. Before independence, 80 percent of Helder's repertoire was made up of Indonesian songs but now he estimates that 90 percent have Portuguese lyrics, and are mostly Brazilian imports. Helder performs every weekend. One of his favorites is a merengue song, "Angelina." The lyrics go: "Please come back to me/ my heart is on fire, I long for you/ I am calling you/ but you are not there." Lui Manuel Lopez, 40, is an enthusiastic fan of the song. "Helder has such a sweet mellow bass, and it matches the song perfectly. When 'Angelina' comes on, the crowd goes wild," he says. "Helder can sing all the current hits from Brazil, no matter which genre," enthuses Lopez, who asked the singer to perform at his wedding. "There is no one quite like him." Anito Matos, another East Timor singer, is five years older than Helder. Matos was one of the last generation of East Timorese to be educated in Portuguese. At the time, most of the popular songs were sung in Portuguese, too. "Actually we preferred the Brazilian music, with its faster beats, to the Portuguese. It was easier to dance to," Matos remembers.
"For the generation that remembers the colonial years under Portugal," he says, "Brazilian songs are nothing new." Matos has recently released a CD of his own, made up of Brazilian songs. However, under the Indonesian regime, anyone who used Portuguese was in the danger of being labeled a "separatist"--an activist seeking independence. Naturally, Brazilian music went underground. "So when independence was officially decided and we could sing all those Brazilian songs again, I felt a rush of nostalgia," says Matos. "It was the first time that I felt we were truly free." It wasn't just Matos who remembered the old songs. Nadja Matoso served as the vice consul at the Brazilian Embassy in Dili from independence up to April this year. He was surprised to find that "oldies" from his homeland were being sung in East Timor. "I discovered that Roberto Carlos's old hits from the 1960s were very popular. Many songs, long forgotten in Brazil, were very much alive here," he says. Then came new blood. Around the time of independence, military and civilian personnel for the United Nations peace keeping operations arrived, and NGO staff and language teachers followed. Many from Portugal and Brazil brought new music with them. Music stores in Dili are still stacked with pirated copies.
"As the music was so cool, it soon spread among the young people," Matos said. "It was just a shame that most of them couldn't understand the lyrics, but Portuguese hadn't been spoken here for 30 years or so." But the songs may be bringing their language back with them. At the San Carlos nursery school near the great cathedral in Dili, 320 children are studying Portuguese by singing Brazilian songs. "Children have an ear for languages. They have fun during the process, so they master it quickly," says Elizabeth, 56, the Indonesian principal. Two years ago, the Brazilian Embassy in East Timor arranged for 25 Brazilian student volunteers to teach Portuguese at a university in Dili using Brazilian music. The six-month trial was such a success that the Brazilian government plans to implement the project in earnest by the end of this year. For people like Matos, the freedom to speak--and sing-- in Portuguese is further proof of East Timor's liberation. "In 10 years time," he says, "we will be able to feel that the Brazilian songs are our own." (IHT)
Por
Malai Azul 2
à(s)
23:07
11
comentários
Comunicado - PN
PARLAMENTO NACIONAL
Gabinete de Relações Públicas
Sessão Plenária Extraordinária
Quinta-feira, 24 de Agosto de 2006
A sessão plenária extraordinária do Parlamento Nacional de Timor-Leste do dia 23 de Agosto de 2006, foi presidida pelo seu Presidente, Sr. Francisco Guterres “Lu-Olo “, o Vice-Presidente Sr. Jacob Fernandes, o Secretário da Mesa Sr. Francisco Carlos Soares, Vice-Secretárias, Sra. Maria Avalziza Lourdes e a Sra. Maria Terezinha Viegas.
O Primeiro Ministro e Ministro da Defesa, Dr. José Ramos Horta, estive presente. Na sua intervenção, o Dr. Horta abordou os assuntos seguintes: a futura missão da Nações Unidas em Timor-Leste, a reorganização das F-FDTL, a assistência humanitária aos campos de deslocados.
Em relação à futura missão da ONU, o Primeiro Ministro e Ministro da Defesa, sublinhou que o Conselho de Segurança das Nações Unidas irá votar amanhã, dia 25 de Agosto, a resolução sobre a nova missão da ONU em Timor-Leste. A votação foi adiada, por uma semana, por continuar a não existir um entendimento sobre a composição e atribuições das forças internacionais em Timor-Leste. A Austrália, que tem o apoio dos Estados Unidos, Grã-Bretanha e Japão, quer, na realidade, continuar a liderar as operações militares.
Com respeito às F-FDTL, o Dr. Ramos Horta informou os Senhores Deputados que o Ministério da Defesa está a elaborar um conjunto de leis sobre a reorganização e modernização das Forças Armadas de Timor-Leste. O Ministro espera enviar as supracitadas leis ao Parlamento Nacional, para sua discussão e aprovação, no próximo mês de Setembro.
