Tradução da Margarida.
The Australian
Stephen Fitzpatrick, Jakarta correspondente
Setembro 11, 2006
O desertor Alfredo Reinado de Timor-Leste prometeu uma revolução ou a luta até à morte a não ser que o Governo interino de José Ramos Horta seja despedido e o poder executivo entregue ao Presidente Xanana Gusmão.
Major Reinado, que juntamente com dezenas dos seus seguidores fugiu da prisão em Dili em 30 de Agosto, está em fuga no interior do país montanhoso e diz que se tropas internacionais, incluindo soldados Australianos, tentarem apanhá-lo à força "tudo o que encontrarão é o meu corpo morto ".
Numa entrevista a ser vista esta semana na televisão Indonésia, acusa o deposto primeiro-ministro Mari Alkatiri de "guardar o controlo remoto que dirige o Governo, usando os seus agentes no interior ".
O Major Reinado diz que está preparado para assumir a responsabilidade da sua parte na violência que rolou em Timor-Leste em Maio, levando à morte de cerca de 30 vidas, "mas somente quando a lei for leal para a gente pequena ".
Enquanto outros jogadores políticos por detrás dos confrontos mortais se mantiverem livres, diz, não se entregará e que a sua prisão em 25 de Julho "às ordens de José Ramos Horta" foi uma tentativa para o silenciar.
O Major Reinado estava preso por tentativa de homicídio e acusações de armas, mas disse que fugiu depois de ser ultrapassado um limite de 30 dias para que o processassem, sem nada ter acontecido. "Não fugi da lei. Estou aqui para dar uma oportunidade à lei para ser implementada correctamente," diz o Major Reinado.
Diz que a administração do Sr Ramos Horta está sob a influência de "o que posso chamar de máfia de Moçambique, incluindo Mari Alkatiri com o seu gang".
O Dr Alkatiri, que saiu do cargo de primeiro-ministro em Junho depois de protestos violentos, foi o responsável pela feitura do orçamento nacional entregue pelo Sr Ramos Horta, que prevê o desenvolvimento regional e das infra-estruturas serem feitos agressivamente.
Uma das críticas contra o Dr Alkatiri er que o seu governo não estava a canalizar o dinheiro para os distritos - uma percepção que o seu próprio orçamento tentou responder.
Quando resignou, o Dr Alkatiri prometeu liderar o seu partido no poder, a Fretilin para a vitória nas eleições previstas para Maio do próximo ano. Mas o Major Reinado diz na entrevista que duvida que o país seja suficientemente estável para se realizarem eleições.
"Demos tempo ao Governo para resolver este problema, mas se não o resolverem haverá uma revolução, envolvendo aplicação correcta da lei, e todos os líderes que quebraram a lei devem preparar-se para enfrentar julgamento."
Diz que a Joint Task Force liderada pelos Australianos só foram usadas para "perseguir pessoas, incluindo o meu grupo ". "Porque é que fizeram isso? Não somos criminosos, não somos ladrões. Não somos os opressores do povo."
.
segunda-feira, setembro 11, 2006
Líder amotinado de Timor-Leste ameaça com revolução
Por
Malai Azul 2
à(s)
03:58
13
comentários
A remoção de Mari Alkatiri
Tradução da Margarida.
Vannessa Hearman
O Major Alfredo Reinado e outros 56 escaparam-se da Prisão de Becora em Dili em 30 de Agosto. Nesse dia, uma reportagem de David O’Shea e John Martinkus na Dateline da SBS alegou ligações entre o Presidente Xanana Gusmaão e os desertores militares Reinado e Comandante Railos.
Reinado liderou um bando de desertores em Maio depois de tiros numa manifestação de protesto ao tratamento de soldados do oeste do país. Reinado tornou-se vocal na exigência da resignação do então Primeiro-Ministro Mari Alkatiri. Foi preso por posse ilegal de armas em 26 de Julho.
A Railos foi dado tratamento de estrela na reportagem de Liz Jackson, Four Corners na ABC para testemunhar que Alkatiri conhecia a existência de esquadrões de ataque da Fretilin. Não foram feitas acusações contra Alkatiri relacionadas com esta alegação.
Martinkus e O’Shea argumentaram que por detrás da remoção de Alkatiri em Julho está uma embaraçosa rede de interesses domésticos e internacionais. Alegam que as preparações para um golpe político para remover o governo da Fretilin começaram antes da crise violenta de Maio-Julho Dili e que para o final do ano passado o chefe das Forças Armadas Taur Matan Ruak e o altamente respeitado ex-comandante das Falintil Falur Rate Laek foram contactados por Timorenses e estrangeiros falantes de Inglês, possivelmente Australianos ou dos USA, para remover o governo.
Dateline detailhou os esforços da Igreja Católica para remover o governo da Fretilin porque a Fretilin estava “completamente alheia e separada das raízes das nossas realidades culturais, sociais e históricas”. Líderes da igreja e subscritores da carta de Abril de 2005 enviada para o Presidente do parlamento, argumentando para a remoção de Alkatiri, recusaram ser entrevistados. Comandantes de alto nível militar também relataram serem encorajados por líderes da igreja para remover Alkatiri.
No magazine online New Matilda, Martinkus realçou a existência de uma nota escrita à mão por Gusmão datada de 29 de Maio dando instruções a Reinado para onde ele e os seus homens se deviam instalar com a chegada das tropas Australianas. Tal como os líderes da igreja, também Gusmão recusou ser entrevistado pelo Dateline.
Martinkus e O’Shea também sugeriram que o líder do Partido Democrático Fernando de Araújo contava com o apoio do antigo operacional das Forças Especiais da Indonésia Rui Lopes e do antigo líder das milícias Nemecio de Carvalho. O Partido Democrático organizou algumas das mobilizações anti-Alkatiri e fez circular alegações de sepulturas de massas feitas pelas forças do governo.
Dateline relatou que Railos e Reinado estiveram envolvidos em provocar e iniciar confrontos armados em Fatu Ahi e Taci Tolu. Reinado abriu o fogo em Fatu Ahi, o que foi captado em câmara por O’Shea para a SBS.
O Procurador-Geral Timorense Longuinhos Monteiro confirmou que se tinha descoberto que Railos tinha começado um confronto armado em Taci Tolu nos subúrbios oeste de Dili.
Também se descobriu que o Comandante da Polícia Paulo Martins entregou armas a polícias da unidade da reserva em Liquica, Aileu e Dili — três distritos com uma grande concentração de forças anti-Fretilin. Estas armas ainda não estão completamente computadas.
Ao contrário da fanfarra que recebeu a Four Corners da ABC TV quando emitiu as alegações de Railos, os relatos da Dateline focaram-se na ameaça de Reinado para disparar contra alguém que tentasse recapturá-lo. Num telefonema para O’Shea, que passou na Dateline em 6 de Setembro, Reinado indicou a sua insatisfação com o modo como está a ser tratado pelo governo de José Ramos-Horta, sugerindo que o seu papel foi crucial para a mudança no topo.
Alkatiri concluiu que a sua postura independente sobre os recursos do petróleo e do gás no Mar de Timor poude ter levado a tentativas para o remover do interior e do exterior do país. Disse à Dateline, “O único primeiro-ministro no mundo que me estava realmente 'a avisar’ quote-unquote, para sair, foi o primeiro-ministro da Austrália”.
Da Green Left Weekly, Setembro 13, 2006.
Por
Malai Azul 2
à(s)
03:35
1 comentários
Técnicas de um Golpe de Estado
Por Abel Morais, leia aqui.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
03:30
2
comentários
Dos leitores
Barroso, bem intencionado, quer minorar o domínio australiano em TL, aplicando a teoria de que dois "galos na mesma capoeira controlam-se um ao outro e contêm-se nos abusos", mas esqueçe-se que no meio ficam os timores e que são sempre eles que sofrem as consequências das lutas palacianas.
A U.E. tem é de apoiar seriamente e alargar os cordões á bolsa, aos técnicos, à construção de infraestruturas, etc.
Está provado de que quem tem interesses economicos em jogo não consegue ser isento, imparcial e justo... nem amigo a sério.
A U.E, pode ser a "boa samaritana" e o tampão da ganância que massacra o povo deste país.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
03:24
0
comentários
Amotinado de Timor-Leste censura o governo por causa das tropas internacionais
Tradução da Margarida.
09 Set 2006 10:51:12 GMT
Fonte: Reuters
Construção de nação de Timor-Leste
DILI, Set 9 (Reuters) – Um líder amotinado Timorense que fugiu da prisão no mês passado diz que a presença de tropas internacionais no país dividido por lutas mostra que o governo é incapaz de governar.
O Major Alfredo Reinado foi um dos jogadores chave por detrás duma revolta que mergulhou Timor-Leste no caos em Maio, estimulando a Austrália a liderar uma força internacional para restaurar a ordem.
Tropas e polícias internacionais têm-no procurado desde que fugiu da prisão, juntamente com cerca de outros 50, o que tem levantado preocupações novas sobre a segurança frágil na antiga colónia Portuguesa.
"Penso que quando se necessita da força internacional para interferir (nos) problemas internos isso significa que o governo não tem (a) capacidade para governar este país," disse Reinado à Reuters Television do seu esconderijo.
"Se o governo não tem mais credibilidade então as pessoas têm o direito para lhe pedir para se afastar."
Dili sofreu uma série de protestos que evoluíram em violência alargada em Maio depois de 600 membros das forças armadas de Timor-Leste de 1,400 elementos terem sido despedidos.
Uma estimativa de 100,000 pessoas foram deslocadas e pelo menos 20 mortas na violência, o que levou ao destacamento duma força internacional de 2,500.
A violência rebenta na pequena nação esporadicamente, e alguns Timorenses dizem que gangs lutam muitas vezes uns com outros com pedras e armas caseiras.
No Sábado, dúzias de jovens atiraram pedras a um campo de deslocados em Dili, levando tropas internacionais a intervirem para acabar com a briga.
Um oficial da polícia Australiana disse à Reuters de Dili que não houve mortes e que a calma regressou à área.
Reinado negou a responsabilidade pela violência na pequena nação. "Porque é que estão (as forças internacionais) à minha procura? Eu não sou o causador de problemas, não cometi nenhum acto criminoso nem nada."
As Nações Unidas concordaram com uma nova missão para Timor-Leste, compreendendo alguns 1,600 polícias, apesar duma disputa sobre se as tropas lideradas pelos Australianos que já lá estão deviam manter-se independentes ou ser parte da força da ONU.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
03:01
0
comentários
Reinado nega a responsabilidade pelo desassossego em Dili
Tradução da Margarida.
ABC News Online
Domingo, Setembro 10, 2006. 12:12pm (AEST)
O líder amotinado Timorense Major Alfredo Reinado diz que não tem controlo sobre os causadores de problemas em Dili.
Numa das poucas entrevistas que deu desde que fugiu duma prisão de Dili no mês passado, Reinado diz que não é responsável pelo recente aumento do desassossego na capital.
No último incidente, a polícia usou gás lacrimogéneo contra dúzias de pessoas que atacaram um campo de deslocados com fundas e pedras a noite passada.
Esta manhã a Austrália destacou outros 120 soldados para Timor-Leste.
Reinado diz que não deve ser acusado pela a escalada das tensões em Dili.
"Não estou a causar nenhum problema, veja esses ... causadores de problemas, não estou a controlá-los," disse.
"Se alguma coisa acontece em Dili, de qualquer modo, não estou em Dili, quem os controla , não sei.
"Mas devia ir perguntar a esses causadores de problemas porque é que estão a fazer isto."
Reinado diz que as tropas Australianas se deviam concentrar em manterem a lei e a ordem em, em vez de tentarem apanhá-lo.
