H. Correia deixou um novo comentário na sua mensagem "DECISION TO FREEZE ALL SECURITY AND POLICE ACTIONS...":
Ramos Horta é teimoso: continua a justificar o injustificável, ou seja, que esta suspensão das "acções" policiais e militares para capturar Reinado serve para "criar as condições apropriadas" para um diálogo, bla, bla, bla.
Ele sabe, como nós sabemos, que já lá vai um ano de "diálogo", de negociações, de encontros "na selva", de paninhos quentes, de... palhaçada.
E nada.
As ditas negociações seriam admissíveis, desde que norteadas pelo objectivo de trazer Reinado para a prisão, se possível sem baixas.
Acontece, porém, que já passou tanto tempo que o "diálogo" deixou de ser um meio para se tornar um fim. O objectivo é agora prolongar eternamente um suposto diálogo (na realidade, monólogo), apesar de estarmos fartos de saber que Reinado não quer negociar nada, "apenas" deseja que o mundo gire à volta dele, ou seja, que as leis eos órgãos de soberania do país se vergam perante ele.
Quem alimenta isto é cúmplice de Reinado, pois interfere no funcionamento das instituições do Estado, evitando que ele seja preso. É isto que Ramos Horta anda a fazer e por isso atira-nos areia (pouca) para os olhos, como se nós fôssemos estúpidos.
sábado, agosto 04, 2007
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Timor poderá conhecer terça-feira alguns ministros de um Governo da AMP
Público, 04.08.2007
Jorge Heitor
O Presidente Ramos-Horta deverá formalizar segunda o convite feito à aliança de Xanana Gusmão, para que constitua o executivo que este já começou a preparar
A escolha do novo primeiro-ministro timorense deverá ser formalizada segunda-feira, para que na terça tome posse o núcleo duro do IV Governo Constitucional, que sucede aos que nos últimos cinco anos, após a proclamação da independência, foram dirigidos sucessivamente por Mari Alkatiri, José Ramos-Horta e Estanislau da Silva.
Ramos-Horta, agora Presidente da República, já convidou a título privado a Aliança com Maioria Parlamentar (AMP), do seu antecessor Xanana Gusmão, a que constitua equipa, tendo dito quinta-feira à noite na televisão que ela tem condições para ver aprovado um Orçamento pelo Parlamento. Ao contrário da Fretilin, que, apesar de ser o partido mais votado nas legislativas de Junho, não consegue, mesmo com os seus aliados, controlar mais de 24 dos 65 deputados.
De modo a facilitar a formação de uma equipa governamental da AMP liderada por Xanana, o presidente do Partido Social Democrata (PSD), Mário Viegas Carrascalão, desistiu de fazer parte do executivo, tendo afirmado que a Fretilin o tem como "o alvo a atingir". Mas que a nova maioria parlamentar nunca aceitará um Governo chefiado por um independente, como chegou a ser sugerido por Mari Alkatiri, secretário-geral da Frente Revolucionária.
Fernanda Borges, líder do Partido de Unidade Nacional (PUN), que votou ao lado da AMP na escolha de Fernando "Lasama" de Araújo para a presidência do Parlamento, considerou ontem ao PÚBLICO ser "muito lamentável" que Carrascalão não vá para vice-primeiro-ministro, dada a sua "experiência governamental e administrativa".
No caso de se manter a actual impossibilidade de qualquer Governo de Grande Inclusão, de que a Fretilin viesse a fazer parte, como Ramos-Horta e Alkatari gostariam, a bem da estabilidade nacional, as perspectivas actuais são de que Xanana Gusmão tome posse na terça-feira como primeiro-ministro.
De acordo com fonte da AMP ontem à noite consultada pelo PÚBLICO, o Ministério dos Negócios Estrangeiros deverá ser entregue ao presidente da bancada parlamentar do PSD, Zacarias Albano da Costa, vice-presidente da Cruz Vermelha de Timor-Leste. O da Justiça está destinado a Lúcia Lobato, vice-presidente da mesma bancada, e o das Finanças a Giall Alves, secretário-geral da Associação Social Democrata Timorense (ASDT).
Ainda segundo os quadros da AMP (conjunto formado por CNRT, ASDT, PSD e PD), Agio Pereira, que era chefe de gabinete de Xanana enquanto Presidente da República, deverá agora ficar como secretário de Estado na Presidência do Conselho de Ministros. E deixa de se considerar a possibilidade de um lugar de vice-primeiro-ministro, depois da desistência do antigo governador Mário Viegas Carrascalão, engenheiro agrário que entendeu que estava a ser "utilizado [em cartazes da Fretilin] como objecto para travar a nomeação do próximo Governo".
Aos 61 anos, o antigo Presidente Xanana Gusmão está a procurar formar o IV Governo de Timor-Leste
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Gusmao asked to lead East Timor
REUTERS
August 4, 2007
EAST Timor President Jose Ramos Horta has said he will ask a coalition led by his predecessor, Xanana Gusmao, to form a government on Monday if rival parties fail to end a deadlock over who should govern the tiny country.
Timor's former ruling party, Fretilin, and an alliance led by Mr Gusmao have both claimed the right to rule the deeply divided nation after the June 30 legislative elections produced no clear winner.
Mr Ramos Horta said on state-run East Timor Radio and Television that a government led by Mr Gusmao's coalition would be more sustainable because it formed a majority in parliament.
"Based on my interpretation and based on the will of the people and my assessment in national parliament, Grand Alliance can form a government because they will approve the national budget," Mr Ramos Horta, a close ally of Mr Gusmao, said late on Friday.
"The decision comes from my conscience, not from any pressure."
The former ruling party, Fretilin, which led East Timor's 24-year struggle against Indonesian rule, has rejected Mr Ramos Horta's proposal and threatened to boycott parliament.
It says it has the right to form a government because it won most votes in the elections.
The party has proposed the appointment of an all-inclusive government with an independent prime minister as a way to end the stalemate.
Factional bloodshed broke out in the impoverished country of about 1 million people last year, forcing tens of thousands of people to flee their homes. The mayhem, during which 37 people were killed, was triggered by a government decision to sack 600 soldiers.
Mr Ramos Horta urged Fretilin supporters not to resort to violence if the party was left out of the government.
"Fretilin out of the government doesn't mean that they are ignored," he said.
"Fretilin has 21 deputies in national parliament, and most of the public service are from Fretilin, so the new government will need them.
"I don't want to see any discrimination toward them.
"My appeal to the people: don't get involved in criminal acts. If you're involved in criminal acts, your party will not be trusted by the international community."
Fretilin won 21 seats in the 65-member parliament in the June poll, far short of the outright majority required to form a government.
The CNRT, a party founded this year by Mr Gusmao, won 18 seats.
It has declared a coalition with other parties to form a majority in parliament.
Mr Ramos Horta had said previously he would give politicians until yesterday to reach an agreement.