Por último o Primeiro Ministro evidenciou a grande preocupação do Governo em relação aos deslocados. O Governo irá continuar a prestar assistência humanitária, mas irá também fazer o possível a fim de que os deslocados possam regressar às suas casas antes do tempo da chuva. O Dr. Horta prometeu que o Governo irá implementar o plano de construção de habitações para os mais necessitados, sublinhando que causas da crise ocorrida no país foram também a situação social e económica de Timor-Leste.
Por
Malai Azul 2
à(s)
22:58
14
comentários
Comunicado - PN
PARLAMENTO NACIONAL
Gabinete de Relações Públicas
Agenda Plenária no.437/I/4ª
Terça-feira, 22 de Agosto de 2006
A sessão plenária do Parlamento Nacional de Timor-Leste do dia 22 de Agosto de 2006, foi presidida pelo seu Presidente, Sr. Francisco Guterres “Lu-Olo “, o Secretário da Mesa, Sr. Francisco Carlos Soares, e as Vice-Secretárias, Sr.ª Maria Avalgiza Lurdes e Sr.ª Maria Terezinha Viegas.
O Sr. Presidente do Parlamento Nacional iniciou a sessão informando os Srs. Deputados acerca da Sessão Plenária Extraordinária que terá lugar amanhã, Quarta-feira, dia 23 de Agosto de 2006.
Nomeadamente a Mesa informou que a sessão da parte da manhã irá contar com a presença dos membros do Governo. Avaliar a crise ocorrida no País e discutir a futura missão das Nações Unidas em Timor-Leste irão ser os assuntos abordados. A agenda da sessão da tarde, que irá contar com a presença do Ministro ou do Vice Ministro do Interior, irá ter como único assunto a reorganização da PNTL.
Os Deputados da Bancada Parlamentar da Fretilin reiteraram o pedido de convocação do Procurador Geral da República a fim de prestar informações que dizem respeito a área judiciária.
No período da Ordem do dia foi abordado o único assunto agendado: a apresentação dos candidatos ao Conselho Consultivo do Fundo Petrolífero. Dois os candidatos apresentados pelos Senhores Deputados: o Sr. Antero Bendito e o Sr. Nuno Rodrigues, que ainda não confirmou a sua disponibilidade em assumir o cargo.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
22:57
0
comentários
Comunicado - PM
GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO
INFORMAÇÃO À IMPRENSA
Primeiro-ministro encontra-se com Presidente indonésio
O primeiro-ministro, José Ramos-Horta, encontrou-se esta quarta-feira, 23 de Agosto, com o presidente indonésio, Susilo Bambang Yudhoyono, no final de uma visita de trabalho a Jacarta que o levou a participar no Fórum dos 100 Líderes da ASEAN (“ASEAN 100 Leadership Forum 2006”).
O chefe de Governo timorense foi o convidado especial deste fórum destinado a debater os principais temas relacionados com o futuro económico e político da Ásia, e fez o discurso de abertura do seminário. Sob o tema “O papel do sudeste asiático no mundo”, José Ramos-Horta analisou as convulsões políticas no sudeste asiático no Século XX, e expôs a importância da ASEAN para a estabilidade no sub-continente, sublinhando a importância de o bloco vir a tornar-se numa zona de comércio livre.
O fórum, que reúne 100 dos mais proeminentes líderes do sector político, empresarial e da sociedade civil, debateu pela terceira vez os desafios que a região enfrenta. O primeiro fórum realizou-se pela primeira vez em 2003, em Kuala Lumpur, e teve como convidado de honra o primeiro-ministro da Malásia, Mahatir Mohamed. O segundo teve lugar em Singapura, no ano passado, e foi aberto pelo chefe do Executivo local, Lee Hsien Loong.
Este ano, o Fórum foi encerrado pelo presidente Susilo Yudhoyono. José Ramos-Horta, o chefe de Estado da Indonésia e o ministro indonésio dos Negócios Estrangeiros, Nur Hassan Wirajuda, encontraram-se ao jantar, tendo aproveitado a ocasião para fazer um ponto da situação política e social sobre Timor-Leste.
Díli, 24 de Agosto de 2006
Por
Malai Azul 2
à(s)
22:54
0
comentários
Dos leitores
Do Timor2:
Não sou a falar de teorias democráticas mas de seu princípios e os valores que um minoria em Timor manda parecer de ser esquecido. Nós temos um dever para procurar a verdade e quem são os verdadeiros protagonistas desta crise que resultaram nas mais de 20 mortes e no 150.000 dislocados. É uma responsabilidade grande que deva ser dirigida e não escova de lado . A segurança, a ordem, e confiança dos povos virão quando nós podemos se resolver os desafios e casos deste crise, se este não aconteça os refugiados continuem acampados em circunstâncias miseráveis.