"Se as forças internacionais vêm à minha procura, porque é que ma procuram?" disse.
"Não sou um causador de problemas, não fiz nada.
"Vieram para controlar a estabilidade – quer dizer que têm de estabilizar."
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
02:10
1 comentários
Mais propaganda...
Tradução da Margarida.
The Age
O povo de Timor-Leste reza pelo líder amotinado
Setembro 10, 2006 - 1:09PM
O povo das montanhas de Timor-Leste rezará para proteger o fugitivo Alfredo Reinado da captura numa missa especial na Terça-feira, 12 dias depois do antigo chefe da polícia militar ter escapado duma prisão de Dili.
"Para nós, ele defende a justiça, os direitos humanos e a constituição," disse o organizador Eduardo de Deus.
"O problema é que o nosso sistema legal não corresponde às aspirações do nosso povo."
Reinado, o antigo comandante da polícia militar do país, foi preso por tropas Australianas em Julho sob acusações de tentativa de homicídio e posse ilegal de armas. Fugiu numa fuga de massas de 57 presos em 30 de Agosto.
Milhares de apoiantes do oficial dissidente de 39 anos da região montanhosa do oeste são esperados na igreja de Gleno, no distrito de produção de café de Ermera, segundo um anúncio posto pela Frente Nacional para a Justiça e a Paz no diário Suara Timor Lorosae.
O anúncio diz que uma missa Católica prestará homenagem à "coragem do Major Alfredo Reinado na sua continuada luta contra a injustiça".
Reinado e a maioria da sua unidade desertaram das forças armadas para protestar contra o alegado tiroteio contra civis em Taci-Tolo no distrito de Dili em 29 de Abril, o evento que desencadeou a violência e a instabilidade.
Em pessoa, os ideais de Reinado parecem confusos, excepto pelo amor ao militarismo.
Mas a sua juventude e a rejeição da liderança política do país fizeram dele um herói de culto para a geração mais nova educada pelos Indonésios.
De Deus disse que as acusações contra Reinado de posse ilegal de armas e a tentativa de homicídio não o preocupam, mesmo apesar do filme mostrado na televisão Australiana o mostrar a disparar com uma arma roubada às forças armadas.
De Deus contou mais cedo ao diário Timor Post que a juventude de dez distritos do oeste de Timor-Leste se comprometeram a "proteger e esconder" Reinado, que tem andado a gozar os que o procuram em entrevistas telefónicas com a media internacional.
Negou que Reinado estivesse na sua área.
"Os locais disseram que não estavam interessados, por isso partiram," disse.
A Polícia Federal Australiana está a liderar a busca por Reinado, mas uma fonte disse que nenhum dos fugitivos foi recapturado.
A polícia Timorense ainda procura fugitivos duma fuga de massa da mesma prisão em Dezembro de 2002.
© 2006 AAP
Por
Malai Azul 2
à(s)
02:08
7
comentários
Fugitive E Timor rebel leader threatens revolution
The Australian
Stephen Fitzpatrick, Jakarta correspondent
September 11, 2006
EAST Timor renegade Alfredo Reinado has promised revolution or a fight to the death unless the interim Government of Jose Ramos Horta is sacked and executive power handed to President Xanana Gusmao.
Major Reinado, who along with dozens of his followers escaped from jail in Dili on August 30, is on the run deep in the country's rugged inland and says that if international troops, including Australian soldiers, try to take him by force "all they will find is my dead body".
In an interview to be screened this week on Indonesian television, he accuses deposed prime minister Mari Alkatiri of "holding the remote control that directs the Government, using his agents on the inside".
Major Reinado says he is prepared to take responsibility for his part in the violence that rocked East Timor in May, leading to the loss of about 30 lives, "but only when the law itself is loyal to the little people".
So long as other political players behind the deadly clashes remain free, he says, he will not turn himself in and that his arrest on July 25 "at the orders of Jose Ramos Horta" was an attempt to silence him.
Major Reinado was imprisoned on attempted murder and firearms charges, but said he escaped after a 30-day time limit to bring proceedings against him had passed without anything happening. "I didn't run from the law. I'm here to give the law a chance to be implemented correctly," Major Reinado says.
He claims Mr Ramos Horta's administration is under the influence of "what I can call the Mozambique mafia, including Mari Alkatiri with his gang".
Dr Alkatiri, who stood down as prime minister in June after violent protests, was responsible for shaping a national budget handed down by Mr Ramos Horta, which will see regional and infrastructure development carry on aggressively.
One of the rallying cries against Dr Alkatiri was that his government was not funnelling money back to the districts - a perception his own budget attempted to address.
When he resigned, Dr Alkatiri vowed to carry his ruling Fretilin party to victory at elections due in May next year. But Major Reinado says in the interview that he doubts the country will be stable enough for polls to take place.
"We have given the Government time to resolve this problem but if they cannot resolve it, there must be a revolution, involving correct law enforcement, and all the leaders who have broken the law must be ready to face trial."
He says the Australian-led Joint Task Force had only been used "to hunt the people, including my group". "Why have they done this? We are not criminals, we are not thieves. We're not the oppressors of the people."
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
00:24
6
comentários
Dos leitores
Compreenderia o que afirma em relação ao Reinado e da impossibilidade, ou dificuldade, de o capturarem se ele tivesse absoluto apoio popular, como os guerrilheiros da resistência. Não é o caso. Sabemos em absoluto que não é o caso.
Ele não está evadido por patriotismo mas sim porque convém para a manutenção da instabilidade.
Além disso, o comandante das forças australianas diz que sabe onde ele está... Slat disse isso hem.
Pudera, foram eles que o puseram cá fora!
Acidentalmente, ou não, a GNR desmascarou-o e os australianos não tiveram outra hipótese senão detê-lo. O tribunal fez o resto.
Nesse momento, a estratégia australiana foi contrariada e agora está a ser reformulada para cumprir os objectivos delineados pelos interesses da Austrália.
Ora, amigo, não seja tão ingénuo. Acredite que quando Reinado não servir aos australianos... vai aparecer defunto e podre algures no interior.
O jogo dos australianos está a resultar: Reinado a vítima, o rebelde, o revolucionário, o justiceiro, o pai, o leader, o salvador, o futuro promissor, etc.
Já há cabecinhas a esquecer quem é realmente Reinado: um peão ao serviço da Austrália, colocado em TL para isto e muito mais.
Nos comments dá para perceber que já há quem esteja a ficar anestesiado com as jogadas da secreta australiana e a considerar Reinado o novo "desejado".
Ainda vamos ver este aussie a ser aclamado em Díli. Eles estão a trabalhar para isso. A acção psico e as jogadas políticas estão a resultar em pleno.
Eles só não o apanham porque não querem. Slat não disse que sabe onde ele está?
Então? Deram-lhe a fuga e agora iam apanhá-lo?
Se Reinado não estivesse a cumprir o calendário dos interesses australianos teria procedido de outro modo. Se se preocupasse com a estabilidade do povo de TL não recorreria á violência e consequentes chacinas.
Seria um patriota enfrentando na arena política os que estavam errados e a prejudicar o povo de Timor.
Como isso era impraticável, por falta de apoios populares, ele e os seus mentores tiveram de recorrer à violência e provocar um golpe de estado.
Reinado é um escroque!
Estejam atentos, meus amigos. O maior cego é aquele que não quer ver.
…
O Major Reinado apoiado pelo Povo? qual povo ou anónimo das 11.19.55. Qual povo e qual major? ex-major e nem sequer antigo! Ex-major pois é um desertor e triplamente criminoso! O senhor Reinado vai ser abatido pelos seus próprios professores. Reinado falará, já começou a ameaçar Horta e já ameaçou Xanana. Xanana tinha de facilitar a saída de reinado da prisão. Reinado fez saber na presidência e através de amigos australianos que abriria a boca e contaria tudo. Reparem como ele já se atira a Horta dizendo que o actual primeiro-ministro não está a cumprir para com ele. A única forma de calar Reinado é eliminar o rapaz, já serviu e já não serve.
O Povo de Timor se fosse povo esclarecido preocupava-se em capturá-lo no mato, junto das aldeias para memória futura. Reinado deve ser apanhado pelo seu próprio povo para contar quem orquestrou e as ordens recebidas. Se eu fosse a Reinado aproveitava para deixar testemunhos gravados com a história toda. A fuga da prisão pode ter sido a fuga para a morte.
Por mim quero que Reinado sobreviva à morte para que a verdade do golpe, na parte militar, não morra com ele.
Quando a Ramos Horta já não está a servir a ninguém, nem a Reinado, Salsinha, Tilman, Austrália, PSD, PD, USA, Igreja Católica.
Horta vai cair e com ele o governo FRETILIN.
O partido FRETILIN asneirou ao aceitar esta situação, nunca em tempo algum vitimados por golpe de Estado aceitariam continuar no governo.
A desculpa de que o povo partiria para a guerra já não pega. O povo timorense está habituado a levar na cabeça, calar-se e esconder-se, nunca entrarão em guerra civil.
Guerra será para uns duzentos ou trezentos armado - os outros os tais 800 mil fogem para a Indonésia, Portugal, Austrália e para o mato.
Que pena.
Reinado sobrevive e fala a verdade a tua missão terminou e a tua vida está ameaçada pelos teus próprios amigos. Fala e já.
…
Reinado diz que o "sinal da incapacidade do executivo é a presença das forças internacionais no terriório".
Que forças internacionais? Portuguesas e Malaias?
Certamente que Reinado não considera internacionais os milhares de militares australianos. Esses serão irmãos, amigos, cúmplices?
Deve ser algo do género, pois assim que chegaram a TL lá foram expeditos a Maubisse cumprimentá-lo, provavelmente transmitir-lhe cumprimentos de Howard e acordar o resto das operações a desenvolver após aquela primeira fase.
Não esqueçamos como os militares australianos receberam a GNR e o conflito diplomático que lhe sucedeu.
Fez bem quem não se limitou a solicitar a ajuda militar só á Austrália pois era isso que estava nos planos do governo australiano. Ia pôr e dispor. Assim está a operar com muito mais dificuldade.
De mais longe, Portugal e a Malásia foram mesmo ajudar Timor, gorando a estratégia australiana de implantar o caos exacerbado para justificar a sua ocupação e o seu neocolonialismo.
Dos neozelandeses nem se fala pois são "paus mandados" da Austrália.
Aquilo que resta à ONU é reduzir substancialmente os efectivos militares australianos, substituindo-os gradualmente por militares e polícias de países fora de esferas de influências das nações que em TL têm interesses económicos.
Compete à ONU ser inequívoca, sob pena de, se não agir assim, também ser cúmplice na trama australiana/USA.
Faça a ONU o que fizer, se isto não fizer, os problemas em Timor-Leste serão para manter-se até que o petróleo e o gás natural sejam sugados até à última gota.
KATUAS DE TAIBESSE
…
sabe que as forças policiais em Tacitolo não tinham armamento capaz de suster o poder de fogo dos desertores (aos quais o senhor chama de peticionários)?
Essa é a verdade. Veja o equipamento que Reinado roubou do paiol das F-FDTL. Veja se consegue perceber o que são milhares e milhares de diversos tipos de munições de armas de guerra. Caixas e mais caixas de granadas defensivas e outros engenhos explosivos. Não se faz um transporte desses sem uma garantida cobertura.
Os desertores que estavam em Tacitolo tinham um poder de fogo militar e não policial.
Está nos autos, vá lá ver se o deixarem.
