sexta-feira, janeiro 26, 2007

Acordo tri-lateral - RDTL, UN e Austália

Foi hoje assinado o Memorandum de Entendimento entre Timor-Leste, as Nações Unidas e a Austrália sobre a assistência à República Democrática de Timor-Leste.

O acordo foi assinado pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros, o RESG da UN, Atul Khare e a Embaixadora da Austrália, Margareth Twoney.

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Informação - Parlamento Nacional

Dili, 26 de Janeiro de 2007

Hoje, dia 26 de Janeiro de 2007, às h19:30, será transmitido em directo pela RTTL, o debate interactivo sobre a Lei Eleitoral para o Parlamento Nacional, com a susceptibilidade de intervenção dos ouvintes e telespectadores.
O debate contará com a presença dos Senhores Deputados: Vicente Faria, Vice-Presidente da Comissão de Assuntos constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, em representação da Bancada Parlamentar da Fretilin, e Manuel Tilman, em representação das Bancadas Parlamentares da Oposição.

Com os melhores cumprimentos,

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Ohin, loron 26 fulan Janeiru Tinan 2007, Membru husi Parlamentu Nasional, Sr. Vicente Faria, Vise-Prezidente Komisaun Asuntu Konstitusional, Direitu, Liberdade no Garantia, representasaun husi Bankada Parlamentar Maioria, no Sr. Manuel Tilman representasaun husi Bankada Parlamentar Opozisaun sei halo debate interaktivu iha Televisaun, iha oras 19h30 kalan, koalia kona ba Lei Eleitoral para o Parlamento Nacional. Ovintes no telespetadores sira bele hato perguntar ba convidadus sira.

Obrigado barak. Cumprimentus,

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Today, January 26, at 19h30, RTTL will broadcast the live interactive debate on the Law for the Election of the National Parliament, with the possibility for the viewers/listeners to take part in the discussion.

The debate will count with the presence of Mr. Vicente Faria, Vice President of the Committee of Constitutional Affairs, Rights, Freedoms and Guarantees, in representation of the Fretilin Party Bench and of Mr. Manuel Tilman, in representation of the Opposition Party Benches.

Best Regards,

Celina de Jesus
Relações Publicas do Parlamento Nacional

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CPLP realça importância de eleições para consolidar democracia

Lisboa, 25 Jan (Lusa) - A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) sublinhou hoje a "importância da realização de eleições", este ano, para a "consolidação das instituições democráticas em Timor-Leste", expressando a sua disponibilidade para colaborar neste processo.

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Dos leitores - Tradução da Margarida

Comentário sobre a sua postagem "We're willing to talk to Reinado: Leahy":

Basta de conversa. Prendam-no já. Imaginem se os presos começarem a fugir das prisões e a dizerem que não há necessidade de correrem atrás deles porque eles se vão entregar um dia destes.

Em que é que se tornava este país? E porque é que devemos confiar em alguém que fugiu da prisão?

Se a polícia ou seja quem for que tem o comando, está cá simplesmente para falar e não persegue os fugitivos, podem simplesmente voltar para os seus países.

Já chega. Acabem com a conversa, prendam-no.
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Dos leitores

Margarida deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Dos leitores":

Acho piada que alguém consiga ter escrito sobre a crise de Timor-Leste e nem uma única vez tenha usado as palavras “petróleo”, “gás”, “Austrália”, “USA”, “Indonésia”…

Principalmente com as conclusões não deixei de sorrir: afinal, é a justiça que vai permitir que Alkatiri “consiga afastar Xanana” (quando o Xanana parece que nem vai concorrer);

“revelar as insuficiências de Ramos Horta” (e eu a pensar que já todos as tinham topado);

“arrumar com Lobato (…) que vai ficar na mão de Alkatiri relativamente a um indulto ou amnistia” (mas não é o PR quem amnistia?…);

“mostrar ao mundo que a única altura em que Timor-Leste avançou económico-socialmente e que teve paz social foi quando era primeiro-ministro” (Como se o Banco Mundial não o tivesse já dito…);

“Dizer ao mundo que é um democrata” (como se a Comissão de Inquérito da ONU não o tivesse já dito…

Claro que no fim fica o rabo que o gato andou a esconder. É que ao afirmar que o Alkatiri já recebeu “suporte financeiro para as próximas eleições” de Portugal, não é difícil adivinhar que quem isto escreveu anda a trabalhar para a oposição. Talvez a meter umas cunhas a Australianos e Americanos também para suporte financeiro?

Mas que me diverti, lá isso é verdade. Afinal há humoristas em TL para além do Xanana...

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Timor: ONU quer «solução cultural» para violência em Díli

Diário Digital / Lusa
25-01-2007 15:57:33

A violência urbana em Díli, que deixou cinco mortos em menos de uma semana e meia, pode ter uma «solução cultural», afirmou esta quinta-feira o responsável pela Segurança da Missão Integrada das Nações Unidas em Timor-Leste (UNMIT).

«Queremos uma solução cultural, digamos psicológica, para o problema da violência em Díli», afirmou Eric Tan, vice-representante do secretário-geral da ONU em Timor-Leste com o pelouro da Segurança na UNMIT, numa conferência de imprensa em Díli dedicada ao problema.

O chefe da UNMIT, Atul Khare, reconheceu na mesma ocasião que «há um aumento preocupante da violência» na capital timorense.

