segunda-feira, fevereiro 18, 2008

O comentário de um militar

"Concordo que é dificil explicar a ausência de "furos" na viatura do Xanana, a estrada como sabes é cheia de curvas, a velocidade não pode ser muita e os locais possíveis de emboscada são muitos e 6 tipos aos tiros só cegos ou muito azelhas é que não furavam a viatura.

Claro que com sorte sempre se pode escapar, mas nestes casos o primeiro objectivo seria atingir o condutor, depois o despiste da viatura seria inevitável e nesta estrada não havia como evitar.

Vamos aguardar o que terá para dizer o RH, será que poderá ou se será essa a sua vontade."

4 comentários:

h correia disse...

Ou eram cegos, ou azelhas, ou... não estavam lá.

Anónimo disse...

Alfredo Reinado estava desesperado, dizem. Decidiu por isso forjar um plano, com todos os seus detalhes, prevenindo-se caso algo corra mal, para a realização do golpe de estado.

O plano era o seguinte:
Plano A, arrombar com toda a força dos pés a porta do dr. Ramos Horta.
Plano B, colocar-lhe um saco na cabeça e raptá-lo.
Plano C, enviar o veterano da luta contra a ocupação indonésia, Gastão Salsinha, a emboscar e a matar o primeiro-ministro Xanana Gusmão.
Plano D, certificar-se antes de morrer que Gastão tinha as qualificações de atirador necessárias.
Plano E, voltar para os mortos depois de ver tamanha incompetência do dito Gastão.

Foi um plano da tomada de poder muito cuidadosamente elaborado, tem que ser dito, não há dúvida.
Falhou numa coisa só: quem está desesperado toma conhaque.

Anónimo disse...

Realmente, as Teorias de Estado têm que adoptar este como um novo tipo de golpe de estado.
O golpe de estado em 5 passos.

Anónimo disse...

quem está atras dos atentados foram o sr xanana e australianos

Traduções

Todas as traduções de inglês para português (e também de francês para português) são feitas pela Margarida, que conhecemos recentemente, mas que desde sempre nos ajuda.

Obrigado pela solidariedade, Margarida!

Mensagem inicial - 16 de Maio de 2006

"Apesar de frágil, Timor-Leste é uma jovem democracia em que acreditamos. É o país que escolhemos para viver e trabalhar. Desde dia 28 de Abril muito se tem dito sobre a situação em Timor-Leste. Boatos, rumores, alertas, declarações de países estrangeiros, inocentes ou não, têm servido para transmitir um clima de conflito e insegurança que não corresponde ao que vivemos. Vamos tentar transmitir o que se passa aqui. Não o que ouvimos dizer... "
 

Malai Azul. Lives in East Timor/Dili, speaks Portuguese and English.
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