Reinado continua a ter forte poder de fogo. Aquilo que trouxe para Dili a coberto dos australianos é apenas uma parte. Outra parte está nas montanhas com Salsinha e Tilman, hoje estão distribuídas armas e munições. Salsinha, Tilman e Reinado dividiram os seus grupos e tomaram posições em três zonas interiores do país. Há uma quarta força satélite que se dedica a praticar o crime em Dili - estão mandatados para manter a instabilidade social e governativa. Porquê, fácil meu caro, pela simples razão de que o governo ainda é do partido mais votado pelo povo a FRETILIN.
Simples de ver independentemente do coração e razão de cada um de nós.
está recordado que quando Xanana mandou parar e sair de Dili aqueles que destroem propriedade privada e estatal e atacam pessoas, eles acataram logo de imediato as ordens?
Está recordado das significativas declarações (de rato escondido com o rabo de fora) de Xanana em frente ao palácio dando palmadinhas na carinha de Railós e dizendo aos salsinhas e seus apoiantes que "graças à vossa esperteza ganhamos esta guerra!"?
Quer mais? Já lhe chega?
…
A sério? Ditadura? Incrível. Você vive mesmo aqui em Timor-Leste? Eu já cá estou há mts anos e não vi ditadura. Vi laxismo. Vi falta de capacidade de muitos ministros para cumprir com as suas obrigações. Vi a corrupção a subir na administração pública semelhante à norma indonésia. Vi amigos dos amigos de alguns ministros a ajeitarem-se à massa. Vi falta de coragem na punição, mas também vi muita falta de coragem no acusador!
Mas também vi capacidade de erguer uma nação, construir combatendo a pobreza, elevando o sentido de pátria, também vi a defesa integral das gerações vindouras.
O senhor só viu ditadura... meu caro ditadura onde nem a comunicação social é controlada pelo próprio estado? Onde as pessoas podem fazer manifestações de quase um mês. Onde as pessoas se podem ofender e lançar calúnias à toa sem pagarem um preço por isso?
Ditadura? Não meu amigo não a vi!
Vi muitas outras coisas. Vi o Dateline que me confirmou aquilo que eu próprio já sabia.
Vi o Fernando Lasama com o Nemésio (conheci esse senhor na ocupação, verdadeiro frustrado e animal com sede de sangue afirmarem o golpe de estado. Vi o Xanana a dar ordens. …
Vi a loucura dos bispos que bem conheço, bem escuto e escutei. Do Apolinário padre dos múltiplos ordenados e de raiva mortal contra a Fretilin. Vi o padre Maubere qual cão com raiva a rasgar jornais com a imagem do papa João Paulo II. Vi o padre Filomeno Jacob cm a namorada a gerirem a contra informação da manifestação e a viverem com o bispo anedótico Ricardo Silva.
Vi o Leandro armado com arma pois normalmente é em parvo que anda. Vi o Railos, o Salsinha, o Reinado e o Tilman com o presidente, com o Agio. Vi o Fátima Martins integracionista sem capacidade no cargo imposto por Sérgio Vieira de Mello. Vi tanto e continuo a ver que já não acho piada a nada.
Saiba meu caro que o senhor Longuinhos declarou publicamente que RAILOS ESTEVE EM TACITOLO ARMADO E A COMBATER A PNTL E AS F-FDTL.
Saiba, saiba e saiba!
…
O senhor deputado Tilman acabou por veicular a opinião de muitos, dentro e fora de Timor-Leste.
A reconciliação é possível e será bem vinda, mas deve ser exercida com imparcialidade e auto-crítica.
Quem nos diz que Xanana consegue reconciliar-se com ele próprio? Melhor que ninguém, o senhor presidente sabe o que fez e o que continua a fazer. Também sabe aquilo que devia ter feito, mas não quis fazer, para evitar o avolumar desta crise.
Tudo leva a crer que o senhor presidente Alexandre está com a consciência muito pesada e bastante comprometido com "peticionários", australianos e outros.
Afinal, o mito tinha pés de barro e... caiu.
Seria óptimo que ele demonstrasse ser um indivíduo com bom carácter e se retratasse, pedisse desculpas e defendesse os interesses de Timor-Leste e a estabilidade nacional.
Só assim Xanana se reconciliaria com Xanana e seria um dos garantes da paz e evolução deste novo país.
Depois então viriam as outras reconciliações e a preparação democrática de um clima propício a eleições livres em 2007. É muito improvável que ele seja capaz de fazer tudo isso.
Mesmo que o fizesse levaria algum tempo a acreditarmos nele. Teria de dar muitas provas e desvanecer as desilusões que fomentou.
A proposta é válida e Timor merece isso... Mas é para já, sem mais jogadas!
KATUAS DE TAIBESSE
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
00:23
3
comentários
domingo, setembro 10, 2006
Notícias LUSA Timor-Leste - Versão completa
Pode encontrar aqui as notícias completas da LUSA sobre Timor-Leste:
http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?catogory=Timor%20Lorosae.
Agradecemos a informação ao leitor que teve a amabilidade de nos enviar o link.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
23:55
0
comentários
Barroso sensibiliza Indonésia para processo de estabilização
Notícias Lusófonas
O presidente da Comissão Europeia levantou hoje, em Helsínquia, a questão de Timor-leste num encontro que teve com o presidente da Indonésia, país que considera importante para a estabilização daquele território.
José Manuel Durão "Barroso levantou questão de Timor-leste porque considera importante o papel da Indonésia na estabilização de Timor-leste", disse uma porta-voz do responsável máximo do executivo comunitário depois do encontro.
Segundo a mesma fonte, Susilo Bambang Yudhoyono respondeu "muito positivamente" acrescentando que tem relações "excelentes" com o primeiro-ministro de Timor- leste, Ramos Horta, com quem vai continuar a trabalhar para desenvolver parcerias entre os dois territórios.
Durão Barroso insistiu durante a conversa para o "forte empenho" da Comissão Europeia em apoiar Timor-leste e o seu governo e recordou as várias medidas tomadas por Bruxelas para apoiar o território.
Bruxelas nomeou no início de Julho um enviado especial para Timor-Leste, o diplomata de nacionalidade portuguesa Miguel Amado, a quem cabe, entre outras tarefas, preparar a abertura de uma delegação do executivo comunitário em Díli.
O executivo comunitário também aprovou diversas ajudas de apoio técnico e à cooperação do território.
O encontro entre os presidentes da Comissão Europeia e da Indonésia teve lugar antes do início da Cimeira da Aseam que reúne chefes de Estado e Governo dos 25 da União Europeia, da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN, formada por Brunei, Birmânia, Cambodja, Indonésia, Laos, Malásia, Filipinas, Singapura, Tailândia e Vietname) e da China, Japão e Coreia do Sul.
Os chefes de Estado e de Governo da Asem (acrónimo inglês de Encontro Ásia Europa) e o presidente da Comissão Europeia irão debater durante dois dias temas tão variados como globalização, ameaça terrorista, energia, alterações climáticas, o falhanço das conversações para liberalização do comércio mundial, diálogo cultural e competitividade.
Segundo a mesma fonte comunitária, Susilo Bambang Yudhoyono aceitou o convite feito por Durão Barroso para visitar a sede da Comissão Europeia, em Bruxelas, não tendo ainda sido marcada uma data para a deslocação.
Os actos de violência em Díli aumentaram a partir da fuga da prisão de Becora, no passado dia 30 de Agosto, do major Alfredo Reinado, líder dos militares sublevados que pressionaram a demissão do ex-primeiro-ministro Mari Alkatiri.
Detido a 25 de Julho pelas forças australianas por posse ilegal de armas confiscadas horas antes pela GNR, Reinado evadiu-se juntamente com 56 detidos.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
23:54
1 comentários
Mari Alkatiri’s unseating
Vannessa Hearman
Major Alfredo Reinado and 56 other men escaped Dili’s Becora Prison on August 30. On that day, a report by David O’Shea and John Martinkus on SBS’s Dateline alleged links between President Xanana Gusmao and military defectors Reinado and Commander Railos.
Reinado led a band of deserters in May after a demonstration protesting the treatment of soldiers from the Western part of the country was shot at. Reinado became vocal in demanding the resignation of then Prime Minister Mari Alkatiri. He was arrested for unlawful possession of weapons on July 26.
Railos was given star billing on ABC’s Four Corners report by Liz Jackson for testifying that Alkatiri knew of the existence of Fretilin hit squads. No charges were laid against Alkatiri relating to this allegation.
Martinkus and O’Shea argued that behind the removal of Alkatiri in July lay an intricate network of domestic and international interests. They alleged that preparations for a political coup to remove the Fretilin government began prior to the violent May-July Dili crisis and that late last year Armed Forces chief Taur Matan Ruak and highly respected ex-Falintil commander Falur Rate Laek were approached by Timorese and English-speaking foreigners, possibly Australian or US, to unseat the government.
Dateline detailed efforts by the Catholic Church to remove the Fretilin government because Fretilin was “completely alien and cut off from the roots of our cultural, social and historic realities”. Church leaders and signatories to the April 2005 letter sent to the parliamentary speaker, arguing for the removal of Alkatiri, refused to be interviewed. High-level military commanders also reported being urged by church leaders to unseat Alkatiri.
In the online magazine New Matilda, Martinkus noted the existence of a handwritten note from Gusmao dated May 29 giving instructions to Reinado of where he and his men should base themselves upon the arrival of Australian troops. Like church leaders, Gusmao refused to be interviewed by Dateline.
Martinkus and O’Shea also suggested that Democratic Party leader Fernando de Araujo relied on support from former Indonesian Special Forces operative Rui Lopes and former militia leader Nemecio de Carvalho. The Democratic Party organised some of the anti-Alkatiri mobilisations and circulated allegations of mass graves run by government forces.
Dateline reported that Railos and Reinado were involved in provoking and starting armed clashes in Fatu Ahi and Taci Tolu. Reinado opened fire first in Fatu Ahi, which was captured on camera by O’Shea for SBS.
Timorese Prosecutor General Longuinhos Monteiro confirmed that Railos had been found to have started an armed clash in Taci Tolu on the western outskirts of Dili.
Police Commander Paulo Martins was also found to have handed out weapons to police reserves units in Liquica, Aileu and Dili — three districts with a high concentration of anti-Fretilin forces. These weapons are not fully accounted for.
Unlike the fanfare that greeted ABC TV’s Four Corners when it aired Railos’ allegations, reporting regarding Dateline focuses on Reinado’s threat to shoot at anyone who tried to recapture him. In a phone call to O’Shea, broadcast on Dateline on September 6, Reinado indicated his dissatisfaction with the way he has been treated by the Jose Ramos-Horta government, suggesting that his own role was crucial to the change at the top.
Alkatiri concluded that his independent stance on oil and gas resources in the Timor Sea could have led to attempts to unseat him from within the country and without. He told Dateline, “The only prime minister in the world that was really 'advising me’ quote-unquote, to step down, was the prime minister of Australia”.
From Green Left Weekly, September 13, 2006.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
23:51
1 comentários
E.Timor rebel slams govt over international troops
Reuters
09 Sep 2006 10:51:12 GMT
Source: Reuters
East Timor nation-building
DILI, Sept 9 (Reuters) - An East Timorese rebel leader who escaped from jail last month says the presence of international peacekeepers in the strife-torn country shows the government is incapable of ruling.
Major Alfredo Reinado was one of the key players behind a revolt that plunged East Timor into chaos in May, prompting Australia to lead an international peacekeeping force to restore order.
International troops and police have been searching for him since his escape from prison, along with about 50 others, which has raised fresh concerns about fragile security in the former Portuguese colony.
"I think when you need the international force to interfere (in) the internal problem that means your government doesn't have (the) capability to rule this country," Reinado told Reuters Television from his hideout.
"If the government doesn't have any credibility any more then people have a right to ask them to step down."
Dili suffered a series of protests that evolved into widespread violence in May after 600 members of East Timor's 1,400-strong army were sacked.