A UNMIT e representantes do Ministério do Trabalho e do gabinete do primeiro-ministro de Timor-Leste, José Ramos-Horta, encontraram-se quarta-feira com os líderes dos quatro principais grupos de artes marciais timorenses.

«A nossa mensagem para eles foi simples: este ciclo de violência com ataques e contra-ataques tem de acabar», referiu Eric Tan.

Para hoje estava previsto um segundo encontro «de negociação» juntando líderes dos «grupos que constituem o maior problema em Díli», o PSHT e o 77-77, acrescentou o mesmo responsável da UNMIT.

Atul Khare, Eric Tan e o comissário da Polícia das Nações Unidas (UNPOL) em Timor-Leste, Rodolfo Tor, passaram em revista os incidentes dos últimos dias e as medidas para resolver a situação.

Conforme ficou patente pela descrição sumária mas explícita lida por Rodolfo Tor, as vítimas sofreram ataques directos com armas de fogo, catanas ou apedrejamento.

Entre os cinco mortos registados nos últimos dias, estão um jovem timorense encontrado numa estrada periférica de Díli, dois elementos da Polícia Nacional de Timor-Leste (que não estavam fardados nem de serviço quando foram atacados) e dois outros indivíduos, um deles relacionado com grupos de artes marciais.

Desde o início do ano, foram detidas 32 pessoas relacionadas com os ataques e confrontos de rua.
Catorze desses indivíduos estão ainda sob custódia das autoridades, 18 foram presentes a tribunal e 13 foram condenados.

«Não houve informações sobre influências políticas na violência dos grupos, mas abordámos a questão da responsabilidade dos líderes pelos indivíduos e pelos grupos e a forma de gerir as diferenças entre as pessoas», adiantou Eric Tan.

Apesar de a responsabilidade dos grupos de artes marciais por vários incidentes estar comprovada, os seus líderes não estão detidos.

«Até ao momento, a acusação está restrita aos responsáveis concretos da violência, baseado no testemunho directo», notou ainda Eric Tan.

Atul Khare salientou que «o importante é ver o aumento da violência no longo prazo».

O chefe da UNMIT e representante especial do secretário-geral da ONU em Timor-Leste colocou as estatísticas dos incidentes em perspectiva e concluiu que «a última semana foi ainda menos perigosa do que o início de Dezembro de 2006».

Entre o final de Outubro e a primeira semana de Dezembro, registaram-se 1.500 incidentes na capital.

«Na primeira semana de Janeiro, e graças à ajuda do povo timorense, o número de incidentes registados desceu para 38», pormenorizou Atul Khare.

A situação do major Alfredo Reinado foi também abordada na conferência de imprensa.

A ONU insiste que o militar foragido deve entregar-se e «enfrentar a Justiça».

Reinado é a figura principal da rebelião no seio das Forças de Defesa de Timor-Leste em Abril e Maio de 2006.

O major foi preso em Julho do ano passado, mas fugiu a 30 de Agosto da prisão de Becora, em Díli.

«A justiça é para todos. Não pode haver impunidade aqui nem em qualquer lado do mundo», frisou Atul Khare.

«Gostaria de ouvir dos líderes de Timor-Leste que neste país não há impunidade», insistiu Atul Khare.

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Dos leitores

Margarida deixou um novo comentário sobre a sua postagem "ONU quer major Alfredo Reinado a «enfrentar a justiça»":

"Reinado mudou de Suai para Ermera com livre passagem dada pelo primeiro-ministro". Isto é o PM assina um acordo com a ONU onde lhe dá plenos poderes sobre a segurança em TL e simultâneamente dá "livre passagem" a um preso em fuga!

E a ONU aceita? E só agora denuncia? Espantoso!

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Dos leitores

Comentário sobre a sua postagem "We're willing to talk to Reinado: Leahy":

Enough with the talking. Arrest him already. Imagine if prisioners start breaking out of prison and start saying that there is no need to go after them because they will surrender someday.
What would this country become? And why should we trust someone who escaped from prison?

If the police or whoever is in charge is here just to talk and not go after the fugitives the they might as well go back to their own country.

Enough is enough. No more talking, arrest him.

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Dos leitores

Comentário sobre a sua postagem "Dos leitores":

ALKATIRI – O VENCEDOR “ACIDENTAL”!

Da crise de Abril / Maio de 2006, haverá, sem dúvida, um vencedor, que tudo indica, ser “acidental”, já que ninguém dava nada por ele! De seu nome: Mari Alkatiri.

Vejamos:

O Xanana, na sua ingenuidade e na falta de postura de Estado, quis aproveitar-se da situação dos “peticionários”, “dar o golpe”, e transformar Timor num Estado presidencialista sob a sua orientação. Ingenuidade, porque Xanana achava que o melhor para Timor era um governo de unidade nacional, com ele a mandar e nunca percebeu a Constituição de Timor-Leste, nem nunca percebeu o conceito de divisão de poderes de Montesquieu, nem, o nosso Professor Pedro Bacelar de Vasconcelos, teve a habilidade de o instruir.

Após estes anos, Xanana não conseguiu ultrapassar as divisões do tempo da guerrilha e o seu ódio à Fretilim e isso reflectiu-se claramente nesta crise (note-se as criticas às cores da bandeira – que se parece à da Fretilim - e à sigla F-FDTL).

