segunda-feira, setembro 03, 2007

Herald Sun Readers' Comments - Bracks to be Gusmao adviser

Herald Sun
Ellen Whinnett
http://www.news.com.au/heraldsun/comments/0,22023,22334034-2862,00.html
August 30, 2007 12:00am

FORMER premier Steve Bracks has been appointed as an adviser to East Timorese Prime Minister Xanana Gusmao.

Mr Bracks, who retired from Parliament on July 27, will take up the honorary role shortly, advising Mr Gusmao on setting up and running a democratic administration.

Independence hero Mr Gusmao was recently named Prime Minister after several years in the position of president.

Comments:

Poor East Timor! Bracks was advisor to Caine & Kirner and remember what they did to Victoria! Posted by: Daggy of Ballarat 4:08pm today
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First thing on the agenda, REVENUE RAISING! Posted by: Jess 7:32pm August 30, 2007
Comment 13 of 14

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Some people have been suggesting that or PM Mr John Howard is a liar, this is round one for Mr Steve Bracks. Posted by: Full Observer 7:27pm August 30, 2007
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I suggest Steve Bracks lives up to his INTEGRITY and CONSCIENCE and faces the inquiry on the Tatts Gaming investigation, and shows us his true colours, and noble character BEFORE he undertakes the position of advisor to East Timor's Prime Minister.
First things first - put your priorities in place, Mr Bracks. Posted by: Lucy of melb 7:10pm August 30, 2007
Comment 11 of 14

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East Timor will be smooth sailing in no time...all Bracks will do it, well he will look into it first, but then he will introduce gambling through with a nod and a wink and they will be on their way! Posted by: Gavin of Caulfield 4:54pm August 30, 2007
Comment 10 of 14

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What a laugh!! Bracks teaching governance and democracy. Ladies and gentleman; anything is possible.... Posted by: Adam I of Truth Alley 4:44pm August 30, 2007
Comment 9 of 14

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The Dean of Education, you said what I wanted to say, well done!!!! Posted by: Peter Sollars of Melb. 4:37pm August 30, 2007
Comment 8 of 14

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Hmmmmmmm. The guys gives up politics to give his family more quality time. He takes a job as an adviser in another country. I would say Watch This Space. A pokie tendering inquiry perhaps. God knows what will come out of the woodwork. Posted by: Peter of Ballarat 4:28pm August 30, 2007
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Isn't poor East Timor in enough strife now without Bracks advising their government. What's he going to advise them on anyway they already know how to do nothing. Posted by: Steve of Avondale Heights 4:27pm August 30, 2007
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Time will tell the real reason this bloke and his 2IC both quit at the same time but I smell a rat !!! Posted by: Dave of Melb 4:19pm August 30, 2007
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East Timor is doomed. Posted by: dan of Melbourne 4:04pm August 30, 2007
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HAHAHAHAHAHAHAH!! a democratic administration !!! thats funny!!!! Posted by: Casper of Australia 3:52pm August 30, 2007
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And what is he going to advise on? Where to put speed cameras in downtown Dilli? Posted by: Mort Dexter of Melbourne 3:50pm August 30, 2007
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So Mr. Bracks... Running Victoria was too hard and taking a toll on your family, but advising the Prime Minister of a different country isnt? This is proof that he bailed out of a sinking ship to avoid blame and to hand the wheel to Brumby whom previously couldnt win it fair and square... Pathetic! Posted by: The Dean of Education 3:49pm August 30, 2007
Comment 1 of 14


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O preço do golpe de estado já foi pago em vidas mas agora falta pagar em géneros

In Blog Timor Lorosae Nação – Sábado, 1 de Setembro de 2007
Líderes históricos dividem para "fantochar"
Malae Belu

O dia 30 de Agosto devia ter sido um dia grande para Timor-Leste, um dia de comemoração absolutamente alegre, sem sombras de tristezas, mas, em vez disso, mais que isso, foi um dia que nos recordou, uma vez mais, a força e determinação de um povo que há oito anos estava unido por um objectivo de interesse nacional e comum mas que presentemente está divido por objectivos politico-partidários e pessoais.

Quem nos divide são os líderes que há pouco mais de um ano assaltaram o Poder em nome da democracia, da liberdade, do desenvolvimento, do progresso e contra a alegada ditadura de um partido que estava no Poder com toda a legitimidade democrática.

Evidentemente que esses líderes oponentes ao Governo de então, da Fretilin, poderiam ter escolhido a via da contestação e oposição democráticas em vez de partirem para o golpe de estado.

Preferiram não optarem por essa acção porque não colheria os frutos desejados devido à maioria da população considerar que a unidade nacional era o que importava, que o governo da Fretilin devia cumprir o seu mandato e que nas eleições logo se pronunciariam.

Intuitivamente, os timorenses sabiam que deveriam agir assim.

Provavelmente a Fretilin voltaria a ter um bom resultado por votos expressos e tradutores da vontade eleitoral...

Era exactamente isso que importava evitar. Mas também é provável que não acontecesse e então a oposição, se fosse realmente democrática, teria a sua oportunidade.

Para a Igreja, Xanana Gusmão, Ramos Horta, Austrália e para os detentores do controle energético-financeiro, essa alternativa era inconveniente por lhes retirar a margem de manobra que lhes permite controlar o país e, principalmente, os seus bens energéticos no Mar de Timor e em terra.

Com um governo Fretilin eles sabiam que a defesa dos interesses timorenses seriam defendidos o mais possível, como sempre aconteceu.

A Igreja sabia que a Constituição ia acabar por se fazer cumprir e que perderia os cem por cento de privilégios de que beneficia.

Sabia que a separação entre Estado e Igreja, exigida constitucionalmente iria sendo progressivamente cumprida - como deve ser num país que ruma para a democracia.

Xanana Gusmão teria um lugar de reservista da Nação timorense se não voltasse a recandidatar-se à Presidência da República advinhando-se que teria muitas probabilidades de perder as eleições - basta olhar para a magra votação que colheu nas recentes eleições legislativas.

Ramos Horta não concorreria à Presidência da República como o fez para não obstaculizar Xanana e restar-lhe-ia continuar num governo Fretilin ou então fazer a travessia do deserto, formar um partido ou aderir a algum já formado - o que não seria provável.

Ramos Horta teria mesmo de esperar ou ser ministro Fretilin.

No caso de Xanana não ser reeleito - o que seria provável - restava-lhe formar algo parecido com o CNRT ou aceitar ser a "reserva heróico-histórica da Pátria".

Então sim, as coisas seriam claras e democráticas.

O tempo seria o bom conselheiro e obreiro dos que queriam realmente construir um país livre e aberto ao desenvolvimento progressista.

Nem Horta nem Xanana quiseram correr o risco de marcar passo. Não quiseram ver-se na contingência de ter de aguardar quatro anos e trabalhar para conquistarem o direito transparente e legítimo de governarem. Formarem um partido, com tempo, e submeterem-se ao eleitorado.

O que queriam era apoderar-se do Poder e distribui-lo entre eles se possível aniquilando a Fretilin ou qualquer outro partido que se lhes atravessasse no caminho.

O golpe de estado não aconteceu por acaso e a situação que para muitos parecia "embrulhada", confusa, tinha por objectivo possibilitar que a situação seguisse os trâmites que seguiu e apressar a tomada do Poder por uma via aparentemente democrática mas que foi estudada, planificada e executada de acordo com o planeado.

Evidentemente que os procedimentos que conduziram ao sucesso da operação "golpe de estado democrático" não foram da autoria de timorense nenhum porque esses foram simplesmente o executantes.

Este foi um golpe de mestre, do género de tantos outros por esse mundo fora, que resultou e terá elevado preço. Tão elevado que os seus mentores já demonstraram não confiar nos seus executantes timorenses querendo vigiá-los de perto, governando nos bastidores enquanto timorenses se prestam a fazer que governam.

Soube-se que Steve Bracks vai passar a ser o "consultor" de Xanana Gusmão mas outras figuras australianas serão impostas - aparentemente contratadas pelo governo timorense - e manipularão os cordelinhos que possibilitará uma governação australiana com um fantoche timorense julgando-se primeiro-ministro.

Se os timorenses aquiescerem a esta situação terão a sua desejada paz, mas será uma paz podre.

Obviamente que serão registadas algumas melhorias na vida dos timorenses a curto e a médio prazo... mas independente e governado por timorense é que Timor-Leste não será e isso só daqui por uns bons anos será constatado ou até talvez denunciado por algum dos fantoches de agora que se veja preterido pelos novos colonizadores.

People of East Timor deserve a future

The Age – September 2, 2007
Paul Cleary

Four years ago, then premier (of Victoria State) Steve Bracks led a solemn procession through the main street of Balibo, East Timor, wearing the headdress and rainbow-coloured skirt of a Timorese king. At his side, and in the same garb, was the hero of East Timor's long struggle for independence, Xanana Gusmao.

Bracks opened the "flag house" in Balibo, which had been the base of the five Melbourne newsmen before they were slain by the Indonesian military in October 1975. With funding from the Victorian Government, the house, which still retains a faint impression of the Australian flag painted by Greg Shackleton, was turned into a community centre. It became a living memorial to the newsmen.

The modest project was a poignant example of a state government stepping in and playing a role on an issue in which successive federal governments had woefully failed.

Gusmao at the time held the largely ceremonial role of president of newly independent East Timor. But now, as Prime Minister, and with a formidable challenge ahead, he has asked Bracks to step in again to address the real threat of East Timor becoming a failed state. In recent years, Bracks has followed events closely through regular meetings with Gusmao and his wife, Kirsty Sword Gusmao.

East Timor's current difficulties can be traced back to the Howard Government's failure to properly support the new democracy in its formative years.
Australia's greedy grab for Timor oil meant that East Timor was hugely distracted from the task of nation building because it had to fight for its resources. Australia's opening offer in negotiations in 2000-01, and the treaty signed in 2002, did not fully recognise East Timor's rights under international law.
And, according to World Bank representative Elisabeth Huybens, East Timor did not have the resources it needed to exist as an independent state. Australia was also a mean neighbour when it came to foreign aid. East Timor was a devastated country in need of a Marshall Plan, and instead it got $40 million a year from 2002. Aid has been increased to almost double that amount in the latest budget.

Now that East Timor has become a "Xanana republic", the big challenge is to run a functional administration that can deliver basic services and generate jobs, jobs and more jobs. The hordes of rock-throwing youths in Dili are the result of an economy that went backwards in per capita terms for five successive years. In part, this came about because the government was unable to spend all of the money it had available.

Bracks told The Sunday Age that his focus would be addressing a growing culture of "corruption and cronyism" by introducing checks and balances into the awarding of government contracts and appointments.

A key reform challenge is to tackle the centralised administration introduced by the former government, which required ministers to approve even the smallest decisions. Bracks is right to make decentralisation an important focus of reform.

But he seems cautious when it comes to hitting the spending pump, saying this has to be done in a "sustainable way". East Timor already has a good system for saving its oil revenue, but it was unable to spend anywhere near the sustainable limit set by its Petroleum Fund law. As a result, the economy, and the country, imploded.

There is little that is sustainable about East Timor in its current state. As well as reforming public administration, Bracks needs to focus on how the Government can get the economy rolling by introducing job-generating public works programs and give the long-suffering people of East Timor a future.

- Paul Cleary is a former adviser to the East Timor Government and author of Shakedown: Australia's Grab for Timor Oil.