O desenvolvimento de Timor Leste não é uma causa para todos nós mas o dever de todos e o Governo para responder às necessidades do desenvolvimento sem comprometer o futuro. Um governo neste ponto é dado forma pelo Partido político com respresentação da maioria no Parliamento, onde existe um mandato dado pelo o Povo e não de forma de “Unidade nacional”. Nós estamos vivendo em uma democracia onde existe opiniões e ideologias diferentes, onde cada Partido político tem que desenvolver seus próprios programas de desenvolvimento baseados em princípios guiando de seu partido. O desenvolvimento sejam uma não causa comum mas uma vista consensual que o eradication da pobreza sejam prioridade para o Governo.
Você destaca necessidades importantes, tais como o sustainabilidade e o emprego etc., este a oposição deve dar prioridade a necessidades e evolvir em programas para apresentar ao Povo nas eleições seguintes em 2007. FRETILIN ja temos o nosso programma de desenvolvimento.
As eleições são uma parte integral da democracia, uma outra parte importante são a aceitação dos resultados. Eu mantenho o princípio da "régua maiortaria” e acredito que os partidos em minoria devem se reforçar o seus programas e contestar as eleições seguintes.
Como eu indiquei, o Parliamento é uma reflexão verdadeira de quem representa o povo que eu não discuti a respeito do facto que o Presidente não constitue o executiva. É também a foi melhor assim , que um Presidente incompetente não tem um papel executivo se não o país que sofrerá conseqüências mais grandes.
Por
Malai Azul 2
à(s)
22:53
0
comentários
Dos leitores
Do Bere-Key:
Apesar de tantas vezes criticar a Margarida e as suas posições, agora não posso deixar de concordar com ela.
A FRETILIN tem um estatuto aprovado e que se encontra em vigor. O congresso, recentemente realizado, cumpriu escrupolosamente com os ditâmes dos estatutos.
Este, soberanamente, elegeu o pacote constituído pelo Sr, Francisco Lu`Olo e o Dr. Mari para a liderança do partido.
Ora, 515 delegados subscreveram a candidatura do Dr. Mari e do Sr. Francisco Lu`Olo, logo não custa acreditar que seriam eles os vencedores inequívocas do Congresso.
Aquilo que não se pode aceitar, é que, cobardemente, pela porta do cavalo, votem contra as referidas candidaturas, depois de o terem, públicamente, subscrito. Para uma jovem democracia, estamos a começar muito mal. As pessoas não podem, públicamente, dizer uma coisa e, depois, pelas trazeiras, fazerem outra. Isto sim, está muito errado. Ou são homens e que assumam aquilo que fazem ou propõe ou são ratos, nesse caso, não devem merecer nem o respeito nem a confiança de ninguém.
Nós não estamos mais sob a baioneta dos indonésios para termos que fazer as coisas pela calada. O congresso foi público, estiveram lá a imprensa, convidados. Ninguém pode alegar que estava sob coacção. As pessoas que querem assumir cargos públicos, responsabilidades públicas, devem ser coerentes e consequentes.
Quem está descontente com as candidaturas, mormente com o do Dr. Mari, que é aquele que mais polémica levanta (parece que ele desenvolveu muitos anti corpos junta da sociedade timorense, alguns do mais primário que há, que é o preconceito e o racismo) nunca o deveriam ter apoiado ou subscrito a sua candidatura.
Se ele estava empacotado com o Sr. Francisco Lu`Olo, as pessoas sabiam ao que íam. Não é aceitável que agora venham contestar o resultado do congresso quando, ainda recentemente, o tinham votado.
Os delegados que estavam contra, ou se tinham manifestado ou se calem, até ao próximo congresso.
Não há nada de novo ou de extraordinário na FRETILIN ou na sua Direcção, para as pessoas virem agora pedir um congresso extraórdinario, ainda por cima, ao arrepio dos estatutos em vigor, logo são os aceiáveis para a maioria, ainda que, apenas tácitamente.
Quem está contra o Dr. Mari, terá a oportundade de nas próximas eleições, esclarecer o povo sobre as consequência de votar na FRETILIN. Aí o povo, soberanamente, irá decidir que quer ou não, Dr. Mari de novo para o cargo de 1.º Ministro de Timor Leste, porque esta será o resultado de votarem na FRETILIN e se ela vencer as eleições.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
22:50
0
comentários
Dos leitores
Do Bere-Key:
Líderes timorense não são só Xanana e Ramos Horta. Estes dois são a fatia maior de uma das partes. A outra parte, a outra fatia de líderes, inclui, obviamente, o Mari Al-Katiri e Francisco Lu`Olo.
Não podemos fazer pazes concosco próprio. Fazemos pazes com os nossos inimigos, adversários, com quem estamos de relações cortadas por qualquer razão.