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MANTEM-SE EM FORÇA A DECISÃO DE CONGELAR TODAS AS ACÇÕES DE SEGURANÇA E DA POLÍCIA CONTRA O SR. ALFREDO REINADO E OS SEUS HOMENS
Tradução da Margarida:
Palácio das Cinzas, Agosto 3, 2007
Ontem, no encontro de alto nivel, presidido pelo Presidente, foi acordado unânimamente que a decisão tomada pelo Chefe de Estado e Comandante Supremo das Forças Armadas, Dr. José Ramos-Horta, em 18 de Junho, 2007, se mantém em força.
Nesse encontro (Junho 19) foi acordado que todas as acções das forças de segurança e da polícia que visavam a prisão do Sr. Alfredo Reinado e dos seus elementos armados fossem congeladas de modo a criar as condições adequadas para um diálogo com significado que levasse à rendição de todas as armas em posse do Sr. Alfredo Reinado e dos seus homens e da sua rendição à justiça.
O encontro de ontem foi atendido pelo recentemente eleito Presidente do Parlamento Nacional, Sr. Fernando Araújo Lasama; o Primeiro-Ministro, Eng Estanislau da Silva; o Ministro do Interior, Dr Alcino Baris; o Procurador-Geral, Dr Longuinhos Monteiro; o Comandante das Forças Armadas de Timor-Leste, F-FDTL, Brigadeiro General Taur Matan Ruak; o Representante Especial do Secretário-Geral (SRSG), Dr Atul Khare; o Vice-SRSG General Eric Tan; e o Comandante da ISF (Forças Internacionais de Segurança), Brigadeiro John Hutchinson.
No decorrer do encontro o Presidente da República explicou que deu luz verde ao Centro para o Diálogo Humanitário baseado em Geneva e ao MUNJ (Movimento Unidade Nacional e Justiça) em coordenação com o Procurador-Geral, Dr Longuinhos Monteiro, para continuar a estabelecer contactos com o Sr. Alfredo Reinado.
O Presidente Ramos-Horta acrescentou que estava pronto a encontrar-se com o Sr. Alfredo Reinado no futuro próximo se tal encontro poder ter significado de modo a apressar a resolução deste caso.
O Presidente explicou a sua vontade em se encontrar com o Sr Alfredo Reinado ao afirmar: “Pode não ser comum um Chefe do estado viajar para as montanhas para se encontrar com um indivíduo mas inspiram-me sempre as lições de humildade e generosidade de Jesus Cristo que nos ensinou que o pastor deve sempre ir e procurar o carneiro perdido.” - fim
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Discurso do presidente eleito do Parlamento Nacional
Tradução da Margarida:
Presidente do Parlamento Nacional - Fernando Lasama de Araujo
O discurso de abertura do presidente eleito do Parlamento Nacional para o período 2007 - 2012 feito frente à Assembleia do Parlamento Nacional em 30 Julho 2007,
[De texto scanned - John/ETAN]
Senhoras e Senhores,
Presidente da República,
Presidente do Tribunal de Apelo,
Membros do Parlamento,
Chefe da UNMIT,
Bispos,
Comandante das F-FDTL e Comandante-Geral da PNTL,
Embaixadores e representantes do corpo diplomático,
Representantes de agências nacionais e internacionais,
Os media e
Outros dignos convidados,
Primeiro, curvo-me em profundo respeito perante o deus todo poderoso e exprimo a minha gratidão pelas bênções que espalhou sobre nós e que nos permite estarmos juntos neste Parlamento de Timor-Leste, neste momento histórico.
Agradeço também à à comunidade Timorense, que vive tempos difíceis, mas que ainda assim conseguiu participar em massa nas recentes eleições legislativas, para possibilitar este Parlamento Nacional formar um novo governo e o começo da execução das suas funções para os próximos cinco anos.
Agradeço ainda ao Presidente da República, ao Governo, UNMIT, UNPOL e Forças Internacionais de Estabilização, CNE, STAB, F-FDTL/PNTL, Igreja Católica, outras denominações religiosas, os media e outras agências nacionais e internacionais.
Toda a gente trabalhou bastante para fazer um sucesso destas eleições e assegurar a implementação suave da democracia nesta nação.
Não me esquecerei de agradecer o antigo Presidente do Parlamento Nacional, membros da mesa e membros do Parlamento Nacional que durante um período realmente difícil foram capazes de desenvolver as suas tarefas e completar com sucesso o seu mandato.
Membros do parlamento e outros dignos convidados,
Conforme instituído na Constituição da RDTL, o Parlamento Nacional é o órgão de soberania supremo que tem a missão desafiadora e exigente de estabelecer uma moldura legislativa para a nação e de monitorizar a actuação do governo.
O Parlamento Nacional deve assegurar que seja cumprida esta tarefa como uma questão da maior importância. Ao cumprir esta tarefa e ao desenvolver a prosperidade desta nação, o Parlamento Nacional actuará como o órgão de soberania que representa o povo, e não deve favorecer um partido ou grupo em particular. Por esta razão, como Presidente do Parlamento Nacional, farei o melhor para assegurar que esta tarefa é adequadamente feita. Para garantir o funcionamento adequado do Parlamento Nacional, continuarei o bom trabalho dos antigos membros do parlamento. Em questões que ainda não foram começadas, ou questões que foram feitas não adequadamente, farei melhorias para garantir o seguinte:
* O Parlamento Nacional será um órgão verdadeiramente dignificado, que representa os interesses nacionais acima de interesses de partidos, grupos ou indivíduos. O Parlamento Nacional não será o porta-voz do governo.
* O Parlamento Nacional será um fórum que representa pluralidade, democracia e respeito pela liberdade de expressão. Por isso, como Presidente do Parlamento, actuarei como um moderador justo e imparcial para assegurar o funcionamento suave dos numerosos processos parlamentares.
* Apoiarei os direitos dos líderes da oposição e dar-lhes-ei as facilidades adequadas para desempenharem as suas tarefas como membros da administração sombra para que possam controlar as acções do governo.
* Apoiarei a autoridade dada pela Constituição aos membros do parlamento
* Criarei mecanismos sólidos que possibilitarão os membros do parlamento de manterem contacto permanente com a comunidade. Essas condições garantirão uma interacção efectiva entre a comunidade e o Parlamento Nacional de modo a colocar os interesses da comunidade como uma prioridade de topo a que será dada a máxima atenção.
* Garantirei a separação e poderes entre os órgãos de soberania para prevenir que interfiram uns com os outros, de modo a apoiar o respeito pelas instituições do Estado.
Membros do parlamento e outros dignos convidados,
Por isso aceito o papel de Presidente do Parlamento que me foi dado pelos dignos membros do parlamento, e apesar disto ser uma substancial tarefa, não abandonarei esta tarefa pesada. Aceito esta responsabilidade importante como um privilégio que me foi dado pelo meu povo, e agirei conforme as aspirações do povo para esta nação e para o mundo.
Como membro da geração mais jovem, aceito esta responsabilidade porque compreendo que o povo de Timor-Leste quer realmente a prosperidade desta nação para mudar. A responsabilidade pesada. Como eu próprio sou uma das pessoas empobrecidas e vulgares a geração mais jovem vê-me como um símbolo da mudança.
