NOTA DE IMPRENSA
A Universidade Aberta (UAb), sob o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República, e com o apoio do Secretário Executivo da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP), organiza, nos dias 30 e 31 de Outubro, no Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa, Portugal), o 1º Simpósio de Educação a Distância dos Países de Língua Oficial Portuguesa (http://www.univ-ab.pt/eventos/simposio_ead/).
A iniciativa é realizada com o objectivo de proporcionar uma reflexão alargada que congrace instituições de ensino, agentes políticos, empresários, docentes e estudantes em torno da educação a distância, no seio da CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
O Simpósio visa também “criar uma oportunidade para o aprofundamento da cooperação entre aqueles países, com destaque para o domínio da educação”, sublinha o Reitor da UAb, Prof. Doutor Carlos Reis.
O evento apresenta três conferências plenárias, proferidas por personalidades de reconhecido prestígio, e cinco painéis moderados acerca dos seguintes temas: A Educação a Distância como factor de desenvolvimento; Metodologias de ensino a distância na formação de recursos humanos; A educação a distância e a produção de conteúdos em Língua Portuguesa; Um Modelo Pedagógico Virtual na Universidade Aberta; Por uma plataforma de ensino a distância nos Países de Língua Oficial Portuguesa.
“A UAb realiza este Simpósio consciente das suas responsabilidades no domínio do ensino a distância”, afirma o Reitor Carlos Reis, acrescentando que a Universidade Aberta, único estabelecimento universitário público português especificamente consagrado ao ensino a distância, “é uma das instituições que neste campo mais experiência acumulou, ao longo das duas décadas em que tem exercido a sua actividade”.
O Reitor lembra também que cerca de 30% dos alunos da UAb são cidadãos dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP). “Acresce a isto que, nos últimos tempos, a UAb estabeleceu contactos e firmou protocolos com instituições universitárias africanas e brasileiras, directa ou indirectamente empenhadas na educação a distância”, enfatiza.
Para mais informações, contacte Denise Henriques (Telf.: 00 351 21 391 63 32; Tlm: 00 351 969 053 669; E-mail: deniseh@univ-ab.pt).
UNIVERSIDADE ABERTA
R. da Escola Politécnica, 147 1269-001 Lisboa Portugal
Tel.: (00351) 213 916 300 Fax: (00351) 213 973 229
sexta-feira, outubro 17, 2008
UAb organiza o 1º. Simpósio de Educação a Distância dos Países de Língua Oficial Portuguesa
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FÓRUM ACADÉMICO DA FRETILIN EM COIMBRA] TIMOR-LESTE ESTÁ LONGE DAS EXPECTATIVAS
No debate realizado pelos membros do F.A.F.C (Fórum Académico da Fretilin em Coimbra), no passado dia 11 de Outubro, esteve em discussão “o primeiro ano da governação de AMP”.
Os membros do F.A.F.C consideram que o primeiro ano da governação de AMP foi insucesso, o povo continua sentir a sua ausência. Tem-se assistido uma aliança política que não está preparada para servir o país.
Está a funcionar como uma força que serve para proteger os interesses dos outros e não do povo.
Confrontando com o tema intitulado, F.A.F.C decidiu reunir os seus membros para mais um debate de ideias.
Considerando que o povo deve ser informado sobre a política deste governo.
Os elementos do F.A.F.C continuam achar que o país está afastado das expectativas.
Verifica-se de facto um governo que ainda sem ideias para garantir as aspirações do povo. A situação política que se encontra no país é uma realidade, referindo-se com isso, os membros do F.A.F.C são chamados para mais uma discussão de ideias.
A forma como está a conduzir o país, este governo não merece elogios. O governo perdeu o controlo e o equilíbrio políticos em todos os sectores, a taxa de corrupção e do nepotismo permanece elevada principalmente no sector da administração pública. Há uma desorganização total na estrutura política deste governo. Os elementos do F.A.F.C reconhecem que o governo não sabe por onde deve começar e não sabe para onde quer chegar.
