Díli, 01 Set (Lusa) - O ex-primeiro-ministro timorense Mari Alkatiri de smentiu hoje, em declarações à agência Lusa, terem sido encontradas 13 armas em sua casa, tal como é referido no diário timorense Suara Timor Lorosae.
O jornal timorense noticia na sua edição de hoje que as forças australi anas apreenderam recentemente em casa de Mari Alkatiri 13 armas de fogo.
Contactado pela Lusa em Díli, explicou que em "finais de Maio, início d e Junho", aquando da chegada do primeiro contingente australiano a Timor-Leste, as armas que tinha em casa pertencentes à sua segurança pessoal "foram todas inv entariadas".
Alkatiri referiu que depois de ter deixado a chefia do Governo, manteve uma "segurança pessoal mista composta por agentes australianos e timorenses, qu e estavam todos armados".
"Houve uma altura em que a segurança australiana disse que não queria o s agentes timorenses armados e eles guardaram as armas nos aposentos onde ficam, mas eu liguei ao ministro do Interior para virem verificar e exigi que fossem l evadas de minha casa", acrescentou.
Segundo Mari Alkatiri, "nunca levaram as armas" apesar de ter insistido nesse sentido junto do Ministério do Interior, pelo que pediu aos agentes austr alianos que o fizessem.
"Eu telefonei várias vezes ao ministro e ao vice-ministro do Interior p ara virem buscar as armas e como não o fizeram eu pedi aos australianos para as levarem", referiu.
"Em relação a mim, não vão encontrar nada", concluiu Alkatiri, que se d emitiu da chefia do Governo em Junho, na sequência de acusações de que teria ord enado o armamento de grupos civis para eliminar os seus adversários políticos, a legação que o levou a ser ouvido pelo Ministério Público.
Contactado pela Lusa, o ministro do Interior, Alcino Baris, confirmou q ue no início de Agosto, a equipa de desarmamento composta por elementos da Austr ália "retirou de casa de Mari Alkatiri 10 armas, entre as quais cinco pistolas", tendo deixado aos seguranças do antigo primeiro-ministro "um total de sete pist olas"
"Eu não tenho o relatório completo da actividade da comissão de desarma mento, mas tenho esta informação do oficial de ligação da Polícia Nacional de Ti mor-Leste, Jorge Monteiro, que integra a comissão e me explicou que depois de fe ita a inventariação das armas existentes em casa do antigo primeiro-ministro, a equipa de desarmamento retirou, no início de Agosto, dez armas que pertenciam ao s agentes da segurança pessoal", disse.
Alcino Baris acrescentou que a "inventariação das armas existentes em c asa de Mari Alkatiri foi feita a pedido do antigo primeiro-ministro".
JCS.
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sexta-feira, setembro 01, 2006
Mari Alkatiri desmente apreensão de armas em sua casa
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Bravos e Bravas!
Professores portugueses começaram a regressar, aulas 11 Setembro
Díli, 01 Set (Lusa) - Um grupo de 34 professores portugueses regressou hoje a Díli para retomar a formação de docentes timorenses, depois de o ano lect ivo ter sido interrompido em Junho, devido à crise que afectava Timor-Leste.
Os restantes cerca de 80 professores portugueses chegarão a Díli até 06 de Setembro, iniciando-se a sua colocação nos distritos dois dias depois, segun do o coordenador do projecto para reintroduzir a Língua Portuguesa em Timor-Lest e, Filipe Silva.
As aulas serão retomadas a 11 de Setembro, uma semana depois do inicial mente previsto, devido a "dificuldades em marcar as viagens" dos professores, ex plicou Filipe Silva.
Por não ter sido concluído o ano lectivo, nas próximas semanas, os prof essores vão concluir a matéria, fazer revisões e coordenar a realização dos exam es nacionais, previstos para o final de Outubro.
A abertura do novo ano lectivo está prevista para o final de Outubro, s endo as aulas asseguradas por 117 professores portugueses, distribuídos pelos 13 distritos de Timor-Leste (Díli, Baucau, Aileu, Ainaro, Bobonaro, Cova Lima, Erm era, Lautém, Liquiçá, Manatuto, Manufahi, Viqueque e Oecussi).
A formação dos professores timorenses em Português - língua oficial de Timor-Leste a par do Tétum - prevê três anos iniciais de ensino da língua, com o programa a ser preparado conforme os conhecimentos manifestados em teste pelos professores timorenses.
Concluída a primeira fase, é realizada a "profissionalização em exercíc io na área do ensino", segundo Filipe Silva.
No final do ano lectivo 2006/2007, cerca de 2.400 de um total de 7.000 professores do Estado timorense deverão estar aptos a dar aulas em língua portug uesa.
Além dos formadores de professores, a cooperação portuguesa tem ainda c inco docentes em Díli que ministram cursos intensivos de cinco semanas aos funci onários do Estado.
Existe ainda na capital timorense, desde 2002, a Escola Portuguesa de D íli, que conta actualmente com 28 docentes e cerca de 450 alunos.
A Escola Portuguesa de Díli tem assegurado o ensino desde o pré-primári o até ao 7º ano, mas contará com turmas do 8º ano a partir do próximo ano lectiv o.
Os professores portugueses estão em Timor-Leste desde 2000, no âmbito d e um programa do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD).