Por isso, com a benção de Deus, fogo e terra, e os espíritos dos antecessores, juntamente com os meus colegas deputados farei o meu melhor para encorajar o novo governo a corresponder às aspirações do povo que quer viver em paz e harmonia. Para alcançar isto, desejamos na verdade trazer mudança a esta nação, um desejo expresso pelos eleitores, por exemplo, para resolver as crises políticas, sociais e militares que correntemente sacodem esta nação.
Contudo antes de podermos satisfazer as aspirações do povo, precisamos primeiro de reformar os seguintes mecanismos fundamentais que possibilitam que haja mudanças:
* Rever a legislação que não leve ao desenvolvimento nacional
* Assegurar que o Parlamento Nacional produza legislação que assegure a melhoria na vida das pessoas. O estabelecimento de uma moldura nacional legal que proteja a prosperidade do povo deve ser alcançado através de um processo de consenso mútuo.
* Apoiar melhorias ao sistema da justiça que é actualmente visto pela comunidade como uma grande desilusão.
Membros do parlamento e outros dignos convidados,
Todas estas aspirações ficarão por cumprir se esta nação continua a ser atingida pela instabilidade política, ou se entidades políticas e sociais continuam de costas viradas umas contra as outras.
Por isso, o Parlamento Nacional criará mecanismos que apoiam a cooperação com outros órgãos de soberania (Presidente da República, Governo e o Tribunal de Recurso) para assegurar que os problemas com que se confronta a nação e a comunidade se possam resolver com rapidez.
O Parlamento Nacional fará o seu melhor para apoiar o governo a melhorar a cooperação com agências nacionais e internacionais. Deste modo, o desenvolvimento que é a única via para libertar o povo, tornar-se-á uma realidade para o povo.
Esta nação precisa verdadeiramente do envolvimento de outras instituições como as ONG’s, a igreja etc. Por isso, como Presidente do Parlamento Nacional, assegurarei boas relações entre o Parlamento Nacional e as ONG’s, os media, a Igreja Católica, outras denominações religiosas, etc.
Gostaria ainda de mencionar as Nações Unidas e as Forças Internacionais de Estabilização que desempenharam um papel significativo no treino, estabilização e desenvolvimento no interior de Timor-Leste, que o têm estado a fazer desde o princípio até hoje. Por isso, peço o compromisso em curso com as Nações Unidas para ajudar a garantir a estabilidade desta nação e ajudar ao processo de desenvolvimento.
Como Presidente do Parlamento Nacional que é membro da mais jovem geração, farei o meu melhor para implementar as ideias do Presidente do Parlamento sobre a criação de um Parlamento dos Jovens que é essencial para a vida democrática desta nação.
Membros do parlamento e outros dignos convidados, antes de acabar o meu discurso, quero dizer uma coisa. Hoje, quando se concluir a eleição do Presidente Parlamentar, o meu compatriota Aniceto Guterres, que é o candidato da Fretilin e eu aproximar-nos-emos um do outro, agarraremos na mão do outro e abraçar-nos-emos.
Como membros da geração mais jovem, o deputado Aniceto Guterres e eu provaremos a nós próprios sermos adversários dignos, e não inimigos. Queremos mandar uma mensagem positiva que a política não deve fazer de nós inimigos, mas que devemos continuarmos a respeitar uns aos outros, mesmo apesar de partilharmos opiniões diferentes.
Através de um tal gesto, espero que os deputados se libertem de tal animosidade.
Mais ainda, esta é a maneira como todos nos devemos comportar no desempenho das nossas tarefas políticas fora do parlamento e no seio da comunidade. Deste modo asseguraremos a paz, estabilidade e desenvolvimento em Timor-Leste.
Meus irmãos e irmãs, apenas melhoraremos quando oferecermos as mãos aos outros em paz mesmo apesar de termos opiniões políticas diferentes.
Uma fundação, uma origem, um povo.
Um Timor.
Obrigado.
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«Primeiro-ministro independente é solução mais adequada»
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3.08.07
O constitucionalista Jorge Miranda considerou hoje que a escolha de um primeiro-ministro independente para Timor-Leste é a "solução mais adequada" para o país.
Jorge Miranda, que participou na redacção da constituição de Timor-Leste, baseada na portuguesa, disse que a situação actual no país "não é constitucional, mas sim de ordem política".
Na quinta-feira, o Presidente José Ramos-Horta voltou adiar, agora para a próxima terça-feira, o anúncio sobre quem convidará para formar o novo governo de Timor-Leste, culminando múltiplos contactos com dirigentes políticos dos partidos com assento parlamentar e dirigentes religiosos para encontrar uma solução de governação que inclua a Fretilin e a oposição.
A Fretilin venceu as legislativas de 30 de Junho passado, mas sem maioria absoluta, e os quatro maiores partidos da oposição formalizaram uma coligação pós-eleitoral, garantindo mais de metade dos assentos parlamentares.
O constitucionalista adiantou que o actual regime em Timor-Leste confere "ao Presidente da República múltiplos poderes", que lhe permite encontrar uma solução, que na sua opinião, deveria passar pela escolha de um primeiro-ministro independente.
Para o professor universitário, Ramos-Horta está actuar de "forma correcta" ao procurar uma "solução consensual e o mais alargada possível" que ponha fim a uma situação de instabilidade que se arrasta há mais de um ano.
"A situação é difícil porque não houve nas eleições uma maioria. A Fretilin foi o partido mais votado para formar governo, mas ficou muito longe da maioria", disse, adiantando que em Portugal já aconteceram situações idênticas, mas o partido mais votado tinha maior número de votos.
Por seu turno, o pró-reitor da Universidade do Minho e professor de Ciência Política e Relações Internacionais, Luís Lobo Fernandes, defendeu um regime semi-presidencialista para Timor-Leste, idêntico ao sistema político francês.
"O presidente como chefe do executivo seria a melhor solução para a estabilidade do país", disse, acrescentando que Timor-Leste precisava de "um executivo mais forte".
No entanto, Luís Lobo Fernandes também considerou que devido à situação actual "a melhor solução seria a escolha de um primeiro-ministro independente.
O docente universitário sublinhou que Ramos-Horta "tem as condições necessárias e suficientes para tentar aproximar as partes e conseguir uma solução minimamente governável para Timor-Leste".
Segundo Luís Lobo Fernandes, Timor-Leste está dividido em termos políticos e regionais, votando-se a sul e leste do país na Fretilin e no ocidente e arredores de Díli nos restantes partidos, sendo por isso "um processo difícil".
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Carro de João Carrascalão apedrejado. Mulher ficou ferida
Notícias Lusófonas
3.08.07
Jovens apedrejaram quinta-feira à noite em Díli, junto ao aeroporto, a viatura em que seguia o presidente da União Democrática Timorense, João Carrascalão, acompanhado da mulher, disse aquele dirigente partidário.