Só um acordo, um entendimento, principalmente, entre estes quatro homens, é que poderemos ter paz e estabilidade. Outras figuras também não são de ignorar, mas estes quatro são fundamentais para iniciar qualquer processo de paz.
Temos que apelar a estes quatro homens, que lembrem do seu passado, que todos nós, nacionalistas timorenses, muito nos orgulhavamos, apesar de discordâncias pontuais.
Sem a participação desses quatro, qualquer processo de paz, antes de inciar, descarrilará.
Por
Malai Azul 2
à(s)
22:48
0
comentários
Dos leitores
Em Portugal, onde o PR era olhado e encarado - publicamente e pelos poderes políticos - como um herói respeitado, já é 'carinhosamente' apelidado como o 'tolo' e senil ...
De facto, não DEVERIA ser uma programa de TV a decidir o futuro de um país, mas quando se tem um chefe de Estado que toma decisões com base num programa de televisão e coloca essa mesma decisão, por escrito, em carta dirigida a um primeiro ministro, sob o Assunto: envio de uma cassette de video, demitindo-o, como quem não quer a coisa, no terceiro parágrafo ... no mínimo, pensamos que é uma anedota.
Fará, certamente parte dos anais da história das relações políticas ... pelo que revela de mais negativo, anedótico e impensável num Estado que se quer de Direito!
A credibilidade de Timor-Leste não foi, internacionalmente, posta em causa erupção da violência em si, mas sim pelas atitudes, decisões e condutas de alguns dos seus dirigentes, em particular, o PR ...
Triste, não é? Em particular, quando, no passado, ele fora um elemento central na construção dessa mesma credibilidade.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
22:46
18
comentários
Dos leitores
Da Babija:
não é o facto de o PR estar casado com uma cidadã australiana que o faz subserviente à Austrália e não foi a igreja católica que ordenou o apedrejamento ...
Mas, com subserviência ou sem ela, seja por casamento ou não, a verdade é que o PR não contesta a intenção política da Austrália deter o comando da componente militar à revelia da nova missão da ONU - aliás, em mais uma das suas célebres cambalhotas, o senhor Ramos-Horta até já escreveu ao SG da ONU a expressar esta concordância (nunca o faria sem o aval do PR!).
Por outro lado, também é verdade que o PR até já escreveu (há três dias) ao SG da ONU a solicitar a permanência do 'brilhante' Hasegawa, apesar de a ONU até já o ter informado que não continuaria com como representante especial do SG na nova missão .... Hasegawa que tanto se rebaixa aos australianos.
Conjugam a acção para garantir o cumprimento das exigências da Austrália que JÁ ESTÁ A COBRAR!
A hierarquia da igreja, infelizmente, coloca-se ao lado de quem tiver de se aliar para levar os seus intentos a bom porto. Não ordena a violência, mas, por omissão, manteve-se em silência durante um tempo excessivo nada fazendo para a parar. Seria bem mais positivo realizar uma análise da sua actuação na última década e admitir os erros cometidos com os jovens. Ficou demasiado por fazer e a 'crise de vocações' que a igreja católica de Timor-Leste atravessa, é disso prova. Critica os poderes instituídos por negligenciarem a juventude e cometerem o mesmo erro.
Enquanto membros corajosos da igreja católica actuaram rapidamente para apoiar os deslocados, a hierarquia manetve-se em silêncio e, quando se pronunciava, fazia-o com resentimento e, por vezes, ódio (o que nenhum católico entende!) como foi o caso do bispo de Díli nas suas idas à Presidência da República durante a crise e perante manifestantes que agrediam e destruiam ....
Se isto não é incitar ...
Assim, temos, por um lado, o jogo político do PR e do PM a escancarar as portas à Austrália, através das jogadas político-diplomáticas, que obviamente são feitas pela calada ... e a actuação da hierarquia da igreja católica que acaba por incitar devido às suas próprias fraquezas e, por vezes, falta de inteligência em cumprir o seu papel que, no caso de Timor-Leste deve e tem de passar pela formação de valores e de princípios ausentes durante décadas. São muitos os sacerdotes que admitem estes erros e começam a movimentar-se no sentido de corrigir estes erros mas, por enquanto, são actos isolados.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
22:44
2
comentários
Timor Leste: emergency appeal
Source: Plan
Date: 23 Aug 2006
Plan is continuing to appeal for funds to help the thousands of children and adults who have fled their homes due to political violence in Timor Leste's capital, Dili.
Please donate via your nearest Plan office: Australia, Japan, USA
Since April, violence on the streets on numerous occasions has led to many deaths, injuries and destroyed houses.
Although the situation is now more stable than a few months ago, over 150,000 people are still living in camps across Dili and the districts. The camps range from makeshift shelters of around 4,000 people to large camps of 10,000 people, usually in Catholic seminaries or colleges, but sometimes in open spaces such as parks, abandoned buildings and schools.