JCS.
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Dois evadidos entregaram-se, mas tensão continua
RR
(09:45) Segundo o tenente Cabrita, oficial da ligação da GNR, os dois reclusos entregaram-se e estão agora a ser escoltados para a prisão de Becora, na capital timorense, por um grupo de polícias da Malásia.
Contudo, o Major Reinado continua em fuga.
Um grupo de 30 dos 57 reclusos que quarta-feira fugiram da prisão foi localizado na zona de Remexiu, perto de Aileu, onde se encontrava desde o dia da fuga. As forças militares e policiais australianas ainda se deslocaram ao local para tentar capturar os evadidos, mas não conseguiram concluir a operação com sucesso.
Entretanto, pelo menos oito pessoas ficaram feridas, uma delas em estado muito grave, devido aos disparos feitos alegadamente por três ex-polícias ao início da tarde em Díli no campo de deslocados do porto da capital timorense.
De acordo com fonte da GNR, o incidente teve lugar cerca das 3h30 e provocou ferimentos em pelo menos oito pessoas.
Dois dos três alegados ex-agentes da Polícia Nacional de Timor- Leste que provocaram o ataque "estão já referenciados" pela GNR que tem em curso uma operação para os deter.
A polícia das Nações Unidas conseguiu apreender hoje mais uma granada defensiva, alegadamente pertencente às Falintil - FDTL, na zona Delta 1 do bairro de Comoro, local onde já apreendeu seis granadas do mesmo género. Na altura da apreensão, o explosivo estava na posse de crianças.
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Após reforço policial, reclusos evadidos poderão entregar-se
RR
01/09/2006
(07:49) Recorde-se que quarta-feira, um grupo de reclusos, entre os quais o major Alfredo Reinado, aproveitou falhas no sistema de segurança e no patrulhamento exterior do edifício para se evadir.
Segundo o comissário Antero Lopes, a "ONU respondeu afirmativamente e dentro dos seus recursos limitados ao pedido de intensificação das patrulhas de polícia na área de Becora" feito pelo Governo timorense.
O Primeiro-ministro, José Ramos-Horta, contactou o comissário depois do comando unificado da Austrália, que integra as forças neozelandesas, ter reiterado a impossibilidade de manter um patrulhamento fixo na cadeia de Becora por necessitar dos homens noutros pontos da cidade.
Contudo, face ao reforço do patrulhamento policial, pelas forças policiais da ONU, o comandante lembra que os recursos são limitados e as funções policiais estáticas podem comprometer a segurança das populações.
O mesmo responsável disse ainda esperar que as "forças internacionais ajustem as suas prioridades à prioridade da ONU em resposta às solicitações do Governo de Timor-Leste e da sua população" porque a própria resolução do Conselho de Segurança determina que estas forças apoiem as Nações Unidas na implementação do seu mandato.
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As violence escalates in Dili, UNHCR hands over relief items for rebuilding
01 Sep 2006 11:08:26 GMT
Source: UNHCR
Today in Dili, UNHCR handed over 1,500 family-sized tents, plastic sheeting and other relief items to the government of Timor-Leste to help families whose houses have been destroyed in the recent violence return to their homes and rebuild. While exact figures are yet to be finalised, it is estimated some 1,500 homes in Dili have been destroyed or significantly damaged by arson or malicious damage during the recent unrest that began in April 2006.
The plastic sheets will help make some damaged houses habitable while repairs are carried out, and tents can be used as temporary shelter while families rebuild. While these items will go some way toward addressing some practical issues in facilitating return, the key factor in whether people will leave their temporary displacement sites remains security.
On this issue, UNHCR is very concerned at the recent escalation of violence in Dili – in and around some displacement sites themselves, as well as within communities. We are also seeing the increasing polarisation of communities.
Burning and stoning of houses in the capital has increased in recent days, as the city has returned to a higher level of violence. There appear to be attempts by some elements to polarise communities according to their place of origin ("westerners" and "easterners").
According to UNHCR protection staff, in some camps for internally displaced persons (IDPs), people live in fear of attacks and intimidation, and some of those who have returned to their homes are also fearful of nighttime attacks. There is a clear need for an ongoing strong and robust international security presence until national institutions can be rebuilt.
While a number of IDPs have returned to their homes in the past weeks, there has been no large-scale movement back home and the displaced population remains large. According to current official estimates, some 67,900 IDPs remain at various sites in Dili, including church grounds, public buildings and camps. Another 78,000 people outside of Dili are residing primarily with host families.
Today's handover of 1,500 tents, 1,000 plastic sheets and 1,126 kerosene stoves took place at a ceremony in Dili attended by UNHCR, the Minister of Labour and Community Reinsertion, and representatives of Japan and the European Commission. The UNHCR supplies were funded by ECHO (European Community Humanitarian Aid department) and the Japanese government and support the government-led Simu Malu (Mutual Acceptance) programme and other initiatives for the safe return and sustainable reintegration of displaced Timorese people. The provision of tents, plastic and stoves also ties in with a programme under way by the government and UNDP to register destroyed or significantly damaged houses.