Contactado telefonicamente a partir de Lisboa, João Carrascalão precisou que a sua mulher, Rosa Carrascalão, teve de receber tratamento no Hospital Nacional Guido Valadares a um ferimento provocado por uma lasca de vidro num olho.
"Eu estava a regressar a casa, depois de ter jantado em casa da minha irmã, Maria Ângela, e ao passar na rotunda de Comoro, deparei com um grupo de jovens que tinha erguido barreiras na estrada", disse João Carrascalão.
Os jovens, presumivelmente pertencentes ao campo de refugiados de Comoro, junto à principal entrada do aeroporto Internacional de Díli, ergueram as barreiras na estrada com pneus e a carcaça de um carro a arder.
Após os incidentes, efectivos da polícia da ONU acorreram ao local, tendo disparado vários foguetes luminosos para afastar os jovens do local. Não foram efectuadas detenções.
O incidente com João Carrascalão ocorreu cinco dias depois de várias viaturas terem igualmente sido apedrejadas no mesmo local, incluindo o carro em que seguia Mário Viegas Carrascalão, irmão do presidente da UDT.
Mário Viegas Carrascalão preside ao Partido Social Democrata, formação partidária que integra a Aliança para a Maioria Parlamentar (AMP), coligação pós-eleitoral de que fazem parte o CNRT, de Xanana Gusmão, o Partido Democrático, de Fernando Lasama e a Associação Social Democrata Timorense, de Xavier do Amaral.
A capital timorense tem sido palco nos últimos dias de incidentes opondo partidários da Fretilin, o partido que venceu as legislativas de 30 de Junho mas sem obter maioria absoluta, a simpatizantes dos partidos da AMP, mantendo elevado o nível de tensão que rodeia o anúncio por parte do Presidente José Ramos-Horta sobre quem vai incumbir de formar o IV Governo Constitucional.
A designação do futuro primeiro-ministro tem sido sistematicamente adiada, devendo Ramos-Horta fazer o anúncio na próxima terça-feira, noticiou na quinta-feira a televisão estatal.
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sexta-feira, agosto 03, 2007
Ramos Horta 'will ask Gusmao to govern'
August 3, 2007 - 7:54PM
East Timor's president Jose Ramos Horta has said he will ask a coalition led by his predecessor, Xanana Gusmao, to form a government on Monday if rival parties fail to end a deadlock over who should govern the tiny country.
Timor's former ruling party, Fretilin, and an alliance led by Gusmao have both claimed the right to rule the deeply divided nation after the June 30 legislative elections produced no clear winner.
Ramos Horta told state-run East Timor Radio and Television that a government led by Gusmao's coalition would be more sustainable because it formed a majority in parliament.
"Based on my interpretation and based on the will of the people and my assessment in national parliament, Grand Alliance can form a government because they will approve the national budget," he said late on Thursday.
"The decision comes from my conscience, not from any pressure," the president, a close ally of Gusmao, said.
The former ruling party, Fretilin, which led East Timor's 24-year struggle against Indonesian rule, has rejected Ramos Horta's proposal and threatened to boycott parliament.
It says it has the right to form a government because it won most votes in the elections.
The party has proposed the appointment of an all-inclusive government with an independent prime minister as a way to end the stalemate.
Factional bloodshed broke out in the impoverished country of about one million people last year, forcing tens of thousands of people to flee their homes.
The mayhem, during which 37 people were killed, was triggered by a government decision to sack 600 soldiers.
Ramos Horta urged Fretilin supporters not to resort to violence if the party was left out of the government.
"Fretilin out of the government doesn't mean that they are ignored. Fretilin has 21 deputies in national parliament, and most of the public service are from Fretilin so the new government will need them, I don't want to see any discrimination toward them," he said.
"My appeal to the people, don't get involved in criminal acts. If you're involved in criminal acts, your party will not be trusted by the international community," Ramos Horta said.
Fretilin won 21 seats in the 65-member parliament in the June poll, far short of the majority required to rule.
The CNRT, a party founded this year by Gusmao, won 18 seats. It has declared a coalition with other parties to form a majority in parliament.
Ramos Horta had said previously he would give politicians until Friday to reach an agreement.
© 2007 Reuters
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«Escolha do Primeiro-ministro deverá traduzir aposta na estabilidade»
Notícias Lusófonas
3.08.2007
A escolha do novo primeiro-ministro de Timor-Leste, a anunciar na próxima terça-feira pelo Presidente José Ramos-Horta, deverá traduzir "uma aposta na estabilidade", defendeu hoje o antigo chefe da diplomacia portuguesa António Martins da Cruz.
"Penso que o Presidente Ramos-Horta é seguramente um dos timorenses com maior experiência política e é incontornável a sua preocupação em encontrar uma solução de estabilidade", salientou Martins da Cruz, referindo-se ao impasse na escolha do futuro chefe do governo timorense.
O Presidente José Ramos-Horta adiou voltou hoje a adiar, agora para terça-feira, o anúncio sobre quem convidará para a formar o novo governo de Timor-Leste, culminando múltiplos contactos com dirigentes políticos dos partidos com assento parlamentar e dirigentes religiosos para encontrar uma solução de governação que inclua a Fretilin e a oposição.
A Fretilin venceu as legislativas de 30 de Junho passado, mas sem maioria absoluta, e os quatro maiores partidos da oposição formalizaram uma coligação pós-eleitoral, garantindo mais de metade dos assentos parlamentares.
"Timor-Leste precisa de estabilidade ao nível político e institucional e essa é a única forma de manter o equilíbrio estratégico com a Austrália e a Indonésia que, no fundo, garante a verdadeira independência política", frisou Martins da Cruz, que foi ministro dos Negócios Estrangeiros no XV Governo Constitucional de Portugal, liderado por José Manuel Durão Barroso.
No mesmo sentido se pronunciou Rui Marques, Alto Comissário para a Imigração e Diálogo Cultural (ACIDI), que destacou a "capacidade negocial política" do chefe de Estado timorense.
"Creio que o Presidente Ramos-Horta não podia ter um início de mandato mais complexo, mas está a confirmar o bom senso e a capacidade negocial que era expectável no seu exercício do cargo", disse.
Segundo Rui Marques, Ramos-Horta tem nas mãos uma "situação particularmente complexa que decorre do pior resultado possível das eleições legislativas".
"Ramos-Horta tem feito bem em tentar criar uma solução de consenso muito alargado na sociedade timorense, o que demonstra a sua capacidade negocial. Este adiamento traz viva a esperança de ser possível obter um acordo, seja ele qual for", acrescentou.
Rui Marques, que em 1992 foi o principal impulsionador do malogrado projecto "Lusitânia Expresso", navio que pretendia aportar a Díli, em plena ocupação indonésia, considera que a solução que venha a ser adoptada por Ramos-Horta deverá ser apoiada pela Fretilin e pela coligação pós-eleitoral, formada pelo CNRT, PD, PSD e ASDT.
"Será grave se decisão não for do consenso das duas partes. Uma decisão política que não seja pacífica e consensual pode ter consequências graves e não dar paz a Timor-Leste", vincou.