DFA: Dili has no authority over RP peacekeepers

The Daily Tribune - 09/01/2007
By Michaela P. del Callar

The Department of Foreign Affairs (DFA) yes-terday said the Philippines is answerable only to the United Nations, not to the East Timor government, after a Timorese parliamen-tarian criticized the credibility of the Philippine police force and demanded the removal of one of its police peace-keeping officer.
At the same time, the DFA stressed it has asked the Philippine Embassy in Dili to look into the state-ments made by Fretilin, one of East Timor’s major political groups.

“We are there as a member of the UN peace-keeping force. We are an-swerable to the UN, not to the East Timor government. We will see first the circums-tance (before taking any action). However, we don’t take it (Fretilin statement) as a view of the East Timor government,” DFA spokesman Claro Cristobal said.

Fretilin Parliamentarian Jose Teixeira branded the Philippine National Police (PNP) as “notoriously corrupt” with a reputation for brutality and asked for the recall of Joel Doria, head of the Comoro police post of the UN Integrated Mission in Timor-Leste.

Fretilin was furious over the Aug. 6, 2007 Time Magazine article quoting Doria as saying the party was involved in organizing violence in East Timor following the announcement of former resistance fighter Xanana Gusmao as prime minister late July.

“Mr. Doria’s comments and behavior are irresponsible. We expect members of the UN police to exercise a duty of care when discharging their duties and act as an example to the National Police of Timor-Leste, which the UN is helping to rebuild,” Teixeira noted.

“The Philippines police force is notoriously corrupt and politically partisan with a reputation for brutality. Timorese do not want Philippines police’s practices imported to this country,” he added.

Cristobal, however, maintained the Fretilin statement will not erode the credibility of the 145 Filipino peacekeepers in East Timor.

“I can say our police there have had a pretty good performance. They were awarded the UN service medal precisely because of their contribution,” he said.

The DFA official added Special Representative of the UN Secretary-General to Timor-Leste Atul Khare praised the professionalism and competence of the Filipino UN police in ensuring the peaceful and orderly conduct of Timor-Leste’s first three elections.

“Mr. Khare also thanked them for their invaluable contribution in helping democracy take root in the young nation,” Cristobal said.

The tour of duty of the Philippine contingent will end on Oct. 16.

Former journo dies in Timor

Herald Sun
September 03, 2007 12:00am

A FORMER Melbourne newspaper man who became a key adviser to East Timorese President Jose Ramos Horta has died of a sudden illness in Dili.

Chris Santos, a former senior journalist at The Sun, fell ill in the East Timorese capital on Friday morning and died a short time later. He was 59 years old.

Portuguese-born Mr Santos trained as a journalist and travelled to East Timor just before the Portuguese relinquished it as a colony in 1975.

He became a member of the Fretilin independence movement during that year's civil war, which preceded the Indonesian invasion months later.

Mr Santos, who had become Fretilin's information officer, was forced to flee to Australia just before the invasion.

He became a respected Melbourne journalist and held senior positions at The Sun before undertaking various political advisory roles in Victoria.

He became a close associate of Mr Ramos Horta during this time and returned to East Timor after the country voted for independence in 1999.

When Mr Ramos Horta became East Timor's Prime Minister in 2006, Mr Santos became his special adviser, and remained in that position when Mr Horta was elected President earlier this year.

Mr Santos' body is being flown back to his family in Melbourne for a funeral tomorrow.

domingo, setembro 02, 2007

East Timor president, PM to testify to truth commission

AFP – 2 September 2007

Jakarta - East Timor's president and prime minister are to testify to the Indonesia-East Timor commission later in September over violence surrounding East Timor's 1999 independence vote
"We have received the confirmation President Jose Ramos-Horta, Prime Minister Xanana Gusmao and Armed Forces Commander Taur Matan Ruak will testify in our fifth hearings in Dili on September 24-27," Indonesian co-chairman of the Commission of Truth and Friendship, Benjamin Mangkudilaga, told AFP.

He said that the venue was picked at the behest of the East Timorese government. The hearings have so far been held in Bali, where the commission has its headquarters, or in Jakarta.
Following the overwhelmingly pro-independence results of the ballot, East Timor was put under UN tutelage and gained independece in May 2002.

Militia gangs - which the United Nations says were recruited and directed by Indonesia's military - went on an arson and killing spree before and after the East Timorese voted for independence.

They killed about 1,400 people and laid waste to much of the infrastructure in the half-island, a Portuguese colony before Indonesia invaded in 1975.

The commission, set up in 2005, is aimed at reconciliation along the lines of South Africa's post-apartheid Truth and Reconciliation Commission.

sábado, setembro 01, 2007

Intervalo.

Só uns dias...

Não podia estar mais de acordo

Blog Tugir Em Português – Quinta-feira, Agosto 30, 2007

O Presidente da República de Timor-Leste, José Ramos-Horta, afirmou hoje, no Parlamento Nacional do país, que os timorenses "não aprenderam nada com o passado"

Se tivessem aprendido, provavelmente não teriam eleito quem escolheram.
CMC

Sistema de Abastecimento de Água Potável de Ataúro

Embaixada de Portugal em Timor-Leste – [sem data]

Por ocasião da visita a Timor-Leste de S.ª Ex.ª o Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação de Portugal, Prof. Doutor João Gomes Cravinho, realizar-se-á, em Ataúro no próximo dia 1 de Setembro, a cerimónia de inauguração do Sistema de Abastecimento de Água Potável. Cerimónia contará com a presença de S.ª Ex.ª o Vice Primeiro-Ministro de Timor-Leste, Dr. José Luís Guterres, bem como S.ª Ex.ª o Ministro das Infra-Estruturas, Dr. Pedro Lay, e S.ª Ex.ª o Secretário de Estado da Electricidade, Água e Urbanização, Arquitecto Januário da Costa Pereira.

A Cooperação Portuguesa, através do IPAD – Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, financiou a execução do projecto de Reabilitação e Construção do Sistema de Abastecimento de Água Potável para a zona sul e costa leste da ilha de Ataúro, com um apoio que ascendeu a € 1.000.000, cerca 1,2 milhões de dólares americanos.

O projecto, executado pela AdP Timor-Leste (empresa da AdP Internacional) durante os anos de 2005 e 2006, consistiu na construção, maioritariamente de raíz, de um sistema de captação e distribuição de água potável que servirá sete populações do sub-Distrito de Ataúro – Akrema, Bairroana, Pala, Dota, Iliknamu, Beloi e Vila.

O sistema que agora se inaugura irá garantir o acesso à água potável a aproximadamente 5.000 habitantes daquele sub-Distrito. Recorde-se que, em 2003, a Cooperação Portuguesa financiou um projecto semelhante e que assegurou o abastecimento de água a 4.000 habitantes da costa oeste daquela ilha.

O Sistema de Abastecimento de Água Potável incluiu, entre outras infra-estruturas:

a instalação de 3 reservatórios de água (capacidade total de 150m3);
a instalação de 36 fontenários públicos;
a construção de nova captação (através da montagem de galeria de infiltração complementada por um açude) e respectivo tanque;
a montagem de 5 novas redes locais de distribuição e
a reabilitação de outras duas já existentes.

Ainda no âmbito do projecto, o qual se desenvolveu num quadro de estreita coordenação com membros da administração local e parceiros sociais, foi assegurada a formação on-the-job de 10 técnicos locais na manutenção do sistema de abastecimento, aspecto essencial para a sustentabilidade e futura auto-manutenção do referido Sistema.

Portugal e Austrália reforçam cooperação conjunta no Timor

Lusa Brasil – 31 de Agosto de 2007 - 10:36

Díli - Portugal e a Austrália assinaram nesta sexta-feira no Centro de Formação Jurídica, em Díli, uma declaração conjunta para reforçar a articulação das respectivas políticas de cooperação com Timor Leste.

O memorando de entendimento foi assinado pelo vice-ministro português das Relações Exteriores e da Cooperação, João Gomes Cravinho, e pelo diretor-geral da AusAID, a agência de desenvolvimento australiana, Bruce Davis, durante uma visita ao Centro de Formação Jurídica.
Além da coordenação de políticas em alinhamento com as opções do governo timorense, o acordo prevê a realização de encontros anuais entre o Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (Ipad) e a AusAID. O acordo foi assinado na presença da ministra da Justiça timorense, Lúcia Lobato.

"Portugal e a Austrália, por estarem a tão grande distância, não tinham praticamente relações. Conhecemo-nos melhor graças ao trabalho no Timor Leste", declarou Cravinho.

"Fizemos bastante entre os dois países nos últimos anos", disse o representante do governo português. Ele destacou ainda "a boa colaboração que existe entre os militares portugueses e australianos no Timor Leste, entre os diplomatas e também no quadro do apoio ao Programa de Justiça", coordenado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Portugal financia este programa em US$ 3 milhões (R$ 5,9 milhões) e é um dos principais parceiros, ao lado de Austrália, Brasil, Irlanda, Suécia, Noruega e do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

Davis considerou que o acordo, além do valor prático, tem um valor simbólico ao "afirmar abertamente a intenção de trabalhar em conjunto".

O diretor-geral da agência australiana destacou o bom resultado da colaboração luso-australiana no setor da Justiça e afirmou que a cooperação entre os dois países pode se estender à área de desenvolvimento rural.

Embaixada de Portugal em Timor-Leste – Díli, 31 de Agosto de 2007

Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação de Portugal e Director Geral da AusAid Visitam Centro de Formação Jurídica do Ministério da Justiça de Timor-Leste

Sua Excelência o Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação de Portugal, Prof. Doutor João Gomes Cravinho, realizará hoje, conjuntamente com o Excelentíssimo Senhor Director da AusAID - Agência Australiana para o Desenvolvimento, Bruce Davis, e com Sua Excelência a Ministra da Justiça de Timor-Leste, Dra. Lúcia Lobato, uma visita ao Centro de Formação Jurídica do Ministério da Justiça.

Portugal, através do IPAD – Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, financia o Programa de Justiça do PNUD no montante de 3MUSD. Os outros parceiros internacionais do Programa são a Austrália, o Brasil, a Irlanda, a Noruega, a Suécia, a USAID e o ACNUDH.

Com o apoio do Programa de Justiça do PNUD foram formados os primeiros vinte e sete juízes, procuradores e defensores públicos timorenses, que tomaram posse no passado dia 26 de Julho, frequentando actualmente o Centro de Formação Jurídica outros doze juristas, cujo curso teve início em Janeiro de 2006.

A Cooperação Portuguesa reconhece que a formação dos novos actores judiciais timorenses constitui uma condição determinante para o fortalecimento do Sistema de Justiça e do Estado de Direito.

Encontra-se previsto um reforço do apoio à capacitação do Sistema de Justiça através da realização de uma missão de três guardas prisionais portugueses, com a duração de um ano, em articulação com o PNUD, com o objectivo de formar os guardas prisionais timorenses.

Sua Excelência o Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação de Portugal e o Excelentíssimo Senhor Director da AusAID, nesta ocasião, assinarão uma declaração conjunta com o objectivo de estreitar e reforçar a articulação das respectivas políticas de cooperação para Timor-Leste, em alinhamento com as orientações do Governo timorense, e em estreita articulação com os demais parceiros internacionais. Nesse documento, encontra-se igualmente prevista a realização de encontros anuais entre o IPAD e a AusAID, com vista à partilha de informação sobre o trabalho desenvolvido em Timor-Leste, bem como a identificação de áreas de interesse comum.

No quadro do novo Programa Indicativo de Cooperação (PIC), documento que define a estratégia da cooperação entre Portugal e Timor-Leste, para o período 2007-2010, o apoio à capacitação do sector da Justiça é reconhecido como um dos eixos prioritários da Cooperação Portuguesa.

Timor-Leste: João Cravinho: “Portugal e Austrália não são rivais”

Lusa – 30 de Agosto de 2007, 10:53

Díli - O secretário de Estado português dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, João Cravinho, afirmou hoje que “Portugal e a Austrália não são de forma alguma rivais em Timor-Leste”.