The latest handover of relief supplies also marks an important shift in focus of UNHCR's emergency response to the Timor-Leste crisis, from providing emergency shelter and improving living conditions for displaced people to protection and reconciliation activities. At the same time, UNHCR troubleshooting mobile teams will continue to provide technical support to the various IDP sites around Dili, with a particular focus on planning for the upcoming wet season. UNHCR will also continue to provide shelter assistance, when requested, to those institutions hosting displaced people in their grounds and buildings such as schools, colleges and government offices, so that normal operations can resume.
In early June, UNHCR launched an emergency airlift to provide shelter and other relief supplies (including tents, plastic sheets, blankets, jerry cans, and stoves) and set to work improving conditions in some of the most congested makeshift encampments in Dili and surrounds. To date, more than 2,600 tents have been pitched at various locations in and around Dili. UNHCR has also distributed more than 3,600 jerry cans, 3,500 kitchen sets, 274 stoves, 32,750 blankets, and more than 4,900 plastic sheets since early June.
UNHCR news
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Reinado pede julgamento imparcial
DN
1.09.2006
Abel Coelho de Morais
O major Alfredo Reinado, que se evadiu quinta-feira da prisão de Becora com mais 56 detidos, pediu ontem para ser julgado por "um tribunal independente, (...) imparcial e sem influência política".
As declarações de Reinado constam de um vídeo entregue na delegação da Lusa em Díli. O militar, que foi um dos protagonistas da crise política em Abril e Maio em Timor-Leste, exprime-se em tétum e garante que "mesmo estando fugido da cadeia", isso não significa estar "a fugir da justiça".
Segundo a Lusa, vêem-se no vídeo Reinado e alguns dos seus cúmplices em local não identificado, sendo claro que a gravação foi efectuada depois da fuga.
Assumindo um tom crítico em relação aos "interesses dos políticos", Reinado diz estar em condições de, com os outros timorenses, resolver os problemas que hoje afectam o país e promover a reconciliação entre os "lorosae" (orientais) e os "loromonu" (ocidentais).
Uma cópia da mesma gravação, ou de outra semelhante, foi entregue a algumas agências internacionais, referia a rádio australiana ABC. Nesta gravação, segundo a ABC, o militar timorense lança duras críticas à "justiça de Díli".
Uma carta
A gravação de Reinado surgiu no mesmo dia em que a enviada do Sydney Morning Herald a Díli escrevia estar a circular, na capital timorense, uma carta daquele militar de teor semelhante às declarações contidas no vídeo entregue à Lusa. Nessa carta, Reinado considera "ilegal" o Governo de Ramos-Horta e apela à mobilização popular para derrubar o Executivo e "dissolver o Parlamento". Ainda segundo o diário australiano, Reinado acusa de "não serem julgadas" as pessoas envolvidas na "distribuição ilegal de armas a civis", alusão aos presumíveis factos que levaram à demissão do ministro do Interior, Rogério Lobato, actualmente em prisão domiciliária.
Enquanto se intensificavam as patrulhas e as operações de busca em Díli e arredores, o destino dos evadidos era objecto de declarações contraditórias. Assim, se o comandante das forças australianas, brigadeiro Mick Slater, dizia aos microfones da rádio ABC saber onde estavam os fugitivos, um oficial da polícia do mesmo país, Steve Lancaster, declarava à AFP não ter "informações sobre o seu paradeiro" (ver caixa).
Visita de Downer
Face aos acontecimentos em Díli, o ministro dos Negócios Estrangeiros australiano, Alexander Downer, anunciou que vai estar amanhã nas capitais timorense e indonésia para contactos com os seus homólogos. Downer, assim como o chefe do Governo de Camberra, John Howard, mostraram-se ontem preocupados com um possível agravamento da situação em Timor.
O Governo da Nova Zelândia divulgou, entretanto, um comunicado garantindo não ser "responsável pela gestão das prisões" timorenses. A facilidade com que os presos se evadiram de Becora fora atribuída à ausência do destacamento neozelandês, que deveria garantir a segurança da zona onde está a prisão.
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Dos leitores
Abandonar este blog pr'a sempre
So ajudaria a causa opositora
Seria dar por vencido
Ao Malai Azul e tradutora
Nao vejo isso com bons olhos
Pois sou timorense e democrata
Eu adoro o Malai Azul
A Margarida e o resto da sucata
A democracia nao e coisa facil
Nao e para toda a gente amigo
Perguntem ao Xanana e Horta
E ao "expert" do umbigo
Vem ai o fim de semana
E a Margarida deu o pira
Foi passar o fim de semana
Comer castanhas e beber caipira
No domingo 3 de Setembro
Na Australia e dia do PAI
Um forte abraco a todos
De Portugal,Australia e Loro-Sae
Um abraco
Mau Dick
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Uma centena de polícias timorenses ao serviço na próxima semana
Díli, 01 Set (Lusa) - Um primeiro grupo de cerca de uma centena de efec tivos da Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL) deverá estar ao serviço em Díli no final da próxima semana, disse hoje o comandante das forças policiais da ONU.
"O processo de triagem dos cerca de 800 polícias de Díli vai começar br evemente e penso que em meio ano poderá estar concluído em todo o país", disse à Lusa Antero Lopes, referindo que "serão depois necessários mais seis meses para fazer a certificação das competências pessoais e profissionais dos agentes".
