quarta-feira, maio 14, 2008

UN delays on Timor extension request

The Australian, 14 May

THE UN will wait until February to consider whether it will continue its peacekeeping mission in East Timor, despite President Jose Ramos Horta asking it to commit until at least 2012.

Mr Ramos Horta, still recovering from being shot in February, views his country as volatile despite the apparent calm following the surrender of rebels a fortnight ago.

"I want to play safe," Mr Ramos Horta told the BBC yesterday. "I don't want to, for sake of patriotism, pride, that we should ask, sorry, now you can leave. We should be very cautious. That's why I have said to the UN we need UN police here for at least five years -- up to 2012."

UN spokeswoman Allison Cooper said her organisation had to consider the President's request "in the context of peacekeeping commitments globally".
"We currently have a mandate though to February 2009," Ms Cooper said. "We had a 12-month extension in February this year. We will have to report back to the Security Council in February next year and provide a report of progress and they will consider and vote on it. They will decide whether to trim back or reduce the mandate in certain areas, based upon our recommendations."

The UN has a mandated strength of 1748 police officers for East Timor, with 1500 in the country at any time. They come from 41 countries and 50 are Australians. They also have 438 international staff, 933 national staff and 134 volunteers.

"The peacekeepers here are police, with no military component, unlike the UN's military component in Darfur," Ms Cooper said.

"The Security Council will listen to the mission and take into account requests from the President. They will hear what Jose Ramos Horta has said."

Australia has 750 troops in East Timor as part of its International Stabilisation Force, though that was lifted by 200 immediately after Mr Ramos Horta was shot. In late April, those extra troops returned home once the country was deemed secure.

Mr Ramos Horta also told the BBC he wanted the Australians to stay until at least next year, though that is a commitment Kevin Rudd appeared to give on his visit to Dili in the days after the President was shot.

NZ minister to attend trade, defense meetings in Japan – China View, 13 May
WELLINGTON, May 13 (Xinhua) -- New Zealand Trade and Defense Minister Phil Goff will leave for Japan on Wednesday to meet his counterparts in that country to promote closer economic and security ties.

The three-day visit supports the Japan leg of Prime Minister Helen Clark's trip to Japan and South Korea where the prime minister will be meeting leaders of both countries.

"New Zealand attaches great importance to its relationship with Japan. Our two-way trade is valued at 7.3 billion NZ dollars (5.6 billion U.S. dollars) and Japan is our third largest export market," Goff said.

Japan and New Zealand are working closely on regional trade and economic integration initiatives, he added.

Goff will also attend and speak at the first ever Japan New Zealand Partnership Forum.

The Partnership Forum, on May 14-16, is set to be the largest and most significant gathering of government and business leaders from the two countries ever held, with around 80 senior participants from Japan and New Zealand confirmed to attend.

On security issues, Goff and the Japanese defense chief will discuss international and regional defense and security issues, including developments in the Pacific, Afghanistan and Timor Leste.

New Zealand and Japan have many shared security interests that lend themselves to closer cooperation, including disaster relief and peacekeeping, he added.

Tradução:

ONU atrasa pedido de prolongamento em Timor

The Australian, 14 Maio

A ONU vai esperar até Fevereiro se continuará a sua missão de manutenção da paz em Timor-Leste, apesar do Presidente José Ramos Horta ter pedido para continuar até pelo menos 2012.

O Sr Ramos Horta, ainda a recuperar do ataque em Fevereiro, tem a visão do seu país como volátil apesar da calma aparente depois da rendição de amotinados há quinze dias atrás.

"Quero jogar pelo seguro," disse o Sr Ramos Horta à BBC ontem. "Não quero em nome do patriotismo, orgulho, que digamos, lamento, agora podem sair. Devemos ter muito cuidado. É por isso que tenho dito à ONU que precisamos cá da polícia da ONU pelo menos cinco anos – até 2012."