Plan’s emergency response work has helped over 15,000 displaced people in Dili and Metinaro – but much more still needs to be done.
Plan projects
Plan is focusing on disaster response in four key areas: health, learning, habitat, and child protection and participation.
Our project work to date includes:
- construction of toilet and shower facilities in Dili camps
- distribution of tents, tarpaulins, household items and food stuff to displaced people
- organising the National Youth Council to speak out in favour of peace and reconciliation and to take positive steps to reduce tensions in the community
- training for camp volunteers and care givers on the special needs of children in camps
- setting up of child-friendly spaces and women's meeting areas in our camps
- hygiene and clean-up campaigns to highlight the health hazards of inappropriately-disposed rubbish, dirty latrines and standing water
- health education for pregnant women.
We are working with a range of local and international agencies, including Bibi Bulak (Crazy Goat) who provide theatre workshops in a number of our camps.
We are also looking at long-term initiatives and hope to restart our program work in the Aileu region, 50 kilometres south of Dili, in the near future.
Please help support the thousands affected by this violence.
Por
Malai Azul 2
à(s)
22:43
1 comentários
Dos leitores
Da Margarida:
Hoje já ninguém inventa a "roda" porque há muito que a roda foi descoberta, hoje tomam-se (ou não) decisões políticas. E foi Mari Alkatiri quem tomou a decisão política de criar o Fundo de Petróleo, quem tomou a decisão política deste ser do modelo norueguês e quem tomou a decisão política de contratar conselheiros noruegueses. E o que parece hoje um consenso - este fundo, com este modelo - não o era há dois ou três anos atrás.
Na altura houve quem defendesse a distribuição da massa do petróleo por todos lembram-se? E nem há muito tempo ainda havia quem quisesse uma quota para a Igreja. Folgo que agora já concorde com esta decisão política do governo de Mari Alkatiri.
Quanto ao resto do seu paleio sobre a crise e as responsabilidades do Alkatiri, é tal e qual o paleio do Xanana em 22 de Junho. Ele aí também foi muito afirmativo em atribuir a crise ao Alkatiri, aliás ele atribuiu todos os males do país ao Alkatiri e ao Lu'Olo, isto é à direcção da Fretilin.
Muito responsavelmente e com grande sentido de Estado, Alkatiri não pôs petróleo no fogo e predispôs-se a resignar para que Xanana não resignasse. Conseguiu com este gesto preservar o essencial: a paz social, a Constituição, o Parlamento Nacional, o II Governo Constitucional da Fretilin e as eleições em 2007. E a seu tempo se saberá das responsabilidades doutros órgãos de soberania no armadilhar desta crise. Não adianta pois tirar já conclusões como aliás Xanana tirou em 22 de Junho, porque num caso que o Tribunal de Recurso já dirimiu, provou que Xanana errara.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
22:34
11
comentários
Igreja promove diálogo para reconciliação em Baucau
Díli, 24 Ago (Lusa) - A Comissão Diocesana de Justiça e Paz de Baucau e stá a promover hoje e sábado uma reunião alargada entre o poder político local e nacional sobre reconciliação, disse à Lusa o bispo D. Basílio do Nascimento.
"É uma reunião de reflexão onde se pretende que todos juntos procurem c aminhos para a reconciliação do povo", disse D. Basílio do Nascimento.
O bispo de Baucau considerou que a "reconciliação é um passo importante , mas é preciso encontrar o caminho certo para que tenha sucesso de forma a envo lver toda a população timorense".
Além dos membros do poder local dos quatro distritos da diocese de Bauc au (Manatuto, Baucau, Viqueque e Lospalos), participam na reunião vários membros do Governo de Timor-Leste, como o vice-primeiro-ministro Rui Araújo e a ministr a da Administração Estatal, Ana Pessoa.
Na sessão de encerramento, sábado, participará o primeiro-ministro José Ramos-Horta.
Recentemente, em declarações à agência Lusa, D. Basílio do Nascimento a pelou para que os jovens timorenses suspendessem de "uma vez para sempre" as acç ões de violência que "envergonham" o país junto da comunidade internacional.
"É preciso parar e pensar sobre o que se quer para Timor-Leste, para a sua população e sobretudo que futuro para os jovens", alertou na ocasião, aos su blinhar que os "inimigos de Timor-Leste são hoje os próprios timorenses".
Situada a cerca de 130 quilómetros a leste de Díli, Baucau é a segunda maior cidade de Timor-Leste.
Desde o final de Abril, Timor-Leste vive uma situação de crise que orig inou confrontos entre grupos rivais de que resultaram três dezenas de mortos e m ais de 180 mil deslocados.
