quarta-feira, setembro 20, 2006

Tell the Australia and the U.S. to Support a Unified UN Mission in Timor-Leste

Phone, fax or e-mail the U.S. and Australian missions to the United Nations today! See sample letters below.

Tell them that a fully integrated UN mission – which must include a single military force - will
provide the best support for Timor-Leste. If Australian soldiers are separate from the
integrated UN effort, coordination will be more difficult and resentment toward Australia will grow within Timor-Leste.

Permanent Mission of Australia to the UN, Ambassador Robert Hill (212) 351-6600; fax (212) 351-6610;
australia@un.int
150 East 42 St, 33rd Flr.
New York, NY 10017-5612

Australians can write PM Howard directly at http://www.pm.gov.au/email.cfm

United States Mission to the UN, Ambassador John R. Bolton (212) 415-4000, fax (212) 415-4443;
usunpublicaffairs@state.gov
140 East 45 St.
New York, N.Y. 10017

You can fax both missions from ETAN's website: go to http://etan.org/action/2006/09unified.htm.

Thank you for your support. Please let us know the results of your contacts.

Contact John M. Miller (718) 596-7668; etan@etan.org.


See additional background below.

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Sample Letter for Australian Ambassador:

Dear Ambassador Hill,

I am writing to urge Australia to fully participate in an integrated UN mission in
Timor-Leste. Australia's wish to keep its troops under separate command is not in Timor-Leste's interest and will make international support for Timor-Leste in its current crisis less effective.
Such an arrangement will also exacerbate resentment toward Australia among the Timorese people.

Helping Timor-Leste achieve stability, peace and democracy requires a well-coordinated
international response involving all participating countries and international institutions.

Integrating all the international security components will improve accountability and demonstrate respect for the people and government of Timor-Leste, given their government's clearly expressed preference for an integrated UN mission.

Thank you for your consideration. I look forward to your response.

Sincerely,

NAME AND CONTACT INFORMATION

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Sample Letter for U.S. Ambassador:

Dear Ambassador Bolton,

I am writing to urge U.S. support for a fully integrated UN mission in Timor-Leste. Australia's
wish to keep its troops under separate command is not in Timor-Leste's interest and will make
international support for Timor-Leste in its current crisis less effective. Such an arrangement will also exacerbate resentment toward Australia among the Timorese people.

Helping Timor-Leste achieve stability, peace and democracy requires a well-coordinated
international response involving all participating countries and international institutions. Integrating all the international security components will improve accountability and demonstrate respect for the people and government of Timor-Leste, given their government's clearly expressed preference for an integrated UN mission.

Thank you for your consideration. I look forward to your response.

Sincerely,

NAME AND CONTACT INFORMATION


Background

In response to Timor-Leste's recent crisis, the UN has expanded its mission for Timor-Leste. In
creating UNMIT (United Nations Integrated Mission in Timor-Leste) on August 25, the UN Security Council deferred deciding on whether the bulk of its military component should be part of the UN mission or remain under Australian command. A final decision on the military command structure will be made after the Secretary-General reports on the issue October 25.

While Australia has placed its police within a unified UN police force, it has insisted on keeping its military troops (the majority of the multinational force deployed in late May at the request of Timor-Leste government) under Australian command. This position is contrary to the recommendation of the UN Secretary-General and to the wishes of Timor-Leste and other
governments who prefer a unified military force integrated into the UN mission. The U.S. and UK support Australia.

Australia's insistence on keeping its troops under a separate, national command structure will
make coordination difficult, lessening the confidence and security that the UNMIT is intended to provide for the people of Timor-Leste. It will also increase already heightened suspicion among many East Timorese of the motives of the Australian forces.

The Timor-Leste NGO Forum has also urged an integrated mission, saying that "there will be a
greater degree of accountability for UN forces as it is a civilian led, international, neutral
institution." The group added, "There is an inherently unequal relationship in Timor-Leste's
dealings with other more powerful countries on a bilateral basis. Working through the UN would avoid this situation."