“Portugal e a Austrália são aliados em Timor-Leste, por serem aliados de Timor-Leste”, sublinhou o governante português em declarações à imprensa, no final da cerimónia oficial comemorativa do oitavo aniversário do referendo pela independência.

João Cravinho chegou hoje a Díli, pouco depois das 08:00 (00:00 em Lisboa), em voo comercial procedente de Darwin, Austrália, minutos antes da aterragem de um aparelho da Real Força Aérea Australiana que transportou o chefe da diplomacia de Camberra, Alexander Downer.

Foi com o ministro dos Negócios Estrangeiros da Austrália que João Cravinho teve, uma hora depois, o primeiro encontro de quatro dias de agenda preenchida em visita oficial.

“O encontro correu muito bem”, considerou João Cravinho.

“Houve o reconhecimento da necessidade de trabalharmos ainda de forma mais estreita”.

“A cooperação entre Portugal e a Austrália é muito boa e reconhemos algum défice de comunicação na forma como trabalhamos juntos”, acrescentou João Cravinho.

“Por vezes transparece uma imagem errada para a comunicação social, de pontos de vista divergentes e de forma de trabalhar incompatíveis” entre os dois países.

“Não é de todo o caso. Trabalhamos muito bem juntos”, salientou João Cravinho.

Da agenda de João Cravinho faz parte uma visita ao Centro de Formação Jurídica, em Díli, integrado no Programa de Fortalecimento do Sistema de Justiça, de que Portugal e a Austrália são dois dos principais parceiros.

Sobre o discurso do Presidente José Ramos-Horta no Parlamento, muito crítico da governação e do legado da Fretilin, João Cravinho considerou-o “extremamente interessante”.

“Demonstrou a humildade que todos os políticos devem ter e procurou identificar as razões das dificuldades deste tempo mais recente e de apontar o caminho para o futuro”, acrescentou o secretário de Estado português.

“Naturalmente, não comentarei essas recomendações”.

Na agenda de João Cravinho está previsto um encontro com o secretário-geral da Fretilin e ex-primeiro-ministro, Mari Alkatiri, a realizar-se na residência do líder do maior partido timorense.

PRM-Lusa/fim

Quem vai exercer as funções de primeiro-ministro?

Timor Lorosae Nação – Quarta-feira, 29 de Agosto de 2007
Timor e a Lusofonia estão a ser deglutidos pela Austrália
Alfredo Ximenes

A visita de um representante do governo português já estava prevista há algum tempo e dependia das disponibilidades de agenda, sabendo-se especificamente que os assuntos a tratar estavam relacionados com a cooperação que Portugal nos tem dispensado, fazendo todo o sentido que quem nos visita seja o Secretário de Estado dessa área, da cooperação, João Gomes Cravinho.

É sabido que Portugal é o maior doador à causa Timorense, que são e sempre foram os portugueses, povo como nós, que mais se insurgiram e mobilizaram perante as chacinas provocadas pela Indonésia. Que ainda hoje continuam com a preocupação de enviar manuais escolares para os alunos timorenses, que escrevem nos comentários deste blogue e de outros manifestando as suas preocupações e revoltas pelas injustiças que estão a recair sobre os timorenses.

Os próprios militares e policias portugueses que têm integrado as missões da ONU em Timor-Leste são pessoas cordatas, amigas e completamente diferentes do porte bárbaro de outros, de outros nacionalidades. Isto para não falar dos professores e professoras que estão cá e nos ajudam realmente, a par dos brasileiros.

Em contrapartida, aquilo que acontece com os australianos estacionados em Timor-Leste, civis ou militares, soa sempre a interesse... "Está bem, eu ajudo-te... mas o que é que recebo em troca?" - e quando nos apercebemos já eles nos levaram tudo.

Para a Austrália, para os australianos que aqui vêm - que me perdoem as excepções - Timor-Leste é a mina de produto e produção fácil em que não precisam de esgravatar, trabalhar, para irem embora com os alforges cheios!

Ao referir isto, não estou a propor nenhuma cruzada contra a Austrália ou contra os australianos mas sim a constatar um facto e a considerar que é tempo de reduzir a presença australiana em Timor-Leste, civil e militarmente.

Considerando que este país optou pelo português como língua oficial, de parceria com o tetum, os poderes decisórios timorenses têm a obrigação de nos proporcionar a defesa de sermos originais e diferentes nesta parte do globo, assumindo a lusofonia enquanto um bem que superará as distâncias terrenas para Portugal, Brasil ou África. Principalmente Portugal e o Brasil têm sido incansáveis sempre que lhes solicitamos o que quer que seja. Isso significa que devemos apostar mais na lusofonia e fazermos perceber à Austrália que temos uma identidade própria que até se completa num mundo lusófono que detém a terceira língua mais falada no planeta.

Em vez disso, apercebemo-nos de que cada vez mais ficamos na dependência e nova colonização da Austrália. Sistematicamente os ministros australianos se exibem como nossos donos, nos invadem de surpresa como se Timor territórios deles se trate.

Que saibamos, obtivemos a independência com muito sacrifício, com muitos mártires, para entregarmos agora o ouro ao bandido. E o bandido é a Austrália, os seus governantes!

Alexander Downer chega amanhã, não se sabe bem porquê, nem estava programada tal visita, como é costume nas relações entre Estados.

Mas como se isso não bastasse fomos surpreendidos pelo anúncio do primeiro-ministro, Alexandre Gusmão, com vaidade a brilhar nas letras do comunicado do gabinete ministerial, sobre a aceitação de um convite que ele formulou a Hon Steve Bracks para que esse ex-governador do estado de Vitória ascendesse a seu consultor...

Claro está que o convite foi aceite, não se sabendo até que ponto Gusmão está nas mãos dos australianos.

Não se sabendo quem é que na realidade vai exercer as funções intelectuais e decisórias de primeiro-ministro. Será Gusmão ou os australianos que o estão a rodear?

Fica a pergunta, para uma resposta que será encontrada com o tempo.

Happy in retirement, but briefly back in limelight

The Age – August 31, 2007
David Rood

Political retirement, it seems, becomes Steve Bracks. He might no longer have the trappings of office but yesterday the former premier bounded back into public life.

While serious allegations have been raised in recent days about Mr Bracks and the tender process for lottery licences, the man, looking supremely relaxed in an open collar shirt, practically skipped across the Treasury Place courtyard to meet the media pack.

His first task was to ask a reporter to hold his digital recorder. His second was an apology to Channel Ten reporter Gareth Boreham for Mr Bracks' wife, Terry, shutting the door on him when he knocked on the Bracks' door yesterday. "She was surprised," Mr Bracks said.

Ostensibly, Mr Bracks was here to speak about his new job as adviser to East Timor Prime Minister Xanana Gusmao, but Mr Bracks knew why he was really there. "I know you're not here to talk about that (the East Timor appointment)," he said. "I know you want to ask me questions about the gaming."

He was in vintage form, disarming questioners with that familiar laugh. Habits of an old premier die hard and Mr Bracks had to correct a reference to the state cabinet as "our cabinet".

Asked if he had had many job offers since resigning, Mr Bracks said a lot of people wanted to talk to him. "I'm very happy with my life currently. I am enjoying myself, as you can see." With that he bounded away, to be seen next on the hustings in his former seat of Williamstown.

Aust pledges $240m in aid to E Timor

ABC – August 30, 2007

Mr Downer has committed $240 million in aid to East Timor over the next four years.

The package includes more than $70 million for water and sanitation, with the extra funding also going to East Timor's education system.

East Timorese President Jose Ramos-Horta has welcomed the assistance.

"The announcement [Mr Downer] has just made of additional assistance to Timor Leste is extremely generous," he said. "It is $70 million a year that properly applied, particularly to the benefit of the poorest people in this country in the rural areas, will make a tremendous difference in the lives of the poor."

Fretilin seeks recall of RP cop, calls PNP ‘notoriously corrupt’

Daily Tribune (Philippines) – 08/31/2007
By Michaela P. del Callar

Just a day after it was found to have manufactured a witness to cover up the military’s role in the abduc-tion of an agriculturist, the Philippine National Police’s credibility suffered another blow when a major political party in East Timor (Timor-Leste) recently demanded the recall of a Filipino policeman-peacekeeper there, at the same time describing the PNP as “notoriously corrupt” with a “reputation for brutality.”

In a statement dated Aug. 9, the Fretilin was furious at claims made to Time magazine by Joel Doria, head of the Comoro police post of the United Nations Integrated Mission in Timor-Leste (UN-MIT).

In the Aug. 6, 2007 issue of the magazine, Doria alleged that the party was involved in organizing violence in East Timor in the wake of former resistance fighter Xanana

Gusmao becoming the country’s prime minister in late July.

“Mr. Doria’s comments and behavior are irresponsible. We expect members of the UN Police to exercise a duty of care when discharging their duties and act as an example to the National Police of Timor-Leste, which the UN is helping to rebuild,” Fretilin parliamentarian Jose Teixeira said.

“The Philippines’ police force is notoriously corrupt and politically partisan with a reputation for brutality. Timorese do not want the Philippines’ police practices imported into this country,” Teixeira added.

He said the UN should send home Doria for demonstrating bias against the Fretilin.

The party also demanded a formal written apology in relation to statements made by the Filipino police officer.

“If Mr. Doria has any evidence of criminal activities, he should be presenting that evidence to the prosecuting authorities, which will deal with them appropriately through the legal processes. This is a process that the Fretilin has always supported,” he said.

Teixeira added they they “demand that Unmit act immediately to send Mr. Doria home and for both Unmit and Mr. Doria to issue a formal apology to the Fretilin.”

He stressed that the Fretilin “does not support any form of violence and anyone who commits criminal acts should be brought to justice.”

Gusmao’s coalition parties – among them the National Congress for the Reconstruction of East Timor, the Timorese Social Democratic Association and the Democratic Party - hold 37 seats in the parliament, giving them a substantial majority over the Fretilin, which won only 21 seats in the June 30 elections.

The Fretilin’s leaders argue that they should govern after winning more seats than any other party.

Right after the announcement of Gusmao’s appointment, violence broke out and pro-Fretilin protesters staged violent demonstrations.

24 horas inventa...

O Jornal 24 horas publicou hoje uma notícia com o título “GNR revolta-se em Timor”

Segundo o jornal 24 grupo de três soldados do subagrupamento Bravo da GNR em Timor-Leste, fizeram queixas a este jornal sobre as condições no quartel, anunciando um levantamento de rancho durante a vista do SNEC João Cravinho.

Pois esse tal levantamento de rancho não aconteceu. Esta notícia deixou perplexos os soldados e oficiais da GNR em Timor-Leste, que negaram prontamente qualquer problema com as condições de alojamento ou de trabalho, desconhecendo a origem e intenção desta notícia.

Do nosso lado, aqui fica o esclarecimento e o nosso testemunho quanto à elevada moral, disciplina e profissionalismo que existe na GNR em Timor-Leste.

Força Bravos!

ETimor president wants UN presence until 2012

30.08.2007

DILI (AFP) — East Timor's President Jose Ramos-Horta wants the United Nations to maintain a presence in the tiny nation until 2012, he told visiting Australian foreign minister Alexander Downer on Thursday.

Ramos-Horta also reiterated an earlier request made to Australian Prime Minister John Howard during his visit here last month for Australian troops to stay in East Timor until the end of next year.

Some 900 Australian troops are currently in East Timor after being deployed in May last year to restore calm after local security force factions clashed on the streets of the capital Dili, leaving at least 37 people dead.