Nesse sentido, Rui Marques considera que o que Ramos-Horta está a fazer "é fundamental".
"É tentar obter um consenso, o que vem na linha do bom senso que o caracteriza e não embarcar em simplismos, seja convidando a Fretilin, correndo o risco do novo governo chumbar no parlamento, ou a Aliança para a Maioria Parlamentar (AMP)", concluíu.
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DECISION TO FREEZE ALL SECURITY AND POLICE ACTIONS AGAINST MR. ALFREDO REINADO AND HIS MEN REMAINS IN FORCE
Palacio das Cinzas, August 3, 2007
At yesterday’s High Level meeting, chaired by H.E. the President, it was unanimously agreed that the decision taken by the Head of State and Supreme Commander of the Armed Forces, Dr. José Ramos-Horta, on June 18, 2007, remains in force.
In that meeting (June 19) it was agreed that all security and police actions aimed at arresting Mr. Alfredo Reinado and his armed elements be frozen in order to create the appropriate conditions for a meaningful dialogue leading to the surrender of all weapons in possession of Mr. Alfredo Reinado and his men and his surrender to justice.
Yesterday’s meeting was attended by the newly elected President of National Parliament, Mr. Fernando Araujo Lasama; the Prime Minister, Eng Estanislau da Silva; the Minister for the Interior, Dr Alcino Baris; the Prosecutor General, Dr Longuinhos Monteiro; the Commander of the Armed Forces of Timor-Leste, F-FDTL, Brigadier General Taur Matan Ruak; the Special Representative of the Secretary General (SRSG), Dr Atul Khare; the Deputy SRSG, Security Sector Support and Rule of Law, General Eric Tan; and the Commander of ISF (International Security Forces), Brigadier John Hutchinson.
In the course of the meeting H.E. the President of the Republic explained that he has given the green light to the Geneva-based Centre for Humanitarian Dialogue and MUNJ (Movimentu Unidade Nacional ba Justiça) in coordination with the Prosecutor General, Dr Longuinhos Monteiro, to continue to establish contacts with Mr. Alfredo Reinado.
H.E. Presidente Ramos-Horta added that he was ready to meet with Mr. Alfredo Reinado in the near future if such a meeting can be meaningful in order to expedite the resolution of this case.
The President explained his willingness to meet Mr Alfredo Reinado by stating: “It might be unusual for a Head of State to travel into the mountains to meet an individual but I’m always inspired by the lessons of humility and generosity of Jesus Christ who taught us that the sheppard must always go and look for the lost sheep.” - ends
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Timor-Leste: PR adia decisão de governo para a próxima semana
Lusa - 2 de Agosto de 2007, 14:18
Díli - O Presidente da República, José Ramos-Horta, anunciou hoje à noite (princípio da tarde em Lisboa) que tomará uma decisão sobre o novo governo apenas na próxima semana.
Numa comunicação ao país através da televisão pública TVTL, o chefe de Estado anunciou que vai aguardar até segunda-feira para tomar uma decisão final sobre o IV Governo Constitucional.
No seguimento da comunicação oficial, a TVTL emendou para "terça-feira" o dia provável do anúncio pelo Presidente da República.
A Fretilin, vencedora das eleições sem maioria absoluta, e a Aliança para Maioria Parlamentar, que reúne os quatro maiores partidos da oposição, não conseguiram chegar ainda a acordo para a formação de um governo de grande inclusão, como proposto pelo chefe de Estado timorense.
PRM-Lusa/Fim
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CPA 224/07: Change Of Command In Timor Leste
Department of Defence - Thursday, 2 August 2007
Brigadier John Hutcheson has (31 July, 2007) taken over command of the Australian-led International Stabilisation Force in Timor-Leste from Brigadier Mal Rerden who held the appointment since October 2006.
Based in Dili, Brigadier Hutcheson commands around 1100 Australian and New Zealand Defence Force personnel deployed in support of the Government of Timor-Leste and the United Nations Police. The role of the Australians and New Zealand troops known as the International Stabilisation Force - is to assist local authorities and the United Nations to provide peace and stability in the country following last year’s civil unrest.
Brigadier Hutcheson arrives at a critical time in Timor-Leste as the nation forms a new government following the peaceful and successful presidential and parliamentary election process which concluded in July.
Brigadier Hutcheson, an infantry officer, previously served in Timor-Leste in 2001 as an advisor to the East Timor Defence Force as part of Australia’s Defence Cooperation Program. In 2004, he commanded the military component of the Australian-led Regional Assistance Mission in the Solomon Islands.
Under Brigadier Rerden’s leadership, the Australian and New Zealand troops in Timor-Leste have worked hard and effectively to create an improving security situation in Dili and the surrounding districts. These efforts have been exemplified by the successful and peaceful presidential and parliamentary election process between April and July this year.
The Australian contribution to the International Stabilisation Force is comprised of the ANZAC Battle Group based on the Townsville-based 1st Battalion of the Royal Australian Regiment. Supporting elements include Army aviation, logistics, armour, military police and engineers. About 170 New Zealand Defence Force personnel round out the force, including an infantry rifle company (attached to the ANZAC Battle Group) and Iroquois helicopters from the Royal New Zealand Air Force’s No 3 Squadron.
- Media contact: Defence Media Liaison (02) 6265 3343 or (0408) 498 664
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Speech of the president-elect of the National Parliament
President of the National Parliament - Fernando Lasama de Araujo
The inaugural speech of the president-elect of the National Parliament for the period of 2007 - 2012 made before the National Parliamentary Assembly in Dili on 30 July 2001,
[From scanned text - John/ETAN]
Ladies and Gentlemen,
President of the Republic,
President of the Court of Appeal,
Members of Parliament,
Chief of UNMIT,
Bishops,
The Commander of F-FDTL and the Commander General of PNTL,
Ambassadors and representatives of diplomatic corps,
Representatives of national and international agencies,
The media and
Other honorable guests,
Firstly, I bow down in deep respect for the almighty god and express my gratitude for the blessing he has bestowed on us all to enable us to gather here together in this Parliament of Timor Leste, for this historical moment.
I also thank the Timorese community, who are living in difficult times, but still managed to participate en masse in the recent parliamentary elections, to enable this National Parliament to form a new government and commence the execution of its duties for the next five years.
I also thank the President of the Republic, the Government, UNMIT, UNPOL and the International Stabilization Forces, CNE, STAB, F-FDTL/PNTL, the Catholic Church, other religious denominations, the media and other national and international agencies.
Everyone worked really hard to make the recent elections a success and to ensure the smooth implementation of democracy in this nation.
I have not forgotten to thank the former President of the National Parliament, members of the chair and members of the National Parliament who during a truly difficult period were able to perform their duties and successfully fulfill their mandate.
Members of parliament and other honorable guests,
As prescribed in the RDTL Constitution, the National Parliament is the organ of supreme sovereignty which has been entrusted to carry out the challenging and demanding task of establishing a legislative framework for the nation and monitoring the performance of the government.