A porta-voz da ONU Allison Cooper disse que a sua organização tinha de considerar o pedido do Presidente "no contexto de comprometimentos globais de manutenção da paz".
"Correntemente temos um mandato até Fevereiro de 2009," disse a Srª Cooper. "Tivemos um prolongamento de 12 meses em Fevereiro deste ano. Teremos de reportar ao Conselho de Segurança em Fevereiro do próximo ano os progressos e eles considerarão e votarão sobre isso. Decidirão se cortarão ou reduzirão o mandato em certas áreas, com base nas nossas recomendações."

A ONU tem uma força mandatada de 1748 oficiais da polícia para Timor-Leste, com 1500 no país a todo o tempo. Vêm de 41 países e 50 são Australianos. Têm também 438 empregados internacionais, 933 empregados nacionais e 134 voluntários.

"Os da manutenção da paz aqui são polícias, sem componente militar, ao contrário da componente militar da ONU no Darfur," disse a Srª Cooper.

"O Conselho de Segurança ouvirá a missão e tomará em consideração pedidos do Presidente. Ouvirão o que José Ramos Horta disse."

A Austrália tem 750 tropas em Timor-Leste como parte da Força Internacional de Estabilização, apesar de ter sido aumentada em 200 imediatamente depois do Sr Ramos Horta ter sido baleado. No final de Abril, essas tropas extra regressaram a casa uma vez que o país parecia seguro.

O Sr Ramos Horta disse também à BBC que queria que os Australianos ficassem pelo menos até ao fim do próximo ano, apesar disso ser um compromisso que Kevin Rudd parece ter dado na sua visita a Dili dias depois dos tiros contra o Presidente.

Ministro da NZ vai estar em encontros de comércio, defesa no Japão – China View, 13 Maio
WELLINGTON, Maio 13 (Xinhua) – O Ministro do Comércio e Defesa da Nova Zelândia Phil Goff partirá para o Japão na Quarta-feira para se encontrar com os seus colegas nesse país para promover laços mais apertados na economia e segurança.

A visita de três dias apoia a fase no Japão da visita tripartida da Primeira-Ministra Helen Clark ao Japão e Coreia do Sul onde a primeira-ministra se encontrará com líderes de ambos os países.

"A Nova Zelândia atribui grande importância às suas relações com o Japão. O nosso comércio está avaliado em 7.3 biliões NZ dólares (5.6 biliões de dólares USA) e o Japão é o nosso terceiro maior mercado de exportação," disse Goff.

O Japão e a Nova Zelândia estão a trabalhar de perto em iniciativas de integração económica e de comércio regional, acrescentou.

Goff também atenderá e falará pela primeira vez no Forum de Amizade Japão Nova Zelândia.

O Forum de Amizade, em14-16 de Maio, está previsto ser o maior e mais significativo ajuntamento de líderes do governo e de negócios dos dois países alguma vez realizado, com cerca de 80 participantes de topo do Japão e Nova Zelândia já confirmados.

Nas questões de segurança, Goff e o chefe da defesa Japonesa discutirão questões de defesa internacional e regional e de segurança, incluindo desenvolvimentos no Pacífico, Afeganistão e Timor-Leste.

A Nova Zelândia e o Japão partilham muitos interesses de segurança que os levam eles próprios a mais próxima cooperação, incluindo auxílio a desastres e manutenção da paz, acrescentou.

1 comentário:

Margarida disse...

Tradução:
ONU atrasa pedido de prolongamento em Timor
The Australian, 14 Maio

A ONU vai esperar até Fevereiro se continuará a sua missão de manutenção da paz em Timor-Leste, apesar do Presidente José Ramos Horta ter pedido para continuar até pelo menos 2012.

O Sr Ramos Horta, ainda a recuperar do ataque em Fevereiro, tem a visão do seu país como volátil apesar da calma aparente depois da rendição de amotinados há quinze dias atrás.

"Quero jogar pelo seguro," disse o Sr Ramos Horta à BBC ontem. "Não quero em nome do patriotismo, orgulho, que digamos, lamento, agora podem sair. Devemos ter muito cuidado. É por isso que tenho dito à ONU que precisamos cá da polícia da ONU pelo menos cinco anos – até 2012."