"I told the foreign minister that I want to see the UN presence here extended for up to five years," Ramos-Horta told reporters after meeting with Downer during his lightning stop here on the anniversary of East Timor's 1999 independence vote.

"In terms of the United Nations, both the police and civilians should remain here till 2012, obviously downsizing as the situation in Dili improves and consolidates," Ramos-Horta said.

The UN mission's current mandate expires in February next year. The Australian-led International Stabilisation Force is providing support to some 1,700 UN police patrolling here.

The president said that the "major and profound reforms" required in the police and defence forces would take a significant amount of time.

Downer also announced a boosted aid package worth 214 million Australian dollars (174 million dollars) over four years. It includes a 28 million Australian dollar rural water supply and sanitation project that he signed an agreement for with his East Timorese counterpart, Zacarias Albano.

The two ministers also inked a deal covering a land exchange for the embassies of the two nations.

Downer also attended a speech in parliament by Ramos-Horta in a ceremony to mark the eighth anniversary of the independence vote.

Australia's perceived support for the East Timorese referendum, in which the majority of people voted to break away from occupying Indonesia, damaged Canberra's relations with Jakarta, a rift that took years to repair.

Downer's visit comes amid ongoing sporadic violence and tensions in the oil-and-gas-rich but impoverished nation in the aftermath of the new government of Prime Minister Xanana Gusmao being sworn in earlier this month.

Apparent sympathisers of the former ruling party Fretilin have run amok in Dili and other parts of the country since the announcement of the new government, with dozens of homes burned and intermittent street battles.

Fretilin has been insisting it should have been asked to form a government as it won the most votes in inconclusive June elections. Gusmao however cobbled together a coalition with an absolute majority of parliamentary seats.

Some 850 Australian troops are working within the ISF, while 50 Australian police officers have also been seconded to the UN Police.

The anniversary of the 1999 referendum is a public holiday in East Timor. Violence surrounding the vote, blamed on militias backed by Indonesia's military, saw some 1,400 people killed.

After the vote, East Timor was put under UN administration before it finally achieved independence in May 2002.

sexta-feira, agosto 31, 2007

Inauguração da escola portuguesa «de elite, mas não para elites»

Sol
6a-feira, 31 Agosto

A segunda fase da Escola Portuguesa de Díli foi hoje inaugurada pelo secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, que classificou a instituição como «de elite, mas não para as elites»

João Gomes Cravinho, em visita oficial a Timor-Leste até segunda-feira, anunciou que a Escola Portuguesa de Díli vai passar a leccionar o nono ano de escolaridade em 2007 / 2008 e terá o décimo segundo ano em 2010 / 2012.

«Haverá então a possibilidade de frequentar o ciclo completo na Escola Portuguesa, nas condições mais elevadas, que consideramos de elite», afirmou o secretário de Estado.

«É uma escola de elite sem ser uma escola para as elites», afirmou o governante português, sublinhando que «a Escola Portuguesa pretende ser uma escola aberta aos timorenses».

«A esmagadora maioria dos alunos da Escola Portuguesa de Díli é timorense», sublinharam ao longo da inauguração diferentes responsáveis da Cooperação Portuguesa em Díli e em Lisboa.

No último ano lectivo, a Escola Portuguesa teve 500 alunos, em quatro turmas até ao oitavo ano, e 27 docentes provenientes de Portugal.

Para o ano lectivo que agora se inicia, estão inscritos 546 alunos, mas a Escola terá capacidade para 800 alunos depois da conclusão da obra hoje inaugurada, em Outubro de 2007.

À inauguração, além do bispo de Díli, Alberto Ricardo da Silva, e do ministro da Educação, João Câncio, assistiram alguns encarregados de educação conhecidos da política timorense e titulares públicos, pais de alunos da Escola.

Entre eles estavam o brigadeiro-general Taur Matan Ruak, Chefe do Estado-Maior das Falintil-Forças de Defesa de Timor-Leste, os ex-ministros Rui Araújo e Ana Pessoa e o actual ministro da Educação, o presidente do Partido Social-Democrata (PSD) e ex-governador de Timor no tempo indonésio, Mário Viegas Carrascalão, e o reitor da Universidade Nacional Timor-Lorosae, Benjamim Corte-Real.

A segunda fase da Escola Portuguesa tem um orçamento de cerca de dois milhões de euros e a obra foi executada pelo grupo de construção português Ensul.

A criação da Escola Portuguesa de Díli resultou de um acordo de cooperação assinado entre os governos de Portugal e Timor-Leste e de um protocolo de entendimento celebrado entre o governo português e a Diocese de Díli, proprietária do terreno cedido para a construção do estabelecimento de ensino.

Lusa / SOL

Timor assina programa de cooperação com Portugal até 2010

Diário de Notícias
Programa Indicativo de Cooperação foi estimado em 60 milhões de euros
Data: 31-08-2007

Os governos de Portugal e Timor-Leste assinaram hoje o Programa Indicativo de Cooperação (PIC) para os próximos quatro anos, estimado em 60 milhões de euros (cerca de 81,6 milhões de dólares americanos).

O PIC foi assinado no Palácio do Governo por João Gomes Cravinho, secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação português, e por Zacarias da Costa, ministro dos Negócios Estrangeiros timorense.

O Programa Indicativo de Cooperação 2007-2010 concretiza os objectivos do documento "A Visão Estratégica para a Cooperação Portuguesa" e as metas de desenvolvimento identificadas pelo governo timorense e define a estratégia de cooperação entre ambos os países.

O primeiro eixo, denominado Boa Governação, Participação e Democracia, tem uma dotação de 12,5 milhões de euros e inclui a cooperação no sector da justiça.

Desenvolvimento Sustentável e Luta contra a Pobreza é o segundo eixo do PIC, com uma dotação de 46 milhões de euros, incluindo o sector da educação e a reintrodução da língua portuguesa.

O PIC define ainda o apoio de 1,5 milhões de euros a um "cluster", em região a definir, um programa que pretende "potenciar o desenvolvimento sustentado, através de uma intervenção integrada e descentralizada que crie sinergias entre vários agentes e áreas de intervenção", segundo informação da Cooperação Portuguesa em Díli.

Entre 1999 e 2006, o total da ajuda portuguesa a Timor-Leste ascende a mais de 381 milhões de euros.

O anterior PIC, que vigorou no triénio 2004-2006, previa o total de 50 milhões de euros.

Lusa.

Morreu Cristovão Santos

Cristovão Santos, assessor de Ramos-Horta, morreu hoje de manhã em Díli, vítima de ataque cardíaco.

Xanana diz que é cedo para falar com FRETILIN

Jornal de Notícias, 31/08/07

O primeiro-ministro timorense, Xanana Gusmão, afirmou ontem, dia em que ficou completo o IV Governo Constitucional, que "só depois da aprovação do Orçamento de Estado será altura de começar a falar com a FRETILIN".

Xanana explicou que "ainda não é o tempo" da normalização de relações entre o Governo, saído da Aliança para Maioria Parlamentar, e a Fretilin, o partido mais votado nas legislativas de 30 de Junho. "A última vez que estive com Mari Alkatiri foi a 17 de Agosto", disse o primeiro-ministro, corroborando que sempre se deu bem com o secretário-geral da FRETILIN. Cerca de metade da bancada da FRETILIN no Parlamento, incluindo a cúpula dirigente (Francisco Guterres "Lu Olo" e Mari Alkatiri que pediram a suspensão temporária do mandato e respectiva substituição), bem como o líder da bancada, Aniceto Guterres, estiveram ausentes da cerimónia que assinalou o oitavo aniversário do referendo pela independência, realizado em 1999.

Entretanto, o presidente da República, José Ramos-Horta, afirmou no Parlamento que os timorenses "não aprenderam nada com o passado" e fez duras críticas à FRETILIN. "O nosso ego tem sido sempre demasiado grande", afirmou José Ramos-Horta, acrescentando que "não aprendemos nada do passado e continuamos a cometer os mesmos erros que custaram muitas vidas no passado não distante".

Por sua vez, o ministro dos Negócios Estrangeiros australiano, Alexander Downer, afirmou em Díli que o seu país "não é parte de nenhuma conspiração contra o povo timorense" e que a Austrália "apenas pretende estabilidade e prosperidade para os países vizinhos".

Também o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação português, João Gomes Cravinho, declarou que "Portugal não apoia nenhum partido", mas sim o Estado e a consolidação das instituições.

Timor: «Português não é questão polémica», diz Xanana Gusmão

Diário Digital / Lusa
31-08-2007 8:46:39

O primeiro-ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão, afirmou hoje que a língua portuguesa «não é uma questão polémica» no país e que «a mudança de governo não afecta absolutamente a relação com Portugal».

Xanana Gusmão falava à imprensa no final de um encontro com o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação português, João Gomes Cravinho, que decorreu em simultâneo com uma reunião do Conselho de Ministros timorense.

«Há problemas muito maiores sobre os quais nos debruçamos», declarou Xanana Gusmão, antes de regressar à sala onde o IV Governo Constitucional discutia, desde manhã, o programa final a apresentar ao Parlamento.

«Mesmo que o currículo comece com o português nos bancos da escola, nós temos segmentos de sociedade em que uns falam português, outros inglês, outros tétum, outros bahasa. Esse é o nosso problema», explicou Xanana Gusmão.

«Temos que olhar que há uma geração toda em Timor que nasceu no tempo indonésio e só sabe bahasa. Como resolver esse problema? Sempre dissemos que a reinserção do português aqui é uma questão de tempo», disse.

«Os indonésios estiveram aqui 24 anos», acrescentou Xanana Gusmão, sublinhando que «não se pode imaginar que se consegue realizar uma reintrodução do português em cinco anos».

«É preciso responder a questões pontuais, actuais, em termos de educação», referiu Xanana Gusmão, dando um exemplo: «Por que é que o representante da Câmara Municipal de Lisboa foi inagurar a estrada, que eu pedi, para uma escola e a directora falou em tétum e pediu desculpas por não falar português - porque não aprendeu a língua?»

Xanana Gusmão recordou que Timor-Leste tem «poucos professores, que não chegam, com má qualidade, e ainda não há cursos de professores, além do da Diocese de Baucau».

«São questões de educação e de desenvolvimento. Não se coloca a língua em termos de problema», concluiu.

UNMIT – MEDIA MONITORING - Friday, 31 August 2007

"UNMIT assumes no responsibility for the accuracy of the articles or for the accuracy of their translations. The selection of the articles and their content do not indicate support or endorsement by UNMIT express or implied whatsoever. UNMIT shall not be responsible for any consequence resulting from the publication of, or from the reliance on, such articles and translations."
(TP)

National Media Reports

Horta: 1975 generation is making the people suffer

President José Ramos-Horta has asked all the political leaders of the 74/75 generation to reflect upon their attitudes and whether they are making the people suffer.

“Twenty years have passed. We have to recognize our errors, by which we the political generation of 70s caused a lot of suffering for the people. Sometimes we ignore our errors because of our grand ego. We never learn the lessons of the past” said the president in his speech on the Referendum Day on Thursday (30/8). (STL and TP)

Government studying the case of Alfredo and the petitioners

The Vice Prime Minister Jose Luis Guterres stated that the government has started studying the case of Alfredo and the petitioners.

“Xanana is looking forward to the development of a good mechanism for finding a peaceful solution to the case,” said Mr. Luis.(STL and TP)

F-FDTL will remain deployed in the east

Commander of F-FDTL Brigadier Taur Matan Ruak said that F-FDTL will remain in Baucau, Viqueque and Lautem as the length of its deployment is not yet determined.