Inábil, Xanana cometeu erro atrás de erro. Apoiou Reinado, manobrou com Fátima da Paula Martins, instruiu Longuinhos Monteiro, encostou-se a Haisegawa, encontrou-se com Wiranto, etc.

No fim, as contas saíram-lhe furadas! Toparam-lhe o jogo, anteciparam-se jogadas e Xanana foi sendo ultrapassado pelos acontecimentos. Perdeu o controlo da situação!

Foi a GNR que efectuou a busca à casa que Xanana tinha destinado ao Reinado (nesse dia o Capitão Carvalho personificou o “génio português” com a atitude de não submissão …) foram os Australianos que prenderam Reinado (pelo menos o Brigadeiro-General Slater “vestiu-se pelas pernas” nesse dia), foram os magistrados dos PALOP que determinaram a prisão de Reinado e o Xanana terminou o dia sem poder justificar às suas hostes aquilo que é elementar em doutrina militar – proteger os soldados.

E o descrédito do nosso presidente continuou: os grupos de “artes-marciais” não lhe ligaram “pevas”, apesar dos sucessivos apelos e cerimónias públicas mais ou menos ridículas ( a verdade é que os jovens educados sob o regime indonésio, sem emprego e sem educação, estão-se nas tintas para o “grande timoneiro” ). O Taur mandou-o a banhos (aliás já no tempo da guerrilha houve tentativas do TMR em liderar a resistência), foi a crise que se seguiu à queda de Alkatiri e que ainda subsiste. Ou seja, Xanana, com todo o respeito que temos por ele, nunca conseguiu descolar da postura do guerrilheiro, de futuro agricultor de abóboras (será a concretização de um sonho de juventude?) e alcandorar-se à de estadista.

No que toca a Ramos Horta a crise tornou visível de que se trata de um politico de “cosmética”, mais interessado em viajar do que em governar. Tirando situações pontuais como o arranjo de jardins em frente do Palácio do Governo mostrou-se uma personalidade errante, titubeante, contraditória, incoerente, sem consistência, muitas vezes “politicamente incorrecto”. Embora destaque em Timor-Leste, falta-lhe alguma “garra” para conduzir o País à independência económica e ao “bem-estar” dos cidadãos. Dá ideia que “navega à vista”.. Absorveu aquilo que de pior tem a politica ocidental – o show, sem conseguir dar-lhe substrato (veja-se a recente ida ao Oekussi).

A única “sombra” que Alkatiri tinha e que lhe poderia provocar danos está neste momento a ser dissipada. Lobato, “enfant terrible”, o voluntarista, o homem dos diamantes, aquele que em Moçambique se fardava de militar e de ministro da defesa de Timor-Leste durante as cerimónias oficias, aquele que faz manifestações à frente do Tribunal, aquele que durante a luta de libertação chegou a sequestrar Ramos Horta em Moçambique, aquele que metia medo a tudo e a todos, aquele que motivou o pedido de Alkatiri a Portugal para que mandasse GNRs para Timor (caso não saibam o pedido começou a ser elaborado antes da crise porque Alkatiri, já nessa altura, queria um contra-poder “armado” a Lobato e à capacidade ”armada” que este dispunha com a PNTL - porque tinha medo deste), está a ser julgado e será, sem dúvida, condenado. Lobato que era o único que podia causar prejuízo a Alkatiri está a protegê-lo. No julgamento de Lobato, Alkatiri está a passar no meio dos pingos de chuva (para isso muito está a contribuir Rai Los após ter apanhado um susto com o atentado à vida que lhe fizeram!!!).

Na altura da crise, em Portugal, um dos políticos gerados pelo “25 de Abril”, Medeiros Ferreira, fugaz ministro dos negócios estrangeiros e actual comentador desportivo da rádio, do alto da cátedra, invocando Cruza Malapata, um autor Italiano que escreveu um livro intitulado “Técnicas de Golpe de Estado” escrevia num jornal português que o Judiciário tinha sido instrumentalizado no golpe que derrubou Alkatiri. Não sei se foi instrumentalizado ou não. Agora o que sei é que o judiciário de Timor-Leste levou Alkatiri em braços até à meta: arquivado o inquérito contra Alkatiri (como já foi e o Longuinhos como bom soldado dos Indonésios que foi, está a cumprir ordens e a dizer que ainda está em investigação) e condenando Lobato, a justiça vai permitir que Alkatiri

- consiga afastar Xanana

- revelar as insuficiências de Ramos Horta

- arrumar com Lobato (o qual vai ficar na mão de Alkatiri relativamente a um indulto ou amnistia que certamente aparecerá após as eleições).

- mostrar ao mundo que a única altura em que Timor-Leste avançou económico-socialmente e que teve paz social foi quando era primeiro-ministro.

- Dizer ao mundo que é um democrata, respeita as instituições de um Estado Democrático de Direito, tanto mais quanto é certo que se demitiu e, contrariamente a uns (Reinado e Rai Los) submeteu-se ao poder judicial e fui ilibado por esse poder judicial.

É claro que a tudo isto acresce o facto de já ter recebido suporte financeiro para as próximas eleições durante sua “visita médica” a Portugal e a Moçambique. Com suporte financeiro e a Fretilim reorganizada e com a experiência politico-partidária quem tem, tudo leva a crer que voltará a primeiro-ministo, com a oportunidade única de varrer a casa!

…há coisas na vida!