Antero Lopes falava à margem de uma cerimónia em Díli, em que o primeir o-ministro timorense, José Ramos-Horta, e o representante do secretário-geral da ONU em Timor-Leste, Sukehiro Hasegawa, explicaram a cerca de 500 agentes da pol ícia de todo o país os objectivos da missão das Nações Unidas e o futuro da PNTL .
José Ramos-Horta recordou as medidas que têm vindo a ser tomadas pelo G overno para a reactivação da PNTL e referiu que aos agentes que forem reintegrad os, após a fase de avaliação, "cabe um trabalho de cooperação com as Nações Unid as".
Sukehiro Hasegawa disse ser objectivo da ONU ajudar a construir uma pol ícia moderna em Timor-Leste.
A PNTL encontra-se desactivada em Díli e em outras zonas do país na seq uência da crise que afecta Timor-Leste desde final de Abril.
Em Maio, as autoridades timorenses pediram a intervenção de uma força p olicial e militar a Portugal, Austrália, Nova Zelândia e Malásia para pôr termo à violência no país, que provocou três dezenas de mortos e cerca de 180 mil desl ocados.
Os efectivos da GNR e da polícia malaia presentes em Timor-Leste passar am a integrar a força policial da ONU, sob comando do comissário português Anter o Lopes, nos termos de uma resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovada a 25 de Agosto.
A Austrália é responsável pelo comando das suas forças e pelas da Nova Zelândia.
JCS.
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Ó pra eles a fingirem que não sabem onde ele está...
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Source: AAP
Clashes break out in Dili during fugitive hunt
From correspondents in Dili
September 01, 2006
TWO days after their audacious escape from an East Timor jail, rebel leader Alfredo Reinado and 56 other inmates remain on the lose, amid renewed violence in the capital.
As international peacekeepers put down new gang violence in Dili, Australian and other foreign police were no closer today to recapturing Reinado and his supporters.
It is believed the former military police commander has retreated into the mountains behind Dili, leaving police to answer embarrassing questions about how he was able to simply walk out of Dili's Becora jail on Wednesday.
Reinado has been blamed for some of the worst violence that rocked East Timor in May, and it's feared he will rearm his supporters and threaten the relative calm peacekeepers have maintained since then.
The commander of the Australian Federal Police contingent in Dili, Steve Lancaster, offered few details today about Wednesday's escape, which has sparked a blame game about who is responsible.
“It appears on facts available to me at this stage it was opportunistic at that time, and that's probably as far as I'm prepared to go,” Cmdr Lancaster told the ABC today.
He said: “there was force used in the initial action” at the jail, allowing some inmates to flee.
“Prison guards have been interviewed at this stage and nearly all the civilian witnesses that were around the area have been interviewed. It's now a case of putting that information all together and working out where or how this event actually took place.”
With that still unknown, the political fingerpointing began today.
East Timorese Prime Minister Jose Ramos Horta said an Australian refusal to provide security at Becora prison had allowed Reinado and the others to escape.
But Australia's Prime Minister John Howard dismissed the claim, saying his advice was that it was not the role of the military to station guards at the jail.
“I am very concerned that these people escaped but I am quite certain the Australian Defence Force has done the right thing.”
PRÉMIO A MENTIRA DO DIA:
Police hunting for Reinado and the other inmates have made contact with their relatives and known associates, broadening their inquiries beyond Dili to centres across the country.
They want him back in custody before he has a chance to foment new unrest, but it seems he's already begun to rebuild his support base.
The Sydney Morning Herald reported today that he had circulated a letter within hours of his escape, urging East Timorese to rise up and join him in a “people power” revolution.
“All of us know that this government is illegal because it has not followed the democratic process,” the Herald quoted the letter as saying.
People should “not be afraid to go into the streets to protest together because we have the right to remove the Government”.
But in a video statement obtained by Reuters Television yesterday, Reinado insisted he did not want to stage a new revolt.
“I have escaped from Dili not to revolt but because the judicial system in Dili is not good enough. But I will account for my action and answer any charges against me when the system has been improved,” he said.
Meanwhile, gangs armed with stones and machetes clashed in Dili today leaving at least eight injured, hospital officials said.
The fighting broke out after a gang attacked a refugee camp in Dili with stones, witnesses said.
International security forces arrived soon after to restore order.
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Solomons to raise 'interference' with PM
www.smh.com.au
September 1, 2006 - 7:00PM
Solomon Islands Prime Minister Manasseh Sogavare says he'll raise the issue of alleged Australian interference in his country's judicial system with Prime Minister John Howard.
Sogavare has accused his own attorney-general of acting under Australian influence to pervert the country's judicial system, in which Australians work as part of a regional assistance mission.
He says he will raise the issue of interference with Mr Howard at the Pacific Islands Forum meeting in Fiji in October.
Sogavare says court proceedings challenging terms of reference he set for an inquiry into April's Honiara riots are a "judicial farce" and evidence of foreign influence.
The prime minister is at odds with Attorney-General Primo Afeau, who initiated the High Court challenge to two of Sogavare's terms of reference for the riots inquiry, to be headed by retired Australian judge Marcus Enfield.
Afeau contends the two terms of reference could compromise court cases for two jailed MPs, Charles Dausabea and Nelson Ne'e.