Currently, 24 members of the F-FDTL are deployed in the east (7 in Baucau, 10 in Viqueque and another 7 in Lautem). (STL)

Bishop Ricardo: Leaders need to have correction

Bishop Ricardo da Silva said that the Referendum Day- 30 August - is a day for the East Timorese and a day for the leaders to look how they can do better for the people of Timor-Leste.

“A nation’s stability is not only determined by the behaviour of the people; leaders need to focus on national unity, loving each other and working to improve people’s live”, said the bishop. (STL)

Alkatiri: the Alliance government should not make accusations

The former Prime Minister of Timor-Leste, Mari Alkatiri asked the Alliance government not to make accusations against Fretilin by investigating corruption in the previous Fretilin-led government.

“I think they may perform an investigation, and when no evidence is found they should be prepared to go the tribunal, because they have committed defamation,” said Mr. Alkatiri. (TP)

To be peaceful, avoid besmirching others

The president of the Social Democratic Party (PSD), Mario Carrascalao, said that if all want the nation to be peaceful, political leaders should avoid statements that might harm others.

“How can the nation be stable when we are always hurting each other? We all need to live in peace, no one wants to live as we have been recently,” said Mr. Carrascalao.

Speaking about the words independence and autonomy that have been used by some leaders of late, Mr. Carrascalao said that the words were the options offered by United Nations to Timor-Leste to determine the future of the country. (STL)

Fretilin regrets the message of President Ramos-Horta

Francisco Miranda Branco, a MP of Fretilin, expressed regret at the message of President Jose Ramos-Horta on the anniversary of Referendum Day, 30 August, which he said showed Horta’s contempt towards Fretilin.

Mr. Branco said that as a father the nation, the president is responsible for finding a balance between the previous and current governments, and should not forget the refugees and Alfredo whilst surrounded by important international guests.

In the speech, President Jose Ramos-Horta said that Fretilin is making an error in trying to force the UN to end its mission in Timor-Leste. Horta also said that Fretilin won the 2001 election outright, and then went on to create laws without cooperation with the opposition which led to defeat for Fretilin in the next two elections.

David Dias Ximenes, another MP of Fretilin also said that president’s speech was used as an opportunity to attack others. (STL and DN)

Alkatiri: Illegal, the ISF presence in Timor-Leste

The Secretary General of Fretilin, Mari Alkatiri said that the presence of the International Security Forces in Timor-Leste is illegal as the trilateral accord was not ratified by the national parliament.

“I did sign the accord, but when I stepped down as Prime Minister I could do nothing. However, the new prime minister who replaced me should bring it to the national parliament for ratification.

“Why did the prime minister not bring it to the national parliament for ratification? If there was no ratification, then the presence of ISF in Timor-Leste is illegal,” said Mr. Alkatiri. (DN)

UNMIT - Security Situation - Friday 31 August 2007

This is a broadcast of the UN Police in Timor-Leste to provide you with information about the security situation around the country.

The security situation in Timor-Leste as a whole has been calm, but the situation in Viqueque remains tense.

Today in Dili, UNPol attended six incidents, including three traffic accidents. None of the other incidents were serious.

Two days ago in Baucau, a rape was reported to police in Laga sub-district. Police took the victim to Baucau hospital, have identified the suspect, and are investigating further. On the same day in Bercoli, PNTL officers arrested two men for causing a public disturbance.

United Nations police officers in conjunction with the PNTL and the International Security Force remain fully deployed to respond to any disturbances that may emerge.

The Police advise to avoid traveling during the night to the most affected areas. Please report any suspicious activities. You can call 112 or 7230365 to contact the police 24 hours a day, seven days a week.

Who’s afraid of Gareth Evans?

Fri, 2007-08-31 06:26
- Asian Tribune -
By Gomin Dayasri

Gareth Evans,the former Foreign minister of Australia has received coverage in Sri Lanka after he threatened international intervention should the Security Forces move to disarm Prabhakaran.

A man with an international reputation, Gareth Evans, played a significant role in the affairs of Indonesia and Cambodia in the Asian context.

Gareth Evans as the head of the Brussels-based International Crisis Group down played the threats of the another potent terrorist organization operating in Indonesia, Jemaah Islamiyah. In a lecture to a university audience he stated

“As to the specific risk posed by terrorist groups operating in and from Indonesia…[the International] Crisis Group’s perception is that the Jemmah Islamiyah regional division that covered Australia has been effectively smashed by Indonesian police and intelligence operations (well supported by Australian agencies) and that JI no longer poses a serious threat in Indonesia or elsewhere”.(source: Review of International Social Questions- RISQ>)

Three days later three allegedly JI or its splinter group operatives exploded three bombs in Bali strapped to their chest in restaurants frequented by tourists, killing 23 and wounding 125 including Australians in October 2005

Gareth Evans made this pronouncement notwithstanding US Embassy in Jakarta having issued a valid terror alert and the President of Indonesia having warned of a probable terrorist attack in September or October 2005.

Evans supported the administration President Suharto of Indonesia who had a record of invading East Timor and in ethnic cleansing and wiping out 200000 East Timorese.

It was Evans contention “the human rights situation {in East Timor} has in our judgment conspicuously improved, presently under the present military arrangement.

Nine months later the Indonesian military massacred large number of people in the Santa Cruz cemetery in Dili. Evans dismissed the missing as -“they might have simply gone bush”. {Sydney Morning Herald December 28,30 1991}

The celebrated independent journalist John Pilger in his book “Hidden Agendas” states Australian Foreign Minister Gareth Evans in his book “Cooperating for Peace” makes no reference to the genocide in East Timor though written after the Indonesian massacre of East Timorese in Dili in 1991.This was described by Evans as ‘an aberration, not an act of state policy”{Mark Aarons and Robert Domm !992- East Timor,A Western Made Tragedy}

It is necessary to note that Prime Minister Keating and Foreign Minister Evans had attacked the credibility of John Pilger.

When President Suharto appointed a special commission of inquiry Evans congratulated the Jakarta regime for such a positive and helpful reaction and expressed the view that he was reasonably happy with the Commissions findings which was strenuously challenged by Amnesty.

According to Pilger, on Evans recommendation, Ali Atatas Jakarta’s Foreign Minister and the principal apologist for the massacre was awarded the Order of Australia, the highest honor of the country.

Suharto Rule in Indonesia, was supported by Evans, now legendry for atrocities and human rights violations.

The Foreign Ministers Gareth Evans (Australia) and Al Alatas (Indonesia) celebrated the signing of the Timor Gap Treaty with a champagne diet on board a plane as captured in the film, Death of a Nation (Distant Voices - John Pilger); which allowed and International oil companies to exploit the sea bed off East Timor yielding possibly 7 billion barrels of oil. In the words of Gareth Evans “zillions of dollars”. Indonesia News Feb 1991.

In fact within two months of the massacre the joint Australian –Indonesian Board overseeing the exploitation of the Timor Gap awarded 11 contracts to Australian oil and gas companies. When protestors placed crosses opposite the Indonesian Embassy in Australia, Gareth Evans had them removed. When a federal court ordered them restored as Evans had acted in excess of his powers per the regulations, he caused to have the regulations changed.

John Pilger in his book Distant Voices refers to the UN peace plan for Cambodia and the dominant role played by Gareth Evans. According to Pilger it gave Pol Pot and the dreaded Khemer Rouge immunity from prosecution for the acts of genocide inflicted on the Cambodian people.

Source material; John Pilger- Hidden Agendas and Distant Voices

Gomin Dayasri is a leading Sri Lankan lawyer

«Português não pode ser língua de exclusão», diz Gomes Cravinho

30 Agosto 2007
Notícias Lusófonas

O secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação de Portugal defendeu hoje que "a língua portuguesa não pode ser de exclusão" em Timor-Leste e considerou "uma questão delicada" a discussão sobre a língua oficial do país.

"Temos de assegurar que a língua portuguesa não seja de exclusão mas de inclusão", afirmou João Gomes Cravinho em declarações à Agência Lusa, no primeiro da visita oficial a Timor-Leste.

"Não estamos complacentes, estamos disponíveis", salientou João Gomes Cravinho quanto às opções de Lisboa para a cooperação na área da língua portuguesa em Timor-Leste.

"O português desempenha um papel único na identidade timorense", salientou o responsável da Cooperação, que acredita que um número cada vez maior de timorenses "terá a língua portuguesa como língua materna".

"A implantação de uma língua demora muito tempo. As críticas que são feitas ao Programa de Reintrodução da Língua Portuguesa não têm uma boa radicação na realidade", afirmou João Gomes Cravinho.

"O mundo actual não se coaduna com regimes monolinguísticos", segundo o secretário de Estado português.

"O bahasa indonésio é importante para Timor-Leste como o espanhol é importante para Portugal", explicou João Gomes Cravinho sobre as hipotéticas "ameaças" ao português das línguas indonésia e inglesa.

João Gomes Cravinho frisou, porém, que a escolha do português como língua oficial "foi uma opção de fundo dos timorenses depois da ocupação, reiterada no momento da independência".

"Essa opção não é posta em causa, antes pelo contrário", nos contactos que João Gomes Cravinho teve com a nova geração de líderes timorenses, como o presidente do Parlamento Nacional, Fernando "La Sama" de Araújo, líder do Partido Democrático.

Na sexta-feira, o secretário de Estado inaugura a segunda fase da Escola Portuguesa de Díli.

A educação e promoção da língua portuguesa são dois dos pilares da Cooperação Portuguesa em Timor-Leste, a par do apoio ao sector da justiça.

Estas linhas não serão substancialmente alteradas com a assinatura, durante esta visita oficial, do novo Programa Indicativo de Cooperação (PIC) entre os dois Estados para o quadriénio 2007-2010, afirmou Gomes Cravinho.

NOTA DE RODAPÉ:

Mais um iluminado, que nem uma idéia consegue articular. Portugal começa a deixar de esconder o seu desinteresse por Timor-Leste.

Faça-se a vontade australiana... Sempre dá menos trabalho ao MNEC.

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(o Link está no fim)

Oito anos depois do referendo

Ramos-Horta afirma que timorenses "não aprenderam nada do passado"
30.08.2007 - 10h05 Lusa

O Presidente da República de Timor-Leste, José Ramos-Horta, afirmou hoje, no Parlamento Nacional do país, que os timorenses "não aprenderam nada com o passado", tecendo depois duras críticas à Fretilin.


COMENTÁRIOS:

O Horta nos quatro anos em que foi Ministro
Por Margarida, Amadora
O Horta nos quatro anos em que foi Ministro do I Governo Constitucional passava metade do tempo no estrangeiro a tratar da vidinha e mesmo quando estava em TL no intervalo das viagens nem aos conselhos de ministro ia! Ele andou sempre ao serviço dos estrangeiros e tem nojo dos que lá, em Timor-Leste, laboriosamente, tolerantemente, persistentemente iam construindo as instituições democráticas, iam montando serviços, iam refazendo as infra-estruturas, iam construindo o estado de direito que hoje é Timor-Leste. Ele - como sempre - é que nada aprendeu! Ele é dos que se pensa predestinado para ser servido, nunca para servir. Ele não passa de um pavão, de um boi inchado, é de facto uma criatura desprezível que cospe na sopa de quem o ajudou. Mas o que sobe desce, e ele já começou a descer, em primeiro lugar na consideração da sua gente. Este gajo não dura porque este gajo está velho, gasto, desgastado, está um nojo.

