terça-feira, outubro 09, 2007

The price of peace

Blog Inside PCIJ (Philippine Center for Investigative Jornalism)/Stories behind our stories - 9 October 2007 at 12:12 am

Alecks P. Pabico
Late last month, the Indonesia and East Timor Commission on Truth and Friendship (CTF) wrapped up its hearings regarding the atrocities in East Timor in 1999. Shortly after East Timor voted to separate from Indonesia, violence broke out that left more than 1,000 Timorese dead and East Timor’s economic infrastructure nearly wiped out. The tragedy has been blamed on pro-Jakarta militias that were said to be backed by the Indonesian military, but Indonesia has maintained that the UN Mission in East Timor (UNAMET) had not remained neutral during the referendum, thereby upsetting East Timorese who were not seeking independence.

In 2000, the UN International Commission of Inquiry recommended that United Nations “establish an international human rights tribunal consisting of judges appointed by the UN, preferably with participation of members from East Timor and Indonesia.” Instead, five years later, Indonesia and East Timor decided to establish the CTF that they said was aimed at closing a highly sensitive and bitter chapter in their shared history.

Another goal was to uncover the truth about the 1999 East Timor tragedy.

If many ordinary East Timorese are pessimistic about what CTF’s final report may contain, that may be partly because throughout Southeast Asia, victims of large-scale atrocities committed or ordered by those in power rarely (if at all) obtain justice. Nobel Peace laureate and East Timorese President Jose Ramos Horta also told the writer of the piece that there is a host of pragmatic considerations for his young government. He added, “Justice cannot be blind to the social, economic, and political situations.”

We hope this i Report Crossborder feature will have profound resonance among our readers.

1 comentário:

Margarida disse...

Tradução:
O preço da paz
Blog Inside PCIJ (Centro para o Jornalismo de Investigação das Filipinas)/Histórias por detrás da nossa história - 9 Outubro 2007 at 12:12 am

Alecks P. Pabico
No final do mês passado, a Comissão da Indonésia e Timor-Leste da Verdade e Amizade (CVA) encerrou as audições relativas às atrocidades em Timor-Leste em 1999. Pouco depois de Timor ter votado a separação da Indonésia, rebentou a violência que deixou mais de 1,400 Timorense e mortos e quase riscou do mapa as infra-estruturas económicas de Timor-Leste. As milícias pró-Jacarta apoiadas pelos Indonésios têm sido culpadas pela tragédia mas a Indonésia tem mantido que a Missão da ONU em Timor-Leste, UNAMET, não foi neutra durante o referendo, e por isso perturbaram os Timorenses que não queriam a independência.

Em 2000, a Comissão Internacional de Inquérito da ONU recomendou que as Nações Unidas “estabeleçam um tribunal internacional para os direitos humanos consistindo em juízes nomeados pela ONU, de preferência com a participação de membros de Timor-Leste e Indonésia.” Em vez disso, cinco anos mais tarde, a Indonésia e Timor-Leste decidiram estabelecer a CVA que disseram visava encerrar um capítulo altamente sensível e amargo na sua história partilhada.

Um outro objective era descobrir a verdade acerca da tragédia de 1999 de Timor-Leste.

Se muitos Timorenses comuns estão pessimistas acerca do que pode conter o relatório final da CVA, isso pode ser parcialmente porque através da Ásia do Sudeste, as vítimas de atrocidades em larga escala cometidas ou ordenadas por quem está no poder raramente (ou nunca) obtêm justiça. O laureado do Nobel da Paz e Presidente Timorense José Ramos Horta disse ainda ao escritor da peça que há muitas considerações pragmáticas para o seu jovem governo. Ele acrescentou, “A justice não pode ser cega às situações sociais, económicas e políticas.”

Temos esperança que este Relatório do filme Atravessando Fronteiras tenha uma profunda ressonância entre os nossos leitores.

Traduções

Todas as traduções de inglês para português (e também de francês para português) são feitas pela Margarida, que conhecemos recentemente, mas que desde sempre nos ajuda.

Obrigado pela solidariedade, Margarida!

Mensagem inicial - 16 de Maio de 2006

"Apesar de frágil, Timor-Leste é uma jovem democracia em que acreditamos. É o país que escolhemos para viver e trabalhar. Desde dia 28 de Abril muito se tem dito sobre a situação em Timor-Leste. Boatos, rumores, alertas, declarações de países estrangeiros, inocentes ou não, têm servido para transmitir um clima de conflito e insegurança que não corresponde ao que vivemos. Vamos tentar transmitir o que se passa aqui. Não o que ouvimos dizer... "
 

Malai Azul. Lives in East Timor/Dili, speaks Portuguese and English.
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