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ONU quer major Alfredo Reinado a «enfrentar a justiça»

Diário Digital / Lusa
25-01-2007 13:25:00

A Missão Integrada das Nações Unidas em Timor-Leste (UNMIT) insistiu hoje que o major Alfredo Reinado deve «enfrentar a Justiça» entregando-se às autoridades.

«Estivemos com o major duas vezes em Janeiro com uma única missão: convencer Reinado a aceitar a Justiça», afirmou Eric Tan, vice-representante do secretário-geral da ONU em Timor-Leste com a área da Segurança.

Alfredo Reinado é o principal rosto da rebelião no seio das Forças de Defesa de Timor-Leste (FDTL), que mergulhou o país numa crise política e militar em Abril e Maio do ano passado e conduziu à demissão do primeiro-ministro Mari Alkatiri.

O major Reinado foi preso em Julho em Díli por posse ilegal de material de guerra, durante uma busca de rotina da GNR a três residências.

Reinado esteve detido na prisão de Becora, em Díli, de onde se evadiu um mês depois, a 30 de Agosto.

Atul Khare, representante especial do secretário-geral da ONU em Timor, sublinhou as palavras do seu «número dois» informando que «Reinado já não goza de autorização de passagem».

«Reinado mudou de Suai para Ermera com livre passagem dada pelo primeiro-ministro», informou Atul Khare referindo-se ao trânsito do militar foragido da fronteira sudoeste para a região montanhosa de Ermera.

«De facto, as estradas estão bloqueadas à volta dele», adiantou o chefe da UNMIT na conferência de imprensa dedicada à avaliação da situação de segurança na capital timorense.

Atul Khare referiu-se ao cordão de segurança montado em torno de Reinado pelas Forças de Defesa australianas.

O primeiro-ministro timorense, José Ramos-Horta, tem repetido que Reinado é «um foragido à Justiça» a quem não vai «apertar a mão».

Numa entrevista recente a um jornal de Díli, Alfredo Reinado ameaçou «levar» para a morte muitos soldados australianos no caso de as forças internacionais em Timor-Leste desencadearem uma operação de captura.

Com Alfredo Reinado evadiram-se da prisão de Becora 56 reclusos, incluindo 16 ex-soldados das FDTL e cinco condenados por homicídio.

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Caso dos 5 de Balibo

Paulo Fátima Martins parte no próximo dia 31 de Janeiro para a Austrália para testemunhar no caso dos jornalistas mortos em 1975, por militares indonésios, em Balibo.

Greg Shackleton, 27, Gary Cunningham, 27, Tony Stewart, 21, Malcolm Rennie, 28, e Brian Peters, 29.

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Notícias - traduzidas pela Margarida

TIMOR-LESTE: PRESIDENTE DA COMISSÃO EUROPEIA BARROSO APELA AO DIÁLOGO NACIONAL

Dili, 24 Jan. (AKI) - O Presidente da Comissão Europeia e antigo primeiro-ministro de Portugal, José Manuel Barroso, apelou ao diálogo nacional em Timor-Leste, a antiga colónia Portuguesa invadida pela violência. A informação obtida pela Adnkronos International (AKI) revelou que - numa carta dirigida ao presidente de Timor-Leste, Xanana Gusmão e ao primeiro-ministro do país, José Ramos Horta - Barroso pediu que o partido político Fretilin e o seu secretário-geral, Mari Alkatiri, sejam incluídos em qualquer diálogo para o futuro do país.

Espera-se que a carta seja entregue aos dois líderes Timorenses esta semana, pelo representante especial da UE em Timor-Leste, Miguel Amada, que presentemente está no país.

Alkatiri foi forçado a resignar em Junho último, depois do desassossego ter levado 37 pessoas à morte. A violência foi desencadeada pela decisão de Alkatiri de demitir 600 soldados que estavam em greve depois de se queixarem de discriminação racial no seio das forças armadas. Durante o desassossego, Alkatiri e Gusmão posicionaram-se no que a maioria dos observadores descreveu como uma luta de poder. Alkatiri foi substituído por Horta, que é visto como um aliado próximo de Gusmão.

A Fretilin é o maior partido político do país, e Alkatiri é ainda considerado o corredor da frente nas eleições nacionais, previstas para Maio próximo.

Os Portugueses começaram a comerciar com a ilha de Timor no princípio do século 16º e colonizaram-na em meados desse século. Lisboa manteve o controlo até Timor-Leste ter-se declarado independente em 28 de Novembro de 1975 e ter sido invadido e ocupado por forças Indonésias nove dias depois. Os 800,000 habitantes do pequeno país do Sudeste Asiático votaram pela independência em 1999 e ganhou este estatuto em Maio de 2002.

(Fsc/Ner/Aki)

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Novas evidências no caso dos Cinco de Balibo
Janeiro 25, 2007 - 5:44AM

Um funcionário reformado que trabalhou numa estação de escuta super secreto perto de Perth em 1975 diz que ouviu soldados Indonésios em Timor-Leste a falarem sobre a "eliminação" dos Cinco de Balibo.

Relatos oficiais mantém que os jornalistas com base na Austrália - Greg Shackleton, 27, Gary Cunningham, 27, Tony Stewart, 21, Malcolm Rennie, 28, e Brian Peters, 29, - foram mortos em fogo cruzado na cidade Timorense de Balibo em 1975, mas as suas famílias insistem que foram assassinados por tropas Indonésias.