Para ajudar a restabelecer a segurança, encontra-se no país, desde Maio , uma força policial e militar de Portugal, Austrália, Nova Zelândia e Malásia, por solicitação das autoridades timorenses, mas têm-se registado esporadicamente incidentes em Díli entre grupos de jovens.
JCS.
Por
Malai Azul 2
à(s)
22:33
1 comentários
Professores portugueses regressam e retomam aulas a 04 de Setembro
Díli, 24 Ago (Lusa) - Os professores portugueses vão regressar a Timor- Leste e retomar as aulas do ano lectivo 2005/2006 a 04 de Setembro, para rever m atérias e coordenar a realização dos exames nacionais, disse hoje à Lusa o coord enador do projecto.
Na sequência da crise que afectou Timor-Leste a partir do final de Abri l, as aulas foram interrompidas em Junho e os professores regressaram a Portugal sem concluir o ano lectivo, explicou Filipe Silva, coordenador do projecto de r eintrodução da língua portuguesa em Timor-Leste.
Com a estabilização da situação, os 107 professores regressam a Timor-L este até ao próximo dia 01 de Setembro, para acabar de dar a matéria, fazer as r evisões e coordenar a realização dos exames, disse Filipe Silva à Lusa em Díli.
A partir de 09 de Outubro, serão realizados os exames nacionais, inicia ndo-se o próximo ano lectivo a 23 de Outubro, que contará com um total de 117 pr ofessores portugueses.
Os docentes portugueses, distribuídos pelos 13 distritos de Timor-Leste , participam no programa de formação de professores timorenses em Português, a l íngua oficial do país a par do Tétum.
A formação prevê três anos iniciais de ensino da língua, com o programa a ser preparado conforme os conhecimentos manifestados em teste pelos professor es timorenses.
Concluída a primeira fase, é realizada a "profissionalização em exercíc io na área do ensino", referiu Filipe Silva.
Além dos formadores de professores, a cooperação portuguesa tem ainda c inco docentes em Díli que ministram cursos intensivos de cinco semanas aos funci onários do Estado.
Os professores portugueses estão em Timor-Leste desde 2000, no âmbito d e um programa do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD).
"No início, começámos a formar os alunos, mas desde o ano lectivo 2003/ 2004 que passamos a formar apenas os professores que um dia serão os responsávei s pelo ensino em língua portuguesa", explicou Filipe Silva, ao salientar que a a cção dos professores portugueses é "tentar rentabilizar o esforço para a replica ção dos conhecimentos de Português".
No final do ano 2006/2007, cerca de 2.400 de um total de 7.000 professo res do Estado timorense deverão estar aptos a dar aulas em língua portuguesa.
Além dos professores portugueses a trabalhar na área da formação de doc entes, existe ainda na capital timorense, desde 2002, a Escola Portuguesa de Díl i, que conta actualmente com 28 docentes e cerca de 450 alunos.
A Escola Portuguesa de Díli tem assegurado o ensino desde o pré-primári o até ao 7º ano, mas contará com turmas do 8º ano a partir do próximo ano lectiv o.
JCS.
Por
Malai Azul 2
à(s)
22:31
1 comentários
Dos leitores
Tradução da Margarida.
Não perca se vive na AustráliaPara ser exibido em 30 de Agosto na SBS Australia:A Questão Timor-Leste esta semana no Dateline John Martinkus e David O’Shea conduzem uma investigação sobre o que exactamente esteve por detrás da violência em Timor-Leste que levou à queda do primeiro Primeiro-Ministro eleito democraticamente do país. No que parece um plano bem orquestrado para lançar as forças armadas e policiais do país umas contra as outras, mostra-se como os arquitectos do conflito manipularam a crise para alcançar um fim – a resignação de Mari Alkatiri. Foi um golpe? Estiveram poderes estrangeiros envolvidos? E que papel, se algum, jogou a Austrália?*Não perca se vive na Austrália.
http://news.sbs.com.au/dateline/#
Por
Malai Azul 2
à(s)
07:57
23
comentários
Dos leitores
Tradução da Margarida.
Caros Amigos Australianos,
Como certamente conhece, a ONU está presa na autorização da nova, aumentada Missão em Timor-Leste. Ontem, o Conselho de Segurança estendeu a UNOTIL por um terceiro período de curta duração, até 25 de Agosto. Não conseguem chegar a consenso na inclusão de todos os soldados estrangeiros em Timor-Leste sob uma comando de estrutura da ONU.
A Austrália é o obstáculo principal, recusando o “capacete azul” nos seus soldados.
O UK e os USA, que insistem nessa política para os seus próprios soldados à volta do mundo, apoiam a Austrália.