Both men are facing charges of inciting the April 18-19 riots that destroyed most of Honiara's Chinatown.
After Sogavare was elected prime minister in May he earned Australian and New Zealand government rebukes for appointing Dausabea as police minister and Ne'e as tourism minister when they were in jail. He later reversed the appointments.
Sogavare's two contentious terms of reference call for examination of the role any MPs might have had in the riots and a review of whether the arrest, charging and ongoing detention of accused persons was reasonably justified and not politically motivated.
Dausabea was a key figure in winning Sogavare his former prime ministership in 2001.
Australian judges and other judicial officials are working in the Solomons legal system as part of the Regional Assistance Mission to Solomon Islands (RAMSI) to restore law and order and good governance after years of ethnic tension.
The High Court on Wednesday heard that judges could be called before the riots inquiry under its present terms of reference.
"This shows how outrageous these terms of reference are," the Solicitor-General, Nathan Moshinsky, acting for the Attorney-General, told the court.
He said two of the 11 terms could lead to serious interference with court work with judges expected to comment on current court cases and he asked Justice John Brown to quash them, the Solomon Star reported.
But Sogavare said the court proceedings were "a clear case of an orchestrated scheme by a judicial system that has succumbed to the dictates of foreign influence and is therefore no longer independent".
He said the court had denied his government of its fundamental right to be represented in the hearing and what transpired was a clear case of collusion to pervert the course of justice.
The fact that the country's judicial system was systematically falling under the control of foreign governments must be a matter of serious concern to all peace-loving Solomon Islanders, Sogavare said.
"Locking Solomon Islanders up on allegations that are based on shaky evidence is akin to pursuing a strategy of legalised slavery and clearly not in the best interest of peace and national unity," he said.
Sogavare said his government would appeal any decision to quash the two terms of reference.
He said he would raise the issue of foreign influence in the judiciary with Mr Howard at the Pacific Islands Form meeting in Fiji in October.
© 2006 AAP
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Revoltosos
Nos termos da lei de selva, no. 1999, artigo 245, alínea a), declara-se a juridicidade da petição, por utilizadores deste blog, advogando o direito à usurpação do título de peticionários, até presentemente de uso exclusivo e monopolista de um grupo restrito, sendo-lhes permitido a partir de publicação da petição usurpar legalmente este título, de modo exclusivo e monopolista, passando deste modo a vigorar para os seus anteriores titulares a designação oficial de revoltosos.
A título de excepção, a validade de acima mencionada lei é considerada retroactiva.
Zé Satírico.
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Confrontos novamente em frente ao campo junto ao Hotel Timor
Um grupo de jovens apedrejou viaturas que iam a passar há poucos minutos em frente ao campo de refugiados.
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Oito feridos em ataque a tiro de três ex-policias a campo deslocados
Díli, 01 Set (Lusa) - Pelo menos oito pessoas ficaram feridas, uma delas em estado muito grave, devido aos disparos feitos alegadamente por três ex-polícias ao início da tarde em Díli no campo de deslocados do porto da capital timorense.
De acordo com fonte da GNR estacionada em Timor-Leste, o incidente teve lugar cerca das 12:30 locais (04:30 em Lisboa) e provocou ferimentos em pelo menos oito pessoas.
A fonte contactada pela Lusa referiu também que no início se pensou serem apenas quatro feridos mas o último balanço aponta para oito.
Dois dos três alegados ex-agentes da Polícia Nacional de Timor- Leste que provocaram o ataque "estão já referenciados" pela GNR que tem em curso uma operação para os deter.
JCS.
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Muito bem, Senhor Primeiro-Ministro. Sem sombra de dúvidas.
Segurança da cadeia estava a cargo das forças internacionais - PM
Díli, 01 Set (Lusa) - A segurança da cadeia de Becora, em Díli, de onde quarta-feira se evadiram 57 reclusos entre os quais o major Alfredo Reinado, estava a cargo das forças internacionais, disse hoje à agência Lusa o primeiro-ministro, José Ramos-Horta.
A segurança em Timor-Leste está a cargo desde o dia 25 de Agosto das forças internacionais e da polícia das Nações Unidas, explicou o governante.
"A única coisa que posso dizer é que a cadeia e outras posições críticas na cidade de Díli são da responsabilidade das forças internacionais", afirmou.
Com esta afirmação Ramos-Horta remeteu para as forças australianas e neozelandesas, sob comando da Austrália, a responsabilidade pela quebra de segurança que permitiu que 57 reclusos, entre os quais o major Alfredo Reinado, saíssem pela porta principal da cadeia de Becora na quarta-feira.
Na altura da evasão, o presídio tinha cerca de 200 detidos e 60 guardas desarmados no seu interior.
As afirmações de Ramos-Horta também contradizem o ministro da Defesa da Nova Zelândia, que na quinta-feira negou qualquer responsabilidade dos militares neozelandeses na segurança da prisão de Becora, afirmando que cabia ao Governo de Díli a vigilância das prisões timorenses.
"A Nova Zelândia e a força multinacional não são, nem nunca foram, responsáveis pelas prisões em Timor-Leste ou pela sua segurança. Essa é uma responsabilidade apenas do Ministério da Justiça de Timor-Leste", afirmou Phil Goff, em comunicado onde também admite ter responsabilidade no patrulhamento na bairro de Becora.