Quanto a sua política económica, os membros consideram que foi uma desilusão para o país. Ao aprovar um orçamento que segundo os economistas internacionais, é um orçamento maior para um país como Timor-Leste. Mesmo assim, o governo continua incapaz de colocar o país em desenvolvimento. O desemprego invade todo o território do país, a pobreza mantêm-se fixa na sociedade.
Os membros do F.A.F.C pensam que com este orçamento, o governo tinha as condições necessárias para garantir a estabilidade do país, mas infelizmente não aconteceu. Não há transparência na implementação do orçamento. Visto que há mais despesas do que receitas, colocando assim o país em grande deficit económico.
Os membros afirmam que o país está a ser colocado num cenário complicado e apelam ao povo para que participasse na fiscalização da acção deste governo.
É um panorama inadmissível. Sobretudo, quando o Banco Mundial fez o aviso ao actual executivo, dizendo que “os planos económicos deste governo podiam pôr Timor-Leste no caminho para uma maldição”. Os membros do F.A.F.C asseguram que o dinheiro gasto em subsídios pelo governo é mal orientado e, temem que os subsídios possam contra disparar, ameaçando a estabilidade económica, criando incerteza e tudo isto tornaria muito mais difícil para o país livrar-se da sua dependência do petróleo e do gás.
Os membros do F.A.F.C lamentam que o governo adoptou uma posição diferente e ignorou o aviso do Banco Mundial. E continua apostar nos gastos excessivos, optando por um plano económico de misericórdia que põe a economia do país em queda livre.
O governo falhou na sua política económica, é imprescindível que o governo pudesse reavaliar os seus planos económicos, se não, será muito difícil construir um Timor-Leste melhor.
Aos nossos queridos leitores, a nossa atenção especial: o F.A.F.C continua ser um espaço de debates e de produção de conhecimentos, estamos aqui pelas nossas ideias, pelas nossas convicções com o único objectivo de fazer mais e melhor por Timor. De certeza que no futuro levaremos connosco um projecto, uma ideia de desenvolvimento para Timor que nós julgamos ser o caminho certo rumo à democracia.
Coimbra, 11 de Outubro de 2008
Fórum Académico da Fretilin em Coimbra
(F.A.F.C)
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quinta-feira, outubro 16, 2008
Xanana Gusmão pode ter Mário Carrascalão no Governo
Díli, 16 (Lusa) - Mário Viegas Carrascalão, presidente do Partido Social Democrata (PSD) e ex-governador sob a ocupação indonésia, poderá integrar em breve o Governo de Timor-Leste, afirmou hoje o primeiro-ministro em Díli.
O líder do PSD deverá ocupar um dos dois cargos de vice-primeiro-ministro previstos na Constituição timorense, confirmou o próprio Mário Viegas Carrascalão à Agência Lusa.
Xanana Gusmão nomeou, em 2007, apenas um vice-primeiro-ministro, José Luís Guterres.
“Ainda não convidei oficialmente Mário Carrascalão mas está-se a pensar nisso”, afirmou hoje o primeiro-ministro, Xanana Gusmão, quando questionado sobre a hipótese de o líder do PSD integrar o Governo.
O PSD é um dos quatro partidos que forma a Aliança Para Maioria Parlamentar (AMP), que constituiu o IV Governo Constitucional após a indigitação de Xanana Gusmão, em Agosto de 2007.
O partido de Mário Viegas Carrascalão tem três pastas no actual Governo, incluindo a Justiça, Negócios Estrangeiros e Economia e Desenvolvimento.
A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural e Cooperativas era também ocupada por um elemento do PSD até à demissão, o mês passado, de Papito Monteiro.
O cargo “será de novo preenchido por alguém do PSD”, afirmou Mário Viegas Carrascalão à Lusa.
A AMP realizou no fim-de-semana passado um retiro em Dare, a sul de Díli, para definir a estratégia de cada ministério na discussão orçamental que se avizinha.
A hipótese de alargar o Governo e de o primeiro-ministro delegar algumas das funções que concentra actualmente foi também abordada no retiro de Dare, afirmaram à Agência Lusa vários participantes.
“Vamos ainda ter mais outro encontro já que no encontro em Dare, o PSD teve que vir a Díli por causa da reunião do partido”, explicou hoje Xanana Gusmão sobre a hipótese de Mário Viegas Carrascalão ser chamado ao Governo.