O Secretário-geral da ONU, o governo da RDTL, Portugal, Malásia, quase todos os cidadãos e ONG’s em Timor-Leste, o movimento internacional de apoio com Timor-Leste, e gente de boa vontade de todo o mundo aconselha uma força militar unificada integrada na Missão da ONU. Isto é a somar aos 1,608 polícias internacionais, e está descrito no excerto junto das recomendações de 8 de Agosto do SG da ONU para o Conselho de Segurança.
A nova missão está enguiçada porque a ONU não enviará soldados para TL se estiver lá uma outra força militar internacional. Por experiência sabem que os problemas de coordenação e responsabilidades criam dificuldades demasiado elevadas, tornando impossível cumprir com as suas tarefas. A Austrália fincou os seus pés -- e Timor-Leste é forçado a aguentar mais um ciclo de incerteza e falta de apoio por causa de políticas globais.
Como segue os eventos em Timor-Leste, sabe que a actuação dos soldados da Austrália em Timor-Leste tem sido errática. Muitas vezes relacionam-se pobremente com as pessoas locais, não entendem o contexto social e político, e são ineficientes na detenção e prevenção da violência. Apesar da situação ter melhorado um pouco nos quase três meses desde que chegaram, devia estar muito melhor, e são evidentes quase em cada dia deficiências no treino, atitudes e comando.
Apesar da maioria dos Timorenses estar muito aliviado e grato quando chegaram, a boa vontade já é pouca. Mais importante, o povo de Timor-Leste precisa e merece apoio mais efectivo e sensível da comunidade internacional. A ONU tem mais capacidade para o fornecer, e mantê-lo em contexto, do que a Força de Defesa Australiana.
Os media deram alguma cobertura a esta controvérsia na semana passada, mas vi muito pouca actividade dos activistas Australianos, das ONG’s ou de cidadãos urgindo o seu governo a mudar a sua posição e a ouvir os desejos do governo da RDTL, da ONU, dos Timorenses e de nós que os apoiamos em todo o mundo.
A incapacidade da ONU em acordar deu-nos um pouco mais de tempo – uma semana! Este é um apelo aos colegas na Austrália para usar quaisquer alavancas e contactos que tenham. Por favor passe esta carta.
Obrigada.
Charlie Scheiner
charlie@laohamutuk.org
PS: estou a escrever como indivíduo, mas os objectivos desta carta são partilhados pelos grupos com que trabalho: La'o Hamutuk, the International Federation for East Timor, e a East Timor and Indonesia Action Network (U.S.). Temos feito o que podemos na ONU (que tem uma boa posição) e nos USA (que é impossível), mas a primeira responsabilidade e possibilidade de um resultado construtivo está em Canberra.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
07:56
2
comentários
Dos leitores
Tradução: da Margarida
Victor da Costa disse "... a decisão estará nas mãos das pessoas e não da do Tribunal de Recurso." Não foi isso o que Victor da Costa disse antes de levar o caso ao Tribunal. Agora mudou de posição. E se o Congresso Extraordinário votasse ter outra vez como líderes da FRETILIN Alkatiri e Lu’Olo? O que é que o Victor diria então? Um outro congresso extra-extraordinário?
É uma grande pena que gente boa como José Luis Guterres e Adérito de Jesus Soares estejam em sociedade com Victor da Costa e Vicente Ximenes. Tria apoiado um Congresso Extraordinário da FRETILIN se os organizadores fossem Adérito e Lugu. Mas este bêbado e o seu amigo, o negociante falhado? De modo algum! No que é que se está a tornar a FRETILIN? No que é que se está a tornar Timor-Leste? Uma República Banana Republic com certeza.
Boa Sorte
Por
Malai Azul 2
à(s)
07:54
22
comentários
7 polícias Australianos feridos em Timor-Leste
Tradução da Margarida
Sete oficiais da polícia Australiana ficaram feridos por pedras atiradas por gangsters perto de Dili, capital de Timor-Leste na Terça-feira à noite.
Uma patrulha da polícia Australiana disparou tiros para dispersar uma multidão de cerca de 200 jovens depois de terem sido apedrejados, disse na Quarta-feira uma porta-voz da Polícia Federal Australiana à Australian Associated Press.
Sete oficiais receberam ferimentos menores tais como cotovelos e pernas esfoladas e um número de veículos da polícia ficaram bastante danificados, disse.
Nenhuma das injúrias justificou a evacuação para a Austrália, diz a reportagem.
A Austrália lidera uma missão internacional de 3,000 elementos em Timor-Leste para ajudar a restaurar a ordem desde Maio.
Fonte: Xinhua
Por
Malai Azul 2
à(s)
07:51
1 comentários
Timor Leste tem, actualmente um governo, o segundo governo constitucional,
que trabalha para repor a ordem, fazer parar a violência, permitir o
regresso de todos os deslocados a suas casas.
Todos os timorenses devem apoior o governo nesta intenção.Independetemente
das opiniões políticas, que a seu tempo, nas eleições do próximo ano, os
eleitores terão oportunidade de expressar.