A investigadora de NSW, Dorelle Pinch, no mês passado convocou os operadores de rádio que trabalharam na Estação de Escuta da Directoria dos Sinais da Defesa na Baía de Shoal, perto de Darwin, em 1975, para se apresentarem ao inquérito sobre a morte do Sr Peters.

Mas um funcionário de uma unidade de comunicações super secreta perto da base Pearce da RAAF, perto de Perth, apresentou-se com informação que diz que o tem perturbado desde há 30 anos.

O funcionário de sinais, que falou em condições de anonimato à News Ltd, disse que o seu treinador, Sargento de Aviação Alan Oldacres-Dear, disse aos que se treinavam que ouviu discussões entre militares Indonésios sobre a "eliminação" dos jornalistas.

"Quero que as famílias dos homens saibam que as pessoas que souberam disto então ... que isto nos corrói, este voto de silêncio," disse.

"O O-D usou as palavras 'serem eliminados."

O inquérito de investigação de NSW começa em 5 de Fevereiro.

© 2007 AAP

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Conversas em posto secreto gravadas falam de “eliminações” de jornalistas

Por Janet Fyfe-Yeomans
Janeiro 25, 2007 01:00am
Artigo de: Daily Telegraph

Tropas da Indonésia foram gravadas por uma anteriormente desconhecida estação de escuta Australiana a discutir a execução de cinco jovens jornalistas Australianos.

A Unidade de Telecomunicações Nº 3 da RAAF era tão super secreta que pouco foi referenciada a sua existência, mesmo em publicações formais da força aérea.

Polícias e advogados que investigam a morte dos cinco jornalistas em Balibo em 1975 focalizaram-se se tráfego de rádio sobre a sua morte tinha sido apanhada pela Directoria dos Sinais da Defesa na Baía de Shoal, perto de Darwin.

Mas pela primeira vez, um antigo funcionário de sinais na agora desmantelada 3TU, que estava próxima da RAAF Pearce, no exterior de Perth, revelou que ouviram também as discussões dos militares Indonésios.

A evidência nova vem de uma vice-investigadora de NSW, Dorelle Pinch que finaliza as questões procedimentais antes do inquérito à morte de um dos jornalistas, Brian Peters, que começa em 5 de Fevereiro.

O funcionário de sinais, que pediu para manter secreta a sua identidade, disse que o seu treinador de sinais, Sargento de Aviação Alan Oldacres-Dear, disse aos que treinavam que ouviu a gravação de soldados Indonésios em Timor-Leste a discutirem a "eliminação" dos jornalistas, que estavam a cobrir a invasão Indonésia de Timor-Leste.

O funcionário de sinais reformado disse que a verdade o tinha "corroído " durante 30 anos.

"Quero que as famílias dos homens saibam que as pessoas que souberam disto então ... que isto nos corrói, este voto de silêncio," disse.

"O O-D usou as palavras 'serem eliminados'."

O operador de câmara do Channel 9, Brian Peters, 29, e repórter Malcolm Rennie, 28, o repórter do Channel 7 Greg Shackleton, 27, e operador de câmara Gary Cunningham, 27, e o operador de som Tony Stewart, morreram todos em Balibo em 16 de Outubro de 1975.

O Sargento de aviação Oldacres-Dear, conhecido como O-D pelos seus homens, morreu em 1987 e o seu filho, Neil, confirmou que o pai trabalhou na longínqua estação de escuta mas disse que nunca discutiu as questões de trabalho.

Contudo, The Daily Telegraph confirmou que a 3TU, a única unidade da RAAF que esteve continuamente operacional 24 horas por dia durante 45 anos, monitorizou o tráfego de rádio da vizinhança do Norte da Austrália em conjunção com a DSD.

"É tudo secreto ainda. Não nos era autorizado discutirmos entre nós mas discutíamos e a quem escutávamos," disse o antigo presidente da Associação 3TU, Barry Mayne.

A única história escrita da unidade sugere que permanece pouca evidência para ajudar os investigadores a trabalharem no inquérito.

Afirma que muitas gravações, particularmente entre 1960 e 1978, estão em falta.

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quinta-feira, janeiro 25, 2007

Comunicado - PM


REPỨBLICA DEMOCRẤTICA DE TIMOR LESTE
GABINETE DO PRIMEIRO MINISTRO

Dili, 25 Janeiru 2007

ATENSAUN BA MEDIA

SE Primeiru Ministru Dr Jose Ramos-Horta iha loron Sesta–feira, 26 Janeiru 2006, iha tuku 11.30 dade-sanr, ho participasaun husi Senhora Ministra Estatal no Administrasaun, Dra. Ana Pessoa, iha seremonia asinatura protokoler ho governu Austrália kona-ba dezenvolvimentu husi programa kapasitasaun do setõr publiku iha Timor-Leste.
Seremonia ida nee sei halao iha Gabinete Primeiru Ministru, iha palácio do Governu
Hodi nunee ami hakarak konvida media sira hotu hodi mai partisipa iha programa ida nee..

NOTA DE AGENDA

Sus Exª o Primeiro-Ministro, Dr. José Ramos Horta, preside 6ªfeira (26/01) às 11,30 horas, com a participação da Senhora Ministra de Estado e da Administração, Drª Ana Pessoa, à assinatura com o governo da Austrália de um protocolo para o desenvolvimento do Programa de Capacitação do Sector Público de Timor-Leste.
A cerimónia realiza-se nas instalações do gabinete do Primeiro-Ministro, no Palácio do Governo.