A fuga de reclusos da cadeia de Becora, em Díli, envolveu 16 ex-membros das forças armadas timorenses e pelo menos cinco condenados por homicídio.
Alfredo Reinado e cerca de 20 dos seus homens estavam detidos desde 25 de Julho, por posse de material de guerra encontrado numa operação de rotina da GNR em três casas, uma delas, segundo o major, atribuída por Xanana Gusmão.
A detenção foi feita ao abrigo do Protocolo bilateral entre Timor-Leste e a Austrália, no âmbito das medidas de emergência que estavam em vigor no país desde 30 de Maio, decretadas por Xanana Gusmão.
O major Alfredo Reinado abandonou no início de Maio a cadeia de comando das forças armadas timorenses e foi um dos principais intervenientes na crise político-militar que levou as autoridades de Timor-Leste a pedir ajuda externa para tentar ultrapassar a situação de instabilidade e violência no país, que levou à demissão do antigo primeiro-ministro Mari Alkatiri.
JCS.
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Comunicado - PM
GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO
INFORMAÇÃO À IMPRENSA
Primeiro-ministro no primeiro dia do encontro de administradores de distrito e sub-distrito
O primeiro-ministro, José Ramos-Horta, participou nesta quinta-feira, 31 de Agosto, na sessão inaugural de um encontro de dois dias de administradores de distrito e sub-distrito, em Maubara, distrito de Liquiçá, promovido pelo Ministério da Administração Estatal.
A reunião teve como objectivo essencial mobilizar e encorajar os administradores locais e explicar o Orçamento para o ano fiscal de 2006/07.
O encontro foi aberto pela ministra da Administração Estatal, Ana Pessoa, que agradeceu a presença do primeiro-ministro e do Presidente da República, Xanana Gusmão, no seminário.
Na sua intervenção, o primeiro-ministro enfatizou a necessidade de coordenação entre o Governo e os administradores de distrito e sub-distrito. O chefe de Governo desenvolveu o tema do respeito pela lei e ordem e sublinhou a importância do diálogo e da justiça, tema que recebeu o apoio do Presidente. Os dois referiram-se à necessidade de os funcionários públicos se manterem politicamente neutros, pondo o interesse nacional acima de quaisquer outros valores.
O chefe do Executivo incentivou ainda os líderes locais a agirem de uma forma pró-activa em relação às questões de segurança e para mobilizarem as suas comunidades a desenvolverem a sua segurança colectiva. Ramos-Horta considerou ainda que se não forem os próprios administradores a mostrarem empenhamento na abordagem das questões de segurança, também o Governo e as forças de segurança não poderão por si só contribuir para uma total solução do problema.
No segundo dia da reunião, os administradores irão abordar questões relacionadas com as eleições do próximo ano.
Díli, 1 de Setembro de 2006
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Gangs attack Dili camp
The Age
September 1, 2006 - 3:51PM
Gangs armed with stones and machetes clashed in the East Timorese capital today as the hunt continued for fugitive rebel leader Alfredo Reinado and dozens of other violent inmates who broke out of jail this week.
Hospital officials said at least eight people were wounded in the unrest, which broke out after a gang attacked a refugee camp in Dili hotel with stones, witnesses said.
International security forces arrived soon after to restore order.
East Timor descended into chaos in May amid fighting between factions in the newly independent country's security forces. Tens of thousands of people still live in temporary camps.
International peacekeepers have largely restored order and a new government has been installed, but sporadic gang fights have continued, mostly based on regional divisions exacerbated by the conflict.
Local and foreign security forces were searching for 57 inmates who escaped from a Dill prison on Wednesday, including renegade military leader Alfredo Reinado, blamed for some of the worst violence in May, and several of his followers.
East Timor Prime Minister Jose Ramos Horta today laid some of the blame for a mass jailbreak on Australian forces.
He said that while the prison was under the control of East Timorese forces, Australian peacekeepers must accept some of the blame because they refused to boost security outside.
"I am personally just puzzled why in spite of our repeated requests for static forces to be outside the prison this was not done," he told ABC Radio in Australia.
"I presume the Australian forces ... as experts in security, they thought it was not necessary, although we had asked repeatedly.
"Had there been strong security outside this could have been prevented."
But he acknowledged Timorese prison guards also must bear some burden of blame, and said it appeared the escaped inmates had accomplices inside the prison.
"Obviously there was a failure of the internal security but the internal security is not armed and obviously there has to be some complicity inside," he said.
Australian Prime Minister John Howard rejected Ramos-Horta's suggestion Australian troops were partly responsible for the escape.
"I am very concerned that these people escaped but I am quite certain the Australian Defence Force has done the right thing," he told reporters in Sydney.
Reinado was a leading member of the campaign to oust former Prime Minister Mari Alkatiri.
A prison guard said Reinado told him before the breakout he would return to jail if Alkatiri was also imprisoned.
Alkatiri is currently under investigation for allegations he provided guns to a hit squad tasked with killing his political opponents.
"Before Major Alfredo left the prison he told me that he would return when Alkatiri was in prison," prison guard Helio Watumisa Monteiro told AP.
"We are the victims of an unfair tribunal."