The National Parliament must ensure that this duty is carried out as a matter of utmost importance. In discharging this duty and developing the prosperity of this nation, the National Parliament shall act as a sovereign organ that represents the people, and shall not cater to a particular party or group, For this reason, as the President of the National Parliament, I will do my utmost to guarantee that this duty is properly discharged. To guarantee the proper functioning of the National Parliament, I will continue the good work left behind by the former members of parliament. For matters yet to be addressed, or matters that have been dealt with inadequately, I shall make improvements by guaranteeing the following:
* The National Parliament shall be a truly dignified organ, which represents national interests over the interests of parties, groups or individuals. The National Parliament will not be the mouthpiece of the government.
* The National Parliament shall be a forum that represents plurality, democracy and respect for freedom of speech. Therefore, as President of the Parliament, I shall act as a fair and impartial moderator to ensure the smooth functioning of numerous parliamentary processes.
* I shall uphold the rights of opposition leaders and furnish them with adequate facilities to carry out their duties as members of the shadow administration to enable them to control the actions of the government.
* Uphold the authority bestowed upon members of parliament by the Constitution
* Create sound mechanisms that will enable members of parliament to maintain. permanent contact with the community. These conditions shall guarantee effective. interaction between the community and the National Parliament in order to place the interests of the community as a top priority that shall be given maximum attention.
* Guarantee the separation of powers between the sovereign organs to prevent them from interfering with one another, in order to uphold respect for the independence of state institutions.
Members of parliament and other honorable guests,
I hereby accept the role of Parliamentary President which has been bestowed upon me by the distinguished members of parliament, even though it constitutes a substantial and has lived amongst the community, I will not abandon this onerous duty. I accept this important responsibility as a privilege bestowed upon me by the people, and will act as a conduit for the people's aspirations towards this nation and the world as a whole.
As a member of the younger generation, I accept this responsibility because I understand that the people of Timor Leste really want the prosperity of this nation to change. The onerous responsibility. As I myself am one of the impoverished and ordinary people who people see the younger generation as a symbol of change.
Therefore, with God's blessing, fire and earth, and the spirits of our ancestors, together with my fellow parliamentarians I will do my utmost to encourage the new government to fulfill the aspirations of the people who desire to live in peace and harmony, To achieve this, we truly desire to bring change to this nation, a desire expressed by the voters, for example, to resolve the political, social and military crises which are currently shackling this nation.
However before we can fulfill the aspirations of the people, we first need to reform the following fundamental mechanisms to allow change to take place:
* Revise legislation that is not conducive to national development
* Ensure that the National Parliament produces legislation that will guarantee improvements in the life of the people. The establishment of a national legal framework that will protect the prosperity of the people must be achieved through an all encompassing process of mutual consensus.
* Support improvements to the justice system which is currently seen by the community as a big disappointment.
Members of parliament and other honorable guests,
All of these aspirations will remain unfulfilled if this nation continues to be plagued by political instability, or if' social and political entities continue to turn their backs on one another.
Therefore, the National Parliament will endeavor to create mechanisms that support . cooperation with other sovereign organs (President of the Republic, Government and the Court of Appeal) to ensure that problems confronting the nation and the community can be resolved quickly.
The National Parliament will do its utmost to support the government to improve cooperation with national and international agencies. In this way, development, which is the only path to free the people, will become a reality for the people.
This nation truly needs the active involvement of other institutions such as NGOs, the church etc. Thus, as the President of the National Parliament, I will guarantee good relationships between the National Parliament and NGOs, the media, the Catholic Church, other religious denominations, etc.
I would also like to mention the United Nations and International Stabilization Forces who have carried out a significant role in training, stabilization and development within Timor Leste, who have been doing so since the beginning up until this very day. Therefore I request the ongoing commitment of the United Nations to help guarantee stability in this nation and to help the development process.
As the President of the National Parliament who is a member of the younger generation, I will do my very best to implement the ideas of the President of the Parliament regarding the establishment of a Youth Parliament which is essential to the democratic life of this nation.
Members of parliament and other honorable guests, Before I end this speech, I wish to say one thing. Today, when the election of the Parliamentary President is concluded, my compatriot Aniceto Guterres, who is a Fretilin candidate, and I, will approach one another, shall take each others hand and will embrace one another.
As members of the younger generation, parliamentarian Aniceto Guterres and I will prove ourselves to be honorable adversaries, and not enemies. We want to send out a positive message that politics should not make enemies out of us, but rather we should continue to respect one another, even though we share different views.
Through such a gesture, I hope that parliament will be free from any such animosity.
Moreover, this is how we should all behave in the performance of our political duties outside of parliament and amongst the community. In this way, we will ensure peace, stability and development in Timor Leste.
My fellow brothers and sisters, we will only improve ourselves when we offer our hand to one another in peace even though we hold differing political opinions.
One foundation, one origin, one people.
One Timor.
Thank you.
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Ramos-Horta reúne-se com Xanana e Alkatiri
Diário de Notícias – 2 de Agosto de 2007
Armando Rafael
Presidente tenta, uma Mari Alkatiri e Xanana Gusmão, tentando, pela última vez, viabilizar a formação de um governo de unidade nacional que obtenha o apoio da Fretilin e do CNRT, os dois maiores partidos do país.
Ao que o DN apurou, foi a realização desta reunião que levou Ramos-Horta a adiar para amanhã o anúncio do nome do novo primeiro-ministro, numa altura em que a ONU já tinha reforçado o seu dispositivo de segurança na capital timorense.
Apesar dos esforços que já foram empreendidos por Ramos-Horta, na sequência das legislativas de 30 de Junho e que não conduziram a nenhum resultado, o DN sabe que nem Alkatiri, nem Xanana fecharam ontem as portas a um entendimento.
Isto apesar de o CNRT e de Xanana Gusmão contarem, neste momento, com o apoio de 37 dos 65 deputados do Parlamento, graças à plataforma criada com o PD, PSD e ASDT, e à qual podem ainda ser somados os três parlamentares eleitos pelo PUN.
Como se viu esta semana pela eleição de Fernando Lasama Araújo, que lidera o PD, para a presidência do parlamento timorense, a que se seguiu a escolha dos dois vice-presidentes e dos secretários da mesa, escrutínios que excluíram qualquer representante da Fretilin ou dos partidos que apoiam a formação liderada por Mari Alkatiri: KOTA/PPT e Undertim.
Só que a Fretilin parece contar com as regras do regimento a seu favor, tendo conseguido bloquear, desde já, o processo de designação dos presidentes das várias comissões parlamentares, paralisando por essa via os trabalhos do próprio Parlamento timorense, o que inviabiliza a nomeação do novo Governo. Razão pela qual os próximos dias serão decisivos para desbloquear este processo.
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Timor-Leste: «Eu sou o alvo», garante Mário Carrascalão
Diário Digital / Lusa
02-08-2007 14:12:00
O presidente do Partido Social Democrata, Mário Viegas Carrascalão, desistiu hoje de integrar um governo da Aliança para Maioria Parlamentar (AMP) e, em declarações à Lusa, acusou a Fretilin de o ter como «o alvo a atingir».