An estimated 100,000 people were displaced and at least 20 killed in the violence, which led to the deployment of a 2,500-strong international peacekeeping force.
Violence breaks out in the tiny nation sporadically, and some Timorese say gangs often fight one another with stones and homemade weapons.
On Saturday, dozens of youth threw rocks at a refugee camp in Dili, prompting international peacekeepers to intervene to end the brawl.
An Australian police officer told Reuters from Dili there were no deaths and calm had returned to the area.
Reinado denied responsibility for the violence in the tiny nation. "Why are they (international forces) looking for me? I am not the troublemaker, I didn't do any criminal act or anything."
The United Nations has agreed on a new mission to East Timor, comprising some 1,600 police, despite a dispute over whether Australian-led troops already there should remain independent or be part of a U.N. force.
Por
Malai Azul 2
à(s)
23:46
1 comentários
Reinado denies responsibility for Dili unrest
ABC News Online
Sunday, September 10, 2006. 12:12pm (AEST)
East Timorese rebel leader Major Alfredo Reinado says he has no control over troublemakers in Dili.
In one of the few interviews he has given since escaping from a Dili jail last month, Reinado says he is not responsible for the recent increase in unrest in the capital.
In the latest incident, police used tear gas against dozens of people who attacked a refugee camp with slings and stones last night.
This morning Australia deployed another 120 soldiers to East Timor.
Reinado says the escalating tensions in Dili should not be blamed on him.
"I'm not causing any trouble, you see those ... troublemakers, I'm not controlling them," he said.
"If anything happen in Dili, somehow, I'm not in Dili, so who's controlling that, I don't know.
"But you should go ask those troublemakers in their crowd why they're doing it."
Reinado says Australian troops should concentrate on maintaining law and order in Dili, rather than trying to track him down.
"If the international force are coming looking for me, why are they looking for me?" he said.
"I'm not a troublemaker, I didn't do anything.
"They come here to control the stability - that means they have to stabilise."
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
23:45
1 comentários
Mais propaganda...
The Age
East Timor people pray for rebel leader
September 10, 2006 - 1:09PM
East Timor's highland people will pray to protect fugitive Alfredo Reinado from capture at a special mass on Tuesday, 12 days after the former military police chief escaped from a Dili prison.
"For us, he defends justice, human rights and the constitution," organiser Eduardo de Deus said.
"The problem is our legal system doesn't correspond to the aspirations of our people."
Reinado, the former commander of the country's military police, was arrested by Australian peacekeepers in July on charges of attempted murder and illegal possession of weapons. He escaped in a mass breakout of 57 prisoners on August 30.
Thousands of the 39-year-old maverick officer's supporters from western highland regions are expected to flock to the church at Gleno, in the coffee-growing Ermera district, after an advertisement placed by the National Front for Justice and Peace in the daily Suara Timor Lorosae.
The ad said a Catholic mass would pay tribute to "the courage of Major Alfredo Reinado in his continuing struggle against injustice".
Reinado and most of his unit defected from the army to protest its alleged shooting of civilians in the Taci-Tolo district of Dili on April 29, the event which triggered the violence and instability.
In person, Reinado's ideals appear confused, except for a love of militarism.
But his youth and rejection of the country's political leadership have made him a cult hero for the Indonesian-educated younger generation.
De Deus said charges against Reinado of illegal gun possession and attempted murder did not worry him, even though film of him shooting at another person with a stolen army gun had been shown on Australian television.
De Deus earlier told the daily Timor Post that the youth of the ten western districts of East Timor have pledged to "protect and conceal" Reinado, who has been taunting his searchers in phone interviews with international media.
He denied Reinado was in his area.
"Locals said they weren't interested, so they left," he said.
Australian Federal Police are leading the search for Reinado, but a source said none of the fugitives have been recaptured.
East Timorese police are still searching for escapees from a mass outbreak from the same jail in December 2002.
© 2006 AAP
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
23:42
4
comentários
Militares australianos atacam campo de refugiados
Militares australianos atacaram hoje, numa operação sem qualquer sentido, o campo de refugiados junto ao aeroporto. Lançaram foguetes "verylight", gás lacrimógeneo, dispararam tiros, incendiaram cinco tendas da ACNUR e feriram algumas pessoas.
Esta operação que aparentemente consistia em deter alguns indíviduos, foi recebida com indignação e revolta por parte dos refugiados.
Mesmo assim detiveram sete pessoas, que segundo fontes do campo nunca estiveram envolvidas em confrontos.
Fontes próximas dos militares australianos, referem ter-se tratado de um engano e que os detidos serão libertados.
ESTES AUSTRALIANOS DEVEM ESTAR LOUCOS!
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
23:30
6
comentários
Há quatro anos...
Tradução da Margarida.
ZNet East Asia
Entrevista com
Dili, Timor-Leste
por Xanana Gusmão e Andre Vltchek; Andre Vltchek; Abril 12, 2002
...
P: Mencionou o Marxismo como um erro. Quer dizer que foi um erro filosófico a FRETILIN seguir a ideologia Marxista na primeira independência?
R: Antes de Gorbachev ter anunciado a Perestroika, a nossa antiga liderança da FRETILIN em 1977 anunciou que o Marxismo era a nossa ideologia oficial. Era um membro da liderança. Depois da grande derrota que sofremos em 1978 e 1979 – alguns dos nossos membros de topo morreram ou foram presos – não sabíamos mais como liderar a luta. Tivemos de fazer as perguntas básicas outra vez. E em 1983 reformulámos tudo. Em 1987 abandonamos simplesmente a ideologia.
...
P: E contudo Timor-Leste foi uma vítima da guerra fria. De facto foi sacrificado não pela esquerda que esteve sempre contra a ocupação Indonésia, mas pelos Poderes Ocidentais. A Indonésia recebeu a luz verde para ocupar o seu país dos USA, do Reino Unido e da Austrália.
R: Talvez alguma gente que viu o Marxismo como uma arma para liberar o nosso país pense de modo diferente. Mas deixe-me expressar a minha opinião: depois da II Guerra Mundial, houve uma grande luta pela independência em África. Alguns países obtiveram a independência suavemente; outros foram vítimas da guerra fria entre as super potências. As antigas colónias Portuguesas na África estavam a ganhar a independência e foram um exemplo para nós. Temos de ver toda este complexidade.
Posso pensar que a nossa ideologia estava errada, mas admito que houve razões (para a adoptarmos). Angola, Moçambique entravam na luta. Mas não tínhamos capacidade para lutar e de facto não tínhamos de (lutar). Portugal estava apertado em África e de facto éramos livres para escolher a nossa independência. O Governo em Portugal mudou – tornou-se da esquerda e alguns de nós fomos lá: eram influenciados pelos estudantes Portugueses, por intelectuais de esquerda. Portanto nunca direi que a nossa ideologia era de algum modo estúpida. Não, havia um processo complicado no mundo e éramos parte disso.
P: Timor-Leste tem relações muito complexas com Portugal. Ganharam a vossa independência mas Timor-Leste era então a mais pobre parte da Ásia. Os Portugueses administraram de forma totalmente incompetente o seu país. Contudo intelectualmente e economicamente dependem outra vez de Portugal. Estão a fazer do Português a língua oficial, apesar de somente uma fracção de Timorenses o falarem. È por causa de Portugal ter jogado um papel muito positivo durante a luta contra a ocupação da Indonésia? Quão complexa é realmente a sus relação com o antigo poder colonial?
R: Entrámos a nova fase com Portugal depois da segunda guerra mundial – depois da ocupação Japonesa. Era ainda uma colonização, com certeza. Mas um dos aspectos da presença Portuguesa aqui foi que não interferiram com as nossas estruturas tradicionais. Não interferiram com as nossas crenças. De algum modo a nossa gente sente que sim, há Portugueses aqui, ocupando o nosso país, mas nas nossas casas podemos ser nós próprios. Certo que quando as tropas Indonésias chegaram, foi brutalmente e abruptamente diferente. Foi uma guerra.
P: E os Indonésios tentaram imediatamente impor a sua cultura a Timor-Leste?
R: Sim. Agora, quando nos lembramos dos tempos Portugueses, fomos muito negligenciados. Éramos pobres. Mas há uma diferença entre a negligência e a violência.
Depois durante a nossa luta contra a Indonésia, Portugal esteve sempre connosco. Levantaram-se por nós nas Nações Unidas e mais tarde na União Europeia. Se nos negligenciaram durante centenas de anos, temos de admitir que em 24 anos de ocupação Indonésia pagaram as suas dívidas.
P: Como gostava de ver Timor-Leste no futuro? Sobre que ideias se vai fundar?
R: Temos de mostrar ao nosso povo que não sofreu por nada. Precisam de algumas certezas. Têm que acreditar que a nossa independência significa que podem começar a mudar as suas vidas. Será um processo lento e gradual. Têm que saber que a independência significa mais do que uma bandeira, parlamento, governo. Tem de ter um impacto positivo na vida das pessoas. De outro modo alguns lembrarão que em termos de números, a Indonésia gastou muito dinheiro aqui, durante os 24 anos da ocupação. Certo que muito foi gasto em infra-estruturas para que pudessem movimentar as suas tropas. Mas investiram.
Temos sempre que nos lembrar que lutámos pela independência para melhorar a vida do nosso povo.
P: Que tipo de economia deseja para este país – que tipo de sistema politico? Governo forte, Estado social ou como é chamado economia de mercado?
R: Penso que as nossas condições pedem economia mista. O sector privado deve ser forte mas virá mais tarde. Veja, o sector privado não será criado da noite para o dia – pode levar 15 a 20 anos.
Agora as pessoas estão a exigir tudo do governo. E eu estou a tentar explicar-lhes que o governo não pode ser como um patrão, que simplesmente não está numa posição para tudo fornecer. Certo que se tivermos alguns recursos estratégicos, serão divididos pelo povo e canalizados pelo governo.
Também temos de dar ao povo uma sociedade civil. Eles próprios têm de tentar fazer o seu melhor para melhorar este lugar.
P: Do que é que Timor-Leste vai viver? Do petróleo que foi descoberto perto da sua costa? Da pesca, agricultura, turismo?.. Qual é o futuro deste país?
R: O consenso comum neste país é que não podemos depender das reservas do petróleo. Precisamos de recursos sustentáveis. Certo que temos que desenvolver tudo o que mencionou - agricultura, turismo, e pesca. Não podemos depender somente de recursos que desaparecerão dentro de algumas décadas.
No princípio, tudo será muito difícil. O nosso país é frágil. Frágil em termos dos nossos recursos. Frágil em termos das nossas capacidades. Frágil em termos de experiência.
Estamos no princípio de tudo e temos de mobilizar os recursos mais preciosos – a nossa gente. Precisamos da sociedade civil e compreendo que a sociedade civil não são somente ONG’s, igrejas e outras instituições. Não são somente intelectuais.
Mas todos têm de tomar parte na construção de Timor-Leste, incluindo a igreja e os intelectuais. Alguns dos nossos maiores problemas estão nas infra-estruturas e com certeza na educação. Metade da nossa gente não sabe ler ou escrever. Talvez mais de metade. Enfrentamos enormes desafios. Mas se tivermos sucesso, daqui a uns vinte anos haverá uma nova sociedade.
E as pessoas estão disponíveis para esperar, trabalhar e não sonhar. Alguém me disse na reunião: "No ano 2020 gostaríamos de ter um médico em cada distrito." Vê, as pessoas compreendem – não estão a exigir tudo para amanhã. Conhecem as dificuldades.
