domingo, julho 02, 2006

Dos leitores

"Last year's church-backed demonstrations was prompted by Dr Alkatiri's decision to drop religious education from the curriculum. The Catholic clergy had called for his resignation."

the decision wasnt to drop religion from the curriculum, but yet to make it a extra-curriculum subject and not obligatory in the state schools. The students can choose or not choose the subject if they wanted to have religion has a subject in school (however in the catholic schools the subject still obligatory, its understandable).

just making a correction.

9 comentários:

Anónimo disse...

To put things into perspective that decision would have been the same as droping the religious studies from the curriculum as the argument was that the church would have to put up with the costs for salaries if some parentes opted for their children to attend religious studies. The government always said that there was not enough money to finance everything. Given the lack of ability of churches (catholic, protestant and others) to put up with the costs it would translate in practical terms to no religious studies even if parents wanted their children to have it.
Basically that decision was intended to abolish religious studies because of alleged lack of money to finance it.
Furthermore it would have discriminated towards smaller and weaker religious intitutions with less financial strenght to finance the costs.
A situation could have been created where protestan students may not have been able to access religious studies purely because their churches being smaller could never afford to finance the costs associated with salaries for religious techers.
This was the root of the problem. An abolition in practical terms disguised as "optional"

Anónimo disse...

if the gov. doesnt have the money,maybe the subject shouldnt really be necessary for the state schools, its understandable that the majority of the people in Timor are catholics and catholisism is very important to them, but the budget should make it clear that people should learn subjects that would take them further into university.Would you choose maths over religion if you want to become an scientist??

and still religion is some thing that we not only can learn in school,but in our homes with family, in the church with our pastor or priest.

maybe if the church wants ppl to learn religion in school they should find a way to create a budget for it (it just fair)...

Anónimo disse...

coz we all know the church has money....all priest have good houses and cars...so it wouldnt be so dificult to find a way to create that budget..

Anónimo disse...

Quando o controle vai escapando a um partido com este comportamento nada melhor que atirar em várias direcções... então mas como é que um Governo afinal tão promissor permite a existência de tão grandes assimetrias?

Se uns têm muito, têm de o repartir pelos que têm pouco.

Avnacem que a Igreja ainda não s manifestou pois não? VAmos ver quando abrir a boca o que farão os senhores.

Mau Seran disse...

Isso mesmo anonymous das 2:19:18 AM é por estas e outras razões que mantêm o anonimato...

Anónimo disse...

Tradução:

“No ano passado a decisão do Governo do Dr. Alkatiri de retirar do curriculo a educação religiosa provocou manifestações apoiadas pela Igreja. O clero católico pediu a sua resignação.”

A decisão não foi retirar a religião do curriculo , mas sim fazê-lo uma disciplina extra-curricular e não obrigatória nas escolas estatais. O aluno pode escolher ou não a disciplina, se querem ter religião como disciplina na escola (contudo nas escolas católicas a disciplina é ainda obrigatória, é compreensível).

Só para corrigir

Anónimo disse...

Desculpe mau seran mas essa do anonimato até mete dó. As pessoas manifestam-se aqui da maneira que quiserem. O blog poderia ter outra política de comentários, permitindo apenas comentários identificados.

Não o faz porquê? Já deve ter pensado que as pessoas não são assim tão burras quanto tenta fazer crer....

Mau Seran disse...

Porque será que mete dó companheiro? Não acha que devemos dizer quem somos, usando o nosso nome timorense ou o nome de registo? Acho que a anonimato tem sido usado muito usado neste blog como protecção aos intriguistas, o que acha Sr(a) anónimo(a)? Mas ‘de quando em vez’ se lê bons comentários escritos por anónimos, continuo a achar que esse não foi o caso. Bem não acho que ninguém seja burro, adoro taxonomia, porém detesto rotular comportamento. Apesar de mamíferos ainda não pertencemos à ordem: Perissodactyla, ou mesmo à família equidea.

Anónimo disse...

mau-seran, gostei dessa sua sapiência. MAs diga-me lá porue não está o senhor identificado? Acha que mau-seran é identificação para estar a dizer o que disse?

O link desse nome dá:
Mau Seran

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Mau Seran

Mais diz que é membro do blogger desde Maio de 2006 e que o seu perfil foi visto 16 vezes (até ao momento que vi). Pelo que, daí pode-se ir ao seu blog e depois, aí entrados, verifica-se que que o único post que se encontra lá é um de 2 de Julho, estando o arquivo tb com o mesmo mês.

Fiquei sem saber quem é o senhor.

Pelo que vê identificação é coisa que não prima, sobretudo naqueles que assim falam como V. Exa.

Quando for altura veremos quantos se identificam!

Ui ui, não vá "eu" perder a cadeira.... ou o gabinete já perdido...

"Vejam! Vejam bem, o todo-poderoso tremeu quanto o tantas vezes martirizado Maubere e Buibere saiu à recusando-se obedecer e pactuar com o que ele quer fazer. ..."

Ai Timor!

Traduções

Todas as traduções de inglês para português (e também de francês para português) são feitas pela Margarida, que conhecemos recentemente, mas que desde sempre nos ajuda.

Obrigado pela solidariedade, Margarida!

Mensagem inicial - 16 de Maio de 2006

"Apesar de frágil, Timor-Leste é uma jovem democracia em que acreditamos. É o país que escolhemos para viver e trabalhar. Desde dia 28 de Abril muito se tem dito sobre a situação em Timor-Leste. Boatos, rumores, alertas, declarações de países estrangeiros, inocentes ou não, têm servido para transmitir um clima de conflito e insegurança que não corresponde ao que vivemos. Vamos tentar transmitir o que se passa aqui. Não o que ouvimos dizer... "
 

Malai Azul. Lives in East Timor/Dili, speaks Portuguese and English.
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