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2 comentários:

Margarida disse...

Tradução:
Digam à Austrália e aos USA para apoiarem a Missão Integrada da ONU em Timor-Leste
Telefone, envie um fax ou um e-mail para as missões dos USA e da Austrália nas Nações Unidas hoje! Veja exemplos de cartas em baixo.

Diga-lhes que uma missão da ONU completamente integrada – que deve incluir uma única força militar – providenciará o melhor apoio para Timor-Leste. Se os soldados Australianos estiverem separados do esforço integrado da ONU, a coordenação será mais difícil e crescerá em Timor-Leste o ressentimento contra a Austrália.

Missão Permanente da Austrália na ONU, Embaixador Robert Hill (212) 351-6600; fax (212) 351-6610;
australia@un.int
150 East 42 St, 33rd Flr.
New York, NY 10017-5612

Os Australianos podem escrever directamente ao PM Howard em http://www.pm.gov.au/email.cfm

Missão Permanente dos Estados Unidos na ONU, Embaixador John R. Bolton (212) 415-4000, fax (212) 415-4443;
usunpublicaffairs@state.gov
140 East 45 St.
New York, N.Y. 10017

Pode enviar fax para ambas as missões do website da ETAN: vá para http://etan.org/action/2006/09unified.htm.

Obrif«gada pelo seu apoio. Por favor conte-nos os resultados dos seus contactos.

Contacto John M. Miller (718) 596-7668; etan@etan.org.


Veja aditionais exemplos em baixo.

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Exemplo de carta para o Embaixador Australiano:

Caro Embaixador Hill,

Escrevo-lhe para urgir a Austrália a participar completamente numa missão integrada da ONU em Timor-Leste. O desejo da Austrália em manter as suas tropas sob comando separado não é do interesse de Timor-Leste e tornará menos eficaz o apoio internacional a Timor-Leste na crise corrente.

Tal arranjo também exacerbará o ressentimento contra a Austrália entre os Timorenses.

Ajudar Timor-Leste a alcançar a estabilidade, paz e democracia requer uma resposta internacional bem coordenada envolvendo todos os países e instituições internacionais participantes.

A Integração de todas as componentes da segurança melhorará a responsabilização e demonstra respeito pelo povo e pelo governo de Timor-Leste, dado que o seu governo expressou claramente a preferência por uma missão da ONU integrada.

Obrigada pela sua consideração. Espero pela sua resposta.

Sinceramente,

INFORMAÇÃO DO NOME E CONTACTO
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Exemplo de carta para o Embaixador dos USA:

Caro Embaixador Bolton,

Escrevo-lhe para urgir o apoio dos USA para uma missão da ONU completamente integrada em Timor-Leste. O desejo da Austrália em manter as suas tropas sob um comando separado não é do interesse de Timor-Leste e tornará menos eficaz o apoio internacional a Timor-Leste nesta crise corrente.

Tal arranjo também exacerbará o ressentimento contra a Austrália entre os Timorenses.

Ajudar Timor-Leste a alcançar a estabilidade, paz e democracia requer uma resposta internacional bem coordenada envolvendo todos os países e instituições internacionais participantes.

A Integração de todas as componentes da segurança melhorará a responsabilização e demonstra respeito pelo povo e pelo governo de Timor-Leste, dado que o seu governo expressou claramente a preferência por uma missão da ONU integrada.

Obrigada pela sua consideração. Espero pela sua resposta.

Sinceramente,

INFORMAÇÃO DO NOME E CONTACTO


A Questão de Fundo

Em resposta à recente crise em Timor-Leste, a ONU expandiu a sua missão em Timor-Leste. Ao criar a UNMIT (Missão Integrada da ONU em Timor-Leste) em 25 de Agosto, o Conselho de Segurança da ONU atrasou a decisão sobre se o grosso da sua componente militar seria parte da missão da ONU ou permanecia sob comando Australiano. Uma decisão sobre a estrutura do comando militar será tomada depois do relatório do Secretário-Geral sobre a questão em 25 de Outubro.