No fim de 1999, as pessoas sofriam mas sorriam. Têm grandes expectativas para o futuro. Agora compreendem quão vagaroso será este processo. Mas não perderam a esperança ainda.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
23:27
0
comentários
Durão Barroso sensibiliza Indonésia para processo de estabilização
Helsínquia, 10 Set (Lusa) - O presidente da Comissão Europeia levantou hoje, em Helsínquia, a questão de Timor-leste num encontro que teve com o presidente da Indonésia, país que considera importante para a estabilização daquele território.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
23:24
0
comentários
Major Reinado fala em incapacidade do Governo
RR
O major Alfredo Reinado, um dos líderes da revolta de Maio em Timor-Leste, acusa o Governo de Ramos Horta de incapacidade.
09-09-2006/13:17
Em declarações à agência Reuters, o Major Reinado, um dos foragidos da prisão de Dili, diz que sinal da incapacidade do Executivo é a presença de forças internacionais no território.
O antigo comandante da Policia Timorense diz ainda que se este Governo não é capaz de governar, então qualquer um pode pedir a sua demissão.
Reinado foi um dos 57 prisioneiros que escapou da prisão na semana passada e está, neste momento, em parte incerta.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
06:51
27
comentários
Há 10 dias que se evadiram os reclusos de Becora, incluindo Reinado
E milhares de militares e polícias não apanharam nenhum?
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
06:48
6
comentários
Há quatro anos atrás...
ZNet East Asia
Interview With
Dili, East Timor
by Xanana Gusmao and Andre Vltchek; Andre Vltchek; April 12, 2002
...
Q: You mentioned Marxism as a mistake. Do you mean to say that it was a philosophical mistake for FRETILIN to follow Marxist ideology during the first independence?
A: Before Gorbachev announced Perestroika, our former leadership of FRETILIN in 1977 announced that the Marxism was our official ideology. I was a member of the leadership. After the big defeat that we suffered in 1978 and 1979 - some of our senior members died or were captured - we didn't know how to lead the struggle, anymore. We had to ask all basic questions again. And in 1983 we re-formulated everything. In 1987 we just abandoned the ideology.
...
Q: And yet East Timor was a victim of the Cold War. In fact it was sacrificed not by the left that was always against Indonesian occupation, but by the Western Powers. Indonesia received green light to occupy your country from the United States, from UK and from Australia.
A: Maybe some people who saw the Marxism as a weapon to liberate our country would think differently. But let me express my opinion: After the WWII, there was an enormous struggle for independence in Africa. Some countries achieved independence smoothly; others had fallen victims of the Cold War between the superpowers. Former Portuguese colonies in Africa were gaining independence and they served for us as an example. We have to see all this complexity.
I may think that our ideology then was wrong, but I admit there were reasons for it. Angola, Mozambique were entering the struggle. But we didn't have a capacity to fight and in fact we didn't have to. Portugal was tight up in Africa and in fact we were free to choose our independence. Government in Portugal changed - it became left-wing and some of our people went there: they were influenced by Portuguese students, by left-wing intellectuals. Therefore I would never say that our ideology was something stupid. No, there was a complicated process in the world and we were part of it.
Q: East Timor has very complex relationship with Portugal. You gained your independence but East Timor was then the poorest part of Asia. Portuguese totally mismanaged your country. Yet you intellectually and economically depend on Portugal again. You are making Portuguese an official language, although only a fraction of East Timorese can speak it. Is it because Portugal played very positive role during the struggle against the Indonesian occupation? How complex is really your relationship with that former colonial power?
A: We entered the new faze with Portugal after the WWII - after the Japanese occupation. It was still a colonization, of course. But one of the aspects of the Portuguese presence here was that they didn't touch our traditional structures. They didn't touch our beliefs. In some way our people felt that yes, there are Portuguese here, occupying our country, but in our houses we could be ourselves. Of course when the Indonesian troops came, it was brutally and abruptly different. It was a war.
Q: And Indonesians immediately tried to impose their own culture on East Timor?
A: Yes. Now, of course when we remember Portuguese times, we were very neglected. We were poor. But there is a difference between the neglect and violence.
Then during our entire struggle against Indonesia, Portugal was always with us. They stood by us in United Nations and later in European Union. If they neglected us for hundred years, we have to admit that in 24 years of Indonesian occupation they paid their dues.
Q: How would you like to see East Timor in the future? On what ideas is it going to based?
A: We have to show our people that they didn't suffer for nothing. They need some certainties. They have to believe that our independence means that they can start changing their lives. It will be slow and gradual process. They must know that independence means more than just a flag, parliament, government. It must have a positive impact on people's lives. Otherwise some will remember that in terms of numbers, Indonesia spent plenty of money here, during the 24 years of the occupation. Of course big part of it went to the infrastructure so they could move their troops. But money was spent.
We have to always remember that we fought for the independence in order to improve lives of our people.
Q: What kind of economy you wish for this country - what kind of political system? Strong government, social state or what is called free market economy?
A: I thing that our conditions are calling for the mixed economy. Private sector should be strong but it will come later. You see, private sector will not be created overnight - it may take 15 to 20 years.
People are now demanding everything from the government. And I am trying to explain to them that government cannot be like a patron, it is simply not in a position to provide everything. Of course if we have some strategic recourses, they will be divided between our people and channeled trough the government.
We also have to give people a civil society. They themselves have to try to do their best to improve this place.
Q: What is East Timor going to live from? From oil that was found close to its shores? From the fishing, agriculture, tourism?.. What is the future of this country?
A: Common consensus in this country is that we cannot depend on the oil reserves. We need sustainable resources. Of course we have to develop all that you mentioned - agriculture, tourism, and fishing. We can't depend only on the resources that will disappear in a few decades.
At the beginning, everything will be very difficult. Our country is fragile. Fragile in terms of our resources. Fragile in terms of our capacity. Fragile in terms of experience.
We are at the beginning of everything and we have to mobilize the most precious resources - our people. We need the civil society and I understand that the civil society is not just NGO's, churches and other institutions. It's not just intellectuals.
But everyone has to take part in building East Timor, including the church and the intellectuals. Some of our greatest problems are the infrastructure and of course the education. Half of our people cannot read or write. Maybe more than a half. We have to face enormous challenges. But if we will succeed, in some twenty years from now there will be a new society.
And the people are willing to wait, to work and to dream. Somebody told me at the meeting: "In the year 2020 we would like to have one doctor in each district." You see, people understand - they are not demanding anything for tomorrow. They know the difficulties.
At the end of 1999, people were suffering but they were smiling. They had great expectations for the future. Now they understand how slow will be this process. But they still didn't lose hope.
...
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
06:30
5
comentários
Dos leitores
De facto, a LUSA, desceu na cotação! Tenho um arquivo documental sobre Timor,imenso sendo a maior parte notícias dessa agência. Esta últimas notícias dois titulozinhos sobre a intervenção da GNR...é vergonhoso!
Fítun Taci
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
06:29
1 comentários
Comunicado - Fretilin
FRETILIN
COMUNICADO À IMPRENSA
O Comité Central da FRETILIN (CCF), reuniu-se, em Dili, no dia 9 de Setembro de 2006 em sessão alargada com a participação dos membros da Comissão Nacional da Jurisdição, dos responsáveis das estruturas distritais e sub-distritais do partido, dos membros do Governo (militantes da FRETLIN) e deputados da bancada.
Durante a reunião, foram abordados vários assuntos de interesse partidário e nacional, entre os quais:
. “Grupo de Renovador/Mudança”
. Situação política, social, económica, de administração e de segurança
. Vantagens e desvantagens da participação da FRETILIN no governo e
. Preparativos para as eleições gerais de 2007.
Depois de um debate profundo sobre os assuntos agendados, o CCF deliberou:
I. Retomar diálogos com o “Grupo Renovador/Mudança”sob as seguintes condições:
1. Que os seus membros passem a assumir obrigatoriamente todas as decisões do II Congresso Nacional da FRETILIN;
2. Que interrompam imediatamente as suas actividades que ponham em causa as decisões do Congresso, órgão máximo do partido, e firam a honra e a dignidade da liderança;
3. Que assumam todos os termos constantes no Acórdão do Tribunal de Recurso .
II. Recomendar a Sua Excelência, o Primeiro-Ministro, José Ramos Horta para:
1. Não interferir nos assuntos que digam respeito à vida partidária interna da FRETILIN;
2. Que as suas intervenções públicas não incluam promessas inviáveis às populações de modo a evitar o descrédito do governo da FRETILIN;
3. Que tome medidas concretas e imediatas no sentido de garantir a segurança das populações.
III. Criar a Comissão de Gestão das Eleições de 2007 e nomear como seus membros responsáveis:
1. José Reis : Director
2. Cipriana Pereira: Adjunta
3. Filomena de Almeida: Adjunta
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
06:23
8
comentários
Dos leitores
Eis a habitual hipocrisia dos "amigos" australianos.Gostava de saber se a família do Reinado também se encontra entre esses 42 que vão ser expulsos...
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
06:22
2
comentários
A ordem ‘restaurada’ em Timor-Leste
Tradução da Margarida.
Gulf Times
Publicado: Quarta-feira, 6 Setembro, 2006, 12:32 PM Doha Time
JAKARTA: A Indonésia disse ontem que a ordem tinha sido efectivamente restaurada em Timor-Leste, mesmo se a Austrália diz que serão necessárias mais tropas para manter a paz na pequena nação do que a ONU encarou.
Timor-Leste “conseguiu em essência restaurar a ordem, apesar de aqui ou ali ainda se poder ver alguns distúrbios,” disse o Ministro dos Estrangeiros Hasan Wirajuda um dia depois das suas conversas sobre segurança com os colegas Australiano e Timorense em Dili.
Alguns 3,200 soldados liderados pelos Australianos foram destacados para a capital Timorense Dili desde Maio, quando a cidade sofria de confrontos mortais entre facções rivais da polícia e dos militares.
A violência esporádica tem continuado desde então e na semana passada o líder amotinado Major Alfredo Reinado e outros 56 presos fugiram da prisão de Becora em Dili, fazendo crescer medos de mais problemas.
A violência de Maio deixou 21 pessoas mortas, e forçou milhares a fugir das suas casas.
Desde o desassossego, as Nações Unidas, estabeleceram uma missão maior no país, concordando em destacar mais de 1,600 polícias internacionais para Timor-Leste.
Contudo o Ministro dos Estrangeiros da Austrália Alexander Downer disse ontem, que as forças planeadas pela ONU para Timor-Leste eram demasiado pequenas.
Downer disse na ABC que enquanto a ONU fornece só 350 tropas, Canberra queria manter cerca de 650 soldados Australianos no empobrecido Estado da meia ilha.
Wirajuda da Indonésia que se devia dar mais treino internacional à força de polícia de Timor-Leste.
“O modo como países como a Indonésia e a Austrália podem ajudar, é através da construção de capacidade para a sua (Timorense) força de polícia,” disse. – AFP
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
06:20
2
comentários
Governo Australiano criticado por enviar 42 Timorenses para casa
Tradução da Margarida.
Herald Tribune Asia Pacific
The Associated Press
Publicado: Setembro 9, 2006
CANBERRA, Australia Legisladores criticaram o governo no Sábado por ter forçado 42 Timorenses que fugiram da violência na capital Dili em Maio a regressarem à sua terra.
Aos 42 homens, mulheres e crianças foi-lhes dito na Sexta-feira que tinham até à meia-noite de Segunda-feira para regressar a casa, disse no Sábado uma porta-voz do Departamento da Imigração.
Todos eles, correntemente a viverem nas cidades Australianas de Melbourne e Darwin, tinham feito apelos que falharam à Ministra da Imigração Amanda Vanstone para alargamento do prazo dos seus vistos humanitários.