“As coisas andam na boca do mundo”, comentou Xanana Gusmão aos jornalistas, no final da sessão de apresentação do anteprojecto do novo Código Penal, em Díli.
“O primeiro-ministro reconheceu que está sobrecarregado e quer delegar funções”, explicou Mário Viegas Carrascalão à Lusa.
Xanana Gusmão, além de chefe do Governo, é ministro da Defesa e da Segurança.
PRM.
Lusa/fim
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VICTORIA UNIVERSITY INVITES YOU TO:
"A BRIDGE FOR CONSTRUCTIVE PARTNERSHIP BETWEEN ASIA AND THE PACIFIC"
A PUBLIC LECTURE BY EAST TIMOR’S FORMER PRIME MINISTER, DR MARI ALKATIRI
Thursday, 23 October 2008 at 6:00pm
Victoria University, Queen Street Campus (near Flagstaff Station)
Sir Zelman Cowen Centre Lecture Theatre
295 Queen Street, Melbourne, Victoria, Australia
RSVP by Tuesday, 21 October
to Jean McLean Phone: 9919 1284
or email: jean.mclean@vu.edu.au
Dr Mari Alkatiri had his early training in surveying. During the twenty four years of the occupation of his country he studied and later taught Law at Eduardo Mondlane University in Mozambique, while representing the Timorese independence movement each year at the United Nations.
He held the position of Prime Minister in Timor-Leste from 2002 to 2006 where his greatest achievement was securing a favourable deal from Australia in relation to oil and gas in the Timor Sea, and securing the country’s financial future with the establishment of the Petroleum Fund.
He is Secretary General of FRETILIN, the largest party in the Parliament of Timor-Leste, of which he is a founding member.
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Timor-Leste é o mais afetado por crise alimentícia regional, segundo Oxfam
Da EFE
Sydney (Austrália), 16 out (EFE).- Timor-Leste é a nação mais afetada pela crise alimentícia na Ásia Oriental e no Pacífico Sul, informou hoje a organização humanitária Oxfam na Austrália.
O último relatório da ONG aponta que o número de crianças menores de cinco anos que sofrem desnutrição crônica no país oscila entre 50% e 59%.
Além disso, mais de 70% das famílias enfrentam a cada dia à incerteza de se conseguirão comida para o dia.
O diretor da Oxfam Austrália, Andrew Hewett, explicou em comunicado que "os preços do arroz, que é um alimento de primeira necessidade, duplicaram desde 2006, e quase 50% do grão é importado".
"A estação da fome aumentou. Cresceu desde uma média de dois meses ao ano para cinco em algumas partes do país", acrescenta o comunicado.
A organização humanitária aponta que a situação não afeta unicamente o Timor-Leste, e que é similar em outros países da área como o Camboja, onde cerca de 2,6 milhões de pessoas são afetadas pela crise alimentícia.
O relatório, divulgado hoje por causa do Dia Mundial da Alimentação, foi preparado com o apoio do Programa para a Segurança Alimentar da União Europea, do Fundo Cristão para as crianças, do Concern Worldwide e do CARE Internacional.
Entre as soluções colocadas pelo diretor da Oxfam Austrália ele destacou o envio de emergência de alimentos para atenuar a crise de fome a curto prazo, e o início de investimentos agrícolas a longo prazo.
Após quatro séculos de colonização portuguesa e 24 anos de invasão indonésia, o Timor-Leste proclamou sua independência no dia 20 de maio de 2002, e ingressou na comunidade internacional como uma das nações mais pobres do mundo. EFE
mg/ma
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QUEM GOVERNA TIMOR-LESTE É A IGREJA DO VATICANO
Blog Timor Lorosae Nação
QUEM GOVERNA TIMOR-LESTE É A IGREJA DO VATICANO
Por MÁRIO MOTTA – Portugal Direto
Creio num Deus, mas não todo-poderoso, nem criador do céu e da terra, assim como creio na existência de um homem chamado Jesus Cristo, filho de José Carpinteiro e de Maria, mas não muito mais que isso. Assim como creio que Jesus foi concebido sem pecado. Eu também fui, todos fomos. Desde quando as relações sexuais são “pecado”, às vezes são é um bom bocado… que sabe a pouco.