Ao mesmo tempo que a Austrália colocou a sua polícia no seio da força da polícia unificada da ONU, tem insistido em manter as suas tropas militares (a maioria das forças multinacionais destacadas em finais de Maio a pedido do governo de Timor-Leste) sob comando Australiano. Esta posição contraria a recomendação do Secretário-Geral da ONU os desejos de Timor-Leste ae de outros governos que preferem uma força militar unificada na missão da ONU. Os USA e a Grã-Bretanha apoiam a Austrália.

A insistência da Austrália em manter as suas tropas sob uma estrutura de comando separado, nacional tornará a coordenação difícil, diminuindo a confiança e a segurança que a UNMIT tem a intenção de providenciar ao povo de Timor-Leste. Isso aumentará também a já grande suspeição entre muitos Timorenses sobre os motivos das forças Australianas.

O ONG Forum de Timor-Leste também urgiu uma missão integrada, dizendo que "haverá um maior grau de responsabilidade nas forças da ONU, se for liderada por uma instituição civil, internacional, neutra." O grupo acrescentou, "Há uma inerentemente desigual relação no relacionamento de Timor-Leste com outros países mais poderosos numa base bilateral. Trabalhar por intermédio da ONU evitará esta situação."

Anónimo disse...

Oh Margarida, então agora já quer a ONU no terreno?

Então afinal não havia um governo soberano?

Se a ONU voltar (como desejo e em força9 a Timor-Leste e julgar o que se passou até agora, não se irá perceber que a porcaria do Governo (ex) embora quase a papel químico apesar do ramos Horta e do JLG nada mudou porque não pode tal é a estanquicidade da própria Constituição engendrada?????....~

Quere milagres?

Não HÁ!

Aguentem-se!

E na verdade, como dizia Xanana Gusmão: DOA A QUEM DOER!

Estya parte espero que ele como homem a ssuma na continuidade daquilo que desde sempre defendeu.

Mas parece que o que se torna verdade é que apesar de Xanana não ser um "animal" político como parece que a FRETILIN possa porventura ter (nã vejo mais nunhum "animal" político a nã ser Alkatiri que claramente falhou e atrasou todas as soluções.... fora as que lhe eram convenientes e coniventes) pouco resta! Então a solução fica onde?

Num Presidente do Parlamento que afinal andou pelos visto a "bordar" o saco para dizer que sempre andou com a bandeira da FRETILIN durante os anos de luta? Desculpe, esteve onde? Fez o quê?

Se tivesse feito seria neste momento um dos grandes respinsáveis pela luta armada... foi-o?

Quem mais?

Em Portugal, Salgueiro Maia recusou louvores. Sabe o que aconteceu? Investigue.

Só tenho pena que José Mattoso não debitasse para as necessidades da realidade actual. Mas um historiador não serve para dar estas respostas. Fá-lo-á, ou outros o farão, com idêntica idoneidade, noutra época.

é sempre uma fonte de saber bem mais idonea que este blog diigido.

Apesar disso, ainda bem que apareceram, assim pode ver-se para quem terá olhos para tal esta mesma postura.

Obrigado.

Traduções

Todas as traduções de inglês para português (e também de francês para português) são feitas pela Margarida, que conhecemos recentemente, mas que desde sempre nos ajuda.

Obrigado pela solidariedade, Margarida!

Mensagem inicial - 16 de Maio de 2006

"Apesar de frágil, Timor-Leste é uma jovem democracia em que acreditamos. É o país que escolhemos para viver e trabalhar. Desde dia 28 de Abril muito se tem dito sobre a situação em Timor-Leste. Boatos, rumores, alertas, declarações de países estrangeiros, inocentes ou não, têm servido para transmitir um clima de conflito e insegurança que não corresponde ao que vivemos. Vamos tentar transmitir o que se passa aqui. Não o que ouvimos dizer... "
 

Malai Azul. Lives in East Timor/Dili, speaks Portuguese and English.
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