Paul Henderson, um Ministro com base em Darwin do Governo do Território do Norte, criticou o Governo federal por mandar embora os Timorenses no dia a seguir a rer anunciado, na Quinta-feira, que mais 120 soldados Australianos vão ser enviados para Dili por causa da escalada das tensões.
"Um braço do governo diz que as coisas não estão muito bem em Timor-Leste e que precisamos de enviar mais tropas para lá e o outro braço do governo diz que é seguro para estes 14 irem para casa," disse Henderson à Australian Broadcasting Corp. radio, referindo-se aos 14 Timorenses que estão a viver na sua cidade.
O grupo estava entre os 54 Timorenses resgatados de Dili em Maio quando a Austrália mandou um batalhão de tropas para acalmar a violência que matou pelo menos 30 pessoas e tirou 150,000 das suas casas.
A violência tinha aumentado de confrontos entre forças de segurança do governo e soldados despedidos em Março pelo antigo Primeiro-Ministro Mari Alkatiri.
Uma dúzia dos 54 a quem inicialmente foi dado vistos humanitários de três meses já tinham regressado às suas casas voluntariamente, disse a porta-voz da imigração sob anonimato, citando a política do departamento.
Aos restantes foi-lhes dada uma extensão de duas semanas em 24 de Agosto, disse a porta-voz.
Ela declinou dar pormenores das razões dos Timorenses serem trazidos para a Austrália, citando considerações de privacidade.
"por causa das suas circunstâncias pessoais, eram particularmente vulneráveis dada a situação política e de segurança em Dili então," disse a porta-voz.
Vanstone tinha decidido que os restantes 42 deviam regressar a casa depois de ter considerado os últimos relatórios do governo sobre a segurança em Timor-Leste, disse.
O Primeiro-Ministro John Howard disse ao Parlamento na Quinta-feira que o nível da violência em Dili tinha caído nas semanas recentes.
Mas a Austrália mandou imediatamente mais 120 tropas porque a fuga dos 57 presos da prisão de Dili em 30 de Agosto tinha "escalado as tensões," disse.
Na altura do anúncio de Howard, a Austrália tinha 930 militares e 180 polícias em Timor-Leste.
Por
Malai Azul 2
à(s)
06:18
0
comentários
A UNMIT Anuncia a nomeação do Representante Especial adjunto do Secretário-Geral para Timor-Leste
Tradução da Margarida.
Comunicado de imprensa da UNMIT - 7 Setembro 2006
DILI Finn Reske-Nielsen foi nomeado Representante Especial adjunto do Secretário-Geral para Timor-Leste (DSRSG) para apoio à governação, Desenvolvimento e Coordenação Humanitária da Missão Integrada da ONU em Timor-Leste (UNMIT).
Mr. Reske-Nielsen assumiu o seu posto imediatamente depois de ter chegado a Dili no Domingo passado. Como membro de topo da equipa de gestão da UNMIT, Mr. Reske-Nielsen será responsável por dar apoio e orientação às eleições parlamentares e presidenciais de 2007, apoio à governação, coordenação dos dadores e mobilização de recursos, assistência humanitária e HIV/AIDS.
Mr. Reske-Nielsen serviu antes como Coordenador Residente da ONU e Representante Residente do Programa de Desenvolvimento da ONU (UNDP) em Dili. Manterá estas funções em adição ao seu novo papel de DRSG. Estas responsabilidades incluem a supervisão geral das actividades operacionais da ONU para o desenvolvimento em adição com a coordenação da assistência humanitária da ONU em Timor-Leste.
Mais cedo este ano, Mr. Reske-Nielsen participou na missão de avaliação em Timor-Leste liderada pelo Enviado Especial Ian Martin na qual assistiu ao planeamento para o sector da governação da nova missão.
O SRSG Sukehiro Hasegawa saudou a nomeação de Mr. Reske-Nielsen como DSRSG. “Estou encantado por ter o apoio de Finn Reske-Nielsen quando se organiza a nova missão, “disse. “Finn conhece e compreende Timor-Leste e os desafios que estão à sua frente neste novo papel e, estou certo trabalhará sem descanso para responder a esses desafios.”
Antes de vir para Dili, em 2002 Mr. Reske-Nielsen serveiu como Coordenador Residente da ONU e Representante Residente do Programa de Desenvolvimento da ONU (UNDP) na República Popular do Laos. Exerceu a mesma função em Dili de 1999 até 2002 sob a égide da UNTAET, onde trabalhou em estreita cooperação com o então Representante Especial do Secretário-geral da ONU (SRSG) Sérgio de Mello, ajudou a desenvolver o esquema geral e a coordenação dos programas das agências da ONU. Nessa altura, Mr. Reske-Nielsen também esboçou e implementou em Timor-Leste uma série de programas de recuperação e de desenvolvimento a mais longo prazo.
Nomeações anteriores com o UNDP incluíram a de Vice- Representante em Port Moresby, Papua New Guinea, e Representante- Assistente Residente em Windhoek, Namibia. Mr. Reske-Nielsen também ocupou postos na Alta Comissão da ONU para os Refugiados (UNHCR) na Suiça e na Zâmbia e no Departamento dos Assuntos Políticos no Secretariado da ONU em New York.
No início da sua carreira, Mr. Reske-Nielsen foi Professor Assistente de Ciência Política e Administração Pública na Universidade de Aarhus na Dinamarca onde se especializou na teoria da democracia e ensinou uma série de tópicos incluindo política comparada e teoria política. Tem uma pós-graduação em Ciência Política e Administração Pública da mesma universidade.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
06:16
0
comentários
O Presidente Xanana deve reconciliar-se com ele próprio: Tilman
Tradução da Margarida.
Revista diária dos Media
Quinta-feira, 07 Setembro 2006
Relatos dos Media Nacionais
O deputado Manuel Tilman (KOTA) realçou que a via importante para resolver a crise corrente, é o Presidente Gusmão primeiro reconciliar-se com ele próprio, depois com outros líderes políticos competentes tais como o Presidente do Parlamento Nacional Francisco Lu’Olo Guterres, o Comandante das F-FDTL Taur Matan Ruak e outros comandantes das Forças Armadas.
Tilman disse que estes indivíduos têm a responsabilidade moral para se reconciliarem e para resolver os problemas visto que conhecem os problemas no seio das F-FDTL. Disse ainda que o próximo passo do Presidente Gusmão e da sua equipa é sentar-se com cada líder representante (lia nain) de Kabalake, Matebian e Ramelau e prosseguir com a reconciliação de acordo com os costumes de Timor-Leste.
Manuel Tilman tem esperança que este processo ajudará os deslocados a regressarem a casa e que o processo na justiça se seguirá. (TP) p1
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
06:15
5
comentários
Dos leitores
É só para mandar um recado para a Lusa: É lamentavel que tenham decidido pôr à venda aqueles textos mais compostos sobre o que se vai passando em TL e nos deixem quase só com ... os títulos! Parece-me que há um sentido de serviço público que está em via de se perder na perspectiva do negócio, que, em última análise, não vai servir a ninguém, nem sequer à Lusa, ou será que os cérebros iluminados da administração ainda não enxergaram que não são só as agências que fazem as notícias, mas as notícias também fazem as agências. Lá se foi mais uma bandeira, e eu cada vez menos a visitar o site da Lusa...
Bibe malai
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
06:12
1 comentários
sábado, setembro 09, 2006
Order ‘restored’ in East Timor
Gulf Times
Published: Wednesday, 6 September, 2006, 12:32 PM Doha Time
JAKARTA: Indonesia said yesterday that order had effectively been restored in East Timor even as Australia indicated more troops would be needed to keep the peace in the tiny territory than the UN envisaged.
East Timor “in essence has managed to restore order, although here and there we still see disturbances,” Foreign Minister Hasan Wirajuda said a day after security talks with his Australian, and East Timorese counterparts in Dili.
Some 3,200 Australian-led peacekeepers have been deployed in the East Timorese capital Dili since May, when the city was plagued by deadly clashes between rival factions in the police and military.
Sporadic violence has continued since and last week rebel leader Major Alfredo Reinado and 56 other inmates escaped from Dili’s Becora prison, heightening fears of more trouble to come.
The May violence left 21 people dead, and forced thousands to flee their homes.
Since the unrest, the United Nations, established a larger mission in the country, agreeing to deploy more than 1,600 international police to East Timor.
However Australia’s Foreign Minister Alexander Downer said yesterday, that the planned UN force for East Timor was too small.
Downer told national broadcaster ABC that while the UN had provided for just 350 troops, Canberra wanted to keep around 650 Australian soldiers in the impoverished half-island state.
Indonesia’s Wirajuda said that East Timor’s police force should be given additional international training.
“The way that countries such as Indonesia and Australia could help, is through capacity building for their (East Timorese) police force,” he said. – AFP
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
20:38
5
comentários
Australian government criticized for sending 42 East Timorese home
Herald Tribune Asia Pacific
The Associated Press
Published: September 9, 2006
CANBERRA, Australia Lawmakers criticized the government Saturday for forcing 42 East Timorese who fled violence in the capital Dili in May to return to their homeland.
The 42 men, women and children were told Friday that they have until midnight Monday to go home, an Immigration Department spokeswoman said Saturday.
All of them, currently living in the Australian cities of Melbourne and Darwin, had made failed appeals to Immigration Minister Amanda Vanstone for extensions of their humanitarian visas.
Paul Henderson, a Darwin-based minister of the Northern Territory Government, criticized the federal government for ordering the East Timorese out the day after announcing Thursday that an extra 120 Australian soldiers were to be sent to Dili because of escalating tensions.
"One arm of government is saying things aren't too good in East Timor and we need to send more troops over there and another arm of government is saying it's safe for these 14 to go home," Henderson told Australian Broadcasting Corp. radio, referring to the 14 East Timorese who are residing in his home town.
The group was among 54 East Timorese rescued from Dili in May when Australia sent a battalion of troops to quell violence that killed at least 30 people and drove 150,000 from their homes.
The violence had snowballed from clashes between government security forces and soldiers dismissed in March by former Prime Minister Mari Alkatiri.
A dozen of the 54 who were initially given three-month Australian humanitarian visas had already returned to their homes voluntarily, the immigration spokeswoman said on condition of anonymity, citing department policy.
The remainder were given two-week extensions on Aug. 24, the spokeswoman said.
She declined to detail why the East Timorese were brought to Australia, citing privacy considerations.
"Because of their personal circumstances, they were particularly vulnerable given the political and security situation in Dili then," the spokeswoman said.
Vanstone had decided the remaining 42 should go home after considering the latest government report on security in East Timor, she said.
Prime Minister John Howard told Parliament on Thursday the level of violence in Dili had fallen in recent weeks.
But Australia was immediately sending an extra 120 troops because the escape of 57 inmates from Dili's prison on Aug. 30 had "escalated tensions," he said.
At the time of Howard's announcement, Australia had 930 military personnel and 180 police in East Timor.
CANBERRA, Australia Lawmakers criticized the government Saturday for forcing 42 East Timorese who fled violence in the capital Dili in May to return to their homeland.
The 42 men, women and children were told Friday that they have until midnight Monday to go home, an Immigration Department spokeswoman said Saturday.
All of them, currently living in the Australian cities of Melbourne and Darwin, had made failed appeals to Immigration Minister Amanda Vanstone for extensions of their humanitarian visas.
Paul Henderson, a Darwin-based minister of the Northern Territory Government, criticized the federal government for ordering the East Timorese out the day after announcing Thursday that an extra 120 Australian soldiers were to be sent to Dili because of escalating tensions.
"One arm of government is saying things aren't too good in East Timor and we need to send more troops over there and another arm of government is saying it's safe for these 14 to go home," Henderson told Australian Broadcasting Corp. radio, referring to the 14 East Timorese who are residing in his home town.