Se na atualidade sabemos que Deus não é todo-poderoso, que não criou o céu nem a terra, porque assim foi cientificamente provado, que não há quem engravide sem ter relações sexuais e que ter relações sexuais não é pecado, porque não se atualiza a igreja e deixa de nos andar a querer enganar com patranhas que não passam de milenares contos da carochinha. Que falta de honestidade.
Pegando pela rama, a conclusão a que podemos chegar è que a igreja está repleta de mentirosos que nos andaram a vigarizar durante séculos. Compreende-se que ao princípio pudesse ser por ignorância e que até estivessem convencidos de serem os detentores da verdade mas na atualidade não se compreende tal comportamento. Enganarem-nos mais para quê?
Repare-se que em todas as religiões as bases são místicas. Dizemos isso agora porque conhecemos a realidade mas antes era essa a verdade. Evidentemente que estávamos a ser enganados e os profissionais da igreja já o sabiam. Por isso eram os detentores do conhecimento, que fechavam a sete chaves e promoviam o obscurantismos, as crenças que lhes levassem vantagens, bem como aos seus aliados, os ricaços, os exploradores, os vigaristas, os inumanos que eram detentores de escravos e de reinos terrenos conseguidos por cima de milhares de cadáveres. Quem quer uma igreja assim?
Estive a ler a conversa que o bispo de Baucau teve com Pedro Rosa Mendes e ponho sérias dúvidas que ele acredite no que diz. D. Basílio do Nascimento é um homem inteligente, muito inteligente, e sabe que essa coisa de fé, apesar de poder mover montanhas, não é mais do que muitas vezes acreditar em mentiras ou inexatidões que permitam consolidar o poder de elites que mais não fazem do que enganar e tirarem vantagens desmedidas que mais tarde surgem como seus bens pessoais. Aliás, não é por acaso que o Vaticano é riquíssimo, a igreja é riquíssima. Alia-se aos que sonegam os “crentes” para que daí retire os seus dividendos, as fortunas que vai amontoando em Roma e sucursais.
Apesar de tudo a igreja passa a vida a choramingar e na pedincha, dizendo-se pobre, sem fortuna, e até fazendo com que os mais pobres também lhes dê. E zuca, vai para o monte! Até nos seus ricos e faustosos paramentos se nota. Mas que ostentação!
Descartando-se com Descartes, filosofando barato, aquilo que o bispo de Baucau acabou por dizer foi que a igreja timorense é quem governa Timor-Leste por via dos seus nomeados e principalmente de José Ramos Horta. O que se percebeu desta entrevista foi retórica estafada e hipócrita, assente num papa-missas chamado Ramos Horta, que mistura misticismos, aldrabices, com a orientação e governação de um país. Assim é demais.
Também em entrevista de Pedro Rosa Mendes, da Lusa, Ramos Horta fala da “crise de 2006” e deixa claro que a mãe da referida crise foi a igreja timorense, os pais foram os bispos e, quiçá, o próprio Vaticano na pessoa deste papa retrógrado até mais não poder. Decerto que tudo em nome da cristianização e contra os muçulmanos, feios, porcos e maus, como sempre nos disse esta igreja que cometeu e comete as maiores atrocidades em nome de umas cruzadas sanguinárias exemplificadas no Iraque ou em Timor-Leste, apesar de em escalas diferentes.
Com uma igreja assim nem é preciso petróleo no Mar de Timor para aquele país passar a vida agitado se disser não a alguns dos interesses da histórica opressora dos povos, que se mascara de santidade para obter as suas lautas vantagens em nome da sua predominância.
Claro que na Europa e em muitas partes do mundo já sabemos que assim é. Cada vez são mais a saber. Cada vez são menos os que vão papar missas ou que vêem os representantes do Vaticano como na idade das trevas. Os timorenses também irão adquirir conhecimentos bastantes para o seu número decair nas missas, no cego credo, na possibilidade de apoiar quem afinal sobrevive há dois mil anos sem evoluir no essencial, na verdade e na honestidade. Note-se que quanto mais religião mais obscurantismo existe, também mais miséria e mais guerras.