O ex-governador de Timor-Leste durante a ocupação indonésia insistiu que o candidato da AMP a primeiro-ministro é o ex-chefe de Estado Xanana Gusmão.
«Se não for, o PSD não fará parte da AMP, o que não irá acontecer, garanto-lhe», respondeu Mário Carrascalão quando confrontado com a hipótese de a Aliança aceitar um governo chefiado por um independente.
O presidente do PSD anunciou hoje em conferência de imprensa, acompanhado por outros líderes da oposição, que desistiu de integrar um possível governo da AMP.
«Tomei a decisão para não ser Mário Carrascalão lamentou as «mentiras» inscritas nos cartazes afixados quarta-feira na vedação do Comité Central da Fretilin, em Comoro, na avenida principal de Díli, em antecipação do convite do Presidente da República a outro partido que não a Fretilin para formar o IV Governo Constitucional.
«Andam a repetir falsidades e eu sei ler as intenções das pessoas. Eu sou o alvo a atingir porque eles sabem que, se estivesse no governo, limpava os corruptos todos da administração. Assim, têm o caminho livre», afirmou o presidente do PSD.
«Eu nunca assinei a integração» de Timor-Leste na Indonésia, declarou Mário Carrascalão à Lusa reagindo a acusações lançadas por apoiantes da Fretilin na quarta-feira.
«Havia um cartaz que dizia que eu fui pró-integração em 1976, pró-autonomia em 1999, pró-federação em 2006 e, em 2007, pró-cadeira no governo», explicou o líder do PSD, que foi governador de Timor-Leste durante a ocupação indonésia.
«Vou escrever hoje ou amanhã uma carta ao Provedor de Justiça e Direitos Humanos para que peça responsabilidades à Fretilin sobre essas falsas acusações», declarou Mário Viegas Carrascalão.
Ao lado de Mário Viegas Carrascalão estavam Francisco Xavier do Amaral, da Associação Social Democrática Timorense (ASDT), Mariano Sabino, do Partido Democrático (PD) e Dionísio Babo, do Congresso Nacional de Reconstrução de Timor-Leste (CNRT).
Os quatro partidos, juntos na AMP, pretendem formar um governo alterantivo à Fretilin, que venceu as eleições de 30 de Junho sem maioria absoluta.
Mário Carrascalão explicou que a sua decisão de não integrar um governo da AMP não significa que o PSD deixe de estar representado num executivo da Aliança.
«O PSD tem candidatos ao governo e eu ficarei no Conselho de Presidentes da AMP», esclareceu Mário Carrascalão.
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Timor: PR adia decisão de governo para a próxima semana
Diário Digital / Lusa
02-08-2007 14:18:00
O Presidente da República, José Ramos-Horta, anunciou hoje à noite (princípio da tarde em Lisboa) que tomará uma decisão sobre o novo governo apenas na próxima semana.
Numa comunicação ao país através da televisão pública TVTL, o chefe de Estado anunciou que vai aguardar até segunda-feira para tomar uma decisão final sobre o IV Governo Constitucional.
No seguimento da comunicação oficial, a TVTL emendou para «terça-feira» o dia provável do anúncio pelo Presidente da República.
A Fretilin, vencedora das eleições sem maioria absoluta, e a Aliança para Maioria Parlamentar, que reúne os quatro maiores partidos da oposição, não conseguiram chegar ainda a acordo para a formação de um governo de grande inclusão, como proposto pelo chefe de Estado timorense.
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Timor: Fretilin usa arma do «lock-out» para formar governo
Diário Digital / Lusa
02-08-2007 11:30:00
A Fretilin decidiu bloquear o funcionamento do parlamento timorense, a que chamou «lock-out», como «arma» para obrigar à formação de um governo escolhido por consenso com a oposição, anunciou hoje em Díli o secretário-geral do partido.
Em conferência de imprensa na sua residência, Mari Alkatiri explicou que a decisão de bloquear as sessões do plenário foi tomada quarta-feira à tarde, após o Presidente da República, José Ramos-Horta, ter anunciado à direcção da Fretilin a intenção de convidar a Aliança para Maioria Parlamentar (AMP) a formar o novo governo.
«Até ontem [quarta-feira], ainda estávamos convencidos que o Presidente ia convidar a Fretilin a formar governo e a sujeitar-se depois a todos os procedimentos e processos de aprovação do programa e orçamento pelo parlamento», explicou Mari Alkatiri.
«Isso não aconteceu» e José Ramos-Horta comunicou a Mari Alkatiri e a Francisco Guterres «Lu Olo», presidente da Fretilin, que o convite à AMP «tinha justificação clara no resultado das votações para presidente e vice-presidentes do parlamento», ganhas pela oposição.
Alkatiri explicou que a última proposta do seu partido é um governo chefiado por um independente, com dois vice-primeiro-ministros, um escolhido pela Fretilin e outro pelos partidos da oposição.
O ex-primeiro-ministro afirmou que «nada vai funcionar no país» se não houver acordo sobre esta questão, porque o «lock-out» do Parlamento Nacional terá como consequência a falta de um Orçamento de Estado e a paralisação a curto prazo das instituições públicas, incluindo a Polícia e as Forças Armadas.
Mari Alkatiri alertou para esta situação de «crise» pela qual responsabilizou a oposição.
«Um governo da Fretilin não teria o programa aprovado no parlamento. Agora, um governo da AMP não tem parlamento para aprovar programa», resumiu Mari Alkatiri sobre a posição de força do partido maioritário.
A Fretilin e a Aliança para Maioria Parlamentar, com os quatro maiores partidos da oposição, disputam o direito de ser chamados a formar governo na sequência das eleições de 30 de Junho.
«Se o problema é usar de uma arma para influenciar o parlamento, também temos uma arma a usar na Fretilin, que é deixar de comparecer às sessões plenárias», explicou Mari Alkatiri.
«Todos sabem que a Comissão Permanente [do Parlamento Nacional] ainda não está constituída e as comissões especializadas também não», recordou.
«O Regimento Interno torna claro que as comissões devem ter representação proporcional das bancadas. Sem a nossa presença, as comissões não funcionam», sublinhou o líder da Fretilin.
Alkatiri rafirmou que o entendimento da Fretilin sobre o direito de formar governo é de que «o voto de que a Constituição fala é o voto popular nas eleições directas e não o voto dos deputados».
O secretário-geral da Fretilin afirmou ainda que a AMP «não tem existência legal» e que «as duas únicas coligações que se apresentaram a sufrágio popular foram a Aliança Democrática KOTA/PPT e a ASDT/PSD».
«São apenas essas coligações que foram reconhecidas pelo Tribunal de Recurso e pela Comissão Nacional de Eleições».
«Agarra-se na ambiguidade da [expressão] "aliança com maioria parlamentar" [no artigo 106º da Constituição] para manipular o voto popular e evitar que o partido mais votado seja convidado», afirmou Mari Alkatiri.