The group was among 54 East Timorese rescued from Dili in May when Australia sent a battalion of troops to quell violence that killed at least 30 people and drove 150,000 from their homes.
The violence had snowballed from clashes between government security forces and soldiers dismissed in March by former Prime Minister Mari Alkatiri.
A dozen of the 54 who were initially given three-month Australian humanitarian visas had already returned to their homes voluntarily, the immigration spokeswoman said on condition of anonymity, citing department policy.
The remainder were given two-week extensions on Aug. 24, the spokeswoman said.
She declined to detail why the East Timorese were brought to Australia, citing privacy considerations.
"Because of their personal circumstances, they were particularly vulnerable given the political and security situation in Dili then," the spokeswoman said.
Vanstone had decided the remaining 42 should go home after considering the latest government report on security in East Timor, she said.
Prime Minister John Howard told Parliament on Thursday the level of violence in Dili had fallen in recent weeks.
But Australia was immediately sending an extra 120 troops because the escape of 57 inmates from Dili's prison on Aug. 30 had "escalated tensions," he said.
At the time of Howard's announcement, Australia had 930 military personnel and 180 police in East Timor.
Por
Malai Azul 2
à(s)
13:06
5
comentários
Finn Reske-Nielsen nomeado representante adjunto de Kofi Annan
Díli, 07 Set (Lusa) - O dinamarquês Finn Reske-Nielsen foi nomeado representante especial adjunto do secretário-geral da ONU em Timor-Leste, anunciou hoje a missão das Nações Unidas em Díli.
Actual coordenador da ajuda humanitária da ONU em Timor-Leste, Reske-Ni elsen iniciou já as suas novas funções, coadjuvando o japonês Sukehiro Hasegawa na Missão Integrada das Nações Unidas em Timor-Leste (UNMIT), criada pela resolução 1704, de 25 de Agosto passado, do Conselho de Segurança.
Finn Reske-Nielsen juntará à coordenação da ajuda humanitária os pelouros de apoio à actividade governativa e do desenvolvimento.
Uma das tarefas que irá controlar é o de garantir a reunião dos meios indispensáveis para a realização em Timor-Leste, em 2007, de eleições legislativas e presidenciais.
Entre 1999 e 2002, durante a vigência da Administração Transitória de Timor-Leste pela ONU (UNTAET), Reske-Nielsen coordenou a aplicação no terreno dos programas de assistência humanitária das agências das Nações Unidas.
Questionado pela Lusa sobre uma eventual substituição de Sukehiro Haseg awa na chefia da UNMIT, o gabinete de imprensa da missão da ONU respondeu não ha ver "oficialmente nenhuma comunicação em Díli ou em Nova Iorque sobre o assunto" .
EL-Lusa/Fim
----------------------------
UNMIT Press Release - 7 September 2006
UNMIT Announces Appointment of Deputy Special Representative of the Secretary-General for Timor-Leste
DILI Finn Reske-Nielsen has been appointed as Deputy Special- Representative for the Secretary General (DSRSG) for Governance Support, Development and Humanitarian Coordination for United Nations Integrated Mission in Timor-Leste (UNMIT).
Mr. Reske-Nielsen took up his post immediately after arriving in Dili on last Sunday. As a member of the senior management team of UNMIT, Mr. Reske-Nielsen will be responsible for providing support and guidance to the 2007 presidential and parliamentary elections, governance support, donor coordination and resource mobilization, humanitarian assistance and HIV/AIDS.
Mr. Reske-Nielsen had previously served in the capacities of UN Resident Coordinator and United Nations Development Program (UNDP) Resident Representative in Dili. He will retain those functions in addition to his new role as DRSG. Those responsibilities include overseeing overall coordination of UN operational activities for development in addition to the coordination of UN humanitarian assistance to Timor-Leste.
Earlier this year, Mr. Reske-Nielsen participated in the assessment mission in Timor-Leste led by Special Envoy Ian Martin in which he assisted in the planning for the governance sector of the new mission.
SRSG Sukehiro Hasegawa welcomed the appointment of Mr. Reske-Nielsen as DSRSG. “I’m delighted to have the support of Deputy Finn Reske-Nielsen as the new mission takes shape, “he said. “Finn knows and understands Timor-Leste and the challenges that are ahead of him in his new role and, I’m sure he will work tirelessly to meet those challenges.”
Before coming to Dili, in 2002 Mr. Reske-Nielsen served as UN Resident Coordinator and UNDP Resident Representative in the Lao People’s Democratic Republic. He held the same function in Dili from 1999 until 2002 under the aegis of the United Transitional Administration in East Timor (UNTAET) where, working in close cooper Before coming to Dili, in 2002 Mr. Reske-Nielsen served as UN Resident Coordinator and UNDP Resident Representative in the Lao People’s Democratic Republic. He held the same function in Dili from 1999 until 2002 under the aegis of the United Transitional Administration in East Timor (UNTAET) where, working in close cooperation with then Special Representative of the Secretary-General (SRSG) Sergio de Mello, he helped develop the overall design and coordination of UN agency programmes. At that time, Mr. Reske-Nielsen also designed and implemented in East Timor a range of recovery and longer-term development programs.
Previous appointments with UNDP include Deputy Representative in Port Moresby, Papua New Guinea, and Assistant Resident Representative in Windhoek, Namibia. Mr. Reske-Nielsen has also held posts with United Nations High Commission for Refugees (UNHCR) in Switzerland and Zambia and in the Department of Political Affairs of the UN Secretariat in New York.
Earlier in his career, Mr. Reske-Nielsen was an Assistant Professor of Political Science and Public Administration at the University of Aarhus in Denmark where he specialized in theory of democracy and taught a range of topics including comparative politics and political theory. He holds a post-graduate degree in Political Science and Public Administration from the same university.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
12:59
2
comentários
Maldita insegurança!
Do Timor um blog do Publico.pt.
A marginal de Díli não está convenientemente arranjada mas, lá por isso, não deixa de ser bonita. Já não há muitos coqueiros mas, continua a haver os suficientes para que a praia junto das embaixadas mantenha o nome por que sempre foi conhecida, a Praia dos Coqueiros.
Lá mais ao pé do Palácio do Governo, defronte do Sporting e da Uma Fukun - a antiga Intendência do tempo português -, ainda se vêem os centenários gondoeiros a cujo sólido tronco se prendiam as amarras dos navios Índia, Timor e Niassa quando o porto de Díli ainda nem estava projectado. As carcaças enferrujadas dos navios do tempo dos japoneses dos quais eu, os meus irmãos e os nossos amigos demos uns quantos mergulhos quando éramos garotos e que jaziam à beira da praia, há muito foram removidas. As acácias vermelhas que embelezavam o jardim onde ainda hoje se vê o Monumento aos Descobrimentos Portugueses defronte do Palácio foram cortadas no tempo da ocupação indonésia e deixaram a praça mais nua, menos colorida.
De Lecidere à Praia dos Coqueiros, um bocado por toda a marginal, há hoje inúmeras bancas de venda de frutos, legumes, peixe. Apesar disso, é um passeio que se faz com prazer.
Mesmo quando vou ao centro de Díli com alguma pressa prefiro fazê-lo pela marginal, espraiar a vista pelo mar ora azul, ora esverdeado, pelas ilhas de Ataúro, Alor, Quissar, Lira, Veter que se erguem ao longe, cortando o horizonte… É muito mais agradável que a estrada interior!
Já me tinham falado dos incidentes no mercado que ocupa já uma rua inteira ao pé da Pertamina mas, aqui como em tudo na vida, persiste sempre o erro de que “essas coisas só acontecem aos outros.”
Esta tarde, ainda o sol não desaparecera por detrás de Alor, estava eu ainda deleitada com a paisagem, olhando em frente, guiando devagar, cuidadosamente, mal detendo um breve olhar nas bancas que se alinham junto à berma da estrada, quando, de repente, no passeio contrário vi um jovem empunhando um cano longo de ferro. Fixou o olhar ameaçador no meu jeep e avançou.
Não sei que me terá dado, mas talvez o susto me tenha levado a reagir mais depressa do que pensei ser capaz! Acelerei! Tinha os vidros fechados mas, mesmo assim, ainda me encolhi no assento, com medo da pancada.
O jovem rodeado de outros tantos aparentando não ter mais de 15, 16 anos, não foi suficiente lesto para me apanhar, bateu no ar e ficou-se num riso alvar, de quem nada mais sabe nem quer senão semear o terror, provavelmente ensaiando novo ataque a outro condutor tão absorto quanto eu!
Instantes depois, uns metros mais à frente, ainda me passou pela cabeça sair do carro e ir lá dizer-lhe umas verdades. Deve ter sido um instante muito breve, porque de imediato acordei e dei conta da asneira que estava quase a fazer…
Um bom bocado depois de dois copos de água, sentada na varanda da minha casa procurando a serenidade perdida, ainda eu sentia o coração a querer saltar-me do peito!
Maldita insegurança!
Angela Carrascalão Quinta-feira, Setembro 07, 2006
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
12:54
14
comentários
Ex-PR cabo-verdiano confirma contactos representante especial Annan
Cidade da Praia, 08 Set (Lusa) - O ex-Presidente da República de Cabo Verde, Mascarenhas Monteiro, confirmou hoje à Agência Lusa a existência de "contactos" para vir a ocupar o cargo de representante especial do secretário-geral das Nações Unidas para Timor-Leste.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
12:51
0
comentários
Violência todas as noites
GNR disparou balas borracha para impedir ataque a campo deslocados
Díli, 08 Set (Lusa) - Efectivos da GNR intervieram hoje à noite (hora l ocal) em Díli, junto ao aeroporto Nicolau Lobato, para dispersar cerca de uma centena de indivíduos que atacaram o campo de deslocados ali situado, disse à Lusa fonte militar.
GNR deteve cinco indivíduos em noite marcada pela violência em Díli
Díli, 08 Set (Lusa) - A GNR deteve hoje cinco indivíduos em Díli na seq uência de incidentes graves registados durante a noite (hora local) em vários po ntos da capital de Timor-Leste, disse à Lusa o oficial de ligação da força portu guesa.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
12:46
1 comentários
President Xanana Must Reconcile Himself: Tilman
Daily Media Review
Thursday, 07 September 2006
National Media Reports
MP Manuel Tilman (KOTA) stressed that the important path to resolve the current crisis, is for President Gusmão to first reconcile himself, then with other competent political leaders such as the President of the National Parliament Francisco Lu’Olo Guterres, F-FDTL Commander Taur Matan Ruak and other commanders in the Armed Forces. Tilman said these individuals have the moral responsibility to reconcile among themselves and to resolve the problems since they are aware of the problems within F-FDTL. He further said the next step is for President Gusmao and his team to sit with each leader representative (lia nain) from Kabalake, Matebian and Ramelau and proceed with reconciliation according to Timor-Leste custom. Manuel Tilman hopes that this process will help the IDPs return to their homes, and that the justice process will follow. (TP) p1
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
11:51
8
comentários
sexta-feira, setembro 08, 2006
Population Displacement OCHA Situation Report No. 16
Source: United Nations Office for the Coordination of Humanitarian Affairs (OCHA)
Ref: OCHA/GVA - 2006/0160
This report is based on information received from the United Nations Integrated Mission in Timor-Leste (UNMIT), UN Agencies, international NGOs and media sources.
SITUATION
1.During daytime, life in the streets of Dili seems to have returned to normality with shops and markets open and traffic returning. The International Police Forces (IPTL) patrol the streets on a 24/7 basis, backed up by the Joint Task Force (JTF).
