sexta-feira, novembro 02, 2007

Dos Leitores

H. Correia deixou um novo comentário na sua mensagem "Que se lixe a legalidade...":

Subscrevo a nota de rodapé. Comparado com isto, escutar telemóveis é uma brincadeira de crianças. Mas ninguém, começando pelo PR, se parece importar com isto ou com os aviões espiões, etc.

A propósito da gravação da conversa entre Longuinhos, Leandro e Agio, qualquer pessoa podia tê-la feito facilmente com um telefone celular modificado. Sendo assim, milhares de pessoas são potencialmente suspeitas, não se percebendo porque há-de a TT ser o bode expiatório.

Leiam mais sobre as escutas em telefonia celular aqui:

http://www.espykit.com/spy-security-articles/cell-phone-bug.php

1 comentário:

h correia disse...

Queria só acrescentar que, depois de ouvir novamente a gravação da conversa a três, fiquei com a nítida sensação de que não se trata de uma escuta telefónica.

A única voz que soa a "telefone" é a de Leandro Isaac. As outras duas soam a vozes captadas ao vivo.

Isto indicia que, provavelmente, Longuinhos e Agio estavam escutando Leandro Isaac em modalidade alto-falante, pois só assim poderiam ouvir ambos o que Leandro dizia, em simultâneo.

Sendo assim, a conversa foi gravada no mesmo local em que se encontravam Longuinhos e Agio, por meio de um telemóvel ou outro aparelho de gravação. Neste local encontravam-se mais pessoas, pois ouvem-se por vezes outras vozes em surdina.

Portanto, na minha opinião não se trata de escuta telefónica, mas de gravação ao vivo. Quem a fez? Não se sabe. Mas não foi a TT, de certeza.

Traduções

Todas as traduções de inglês para português (e também de francês para português) são feitas pela Margarida, que conhecemos recentemente, mas que desde sempre nos ajuda.

Obrigado pela solidariedade, Margarida!

Mensagem inicial - 16 de Maio de 2006

"Apesar de frágil, Timor-Leste é uma jovem democracia em que acreditamos. É o país que escolhemos para viver e trabalhar. Desde dia 28 de Abril muito se tem dito sobre a situação em Timor-Leste. Boatos, rumores, alertas, declarações de países estrangeiros, inocentes ou não, têm servido para transmitir um clima de conflito e insegurança que não corresponde ao que vivemos. Vamos tentar transmitir o que se passa aqui. Não o que ouvimos dizer... "
 

Malai Azul. Lives in East Timor/Dili, speaks Portuguese and English.
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