A Constituição Timorense é exactamente igual à portuguesa
Por Luis Simões, Almada
A Constituição Timorense é exactamente igual à portuguesa nesse aspecto da formação do governo, e não foi dada a oportunidade ao partido mais votado para formar governo e por isso há revolta porque mais de 76 por cento do eleitorado não votou no Xanana para Primeiro-Ministro e pior, na campanha eleitoral, nunca sequer o Xanana falou nessa possibilidade. E é mentira que tenham sido os “outros partidos, com assento no parlamento que formaram uma coligação”. Primeiro no que chamam coligação estão quatro partidos, mas há NOVE partidos que têm assento no Parlamento. E depois, nem sequer esses quatro partidos decidiram dessa coligação porque ela foi decidida pelos chefes desses partidos e nenhum deles – nem sequer o CNRT do Xanana – decidiu, consultando os organismos próprios. O que houve e continua a haver em Timor-Leste é a usurpação do poder pela clique da Austrália, para garantir a continuação da roubalheira do petróleo e do gás. É uma vergonha mas é a verdade.

DISCURSO DO PR CAUSOU INDIGNAÇÃO E REPULSA
Por Ana Loro Metan , Dili
O MUITO SABEDOR, ARROGANTE E ILUMINADO RAMOS HORTA A singularidade do discurso de hoje, no Parlamento Nacional, de Ramos Horta, Presidente eleito, fez-me lembrar que ele já deve ter partido todos os espelhos lá de casa sempre que se via neles reflectido e que à falta de melhor optou por passar à fase seguinte da sua frustração em ter de mostrar o jogo em que está envolvido: vitimiza-se e faz oposição à oposição, declarando abertamente que não é Presidente de todos os timorenses – pelo menos é assim que dá para entender. Durante o discurso deu para perceber os esgares de muitos dos presentes como reflexo denunciante da reprovação que esta sua atitude de “o mais sabedor” causou e ainda mais quando o PR referiu não termos aprendido nada com o passado. Pensando bem, Ramos Horta devia ter dito que não aprendeu nada com o passado ao querer estar bem com Deus e com o Diabo. Um Deus eleito por ele próprio, um Deus pessoal e intransmissível de uma religião de interesses estranhos à luta desta Pátria e deste povo que testemunhou o assassinato dos seus familiares e amigos e que só sobreviveu pela sua tenacidade. Ao falar como falou Ramos Horta faltou ao respeito a todos os timorenses. Falou como um invasor das nossas mágoas, das nossas frustrações, das nossas raivas contidas. Falou como um estranho que se considera iluminado e distanciado das nossas décadas de luta pela defesa da nossa identidade. Temos um PR que encarna perfeitamente a elite da década de 70 que agora regressou para completar os erros do passado e voltar a pôr-nos uns contra os outros. Como Veríssimo diz: está na hora do desprezo. Triste sina a nossa!

O Horta apenas está a fazer o que o Xanana fez
Por Margarida, Amadora
O Horta apenas está a fazer como PR exactamente o que fez o Xanana e nem nos discursos varia. Eles sempre agiram em consonância a guerra dos dois é desde o princípio dos anos 80 a guerra contra a Fretilin pois ambos sabem que a Fretilin quer a independência e a soberania de TL e não o protectorado que ambos sonham em formalmente entregar à custódia Australiana/Norte-americana. Mas não foi para passarem de independentes a tutelados que os Timorenses lutaram, foi para se manterem independentes e a luta vai continuar pois a luta continua a ser o caminho para a independência de Timor-Leste.

A Constituição de Timor prevê 2 situações
Por Anónimo, Coimbra
A Constituição timorense prevê o seguinte: pode governar o partido mais votado, ou pode formar-se um governo com o apoio dos partidos que sejam maioria no parlamento. Como o partido mais votado não tinha a maioria, os outros partidos, com assento no parlamento, formaram uma coligação. A Constituição de Timor Lorosae foi respeitada.

Lá isso é verdade
Por Maria Barroso, Lisboa
Se os timorenses tivessem aprendido com o passado este Senhor não seria Presidente da República, certo?

País da Treta
Por VJorge, Lisboa
Com dirigentes de opereta como Xanana, Ramos Horta e toda a espécie de Carrascalões, Timor só pode ser aquilo que tem sido até agora: Um país da treta.

nao conheco adjectivo adequado
Por Anónimo, ny
em primeiro lugar estes homens SEMPRE estiveram no governo, segundo o povo timorense aprender a ser Rachado e venddido como voces sao, devem de dizer nao obrigado.Desde quando senhores democratas de pacotilha, nao se respeita a vontade desse povo que amioritariamente, votou num partido, e q ue esse mesmo partido nao e convidado a formar governo, a sua logica senhor horta so quem votou no partido do parvo do xanana e afins e que sabe escolher, tenha maneiras. e quanto a posicao do governo de POrtugal, deixa vir as eleicoes, se o PS do socrates nao tiver a maioria absoluta, nao era nada mal feito, que os partidos minoritarios com o 2 + votado, fizessem o mesmo que os "iluminados democratas" do senhor horta. penso que para o povo portugues, seria muito melhor ver um PSD com a CDU a governar pelo menos as coisas avancavam, e acabava por haver um iquilibrio.

O SUPER - EGO
Por Anónimo, Porto
Então em democracia não deve governar o partido mais votado? Para Ramos Horta e xanana parecem que apenas lutaram para chegar ao poder. Quando o povo estava com eles, o povo era amigo, agora não, porque não escolhe. Que raio de democrecia é esta em Timor??'. Será que isto descambe para tumor??? EU e Muitos já suspeitavam antes destes "heróis" apoderarem-se do Poder. Poís veja-se o TOTAL APOIO PÚBLICO QUE O AGORA PRESIDENTE, Ramos Horta . deu à invasão do Iraque pelos EUA e seus acólitos!!!

Mas...
Por Anónimo, Inferno por cá
A inversa, ainda é mais verdadeiro!

E o Iraque, ó Horta???
Por Anónimo, Porto
Então o Ramos Horta o que tem a dizer sobre o seu ínequívoco apoio à guera do Iraque???

Podemos ainda salvar Timor?
Por Anónimo, Porto
O Dr. Ramos Horta tem toda a razão; dá pena ver desperdiçar tantas ajudas e oportunidades dadas aos Timorenses. Como é possível que meia dúzia de pessoas com desmedida ânsia de protagonismo deitem a perder todas as esperanças que o mundo depositou na formação de um novo país. Não será possível que os guerrilheiros da Fretilin percebam que a sua luta, heróica, sem dúvida, já está ultrapassada? É tempo de construção e não de guerrinhas pelo poder. Não será possível o Sr. Reinado e o Sr. Alkatiri tirarem um período de férias para não continuarem a prejudicar Timor?

Uma farsa
Por Carlos Alberto, Sacavém
Como é possível haver paz se o partido mais votado nem sequer é convidado para formar governo. Ganhar as eleições e ficar na oposição só pode originar revolta. Ramos Horta e Xanana são uns vendidos.

Uma vegonha...
Por Joe Bernard, Cascais
Já imaginaram o PS ter sido o partido mais votado, como foi muitas vezes, e o Presidente da República convidar o PSD para constituir Governo??? Pois foi o que aconteceu em Timor!!! Esta não lembra ao diabo...

EGO
Por manelovski, Figueira da Foz
O problema de Ramos Horta parecer de EGO! Centra-se na sua pessoa, centra os interesses do povo de Timor à volta dos seus interesses de prestígio político, e isso até ao ponro de desrespeitar o voto popular : primeiro porque se recusou a reconhecer a vitória eleitoral da fretilin e segundo porque está a dizer mal dos Timorenses que votaram na Fretilin, ou seja considera-se o DONO da democracia timorense!


http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1303613&idCanal=10&showComment=1#commentarios

quinta-feira, agosto 30, 2007

Ainda sobre o novo assessor de Xanana...

Tradução da Margarida:

The Australian
Michael Warner
Agosto 30, 2007 12:00am

"Era esse o nível de conforto que na altura ia na minha mente ," disse ele.
"Acredito que era o entendimento geral da direcção . Foi uma discussão livre e aberta ," disse o Sr Kerr.

A sua evidência segue-se a meses de negações pelo Sr Bracks de que alguma vez sequer tivesse discutido arranjos de licenças com Tatts ou os seus intermediários.


Um antigo patrão da Tattersall diz que discutiu licenças de jogo com Steve Bracks, contradizendo negações repetidas pelo antigo premier.

O ex-consignatário do Tatts, Peter Kerr disse num inquérito parlamentar que o Sr Bracks tinha livremente discutido licenças num encontro secreto na sala de administração da companhia em Fevereiro de 2003.

O Sr Kerr disse numa comissão escolhida na Câmara Alta que tinha saído do encontro com a clara compreensão de que o Governo apoiava o duopólio de máquinas de jogo de multi-bilião de dólares que o Tatts partilhava com o rival operador de jogos, Tabcorp.

David White, apoia os relatos do Herald Sun durante a eleição no Estado no ano passado, que desencadeou o inquérito.

Tatts e Tabcorp colheram enormes lucros anuais das suas 27,500 máquinas de jogos. Os Victorianos perderam $2.5 biliões nas máquinas no ano passado.

Em Novembro último, o gabinete do Sr Bracks afirmava "ele nunca discutiu licenças com David White nem com mais ninguém de fora do governo".

No Parlamento em 27 de Fevereiro, o líder da Oposição Ted Baillieu perguntou ao Sr Bracks se ele mantinha isso.

O Sr Bracks respondeu: "O Governo, eu como Premier, ou qualquer outro ministro, não discutimos licenças de jogo quando há um processo de propostas, nem sequer discutimos essas matérias antes disso."
Ontem, o Sr Kerr contou na comissão que o relato do Sr White sobre a administração do Tatts de um jantar de trabalho que ele teve com o Sr Bracks em Lorne nas férias 2003/04 foi o desenvolvimento da "bomba muito potente" que o levou a decidir vender na bolsa de valores.

"Ele tinha uma mensagem muito forte a passar à administração. O modo como David pôs as coisas, tanto quanto me lembro foi : `se queres manter a licença, tens de entrar no público.'

"Isto era David White a citar um encontro que afirma ter tido com o premier. A administração estava de certo modo impressionada pela natureza da mensagem. . . sempre me lembrarei disso."

O Sr Bracks admitiu o encontro com o Sr White mas disse que não discutiram licenças, e acusou o ex-ministro de inventar coisas.

O porta-voz da Oposição para o jogo Michael O'Brien pediu ao Sr Bracks para aparecer no inquérito : "A evidência de hoje sugere que ou foi o Sr Bracks que mentiu, ou foi David White."

Ontem à noite a comissão votou a favor de convidar o Sr Bracks para aparecer.

Disse o Sr White ontem à noite: "Aparecerei frente à comissão em 17 de Setembro."

O colega consignatário do Tatts, Ray Hornsby disse ontem que o Sr White tinha transmitido uma mensagem do Governo do encontro de Lorne. "O Sr White disse-nos que se estavam a inclinar para a continuação do duopólio . . . tinha servido bem. Não viram nenhum razão urgente porque deveriam mudar," disse no inquérito.

Mas o Sr Hornsby e o Sr Kerr disseram ambos na comissão que acreditavam que o Sr Bracks nunca tinha dado garantias que a companhia seria tratada favoravelmente ou que lhe seria dado um tratamento preferencial.
"Não houve promessas, obrigações ou mesmo inferências," disse o Sr Hornsby. "Acreditei sempre que haveria um processo total de propostas."

O Sr Kerr acrescentou: "Senti que teríamos as nossas licenças renovadas com base nos nossos méritos. Não penso que David declarou ser um mágico de maneira alguma."

O Sr Hornsby disse que acreditava que o Sr White pode ter estado a dizer à administração o que eles queriam ouvir.

"Sou um cínico, não acredito na cara das pessoas sem algumas provas," disse.