2.Over the last four weeks, there has been an upsurge of violence in the streets of Dili, including arson and stone throwing on IDP camps and people in the camps throwing stones back to the assaulters. Groups of youth gangs roam the streets when dark sets in and their moves around the town seem to be organised and coordinated. These groups are not afraid to attack police staff and vehicles. On 1 September, a shooting, subsequent stone throwing, and a gang fight occurred outside Seaport IDP camp resulting in 8 injuries. Due to lack of space in the jails in and around Dili, offenders caught red handed in those attacks were detained for 12 hours and then released. The security situation is extremely volatile, influenced by rumors more than by facts.
3.On 30 August 2006, Major Alfredo Reinaldo and 56 other detainees escaped from Becora Prison, just east of Dili. United Nations Police (UNPOL) and international security forces mounted a wide-spread search effort. Investigations are ongoing.
4.As noted over the previous weeks, a large number of IDPs only spend the night in the camps and run their normal business during the day, with families returning to their homes. It is not known how many IDP families have returned to their former homes, as most families still keep a ‘sit’ in the camps as a safety net in case the situation deteriorates again in their home area. Some had gone back to their areas but returned to camps as they were either threatened or attacked by their former neighbours. After several attacks in and around the camps, more than two thirds of the IDPs sheltered at the Obrigado Barracks camp opposite the UNMIT headquarters in Dili left the camp (2,000-3,000); some went home and some joined other camps in Dili.
5.As a result of the unstable security situation, most of the IDPs do not feel safe enough to return home. IDPs continue to express their disappointment that the main issues behind the April/May crisis have not been resolved: justice, impunity, weapons among the civilian population, unresolved land and property issues; all those issues influence the perception of the East-West divide.
6.The Security Council on 25 August (S/2006/686) approved the mission proposed through the report of the UN Secretary-General, ‘Report on Timor-Leste pursuant to SecurityCouncil (SC) Resolution 1690 (2006)’ to the Security Council (S/2006/628, 8 August 2006). The Security Council decided to establish a follow-on mission -- ‘United Nations Integrated Mission in Timor-Leste’ (UNMIT) for an initial period of six months, consisting of an appropriate civilian component, including up to 1,608 police officers and an initial component of up to 34 military liaison and staff officers. The Security Council requested the Secretary-General to review the arrangements to be established between UNMIT and the international security forces and present his views no later than 25 October 2006.
RESPONSE
IDPs / Return and Reintegration
1.The Government has presented the ‘Simu Malu - Mutual Acceptance’ programme (SM) to all stakeholders (Ministries, the diplomatic and the aid communities). The programme aims to facilitate a safe and sustainable return of IDPs to their homes, to establish a peaceful environment in their areas of origin, through dialogue between them and the receiving communities, to ensure the protection of the population and try to end the violence. It is composed of three programmes: Protection, Immediate Support, and Promotion of Dialogue. Various ministries, sub-districts, NGOs, INGOs, UN agencies, church representatives, camp management, IPTL/JTF etc. are to be engaged in the programme. Dialogues in different parts of Dili have been held over the past 4 weeks. The Simu Malu Working Group including a wide range of stakeholders took up its work 2 weeks ago and implementation plans are being drafted in the different Sectoral Working Groups.
Protection
2.Focal points for child protection have now been established in 51 camps in Dili. The Child Protection Working Group drafted messages that are circulated in IDP camps. The international NGO, Plan International, together with national NGOs organized play-based activities in Metinaro camp and theatre workshops. Child rights banners are developed and Plan International and Health International show movies as part of the health promotion campaign.
3.UNFPA provided GBV training to staff of CARE International Timor-Leste, and to Site Liaison Support (SLS)(1) The Site Liaison Support facilitates the humanitarian and security assistance between the camp manager and the Government/UN/INGOs. Camp Managers and GBV Focal Points of 15 priority IDP camps. It is expected that this training will be extended to other camps very shortly.
Food Security
4.The sixth cycle of food distribution started on Friday, 1 September 2006. A one-month ration of 8kg of rice per person plus complementary food is provided to 69,600 food recipients in Dili. Total distribution of government rice through IOM up to now is at 2995.058 MT. Since early June 2006, WFP has provided 1,359 MT of assorted food commodities to over 150,000 vulnerable people across Timor-Leste. In the sixth cycle of food distribution, WFP, in partnership with the NGO Forum, is distributing a one-month food ration of mung beans and vegetable oil, to complement the Government’s rice distribution.
5.As part of the Maternal and Child Health (MCH) and School Feeding (SF) programs, WFP conducted training workshops and cooking demonstrations for Head Masters and Parent Teacher Associations PTAs) of 39 schools in Bobonaro district during the reporting period. In addition, 11 MT of rice, 156 MT of mung beans, 40 MT of vegetable oil, 13 MT of CSB and 3 MT of sugar were dispatched for SF to Maliana, and Atabae and Balibo sub-districts in Bobonaro district.
6.The Emergency Food Security Assessment has been completed in 12 of 13 districts. The report is expected to be published in two weeks.
Health and Nutrition
7.UNICEF is working with the Ministry of Health (MoH) on the follow-up monitoring around community health centres for malnourished children identified in last month’s screening.
8.The Ministry of Health ran a workshop on in-patient therapeutic feeding for severely malnourished children. UNICEF, Care International and Health Alliance International supported the workshop. UNICEF also supplies the national hospital with therapeutic milk used to treat malnourished children.
9.The Ministry of Health’s measles and Vitamin A supplementation campaign for children is now vaccinating children in districts outside Dili. Vaccination in Los Palos district has finished. More than 25,000 children have been vaccinated so far, more than 7400 given Vitamin A supplementation and almost 22,000 de-wormed. The campaign is supported by UNICEF and other local and international NGOs.
Water, Sanitation and Hygiene
10.In preparation for the upcoming rainy season, maintenance and improvements to water and sanitation facilities in the IDP camps are being carried out by CARE contractors, Oxfam, Triangle Génération Humanitaire and UNICEF contractors. Three camps will be at serious threat of flooding during the rainy season and solutions have to be found for the IDPs located in those camps.
11.Water trucking continues. An average of 125,000 litres per day is trucked to camps in Dili. A drilling rig will be available this month. Camps are being assessed for suitability of bore-hole drilling.
Camp Management
12.IOM has begun moving some tents 10-15m away from the front gate of the airport to keep IDPs out of reach of stone throwers. The CIMIC Liaison Office has agreed to build a fence around the perimeter of the camp after the tents are moved.
13.471 Internally Displaced Persons of Metiaut camp close to the Prime Minister´s house left the camp on 20 August. UNHCR retrieved the tents that were left behind by the IDPs.
Education
14.The Ministry of Education and Culture (MEC) has asked UNICEF to look at providing the psycho-social module from its emergency teacher-training program to all teachers affected by the crisis. UNICEF has prepared a budget for this and is continuing to discuss it with the Ministry.
15.The Minister will attend a launch of the Back-to-school campaign on 4 September. UNICEF has briefed Ministry superintendents on distribution of materials (240,000 students’ backpacks, stationery and 5,600 teachers’ bags).
Communication and Information
16.The UNDP Communication to IDPs project aims to assist the sectoral working groups in disseminating information to the IDPs within Dili and in the districts. It is comprised of 6 information teams which have each been assigned responsibility for a group of camps in Dili and for particular districts throughout Timor-Leste. The teams are building relationships with the Camp Managers, Communication Leaders and the communities within the camps and report back regularly on feedback they are receiving from the IDPs about the messages being disseminated.
17.The Information Centre, which is located in the Ministry of Labour and Community Reinsertion (MTRC) and supported by OCHA, IOM and UNDP, has developed a repository of information for the humanitarian community that includes sitreps, meeting minutes and assessments. Most of the information is collected from the sector working groups and consolidated into different products. Matrices showing the different activities done by different agencies in the districts and camps were sent out to the humanitarian community. This will be updated on a monthly basis and its aim is to give an overall picture of the humanitarian activity currently taking place in Timor Leste.
OCHA is in close contact with the UN Country Team and UNMIT in Dili and will revert with further information as it becomes available. This situation report, together with further information on ongoing emergencies, is also available on the OCHA Internet Website at http://www.reliefweb.int.
Por
Malai Azul 2
à(s)
09:36
14
comentários
PM australiano anuncia envio de 120 soldados adicionais
Sydney, Austrália 07 Set (Lusa) - O primeiro-ministro australiano, John Howard, anunciou hoje no Parlamento que a Austrália vai enviar mais 120 soldados para Timor-Leste, onde Camberra já tem 1.110 militares integrados nas força internacional de paz.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
09:32
4
comentários
PM australiano anuncia envio de 120 soldados adicionais
Sydney, Austrália 07 Set (Lusa) - O primeiro-ministro australiano, John Howard, anunciou hoje no Parlamento que a Austrália vai enviar mais 120 soldados para Timor-Leste, onde Camberra já tem 1.110 militares integrados nas força internacional de paz.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
09:32
5
comentários
Finn Reske-Nielsen nomeado representante adjunto de Kofi Annan
Díli, 07 Set (Lusa) - O dinamarquês Finn Reske-Nielsen foi nomeado repr esentante especial adjunto do secretário-geral da ONU em Timor-Leste, anunciou h oje a missão das Nações Unidas em Díli.
.
Por
Malai Azul 2
à(s)
09:26
5
comentários
quinta-feira, setembro 07, 2006
PM dismisses East Timorese rebel's threats
ABC Online
07/09/2006.
ABC News Online
By Anne Barker
Prime Minister John Howard says he will leave the military to deal with new threats from the East Timorese rebel leader Alfredo Reinado.
Reinado, a military policeman charged with attempted murder and jailed over his role in East Timor's recent unrest, has been on the run for a week since breaking out of Dili's Becora jail with 56 other prisoners.
Reinado vows he will never hand himself in, and says he will shoot Australian soldiers if they attempt to recapture him.
"If they shoot me I will shoot them back because I have a right to protect myself in my country," he told SBS's Dateline program in a phone interview.
Mr Howard has dismissed his threats as propaganda, saying he will leave it for Australian troops to deal with.
"Those sorts of things are best dealt with by the military on the ground," he said.
Mr Howard says he has confidence in the Australian troops.
"Australian soldiers can handle that situation," he said.
"I have every confidence in Brigadier [Mick] Slater and I don't really think it adds anything for me to give a running response to every running piece of propaganda that comes from that particular person."
Loyalties
Reinado has spoken out against East Timorese Prime Minister Jose Ramos Horta, but says he remains loyal to President Xanana Gusmao.
Reinado says he is armed but denies he poses any threat to East Timor's security.
"As you know I never start any trouble all along," he said.
"The trouble is being start by somebody else and I stand up to stop that.
"Until now. Why is everybody still blame that I am the problem of this country? I'm not a problem of this country."
Reinado says he has made contact with Australian security forces since his escape and had told them to stop chasing him.
"Don't come after me because I'm not a problem of this nation," he said.
"The Government is a problem of this nation and my people will not let that happen because my people never want to hand me over.
"I'm willing to talk, with anyone to talk, to do any dialogue, but to hand over myself - no way."
Despite a massive police search for more than a week, none of the escapees has been found.
Por
Malai Azul 2
à(s)
10:44
26
comentários
Traduções
Obrigado pela solidariedade, Margarida!
Mensagem inicial - 16 de Maio de 2006
"Apesar de frágil, Timor-Leste é uma jovem democracia em que acreditamos. É o país que escolhemos para viver e trabalhar. Desde dia 28 de Abril muito se tem dito sobre a situação em Timor-Leste. Boatos, rumores, alertas, declarações de países estrangeiros, inocentes ou não, têm servido para transmitir um clima de conflito e insegurança que não corresponde ao que vivemos. Vamos tentar transmitir o que se passa aqui. Não o que ouvimos dizer... "