sábado, novembro 04, 2006

Pacific instability 'creating power vacuum'

AAP - November 03, 2006 07:47pm
By Vincent Morello

INSTABILITY in the Pacific is threatening Australia's relations in the region, opposition foreign affairs spokesman Kevin Rudd says.

Mr Rudd said the Federal Government had acted sensibly in sending two warships to Fiji to assist the possible evacuation of thousands of Australians in the event of a military coup.

But he said Australia's relations with other countries in the region were already strained because of civil unrest in East Timor and the continuing tension in diplomatic relations with Papua New Guinea and the Solomon Islands.

"I'm concerned about long-term strategic drift in our region, away from Australia's interests, a strategic vacuum being formed and I'm concerned about other countries moving in," Mr Rudd said.

He called for Foreign Affairs Minister Alexander Downer to host a meeting between all of the foreign affairs ministers of the Pacific Island nations.

He said the Pacific Island Forum in 2000 established such a measure "in the event of a domestic political crisis that was getting out of control in any of the island states".

He said he was encouraged that Mr Downer appeared to favour calling the meeting.

Fiji's military leader Frank Bainimarama has made continued threats since last month to overthrow the government if Fiji's prime minister Laisenia Qarase goes ahead with legislation to grant amnesty to organisers of Fiji's coup in 2000.

Commodore Bainimarama has threatened that Mr Qarase's continued refusals to step down "will result in bloodshed".

But he also indicated today through his deputy the military has no intent on staging a coup to oust Mr Qarase.

"Statements about bloodshed are just plain irresponsible," Mr Rudd said.

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1 comentário:

Margarida disse...

Tradução:
Instabilidade no Pacífico ' criando um vácuo de poder '
AAP - Novembro 03, 2006 07:47pm
Por Vincent Morello

A instabilidade no Pacífico está a ameaçar as relações da Austrália na região, diz o porta-voz dos negócios estrangeiros da oposição Kevin Rudd.

Mr Rudd disse que o governo Federal tinha actuado com sensibilidade ao enviar dois navios de guerra para as Fiji para assistir à evacuação possível de milhares de Australianos na eventualidade de um golpe militar.

Mas disse que as relações da Austrália com outros países na região já estavam tensas por causa do desassossego civil em Timor-Leste e das continuadas tensões nas relações diplomáticas com a Papua Nova Guiné e as Ilhas Salomão.

"Estou preocupado com a direcção estratégica a longo prazo na nossa região, para longe dos interesses da Austrália, está a formar-se um vácuo estratégico e estou preocupado com outros países a encaminharem-se para lá," disse Mr Rudd.

Exortou o Ministro dos Estrangeiros Alexander Downer a acomodar um encontro entre todos os ministros dos estrangeiros das nações das Ilhas do Pacífico.

Disse que o Fórum das Ilhas do Pacífico em 2000 estabeleceu tal medida "na eventualidade duma crise política doméstica que esteja a sair fora de controlo nalgumas das ilhas Estados ".

Disse que estava encorajado por Mr Downer parecer estar a favor da convocação desta reunião.

O líder militar das Fiji Frank Bainimarama tem feito ameaças continuadas desde o mês passado ao derrube do governo se o primeiro-ministro das Fiji Laisenia Qarase avançar com legislação para amnistiar o organizador do golpe de 2000 nas Fiji.

O Comodore Bainimarama ameaçou que se Mr Qarase continuar a recusar sair "haverá derramamento de sangue ".

Mas também indicou hoje através do seu Vice que os militares não têm a intenção de montar um golpe para derrubar Mr Qarase.

"Declarações sobre derramamento de sangue são simplesmente irresponsáveis," disse Mr Rudd.

Traduções

Todas as traduções de inglês para português (e também de francês para português) são feitas pela Margarida, que conhecemos recentemente, mas que desde sempre nos ajuda.

Obrigado pela solidariedade, Margarida!

Mensagem inicial - 16 de Maio de 2006

"Apesar de frágil, Timor-Leste é uma jovem democracia em que acreditamos. É o país que escolhemos para viver e trabalhar. Desde dia 28 de Abril muito se tem dito sobre a situação em Timor-Leste. Boatos, rumores, alertas, declarações de países estrangeiros, inocentes ou não, têm servido para transmitir um clima de conflito e insegurança que não corresponde ao que vivemos. Vamos tentar transmitir o que se passa aqui. Não o que ouvimos dizer... "
 

Malai Azul. Lives in East Timor/Dili, speaks Portuguese and English.
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