A violência tem de parar.
O presidente da República e a Igreja Católica devem também apoiar a paz e os
esforços do governo - de qualquer governo timorense-, e não , como no
passado recente, dar força àqueles que fazem apelo ao atirar de pedras e ao
incendiar de casas com fundamento em divergências políticas, e que mesmo sem
querer, admito, acabaram por colocar em causa, como se vê, a independência
nacional, a tanto custo alcançada.
(Uma das funções essenciais do Estado é a defesa e segurança dos seus
cidadãos. O presidente da República ao pretender entregar a responsabilidade
pela defesa e segurança de Timor Leste à Austrália, potência regional com
quem Timor Leste mantém um contencioso de fronteiras e de partilha de
recursos energéticos, está a abdicar daquela parcela essencial da soberania
nacional. O Presidente da República jurou cumprir e fazer cumprir a
Constituição onde está consagrada a soberania do Estado Timorense e o dever
de o PR a defender!
O Presidente é ingénuo ao ponto de pensar que a Austrália não vai cobrar a
ajuda que está agora a dar?
Timor é um pobre e pequeno país entalado entre dois gigantes: a Indonésia e
a Austrália. Para não ser uma parte de nenhum destes países tem o povo de
ter uma vontade férrea. E os seus líderes ter visão e determinação. Saberão
e quererão os líderes que souberam, de forma admirável, bater o pé à
Indonésia também bater o pé à Austrália?
Serão capazes mesmo sendo casados com uma australiana?).
Por
Malai Azul 2
à(s)
07:49
1 comentários
De um leitor
Timor Leste tem, actualmente um governo, o segundo governo constitucional,
que trabalha para repor a ordem, fazer parar a violência, permitir o
regresso de todos os deslocados a suas casas.
Todos os timorenses devem apoior o governo nesta intenção.Independetemente
das opiniões políticas, que a seu tempo, nas eleições do próximo ano, os
eleitores terão oportunidade de expressar.
A violência tem de parar.
O presidente da República e a Igreja Católica devem também apoiar a paz e os
esforços do governo - de qualquer governo timorense-, e não , como no
passado recente, dar força àqueles que fazem apelo ao atirar de pedras e ao
incendiar de casas com fundamento em divergências políticas, e que mesmo sem
querer, admito, acabaram por colocar em causa, como se vê, a independência
nacional, a tanto custo alcançada.
(Uma das funções essenciais do Estado é a defesa e segurança dos seus
cidadãos. O presidente da República ao pretender entregar a responsabilidade
pela defesa e segurança de Timor Leste à Austrália, potência regional com
quem Timor Leste mantém um contencioso de fronteiras e de partilha de
recursos energéticos, está a abdicar daquela parcela essencial da soberania
nacional. O Presidente da República jurou cumprir e fazer cumprir a
Constituição onde está consagrada a soberania do Estado Timorense e o dever
de o PR a defender!
O Presidente é ingénuo ao ponto de pensar que a Austrália não vai cobrar a
ajuda que está agora a dar?
Timor é um pobre e pequeno país entalado entre dois gigantes: a Indonésia e
a Austrália. Para não ser uma parte de nenhum destes países tem o povo de
ter uma vontade férrea. E os seus líderes ter visão e determinação. Saberão
e quererão os líderes que souberam, de forma admirável, bater o pé à
Indonésia também bater o pé à Austrália?
Serão capazes mesmo sendo casados com uma australiana?).
Por
Malai Azul 2
à(s)
07:48
20
comentários
Don't miss it if you live in Australia
To be screened on 30th of August on SBS Australia:
The East Timor QuestionThis week on Dateline John Martinkus and David O’Shea conduct an investigation in to who exactly was behind the violence in East Timor that led to the downfall of that country’s first democratically elected Prime Minister. In what looked like a well orchestrated plan to pit the tiny country’s armed forces and police against each other it appears the architects of the conflict manipulated the crisis to achieve one end – the resignation of Mari Alkatiri. Was it a coup? Were foreign powers involved? And what role, if any, did Australia play?
*Don't miss it if you live in Australia.
http://news.sbs.com.au/dateline/#
Por
Malai Azul 2
à(s)
00:03
23
comentários
Traduções
Obrigado pela solidariedade, Margarida!
Mensagem inicial - 16 de Maio de 2006
"Apesar de frágil, Timor-Leste é uma jovem democracia em que acreditamos. É o país que escolhemos para viver e trabalhar. Desde dia 28 de Abril muito se tem dito sobre a situação em Timor-Leste. Boatos, rumores, alertas, declarações de países estrangeiros, inocentes ou não, têm servido para transmitir um clima de conflito e insegurança que não corresponde ao que vivemos. Vamos tentar transmitir o que se passa aqui. Não o que ouvimos dizer... "