«Na prática, convidou-se o segundo partido mais votado para formar o governo. Isto é inconstitucional», concluiu o ex-primeiro-ministro.
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quinta-feira, agosto 02, 2007
A estabilidade de Timor-Leste será re- estabelecida com um Governo de Grande Inclusão
FRENTE REVOLUCIONÁRIA DO TIMOR-LESTE INDEPENDENTE
FRETILIN
Comunicado de imprensa
2 de Agosto de 2007
A FRETILIN, que se reafirmou como o partido maioritário de Timor-Leste através das eleições legislativas de 30 de Junho, afirmou hoje que a estabilidade só poderá ser re-estabelecida em Timor-Leste se for estabelecido um Governo de Grande Inclusão. O partido FRETILIN disse que a formação de um Governo de Grande Inclusão reflectirá o desejo do eleitorado.
O Secretário Geral da FRETILIN, Dr. Alkatiri disse: “ FRETILIN acredita com firmeza que um Governo de Grande Inclusão que integre membros de todos os partidos politicos com assento no Parlamento Nacional contribuirá certamente para que, em Timor-Leste, se volte a ter estabilidade. Se não houver estabilidade, nenhum governo poderá funcionar com eficiência”.
“ Estamos abertos à opiniões de todos os partidos políticos, incluindo daqueles que não são partes integrantes do Parlamento Nacional, aos que não farão parte do Governo e às forças vivas da sociedade civil que contribuam para a melhoria dos programas de desenvolvimento do nosso país”.
Dr. Alkatiri disse ainda que “ Como partido mais votado nas eleições do dia 30 de Junho, nós temos o direito constitucional de escolher o primeiro-Ministro e de formar o Governo. Contudo, o resultado das eleições é um indicativo de que a FRETILIN deverá integrar no executivo todos os partidos com assento no Parlamento Nacional.”
“ A nossa posição reflecte o desejo do eleitorado e este é o único caminho a ser tomado para que o país possa avançar rumo ao desenvolvimento nos próximos cinco anos”.
Para mais informações contactar com:
Arsénio Bano, Vice-Presidente e membro da Comissão Política Nacional, tel. 733 9416 José Reis, tel. 7340382, Secretário-Geral Adjunto e membro da Comissão Política Nacional
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A estabilidade de Timor-Leste será re- estabelecida com um Governo de Grande Inclusão
FRENTE REVOLUCIONÁRIA DO TIMOR-LESTE INDEPENDENTE
FRETILIN
Comunicado de imprensa
2 de Agosto de 2007
A FRETILIN, que se reafirmou como o partido maioritário de Timor-Leste através das eleições legislativas de 30 de Junho, afirmou hoje que a estabilidade só poderá ser re-estabelecida em Timor-Leste se for estabelecido um Governo de Grande Inclusão. O partido FRETILIN disse que a formação de um Governo de Grande Inclusão reflectirá o desejo do eleitorado.
O Secretário Geral da FRETILIN, Dr. Alkatiri disse: “ FRETILIN acredita com firmeza que um Governo de Grande Inclusão que integre membros de todos os partidos politicos com assento no Parlamento Nacional contribuirá certamente para que, em Timor-Leste, se volte a ter estabilidade. Se não houver estabilidade, nenhum governo poderá funcionar com eficiência”.
“ Estamos abertos à opiniões de todos os partidos políticos, incluindo daqueles que não são partes integrantes do Parlamento Nacional, aos que não farão parte do Governo e às forças vivas da sociedade civil que contribuam para a melhoria dos programas de desenvolvimento do nosso país”.
Dr. Alkatiri disse ainda que “ Como partido mais votado nas eleições do dia 30 de Junho, nós temos o direito constitucional de escolher o primeiro-Ministro e de formar o Governo. Contudo, o resultado das eleições é um indicativo de que a FRETILIN deverá integrar no executivo todos os partidos com assento no Parlamento Nacional.”
“ A nossa posição reflecte o desejo do eleitorado e este é o único caminho a ser tomado para que o país possa avançar rumo ao desenvolvimento nos próximos cinco anos”.
Para mais informações contactar com:
Arsénio Bano, Vice-Presidente e membro da Comissão Política Nacional, tel. 733 9416 José Reis, tel. 7340382, Secretário-Geral Adjunto e membro da Comissão Política Nacional
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Dos Leitores
Margarida deixou um novo comentário na sua mensagem "Timor: Alkatiri propõe PM independente e dois vice...":
Os que no ano passado aldrabaram os peticionários e os polícias e os usaram como carne para canhão para derrubar o Alkatiri e assaltar a casa do Comandante das F-FDTL e do Ministro da Defesa, deixaram cair os peticionários e eles foram para o desemprego, enquanto alguns dos manipuladores se abrigaram por detrás do Xanana e do Horta e são hoje deputados.
É muito nobre a tarefa dos deputados se a desempenharem para levar ao Parlamento as preocupações da população que os elegeu. Mas não é esse o entendimento de alguns dos manipuladores de militares e polícias e que foram eleitos para o Parlamento. O entendimento desses manipuladores é usarem o Parlamento para continuar a perseguir a Fretilin e os seus líderes e imporem a sua ditadura sectária e anti-nacional.
Há gente a quem o ódio contra a Fretilin os cega. Apenas têm um remédio – curem-se! - porque as obsessões são doenças que se forem tratadas a tempo têm cura.
A crise que esse manipuladores provocaram no ano passado levou à morte de dezenas de Timorenses, à destruição de milhares de casas e a quase 200 mil deslocados havendo ainda mais de 100 mil. E trouxe muita dor e muito sofrimento e prejuízos incalculáveis à nação.
Mas os deslocados, as casas queimadas e as pilhagens nunca preocuparam nem o Horta nem o Xanana, aliás foram as armas que então usaram para derrubar o PM que até tinha a maioria absoluta.
Está de facto difícil consumarem o golpe até ao fim. A população quando deu a maioria à Fretilin mostrou-lhes que não queriam o afastamento da Fretilin do poder e eles não querem acatar a vontade da população.
Eles - Horta e Xanana - sabem que a Fretilin nunca alinharia nos esquemas deles de entregarem as riquezas de Timor aos estrangeiros.
Está na altura de se respeitar a vontade da população que deu a vitória nas urnas à Fretilin. Está na altura de respeitarem a decisão da Fretilin sobre a formação do governo.
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Traduções
Obrigado pela solidariedade, Margarida!
Mensagem inicial - 16 de Maio de 2006
"Apesar de frágil, Timor-Leste é uma jovem democracia em que acreditamos. É o país que escolhemos para viver e trabalhar. Desde dia 28 de Abril muito se tem dito sobre a situação em Timor-Leste. Boatos, rumores, alertas, declarações de países estrangeiros, inocentes ou não, têm servido para transmitir um clima de conflito e insegurança que não corresponde ao que vivemos. Vamos tentar transmitir o que se passa aqui. Não o que ouvimos dizer... "