terça-feira, abril 08, 2008

Timor not a failed state, says US

April 7, 2008
The Age

East Timor is not a failed state, but must hasten its development, US Assistant Secretary of State Christopher Hill said in Dili.

Hill said the international community wanted to help the nation develop, but East Timor must also strive to increase investment and create employment.

"I think a number of countries are really trying to do [these] things and I hope the people in East Timor appreciate that countries are really trying to help, but this is going to be a long process," Hill said in the capital.

East Timor's troubled past was recognised by the international community, and there were no signs of donor fatigue toward the fledgling nation, he said.

"I think there is a reservoir of good will and an appreciation for the fact that the history has been so difficult," Hill said.

"I wouldn't say there is a particular fatigue with East Timor. I think there is fatigue generally, but not for East Timor."

Hill said East Timor was not a failed state, despite an attempt to assassinate the country's top two leaders in February.

"That sort of assessment is for a country going in the wrong direction," he said.

"I think East Timor is going in the right direction and the issue we are concerned about is not the direction, but rather the pace - to see if we can go in that right direction a little faster."

He said he was impressed with the government's ability to continue after the February 11 attacks.

"What is important is that the government was able to continue and I think there is a continuing effort to get the perpetrators to hand down their arms and surrender and allow the country to move on."

President Jose Ramos-Horta was shot and wounded in the February attack by rebels. Prime Minister Xanana Gusmao escaped unhurt in a separate attack the same morning.

Tradução:

Timor não é um Estado falhado, diz USA

Abril 7, 2008
The Age

Timor-Leste não é um Estado falhado, mas deve apressar o seu desenvolvimento, disse o Secretário de Estado Assistente dos USA Christopher Hill em Dili.

Hill disse que a comunidade internacional queria ajudar a nação a desenvolver-se, mas que Timor-Leste deve lutar para aumentar o investimento e criar emprego.

"Penso que uma série de países estão realmente a tentar fazer [testas] coisas e espero que o povo em Timor-Leste aprecie que os países estejam realmente a tentar ajudar, mas este vai ser um longo processo," disse Hill na capital.

O passado problemático de Timor-Leste foi reconhecido pela comunidade internacional, e não há sinais de fadiga de dadores em relação à jovem nação, disse.

"Penso que há uma reserva de boa vontade e apreço para o facto da história ter sido tão difícil," disse Hill.

"Não diria que há uma fadiga particular com Timor-Leste. Penso que há no geral uma fadiga, mas não para Timor-Leste."

Hill disse que Timor-Leste não era um Estado falhado, apesar da tentativa de assassinar dois líderes de topo em Fevereiro.

"Esse tipo de avaliação é para um país que vá na direcção errada," disse.

"Penso que Timor-Leste está a ir na direcção certa e a questão que nos preocupa não é a direcção, mas antes o ritmo – ver se se pode ir nessa direcção certa um pouco mais depressa."

Disse que estava impressionado com a capacidade do governo em continuar depois dos ataques de 11 de Fevereiro.

"O que é importante é que o governo consiga continuar e penso que há um esforço continuado para chegar aos perpetradores, tirar-lhes as armas e renderem-se e permitir que o país avance."

O Presidente José Ramos-Horta foi baleado e ferido no ataque em Fevereiro por amotinados. O Primeiro-Ministro Xanana Gusmão escapou ileso num ataque separado na mesma manhã.

1 comentário:

Margarida disse...

Tradução:
Timor não é um Estado falhado, diz USA
Abril 7, 2008
The Age

Timor-Leste não é um Estado falhado, mas deve apressar o seu desenvolvimento, disse o Secretário de Estado Assistente dos USA Christopher Hill em Dili.

Hill disse que a comunidade internacional queria ajudar a nação a desenvolver-se, mas que Timor-Leste deve lutar para aumentar o investimento e criar emprego.

"Penso que uma série de países estão realmente a tentar fazer [testas] coisas e espero que o povo em Timor-Leste aprecie que os países estejam realmente a tentar ajudar, mas este vai ser um longo processo," disse Hill na capital.

O passado problemático de Timor-Leste foi reconhecido pela comunidade internacional, e não há sinais de fadiga de dadores em relação à jovem nação, disse.

"Penso que há uma reserva de boa vontade e apreço para o facto da história ter sido tão difícil," disse Hill.

"Não diria que há uma fadiga particular com Timor-Leste. Penso que há no geral uma fadiga, mas não para Timor-Leste."

Hill disse que Timor-Leste não era um Estado falhado, apesar da tentativa de assassinar dois líderes de topo em Fevereiro.

"Esse tipo de avaliação é para um país que vá na direcção errada," disse.

"Penso que Timor-Leste está a ir na direcção certa e a questão que nos preocupa não é a direcção, mas antes o ritmo – ver se se pode ir nessa direcção certa um pouco mais depressa."

Disse que estava impressionado com a capacidade do governo em continuar depois dos ataques de 11 de Fevereiro.

"O que é importante é que o governo consiga continuar e penso que há um esforço continuado para chegar aos perpetradores, tirar-lhes as armas e renderem-se e permitir que o país avance."

O Presidente José Ramos-Horta foi baleado e ferido no ataque em Fevereiro por amotinados. O Primeiro-Ministro Xanana Gusmão escapou ileso num ataque separado na mesma manhã.

Traduções

Todas as traduções de inglês para português (e também de francês para português) são feitas pela Margarida, que conhecemos recentemente, mas que desde sempre nos ajuda.

Obrigado pela solidariedade, Margarida!

Mensagem inicial - 16 de Maio de 2006

"Apesar de frágil, Timor-Leste é uma jovem democracia em que acreditamos. É o país que escolhemos para viver e trabalhar. Desde dia 28 de Abril muito se tem dito sobre a situação em Timor-Leste. Boatos, rumores, alertas, declarações de países estrangeiros, inocentes ou não, têm servido para transmitir um clima de conflito e insegurança que não corresponde ao que vivemos. Vamos tentar transmitir o que se passa aqui. Não o que ouvimos dizer... "
 

Malai Azul. Lives in East Timor/Dili, speaks Portuguese and English.
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