Authorities waited more than a month to arrest Reinado following the May violence even though he made no effort to hide and East Timor's President Xanana Gusmao has always refused to criticise his actions, leading some to question whether his rebellion was part of wider moves to get rid of Alkatiri.
Both Gusmao and Ramos-Horta also demanded Alkatiri step down.
AP
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Dois evadidos da prisão de Becora entregaram-se às autoridades
Díli, 01 Set (Lusa) - Dois dos evadidos da prisão de Becora, em Díli, entregaram-se hoje às autoridades no distrito de Aileu, de onde serão escoltados para a capital timorense por um grupo de polícias da Malásia, revelou fonte policial.
Segundo a mesma fonte, um grupo de 30 dos 57 reclusos que quarta- feira fugiram da prisão de Becora foi localizado na zona de Remexiu, perto de Aileu, onde se encontrava desde o dia da fuga.
As forças militares e policiais australianas ainda se deslocaram ao local para tentar capturar os evadidos, mas não conseguiram concluir a operação com sucesso.(1)
Entretanto, a polícia das Nações Unidas conseguiu apreender hoje mais granada defensiva, alegadamente pertencente às Falintil - FDTL, na zona Delta 1 do bairro de Comoro, local onde já apreendeu seis granadas do mesmo género.
Na altura da apreensão, o explosivo estava na posse de crianças.
Cerca das 12:30 (04:30 em Lisboa), um alegado ex-membro da polícia nacional de Timor-leste feriu a tiro quatro pessoas no campo de deslocados, situado junto ao porto de Díli.
O incidente deixou um dos feridos em estado grave e o antigo polícia conseguiu fugir, estando a ser procurado pelas autoridades.
A fuga de reclusos da cadeia de Becora, em Díli, envolveu além do major Alfredo Reinado outros 56 reclusos, incluindo 16 ex-membros das forças armadas timorenses e cinco condenados por homicídio.
Alfredo Reinado e cerca de 20 dos seus homens estavam detidos desde 25 de Julho, por posse de material de guerra encontrado numa operação de rotina da GNR em três casas, uma delas, segundo o major, atribuída por Xanana Gusmão.
A detenção foi feita ao abrigo do Protocolo bilateral entre Timor- Leste e a Austrália, no âmbito das medidas de emergência que estavam em vigor no país desde 30 de Maio, decretadas por Xanana Gusmão.
O major Alfredo Reinado abandonou no início de Maio a cadeia de comando das forças armadas timorenses e foi um dos principais intervenientes na crise político-militar que levou as autoridades de Timor-Leste a pedir ajuda externa para tentar ultrapassar a situação de instabilidade e violência no país, que levou à demissão do antigo primeiro-ministro Mari Alkatiri.
JCS.
(1) Souberam onde eles estavam ontem á tarde e só lá foram hoje de manhã.
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Esqueceu-se de avisar o ministro da justiça dele...
Tradução da Margarida.
ABC
Demasiado cedo para culpas na fuga da prisão: Downer
Setembro 01, 2006 01:49pm
Artigo d: AAP
O Ministro dos Estrangeiros Alexander Downer rejeitou sugestões de que as forças Australianas deviam ser acusadas duma fuga em massa da prisão em Timor-Leste.
O Primeiro-Ministro de Timor-Leste José Ramos Horta hoje pôs alguma da culpa pela fuga da prisão de Becora nas tropas estrangeiras e assinalou as forças Australianas.
Também disse que os guardas prisionais locais partilham a responsabilidade.
O líder amotinado Alfredo Reinado fugiu da prisão, juntamente com 56 outtros presos, pelo portão principal na Quarta-feira à tarde.
O Sr Ramos Horta questionou porque é que as tropas internacionais não providenciaram mais segurança no exterior da prisão, apesar de repetidos pedidos feitos pelo governo.
Mas Mr Downer disse que os Timorenses eram os responsáveis pela segurança na prisão.
"O arranjo foi feito, como compreendo isso, entre a força internacional de segurança e os Timorenses que os Timorenses seriam os responsáveis pela segurança da prisão, e a força de segurança internacional forneceria algum patrulhamento na vizinhança," disse na radio 5AA de Adelaide.
"Penso que não chegámos a um ponto de sermos capazes de concluir o que é que aconteceu exactamente aqui – e há uma investigação em curso – penso que é prematuro fazer qualquer juízo sobre isso."
Mr Downer disse que estava preocupado com a fuga da prisão e levantará o assunto com o governo em reunião e Dili na Segunda-feira.
"A nossa preocupação é que essa gente (os presos) tenham sido condenados e talvez nuns casos estejam à espera de julgamento, e preocupa-me que fujam desta maneira," disse.
"Mas como fugiram – as circunstâncias exactas, quem é responsável, tudo isso – teremos de ver. É ainda muito cedo para tirar qualquer conclusão."
Receia-se que o Reinado – acusado por alguma da pior violência que teve lugar em Timor-Leste mais cedo este ano – rearme o seu grupo de apoiantes e ameace a calma relativa que tem prevalecido desde que as tropas internacionais foram para lá em Maio.
Dili sofreu uma série de protestos que evoluíram em violência alargada em Maio depois de 600 membros das forças armadas de Timor-Leste de 1400, terem sido despedidos.