MEDIA ALERT
HE Prime Minister Dr Jose Ramos-Horta presides to the signing ceremony with the participation of HE the Minister of State and Administration, Dra Ana Pessoa of a Memorandum of Understanding with the government of Australia relating to Timor-Leste Public Sector Capacity Development Program.
This ceremony will be held at the Office of Prime Minister on Friday, 26 January, 2007 at 11,30 am.


Joel Maria Pereira
Information / Media Officer
Ba Primeiru Ministru Timor-Leste
Dr Jose Ramos Horta
Email: riko_joel@yahoo.com
Telephone: +670 7254740

Ivana Belo
Information / Media Officer
Ba Primeiru Ministru Timor-Leste
Dr Jose Ramos Horta
Email: unugina2004@yahoo.com
Telephone: +670 724 3559.

Antonio Ramos Andre
Media Advisor
To the Prime Minister of Timor-Leste
Dr. Jose Ramos Horta
Telephone: +670 7319905

FIM.


Nota:

1. Com tantos media advisors não há um que saiba escrever correctamente o nome do país?
Uma ajuda:
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE

e já agora, Primeiro-Ministro...

2. E porque será que o assessor de imprensa português é "Media Advisor To the Prime Minister of Timor-Leste" e não, Assessor de Imprensa do Primeiro-Ministro, escrito na língua oficial do país?

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Dos leitores

Comentário sobre a sua postagem "Marcação de datas para as eleições presidenciais e legislativas - questões sobre possível inconstitucionalidade (1)": Lindo!!

O máximo responsável da crise que viola a lei desde o primeiro minuto de forma grosseira,

1. Protege criminosos

2. Leva à demissão de um primeiro ministro com uma cassete oferecida pelos australianos.

3. Lança o país no caos, na violência gratuita.

4. Grita vitória por ter ganho uma "guerra" por cima dos cadáveres dos seus próprios irmãos.

5. Pretende derrubar o parlamento nacional.

6. Põe em causa os Tribunais, o pouco que resta para que Timor ainda se possa chamar um pais.

7. Nomeia um Procurador-Geral violando a lei. Talvez porque são "amigos" e ...... tanto mais haveria para dizer!!

Remeta-se ao silêncio Senhor Xanana para pelo menos ainda conseguir fazer de conta que é o Presidente da República de um País e de todos os Timorenses!
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Notícias

EAST TIMOR: EU PRESIDENT BARROSO APPEALS FOR NATIONAL DIALOGUE

Dili, 24 Jan. (AKI) - European Union president and former prime minister of Portugal, Jose Manuel Barroso, has appealed for national dialogue in East Timor, the violence-ridden former Portuguese colony. Information obtained by Adnkronos International (AKI) revealed that - in a letter addressed to East Timor's president, Xanana Gusmao and the country's prime minister, Jose Ramos Horta - Barroso has asked that the Fretilin political party and its secretary general, Mari Alkatiri, be included in any dialogue for the future of the country.

The letter is expected to be delivered to the two Timorese leaders this week, by the EU special representative to East Timor, Miguel Amada, who is presently in the country.

Alkatiri was forced to resign last June, after unrest led to the death of 37 people. The violence was spurred by Alkatiri’s decision to dismiss 600 soldiers who were on strike after complaining of racial discriminations within the army. During the unrest, Alkatiri and Gusmao squared off in what most observers described as a power struggle. Alkatiri was replaced by Horta, who is seen as a close ally of Gusmao.

Fretilin is the country’s largest political party, and Alkatiri is still considered the frontrunner in the national election, slated for next May.

The Portuguese began to trade with the island of Timor in the early 16th century and colonised it in mid-century. Lisbon maintained control until East Timor declared itself independent on 28 November 1975 and was invaded and occupied by Indonesian forces nine days later. The 800,000 inhabitants of the tiny Southeast Asian country voted for independence in 1999 and gained this status in May 2002.

(Fsc/Ner/Aki)

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Fresh evidence in Balibo Five case
January 25, 2007 - 5:44AM

A retired signalman who worked at a top secret listening station near Perth in 1975 says he heard Indonesian soldiers in East Timor talking about the "elimination" of the Balibo Five.

Official reports maintain the Australian-based journalists - Greg Shackleton, 27, Gary Cunningham, 27, Tony Stewart, 21, Malcolm Rennie, 28, and Brian Peters, 29, - were killed in crossfire in the East Timorese town of Balibo in 1975, but their families insist they were murdered by Indonesian troops.

NSW Coroner Dorelle Pinch last month called on radio operators who worked at the Shoal Bay Defence Signals Directorate Receiving Station, near Darwin, in 1975, to come forward ahead of an inquiry into the death of Mr Peters.

But a signalman from a top-secret communications unit near the Pearce RAAF base, near Perth, has come forward with information he says has been troubling him for 30 years.

The signals officer, who spoke to News Ltd on condition of anonymity, said his training officer, Flight Sergeant Alan Oldacres-Dear, told trainees he heard Indonesian military discussions of the "elimination" of the journalists.

"I want the families of the men to know that the people who knew about this then ... that this eats into you, this vow of silence," he told News Ltd.

"The O-D used the words 'to be eliminated."

The NSW coronial inquiry begins on February 5.