A porta-voz da ONU Allison Cooper disse que a sua organização tinha de considerar o pedido do Presidente "no contexto de comprometimentos globais de manutenção da paz".
"Correntemente temos um mandato até Fevereiro de 2009," disse a Srª Cooper. "Tivemos um prolongamento de 12 meses em Fevereiro deste ano. Teremos de reportar ao Conselho de Segurança em Fevereiro do próximo ano os progressos e eles considerarão e votarão sobre isso. Decidirão se cortarão ou reduzirão o mandato em certas áreas, com base nas nossas recomendações."

A ONU tem uma força mandatada de 1748 oficiais da polícia para Timor-Leste, com 1500 no país a todo o tempo. Vêm de 41 países e 50 são Australianos. Têm também 438 empregados internacionais, 933 empregados nacionais e 134 voluntários.

"Os da manutenção da paz aqui são polícias, sem componente militar, ao contrário da componente militar da ONU no Darfur," disse a Srª Cooper.

"O Conselho de Segurança ouvirá a missão e tomará em consideração pedidos do Presidente. Ouvirão o que José Ramos Horta disse."

A Austrália tem 750 tropas em Timor-Leste como parte da Força Internacional de Estabilização, apesar de ter sido aumentada em 200 imediatamente depois do Sr Ramos Horta ter sido baleado. No final de Abril, essas tropas extra regressaram a casa uma vez que o país parecia seguro.

O Sr Ramos Horta disse também à BBC que queria que os Australianos ficassem pelo menos até ao fim do próximo ano, apesar disso ser um compromisso que Kevin Rudd parece ter dado na sua visita a Dili dias depois dos tiros contra o Presidente.

Ministro da NZ vai estar em encontros de comércio, defesa no Japão – China View, 13 Maio
WELLINGTON, Maio 13 (Xinhua) – O Ministro do Comércio e Defesa da Nova Zelândia Phil Goff partirá para o Japão na Quarta-feira para se encontrar com os seus colegas nesse país para promover laços mais apertados na economia e segurança.

A visita de três dias apoia a fase no Japão da visita tripartida da Primeira-Ministra Helen Clark ao Japão e Coreia do Sul onde a primeira-ministra se encontrará com líderes de ambos os países.

"A Nova Zelândia atribui grande importância às suas relações com o Japão. O nosso comércio está avaliado em 7.3 biliões NZ dólares (5.6 biliões de dólares USA) e o Japão é o nosso terceiro maior mercado de exportação," disse Goff.

O Japão e a Nova Zelândia estão a trabalhar de perto em iniciativas de integração económica e de comércio regional, acrescentou.

Goff também atenderá e falará pela primeira vez no Forum de Amizade Japão Nova Zelândia.

O Forum de Amizade, em14-16 de Maio, está previsto ser o maior e mais significativo ajuntamento de líderes do governo e de negócios dos dois países alguma vez realizado, com cerca de 80 participantes de topo do Japão e Nova Zelândia já confirmados.

Nas questões de segurança, Goff e o chefe da defesa Japonesa discutirão questões de defesa internacional e regional e de segurança, incluindo desenvolvimentos no Pacífico, Afeganistão e Timor-Leste.

A Nova Zelândia e o Japão partilham muitos interesses de segurança que os levam eles próprios a mais próxima cooperação, incluindo auxílio a desastres e manutenção da paz, acrescentou.

Traduções

Todas as traduções de inglês para português (e também de francês para português) são feitas pela Margarida, que conhecemos recentemente, mas que desde sempre nos ajuda.

Obrigado pela solidariedade, Margarida!

Mensagem inicial - 16 de Maio de 2006

"Apesar de frágil, Timor-Leste é uma jovem democracia em que acreditamos. É o país que escolhemos para viver e trabalhar. Desde dia 28 de Abril muito se tem dito sobre a situação em Timor-Leste. Boatos, rumores, alertas, declarações de países estrangeiros, inocentes ou não, têm servido para transmitir um clima de conflito e insegurança que não corresponde ao que vivemos. Vamos tentar transmitir o que se passa aqui. Não o que ouvimos dizer... "
 

Malai Azul. Lives in East Timor/Dili, speaks Portuguese and English.
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