Tradução:
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE
GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO
PRESS RELEASE
O Governo de Timor-Leste rejeita história retomada de armas
“Um dos factos da reportagem de hoje no The Age e no Sydney Morning Herald é que a empresa liderada por Bader Alkatiri importou 257,000 rounds de munições no final de 2004 para as forças da polícia,” disse Mr Antoninho Bianco, Ministro da Presidência do Conselho de Ministros de Timor-Leste.
“A reportagem omitiu que esta compra foi o resultado de um concurso público, delineado com o apoio de conselheiros estrangeiros, conduzido de modo totalmente transparente,” disse o Ministro Bianco.
“Esta compra de munições não é a base para qualquer alegação escandalosa contra ninguém no meu governo,” disse.
A história é uma retoma de uma reportagem do escritor do Herald, Mark Dodd, de Julho 7, 2005. Inclui outro facto, que sete espingardas automáticas de alto-poder F2000 foram importadas por uma companhia dirigida pelo Sr. Filipe Sousa-Santos, sob um contrato autorizado pela Administração das Nações Unidas, UNTAET.
O Sr. Santos-Sousa pertence à família Carrascalão, cuja figura liderante, Mário Carrascalão, é o Presidente do Partido Social Democrata que tem seis membros na Oposição. Os 30 membros armadas do grupo dirigido pelo Comandante Reilos Vicente foram entrevistados na noite de 8 de Junho pela repórter da ABC 4 Corners, Liz Jackson, na casa do Sr. Carrascalão, fora de Dili.
“Esta velha história não deve desviar a atenção da questão realmente importante de identificar quem distribuiu armas aos civis na semana de 22 de Maio ou antes disso”, disse o Ministro Bianco.
“O nosso governo está completamente envolvido no apoio a esta investigação”.
As histórias do SMH e do Age procuram ligar a importação de munições a reportagens sem fundamento de o Ministro Rogério Lobato, que se demitiu, ter secretamente importado e distribuído armas a civis, como aos do grupo de Reilo, do qual é agora relatado ter 20 pessoas armadas, estacionadas em Liquica, na costa oeste de Dili.
Esta ligação ténue é então usada para sugerir que o Primeiro Ministro deve ser investigado e depois demitido pelo Presidente.
Em 14 de Junho, o Presidente Xanana Gusmão declarou ao Parlamento que sempre suportaria a Constituição, que não lhe permite demitir o Primeiro Ministro a não ser que o próprio Parlamento declare o Estado de Emergência.
.
Sem comentários:
Enviar um comentário