© 2007 AAP

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Secret post recorded talk of journo 'eliminations'
By Janet Fyfe-Yeomans
January 25, 2007 01:00am
Article from: Daily Telegraph

INDONESIAN troops were recorded by a previously unknown top secret Australian listening station discussing the execution of five young Australian journalists.

The RAAF No.3 Telecommunications Unit was so highly classified that little reference to its existence was made even in formal air force publications.

Police and lawyers investigating the deaths of the five journalists in Balibo in 1975 have focused on whether radio traffic about their deaths was picked up by the Defence Signals Directorate at Shoal Bay, near Darwin.

But for the first time, a former signals officer at the now-disbanded 3TU, which was close to RAAF Pearce, outside Perth, has revealed they also heard the Indonesian military discussions.

The fresh evidence comes as NSW deputy coroner Dorelle Pinch finalises procedural matters before the inquest into the death of one of the journalists, Brian Peters, begins on February 5.

The signals officer, who has asked that his identity remain secret, said his training officer, Flight Sergeant Alan Oldacres-Dear, told trainees he heard the recording of Indonesian soldiers in East Timor discussing the "elimination" of the journalists, who were covering the Indonesian invasion of East Timor.

The retired signals officer said the truth had "eaten him away" for 30 years.

"I want the families of the men to know that the people who knew about this then ... that this eats into you, this vow of silence," he said.

"The O-D used the words 'to be eliminated'."

Channel 9 cameraman Brian Peters, 29, and reporter Malcolm Rennie, 28, Channel 7 reporter Greg Shackleton, 27, cameraman Gary Cunningham, 27, and sound recordist Tony Stewart, all died in Balibo on October 16, 1975.

Flt Sgt Oldacres-Dear, known as O-D by his men, died in 1987 and his son, Neil, confirmed his father worked at the remote receiving station but said he never discussed his job.

However, The Daily Telegraph has confirmed that 3TU, the only RAAF unit to have been continuously operational 24 hours a day for 45 years, did monitor radio traffic from Australia's northern neighbours in conjunction with the DSD.

"It is all still secretive. We weren't allowed to discuss ourselves what we did and who we listened to," former 3TU Association president Barry Mayne said.

The only written history of the unit suggests little evidence remains to help investigators working with the inquest.

It states that many official records, particularly between 1960 and 1978, are missing.

Dos leitores

(Tradução da Margarida)

Comentário sobre a sua postagem "We're willing to talk to Reinado: Leahy":


Aussie 1 para Alfredo: Parece que estavam a conspirar.

Alfredo: Ok vou falar grosso

Aussie 2: Hey boa ideia

Alfredo: Vou atirar contra os Aussies, reparem, tenho uma espingarda mais duas pistolas de água, estou bem treinado.

Aussie:1 Bem, Alfredo deve entregar-se. Não, Não, Não...Estamos prontos para conversar com o Alfredo. Ele é demasiado perigoso, está bem armado e os nossos soldados não estão treinados para lidar com pistolas de água.

Horta: Hey rapazes. Bom plano, esse era o meu plano, lembrem-se. Disse que as forças Internacionais deviam prender o Reinado (dava bom aspecto). Depois disse que ele devia entregar-se. Depois chamei-lhe criminoso mas não disse ao Procurador-Geral para dar ordem de prisão. Estão a ver, era fácil

Xanana: Saiam sapazes, estou a escrever o meu novo ensaio. A propósito querem uma VB?


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quarta-feira, janeiro 24, 2007

EAST TIMOR: PEACEKEEPERS HERE TO RELAX SAYS PARLIAMENT SPEAKER

Dili, 24 Jan. (AKI) - The president of the East Timor National Parliament Francisco "Lu-Olo" Guterres said that he is starting to question the presence of the international forces and the UN Police (UNPOL) officers in East Timor, as they seem more concerned about holidaying than responding to the crisis situation. In an interview with Adnkronos International (AKI), he stated that maybe the local police should take over.

"People told us [the Parliament] that security in Dili is at a minimum because the international forces and UNPOL spend their time at the beach, rather than performing their duties,” Guterres told Adnkronos International on Wednesday. “If the situation does not change, maybe it is better for them [the international forces] to hand the security responsibilities to the national police,’ he added.

Guterres said that the international forces should take a strong stand against the martial arts gangs, which are seen at the core of the latest violence.

“After the political and military crisis of last year, it is now the members of the martial art groups that make our people suffer,” he said.

An outbreak of violence in Dili in May 2006 saw 37 killed when clashes between security force factions degenerated into street violence and forced former Prime Minister Mari Alkatiri to resign. He was replaced in July by Jose Ramos-Horta, a Nobel Peace Prize winner. Moreover, the unrest prompted the former Portuguese colony to seek the deployment of foreign peacekeepers and UN police.

However, sporadic violence has continued in a changed scenario that has seen, more and more often, street gangs and rival martial art schools pitted against each other. More people have been killed in Dili, the country’s capital, and surrounding districts, in the last few months, including four more deaths since Sunday.

(Fsc/Ner/Aki)

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Leahy: Estamos disponíveis para falar com Reinado

(Tradução da Margarida)

Janeiro 24, 2007 - 1:44PM

O chefe das forças armadas da Austrália General Peter Leahy diz que o líder amotinado Timorense Alfredo Reinado pode ter ainda um papel na reconstrução do país destroçado, apesar da sua ameaça de matar tropas Australianas se tentarem forçá-lo a entregar-se.