Mas o Sr Kerr disse que o Sr White se tinha gabado à administração de ser o consultor de e de exercer influência sobre, o Sr Bracks, o agora responsável do Orçamento John Lenders, o agora Premier John Brumby, os ministros Bronwyn Pike e Lynne Kosky, e responsável do Orçamento Ian Little, que já faleceu.

Ele confirmou que horas antes do encontro de 2003, o Sr White informou a administração sobre questões a pôr ao Sr Bracks. O Sr Kerr disse que o Tatts tinha contratado o Sr White por causa da sua capacidade de abrir portas dentro do Governo.

"Foi por isso que foi contratado, para actuar para nós. Esse era o papel que esperávamos que tivesse," disse o Sr Kerr.
Ambos os consignatários confirmaram ainda a autenticidade de um documento interno do Tatts, publicado pelo Herald Sun, esboçando um plano para uma oferta "escrita num pedaço de papel " para ser entregue ao Sr Bracks pelo Sr White.

"Isto pode ser entregue a Bracks para leitura atenta e aceitação," afirma o documento.
"David White pode apresentar este pedaço de papel. Nada oficial, apenas verbal."

O inquérito parlamentar foi convocado no princípio do ano depois de uma série de artigos no Herald Sun terem revelado o jantar de Lorne e as discussões do Sr Bracks no encontro da sala de administração do Tattersall.

O Vice-Premier Rob Hulls ontem defendeu o Sr Bracks, dizendo que nem o Sr Kerr nem o Sr Hornsby tinham afirmado que o processo das máquinas de jogo ou das licenças da lotaria tinha sido negociado inadequadamente.

"Foi dada evidência . . . de um encontro da administração que ocorreu dois anos antes de ocorrer o processo de propostas," disse o Sr Hulls.

Timor: Governo fica hoje completo com posse de 14 membros

Diário Digital / Lusa
30-08-2007 8:17:00


O IV Governo Constitucional de Timor-Leste fica hoje completo com a posse de 14 membros que não estavam ainda escolhidos ou em funções.

O primeiro-ministro, Xanana Gusmão, toma posse pela segunda vez, como titular da pasta da Defesa e Segurança, depois da cerimónia que colocou em funções o novo Executivo, realizada a 08 de Agosto.

A cerimónia que completa o elenco do IV Governo está prevista para hoje à tarde (hora local), no Palácio das Cinzas, sede da Presidência timorense.

São os seguintes os titulares que hoje tomam posse, segundo a lista final fornecida pela Presidência da República:

Ministro da Defesa e Segurança: Xanana Gusmão;

Ministra da Solidariedade Social: Maria Domingues Fernandes Alves, «Micató»;
Ministro da Agricultura e Pescas: Mariano Assanami Sabino;
Vice-ministra da Saúde: Madalena Fernandes Hanjan Costa Soares;
Secretário de Estado da Juventude e Desporto: Miguel Manetelu;
Secretária de Estado da Promoção da Igualdade: Idelta Maria Rodrigues;
Secretário de Estado do Meio Ambiente: Abílio de Deus de Jesus Lima;
Secretário de Estado da Assistência Social e Desastres Naturais: Jacinto Rigoberto Gomes de Deus;
Secretário de Estado para o Turismo: Adriano do Nascimento;
Secretário de Estado das Pescas: Eduardo de Carvalho;
Secretário de Estado da Pecuária: Valentino Varela;
Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural: Papito Monteiro;
Secretário de Estado para os Assuntos dos Antigos Combatentes da Libertação Nacional: Mário Nicolau dos Reis;
Secretário de Estado das Obras Públicas: Domingos Magno.
A cerimónia de posse acontece no dia em que se cumpre o oitavo aniversário do referendo pela independência de Timor-Leste.
A data foi assinalada por uma sessão solene realizada de manhã (hora local), no Parlamento Nacional, com um discurso do Presidente da República, José Ramos-Horta.

Assim vai Timor

Xanana Gusmão recebe uma "ajuda" para governar, isto é, quem lhe faça o trabalho visto ser comletamente incapaz de desempenhar quaisquer funções executivas como Primeiro-Ministro. Ajuda esta claro dos amigos australianos....

Xanana Gusmão zanga-se com as declarações do Presidente Ramos-Horta, por este se substituir publicamente ao Governo, com consecutivos comunicados e declarações como se o Presidente fosse também ... Primeiro-Ministro.

O Governo está completamente paralizado. Os seus ministros e secretários de estado não fazem a minha ideia de quais são as suas funções e reina uma total inércia executiva.

Brincadeira de crianças...

Ainda sobre o novo assessor de Xanana...

The Australian
Michael Warner
August 30, 2007 12:00am

"That was the level of comfort that was going around in my mind at the time," he said.
"I believe that was the general understanding of the board. It was a free and open discussion," Mr Kerr said.


His evidence follows months of denials by Mr Bracks that he ever discussed licensing arrangements with Tatts or its lobbyist.


A FORMER Tattersall's boss says he discussed gambling licences with Steve Bracks, contradicting repeated denials by the former premier.

Ex-Tatts trustee Peter Kerr told a parliamentary inquiry Mr Bracks had freely discussed licences at a secret meeting in the company boardroom in February 2003.

Mr Kerr told an Upper House select committee he left the meeting with a clear understanding the Government supported the multi-billion-dollar pokies duopoly Tatts shared with rival gaming operator Tabcorp.

David White, and supports Herald Sun reports during last year's state election, which prompted the inquiry.

Tatts and Tabcorp reap huge annual profits from their 27,500 gaming machines. Victorians lost $2.5 billion on pokies last year.

Last November, Mr Bracks's office stated "he has never discussed licences with David White or anyone else outside government".

In Parliament on February 27, Opposition Leader Ted Baillieu asked Mr Bracks if he stood by this.

Mr Bracks replied: "The Government, I as Premier, or any other minister, do not discuss gaming licences when there is a tender process on, nor have we discussed those matters prior to that."
Mr Kerr yesterday told the committee Mr White's report to the Tatts board of a dinner meeting he had with Mr Bracks at Lorne over the 2003/04 holidays was the "blockbuster" development that led it to decide to float on the share market.

"He had a very strong message to deliver the board. The way David put it, to the best of my knowledge, was: `If you want to maintain your licence, you have to go public.'

"That was David White quoting a meeting he claims to have had with the premier. The board was somewhat stunned by the nature of the message . . . I'll always remember it."

Mr Bracks has admitted meeting Mr White but said they didn't discuss licences, and accused the ex-minister of making things up.

Opposition gaming spokesman Michael O'Brien called on Mr Bracks to appear at the inquiry: "Today's evidence suggests that either Mr Bracks lied, or David White did."

The committee voted last night to invite Mr Bracks to appear.

Mr White last night said: "I'll appear before the committee on the 17th (of September)."

Fellow Tatts trustee Ray Hornsby said yesterday that Mr White had relayed a message from the Government from the Lorne meeting. "Mr White had said to us they were leaning towards the continuation of the duopoly . . . it had served well. They saw no pressing reason why there should be a change," he told the inquiry.

But Mr Hornsby and Mr Kerr both told the committee they believed Mr Bracks had never given assurances that the company would be treated favourably or given preferential treatment.
"There were no promises, undertakings or even inferences," Mr Hornsby said. "I always believed there would be a full tender process."

Mr Kerr added: "I felt that we would have our licences renewed on our merits. I don't think David professed to be a magician at all."

Mr Hornsby said he believed Mr White may have been telling the board what they wanted to hear.

"I'm a cynic, so I don't take everybody at face value without some proof," he said.

But Mr Kerr said Mr White had boasted to the board of having the ear of, and influence over, Mr Bracks, now-Treasurer John Lenders, now-Premier John Brumby, ministers Bronwyn Pike and Lynne Kosky, and Treasury head Ian Little, who has since died.

He confirmed that hours before the 2003 meeting, Mr White briefed the board on questions to ask Mr Bracks.Mr Kerr said Tatts had hired Mr White because of his ability to open doors inside the Government.

"That was why he was engaged to act for us. That was the role he was expected to play," Mr Kerr said.
Both trustees also confirmed the authenticity of an internal Tatts document, published by the Herald Sun, outlining a plan for an offer "written on a piece of paper" to be handed to Mr Bracks by Mr White.

"This can be handed to Bracks for perusal and acceptance," the document states.
"David White can present this piece of paper. Nothing official, only verbal."

The parliamentary inquiry was convened early this year after a series or articles in the Herald Sun revealing the Lorne dinner and Mr Bracks's discussions at the Tattersall's boardroom meeting.

Deputy Premier Rob Hulls yesterday defended Mr Bracks, saying neither Mr Kerr nor Mr Hornsby had asserted that the pokies or lottery licence processes had been handled inappropriately.

"Evidence was given . . . of a board meeting that occurred two years prior to the tender process being put in place," Mr Hulls said.

ELES CONTINUAM A ENTREGAR O PAÍS!

Blog timorlorosaenacao.blogspot.com
António Veríssimo

PASSOU A HORA DA INDIGNAÇÃ0 E CHEGOU A DO DESPREZO

Apesar do pendor crítico e o cepticismo com que os portugueses vêem a caminhada de Xanana e de Horta para a entrega total do país à vizinha Austrália ainda guardam uma restea de esperança de que o rumo daquele país seja corrigido e saiba aproveitar a originalidade de pertencer a uma associação de países que por serem independentes quanto conseguem procuram cimentar as suas diferenças e entidades - precursoras da independência - também na lusofonia.

Para Timor-Leste têm-se escoado muitos milhões de euros, milhares certamente, com o proposito de apoiar a independência e o nascimento de uma Nação que português nenhum gostaria de ver mal ou entregue a um potentado vizinho como a Indonésia ou a Austrália. Se na realidade os timorenses pugnaram pela independência, não aceitando nunca a criminosa ocupação indonésia, não será fácil entender que agora aceitem a airosa mas flagrante ocupação e exploração australiana de ânimo leve.

Há cerca de dois anos que se percebe a tendência de Xanana Gusmão e de Ramos Horta para entregar o país à Austrália, mas, porque a esperança é sempre a última a morrer, lá vamos dando o benefício da dúvida a duas figuras em quem acreditámos sobre a sua rectidão e merecidos epítetos de herói e Nobel.

Galardoados e estimados pela comunidade internacional foi uma realidade que o foram, mas perante as revelações que se têm vindo a acumular a desilusão é enorme e de grandes figuras timorenses passaram a causadores da desgraça timorense e promotores da entrega do país aos que há muitas centenas de anos sempre o cobiçaram - anglófonos sem escrúpulos que negociaram por cima de corpos timorenses um acordo de exploração do Mar de Timor com a sanguinária Indonésia de Shuarto. A Austrália sempre foi cúmplice das chacinas praticadas pela Indonésia em Timor-Leste.

Neste momento já são suficientemente conhecidos os factos mais flagrantes sobre os procedimentos políticos do Presidente Ramos Horta e a sua sintonia com Xanana Gusmão e com os seus amigos australianos.

O benefício da dúvida em relação a Ramos Horta, se não acabou antes, pode ter terminado no momento em que fez entrega dos destinos governamentais da Nação Timorense a Xanana Gusmão, a um governo sustentado aparentemente por uma aliança de partidos..Aliança formada à pressa para que o PR pudesse argumentar que não entregava o Poder governativo a Xanana - que foi rejeitado nas eleições - mas sim a uma Aliança que assegurava a maioria.

Horta simplesmente ignorou e marginalizou o partido mais votado, a Fretilin, e ao arrepio da vontade dos eleitores cumpriu o acordado com Xanana e com o governo australiano, como obediente que é aos estrangeiros que têm em mira explorar Timor-Leste a troco de umas migalhas para uma população tão lutadora e ansiosa de uma Pátria realmente livre e independente. São estes os interesses que Horta defende, queiramos ou não aceitar a realidade.