No fim de Maio, o antigo comandante da polícia militar Major Reinado liderou os seus seguidores para as montanhas por detrás de Dili e recusou-se entregar as armas até o então Primeiro-Ministro Mari Alkatiri ter resignado.
O Major Reinado enfrenta acusações de tentativa de homicídio e ofensas de armas.
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Confrontos em Timor-Leste quando as tropas perseguem os presos fugitivos
Tradução da Margarida.
Herald Tribune
The Associated Press
Publicaso: Agosto 31, 2006
DILI, Timor-Leste - Gangs armados com pedras e setas confrontaram-se na capital Timorense na Sexta-feira, levantando novas preocupações de segurança no seguimento da recente fuga da prisão de um líder amotinado e outros presos.
Pelo menos seis pessoas ficaram feridas nos confrontos fora de um hotel de Dili antes das forças de segurança internacional terem chegado para restaurar a ordem.
Timor-Leste caíu no caos em Maio entre lutas faccionais nas forças de segurança da nova nação.
Tropas Internacionais restauraram largamente a ordem e um novo governo foi nomeado, mas lutas esporádicas de gangs têm continuado, a maioria com base em divisões étnicas regionais exercebadas pelo conflito.
Forças de segurança procuravam os 57 presos que fugiram da prisão de Dill na Quarta-feira, incluindo o líder militar amotinado Alfredo Reinado, que foi uma figura chave no desassossego de Maio, e vários dos seus seguidores.
O Primeiro-Ministro José Ramos Horta culpou parcialmente a ONU e a vizinha Austrália pela fuga, que tem elevado tensões em Timor-Leste.
As forças Australianas foram enviadas para Timor-Leste em Maio para ajudar a dominar o desassossego violento.
Numa entrevista pelo telefone com a Australia Broadcasting Corp. radio, disse que a prisão estava sob o controlo de forças Timorenses, mas que as tropas Australianas devem aceitar alguma da culpa porque recusaram aumentar a segurança no exterior.
"Estou pessoalmente banzado, porque é que apesar dos nossos repetidos pedidos por forças estáticas estarem no exterior da prisão, isso não foi feito " disse Ramos Horta. "Calculo que as forças Australianas, a ONU, como especialistas em segurança, pensaram que isso não era necessário."
"Tivesse havido forte segurança no exterior e isto podia ter sido evitado," disse Ramos Horta.
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A fuga da prisão de Timor era "evitável"
Tradução da Margarida.
Tvnz.co.nz
Goff desvia a culpa da fuga da prisão de Dili
Presos saiem da prisão de Dili
Setembro 1, 2006
O Primeeiro-Ministro de Timor-Leste Jos Ramos-Horta culpu parcialmente a Austrália pela fuga da prisão dos presos e soldados amotinados em Dili, dizendo que as forças lideradas pelos Australianos recusaram aumentar a segurança à volta da prisão.
Mais de 50 presos saíram da prisão de Becora na Quarta-feira, incluindo o líder amotinado Major Alfredo Reinado, renovando a preocupação com a segurança na jovem nação.
"Estou pessoalmente estarrecido porque é que apesar do pedido repetido para tropas estáticas estarem fora da prisão isso não foi feito," contou Ramos-Horta à Australian Broadcasting Corp Radio.
"Houvesse forte segurança no exterior, isto podia ter sido evitado," disse.
Reinado foi uma das cabeças da revolta que mergulhou a antiga colónia Portuguesa no caos em Maio, levando a Austrália a liderar uma força internacional para restaurar a ordem em Timor-Leste.
Os presos saíram da prisão pelo portão da frente durante a hora da visita, disseram oficiais de segurança.
O Ministro dos Estrangeiros Australiano Alexander Downer voará para Dili no Domingo para três conversas sobre segurança com Ramos-Horta e o Presidente de Timor-Leste Xanana Gusmão, e o Ministro dos Estrangeiros Indonésio Hassan Wirajuda.
As Nações Unidas concordaram a semana passada numa nova missão para Timor-Leste, compreendendo alguns 1,600 polícias, apesar duma disputa sobre se as tropas lideradas pelos Australianos já lá permanecerão independente ou serão parte duma força da ONU.
Downer disse que a implementação duma nova missão da ONU será discutida em conversas trilaterais, a realizarem-se na Segunda-feira.
Dili sofreu uma série de protestos que evoluíram em violência alargada em Maio depois de 600 membros das forças armadas de 1,400-strong homens de Timor-Leste terem sido despedidos.
Uma estimativa de 100,000 pessoas foram deslocadas e pelo menos 20 mortas na violência, que levou ao destacamento duma força internacional com 2,500 membros.
Fonte: Reuters
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Traduções
Obrigado pela solidariedade, Margarida!
Mensagem inicial - 16 de Maio de 2006
"Apesar de frágil, Timor-Leste é uma jovem democracia em que acreditamos. É o país que escolhemos para viver e trabalhar. Desde dia 28 de Abril muito se tem dito sobre a situação em Timor-Leste. Boatos, rumores, alertas, declarações de países estrangeiros, inocentes ou não, têm servido para transmitir um clima de conflito e insegurança que não corresponde ao que vivemos. Vamos tentar transmitir o que se passa aqui. Não o que ouvimos dizer... "