Reinado tem estado em fuga desde que fugiu de uma prisão de Dili juntamente com mais outros 50 em Agosto do ano passado.

Fora detido com acusações sobre posse de armas a seguir à violência sangrenta que irrompeu na pequena nação em Abril e Maio.

As negociações para a entrega de Reinado continuam, com a ONU e o governo Timorense, segundo relatos, em negociações com o líder amotinado nos últimos dias para tentarem convencê-lo a entregar-se.

Reinado avisou que levaria com ele soldados Australianos que tentassem forçá-lo a entregar-se.

"Este é o meu país. Tenho orgulho em morrer pelo meu país, para defender o direito do meu país e da minha gente," disse Reinado à televisão ABC esta semana.

"mas a minha promessa é, se trouxerem milhares, levarei alguns comigo."

O Tenente-Gen Leahy disse que as Forças Armadas Australianas se mantinham disponíveis para falar com ele, apesar das suas ameaças.

"Penso que o que ele disse é infeliz," disse o Tenente-Gen Leahy à AAP em Canberra na Quarta-feira.

"Sei que já houve muito trabalho para tentarem convencer Reinado a regressar e a participar no processo da justiça e da reconciliação que está a acontecer em Timor-Leste e encorajo-o a fazer isso, que ele regresse e participe no processo de restaurar a lei e a ordem, de ajudar Timor-Leste a avançar como uma nova nação.

"Gostava de o ver de regresso e a participar nessa reconstrução," disse.

Soldados Australianos montaram barreiras nas estradas na área à volta do acampamento de Reinado numa aldeia a quarto horas de distância de carro a oeste de Dili, onde ele está com os movimentos controlados.

Foi dito que Reinado cancelou um encontro com a ONU na semana passada porque as tropas Australianas estavam a tentar prendê-lo.

"Penso que eles são muito poderosos, estão bem treinados e estou pronto porque eu próprio também estou," disse Reinado.

© 2007 AAP
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Dos leitores

Comentário sobre a sua postagem "We're willing to talk to Reinado: Leahy":


Aussie 1 to Alfredo: It looks like were colluding

Alfredo: Ok I’ll talk tough

Aussie 2: Hey good idea

Alfredo: I’ll shoot Aussies, watch out, I have gun plus two water pistol, I’m well trained.

Aussie:1 Well, Alfredo should give himself up. No, No, No...We are ready to talk to Alfredo. He is too dangerous, he is well armed and our soldiers aren’t trained to deal with water pistols.

Horta: Hey boys Nice plan, that was my plan remember. I said that the International forces should arrest Reynaldo (it looked good). Then I said that he should give himself up. Then I call him a criminal but I do not tell the Prosecutor General to make a warrant. You see that was easy

Xanana: Quit boys I am writing my new essay. By the way boys want a VB?
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Dos leitores

Comentário sobre a sua postagem "We're willing to talk to Reinado: Leahy":

My comments on PM Ramos-Horta being stuck on the border:

This thing about the PM taking humanitarian aid to the people of Oecusse is nothing more than a PR exercise by the Ramos-Horta himself. A PM of a country, a leader, taking the arduouse journey and the long route to feed his people on the verge of starvation in an isolated enclave. Wow! A hero, a leader indeed!

But his incompetence, his lack of vision and his arrogance made sure the plan backfired. There is nothing more stupid than a PM of a sovereign country being held up at the border! Or maybe it's time to fire his PR officers? This is a classic public relations disaster.

I am sure that he could have used a UN chopper to take all these goods to Oecusse. And what happened to that Dili/Oecusse ferry? Why not just charter this boat? It could take in a lot more load and would get to Oecusse faster. Any of these options is more efficient and cost saving not to mention the security concerns involved. Who can garantee that the ex-militias or anyone at all in West Timor wouldn't raid the PM's convoy? A prime minister, a noble laureate, an enemy to the pro-Indonesia East Timorese, what bigger prize can anyone hope for? And this time presented to them effortlessly? Ridiculous!

Seriously, does the PM of that sovereign country really need to be in that convoy? How ridicolous.

But what can I say? This is a Banana Republic and all thanks to Xanana Banana Gusmao. I hope he leaves politics once and for all and this time stick to farming and selling pumpkins for good. Ramos-Horta can sell his pumpkins abroad. Otherwise Timor will jump from Banana Republic to a Pumpkin Republic.

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Traduções

Todas as traduções de inglês para português (e também de francês para português) são feitas pela Margarida, que conhecemos recentemente, mas que desde sempre nos ajuda.

Obrigado pela solidariedade, Margarida!

Mensagem inicial - 16 de Maio de 2006

"Apesar de frágil, Timor-Leste é uma jovem democracia em que acreditamos. É o país que escolhemos para viver e trabalhar. Desde dia 28 de Abril muito se tem dito sobre a situação em Timor-Leste. Boatos, rumores, alertas, declarações de países estrangeiros, inocentes ou não, têm servido para transmitir um clima de conflito e insegurança que não corresponde ao que vivemos. Vamos tentar transmitir o que se passa aqui. Não o que ouvimos dizer... "
 

Malai Azul. Lives in East Timor/Dili, speaks Portuguese and English.
This is my blogchalk: Timor, Timor-Leste, East Timor, Dili, Portuguese, English, Malai Azul, politica, situação, Xanana, Ramos-Horta, Alkatiri, Conflito, Crise, ISF, GNR, UNPOL, UNMIT, ONU, UN.