Sobre Xanana muito haveria para referir, mas afinal é aquilo que se sabe, aquilo que se intui. As caracteristicas estão, bem demonstradas pelo seu percurso aparentemente fabricado de heroicidade... mas só fabricado, nada mais. Dali só se pode esperar desilusão e uma obstinação pelo Poder, pelo controle do país e das suas riquezas por forma a fazer a entrega à sua família de afinidade parental: Austrália.

Com facilidade nos esquecemos que a história sempre nos ensinou que a maior parte dos heróis de hoje são os traidores de amanhã.

Não são todos, mas acontece bastante,

Temos então um primeiro-ministro timorense reposto pelo seu amigo Ramos Horta, que por sua vez ocupa a cadeira presidencial por troca com o seu amigo ex-presidente... Realmente a promiscuidade é flagrante e só não a vê quem não quer.

Como primeiro-ministro recem nomeado, Xanana Gusmão nada tem feito que se tenha visto e há sérias dúvidas sobre se o seu governo já está completo. Não que isso seja importante para um país que está a ser governado à distância, na vizinha Austrália.

A medida mais conhecida deste governo - possivelmente a única até agora - caiu sobre nós como avião em prato de sopa. Foi espetacular.

O gabinete de Xanana Gusmão, do primeiro-ministro nomeado, fez conhecer que "contratou" um "consultor" australiano para governar...

Para o caso não importa se é Mike, Megan, Teddy ou Frank. O que importa é concluirmos que a grande medida deste incapacitado político timorense foi "contratar" um "consultor" australiano para governar Timor-Leste!

Simplesmente desprezível.

Basta! Chega, está a ser demais!

Porque esta seria uma prosa sem fim, acho por bem acabar agora por aqui. Não sem antes lembrar que João Cravinho, da Cooperação portuguesa, que hoje está de visita a Timor-Leste para fazer a entrega de mais 60 milhões de euros por três anos, fora o resto, deve ter presente a realidade timorense e reservar alguma distanciação sobre os novos (velhos) governantes de um país para cuja máfia governativa estamos a contribuir, independentemente dos salamaleques diplomáticos da praxe.

DISCURSO DO PR CAUSOU INDIGNAÇÃO E REPULSA

Blog timorlorosaenacao.blogspot.com
por Ana Loro Metan

Quinta-feira, 30 de Agosto de 2007

O MUITO SABEDOR, ARROGANTE E ILUMINADO RAMOS HORTA

A singularidade do discurso de hoje, no Parlamento Nacional, de Ramos Horta, Presidente eleito, fez-me lembrar que ele já deve ter partido todos os espelhos lá de casa sempre que se via neles reflectido e que à falta de melhor optou por passar à fase seguinte da sua frustração em ter de mostrar o jogo em que está envolvido: vitimiza-se e faz oposição à oposição, declarando abertamente que não é Presidente de todos os timorenses – pelo menos é assim que dá para entender.

Durante o discurso deu para perceber os esgares de muitos dos presentes como reflexo denunciante da reprovação que esta sua atitude de “o mais sabedor” causou e ainda mais quando o PR referiu não termos aprendido nada com o passado.

Pensando bem, Ramos Horta devia ter dito que não aprendeu nada com o passado ao querer estar bem com Deus e com o Diabo. Um Deus eleito por ele próprio, um Deus pessoal e intransmissível de uma religião de interesses estranhos à luta desta Pátria e deste povo que testemunhou o assassinato dos seus familiares e amigos e que só sobreviveu pela sua tenacidade.

Ao falar como falou Ramos Horta faltou ao respeito a todos os timorenses. Falou como um invasor das nossas mágoas, das nossas frustrações, das nossas raivas contidas.

Falou como um estranho que se considera iluminado e distanciado das nossas décadas de luta pela defesa da nossa identidade.

Temos um PR que encarna perfeitamente a elite da década de 70 que agora regressou para completar os erros do passado e voltar a pôr-nos uns contra os outros.

Como Veríssimo diz: está na hora do desprezo.

Triste sina a nossa!

Publicada por Fábrica dos Blogs em 17:34:00

Timor: «Não aprendemos nada do passado», diz Ramos-Horta

Diário Digital / Lusa
30-08-2007 5:44:00

O Presidente da República, José Ramos-Horta, afirmou hoje no Parlamento Nacional que os timorenses «não aprenderam nada com o passado» e, num discurso comemorativo do referendo pela independência, teceu duras críticas à Fretilin.

«O nosso ego tem sido sempre demasiado grande», afirmou José Ramos-Horta perante os deputados e vários convidados estrangeiros.

O discurso assinalou os oito anos sobre a consulta popular que, em 30 de Agosto de 1999, abriu caminho à independência de Timor-Leste, concretizada a 20 de Maio de 2002, após um período de transição de dois anos considerado «curto» por José Ramos-Horta.
«Não aprendemos nada do passado e continuamos a cometer os mesmos erros que custaram muitas vidas no passado não distante», declarou o Presidente da República.

«Mais de três décadas passadas, tenhamos a coragem de reconhecer os erros cometidos pela elite política da geração de 70 pois os erros cometidos em determinada época custaram muito caro ao povo», acrescentou José Ramos-Horta.

O Presidente da República analisou os factores que conduziram à independência e criticou a liderança que ocupou o poder nos primeiros cinco anos do Estado timorense, incluindo ele próprio, chefe da diplomacia no I Governo e primeiro-ministro do II Governo Constitucional.
«A diáspora timorense viu-se de repente com o poder nas mãos», recordou José Ramos-Horta.
«Afastados 24 anos da Pátria, estávamos alienados da nova realidade timorense», afirmou.
«Apesar de minoria, fomos nós que mais poder acumulámos, criando logo à partida forte ressentimento, acentuado quando a nova élite política foi sendo percepcionada como arrogante e alienada da nova realidade timorense».

«Não soubemos construir pontes entre as gerações e diferentes camadas sociais, entre Díli e as zonas pobres do Timor-Leste interior, entre a élite governativa e a sociedade civil, em particular a Igreja», considerou também o chefe de Estado.

João Cravinho, secretário de Estado português dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, foi um dos convidados da cerimónia oficial e considerou, no final, «extremamente interessante» o discurso do chefe de Estado.

João Cravinho chegou pouco depois das 08:00 (00:00 em Lisboa) a Díli, para uma visita oficial de quatro dias, durante a qual visitará vários projectos da Cooperação Portuguesa nas áreas da educação, justiça, agricultura e infraestruturas.

Governo ilegítimo ataca juiz de topo

FRENTE REVOLUCIONÁRIA DO TIMOR-LESTE INDEPENDENTE
FRETILIN

Comunicado de imprensa
30 Agosto 2007


O novo governo ilegítimo de Timor-Leste voltou a atacar mais uma vez a independência do sistema judicial com a Ministra da Justiça Srª Lúcia Lobato a tentar difamar um juíz do Tribunal de Distrito nomeado pela ONU que emitiu um mandato judicial de que ela não gostou.

O deputado da FRETILIN José Teixeira, um advogado formado na Austrália disse que a Ministra da Justiça mentiu deliberadamente no parlamento acerca das acções do Juiz Ivo Rosa que ordenou que fosse autorizado que o antigo Ministro do Interior Rogério Lobato viajasse para a Malásia para tratamento médico por conselho de três médicos estrangeiros.

Teixeira disse hoje que a Srª Lobato mentiu no parlamento quando afirmou que o Juiz Rosa estava no aeroporto de Dili no mesmo dia em que a Ministra interferiu com a ordem do tribunal relativa a Rogério Lobato.

"O Juiz Rosa não esteve no aeroporto nesse dia como a Ministra sabe muito bem," disse Teixeira.

"Ela tentou desonestamente dar a entender que de algum modo o Juiz Rosa a autorizou a evitar Rogério Lobato de sair de Timor-Leste.

"Esta é uma mentira desprezível de uma Ministra que está a tentar difamar o nome de um juíz nomeado pelas Nações Unidas que emitiu uma ordem judicial com a qual ela não concordou. Em apenas um mês a Ministra desenvolveu uma reputação de não ter respeito absolutamente nenhum pela independência do sistema judicial.

"Logo no primeiro dia do novo governo, interferiu ilegalmente com uma ordem do tribunal ao evitar que o avião de Rogério Lobato descolasse . Depois a Ministra tentou insistir que os dois filhos de Rogério Lobato ficassem em Timor-Leste como reféns virtuais do seu regresso do tratamento.

"O juiz Rosa teve que emitir uma nova directriz dizendo que a Ministra da Justiça podia estar a desprezar o tribunal se impedisse Rogério Lobato de viajar.

“No governo a FRETILIN nunca interferiu no sistema da justiça incluindo quando Rogério Lobato, uma figura de topo da FRETILIN, foi preso, julgado, sentenciado a sete anos e meio de prisão e falhou em ganhar o recurso."

Teixeira disse que o assalto da Ministra da Justiça ao sistema judicial é apenas um dos muitos exemplos dos membros do governo ilegítimo que mostram desprezo pelos processos judiciais.

"Durante a recente campanha eleitoral das legislativas, o CNRT liderado por Gusmão nomeou o caído em desgraça antigo sargento das forças militares Vicente de Conceição (aka Railos) para liderar a sua campanha no distrito de Liquica – apesar de ter sido recomendado pela Comissão Especial Independente de Inquérito da ONU que se processasse Railos por alegado homicídio no ano passado.

"Em Julho deste ano, o juíz Rosa avisou que havia evidência convincente para lançar uma investigação criminosa à emissão de um salvo conduto para o foragido Alfredo Reinado cuja prossecução foi também recomendada pela ONU pelo seu papel na crise do ano passado, incluindo alegado homicídio. O salvo conduto foi emitido pelo Procurador-Geral nomeado por Gusmão , Longuinhos Monteiro."

Teixeira disse que há sinais claros de que Timor-Leste sob o novo regime está a escorregar para um Estado policial.

Apontou a pedidos relatados recentemente nos media locais para a prisão dos líderes de topo da FRETILIN feitos por dois deputados cujos partidos têm pastas no governo ilegítimo, Pedro da Costa (CNRT) e o Presidente da ASDT, Francisco Xavier do Amaral.

Teixeira disse, "Tal como no tempo de Suharto, estão a escolher quem devem processar e quem não devem processar judicialmente "

Para mais informação, por favor contacte:

José Teixeira +61 438 114 960, FRETILIN Media (+670) 733 5060

Traduções

Todas as traduções de inglês para português (e também de francês para português) são feitas pela Margarida, que conhecemos recentemente, mas que desde sempre nos ajuda.

Obrigado pela solidariedade, Margarida!

Mensagem inicial - 16 de Maio de 2006

"Apesar de frágil, Timor-Leste é uma jovem democracia em que acreditamos. É o país que escolhemos para viver e trabalhar. Desde dia 28 de Abril muito se tem dito sobre a situação em Timor-Leste. Boatos, rumores, alertas, declarações de países estrangeiros, inocentes ou não, têm servido para transmitir um clima de conflito e insegurança que não corresponde ao que vivemos. Vamos tentar transmitir o que se passa aqui. Não o que ouvimos dizer... "
 

Malai Azul. Lives in East Timor/Dili, speaks Portuguese and English.
This is my blogchalk: Timor, Timor-Leste, East Timor, Dili, Portuguese, English, Malai Azul, politica, situação, Xanana, Ramos-Horta, Alkatiri, Conflito, Crise, ISF, GNR, UNPOL, UNMIT, ONU, UN.