Os padres e os bispos podem ser muito boas pessoas mas é certo que estão a servir interesses que não são os dos povos que querem evoluir, que querem fazer e saber, que querem ser auto-suficientes. Coisas positivas a igreja terá, tem, mas depois estraga tudo com esta sede de poder, de controlo, de governar por interpostas pessoas, seus fiéis, que acabam por, como o Vaticano, ver os seus bens terrenos crescerem por resultado das suas intervenções. Isso é roubar, para depois darem umas migalhas e os pobres enganados julgarem que até são muito bonzinhos. Em todas as religiões é assim. Já chega.
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quarta-feira, outubro 15, 2008
FRETILIN investment strategy protects Timor-Leste's petroleum fund
FRENTE REVOLUCIONÁRIA DO TIMOR-LESTE INDEPENDENTE
FRETILIN
Media Release
15 October 2008
FRETILIN today said its conservative investment strategy for Timor-Leste's petroleum fund had prevented the fund from losing as much as 30% of its value during the current global financial crisis.
By the end of 2008 the petroleum fund is expected to be worth USD$4 billion.
FRETILIN parliamentarian Jose Teixeira said, "The world class legislative framework and investment strategy devised by FRETILIN has helped the petroleum fund withstand some of the shocks of the global financial crisis.
"When the petroleum fund was created FRETLIN took the view that money earned from petroleum exploration be invested in what is regarded internationally as safe investments.
"We took this approach because there was a very low level of financial literacy in Timor-Leste and a real need to build public confidence and understanding of the petroleum fund."
Teixeira said although the entire amount of the petroleum fund was invested in US Treasury Notes, the petroleum fund investment strategy allowed up to a maximum of 10% to be invested in equities.
He said, "The 10% limit was put in place to allow the manager of the petroleum fund, the Banking and Payments Authority, to build capacity within the institution to invest in equities.
"Once the BPA had proven it could successfully manage a small amount in equities, their performance over a period of time could be evaluated and careful consideration given to whether the BPA should be allowed to invest a greater amount in equities."
Teixeira said recent comments by de facto Finance Minister Emilia Pires stating that the AMP Government's conservative investment approach helped insulate Timor-Leste from the financial crisis were off the mark.
Ms Pires comments were reported by Australian's Herald Sun on 14 October 2008.
Teixeira said, "The conservative investment strategy was devised by FRETILIN and it was only as recently as June this year when Ms Pires and the de facto Prime Minister [Xanana Gusmao] were saying that 40% of the petroleum fund should be invested in equities.
"If Ms Pires and Mr Gusmao got what they wanted the petroleum fund would have lost as much as 20% or even 30% of its value; this equates to losses of at least USD$350 million."
"Losses of this scale for the petroleum fund would have been disastrous not only from a financial perspective but also for public confidence in the petroleum fund.
"Luckily for the people of Timor-Leste, the prudent investment strategy created by FRETILIN did not allow the de facto government to carry out their disastrous investment strategy."
Under the guidance and leadership of then Prime Minister Mari Alkatiri, Teixeira was one of the key architects of the internationally renowned petroleum fund. He led a nationwide consultation process of the Petroleum Fund Law which created the petroleum fund and is to date the only law in Timor-Leste's history to receive the unanimous support of all members of National Parliament.
For more information, please contact Jose Teixeira +670 728 7080.
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"Descartes não se aplica aqui" - bispo Baucau
14 de Outubro de 2008, 12:17
Díli, 14 Out (Lusa) - O bispo de Baucau, Basílio do Nascimento, costuma dizer aos colegas europeus em Timor-Leste que "os princípios de Descartes não se aplicam aqui".
"Os pensamentos lógicos cartesianos não são inteiramente aplicados", explicou o bispo de Baucau à Agência Lusa este fim-de-semana, em Soibada, distrito de Manatuto (centro).
Abordar a concordata entre Timor-Leste e o Vaticano, que está a ser finalizada em Díli, implica falar da influência da Igreja no Estado e também questionar a experiência religiosa de José Ramos-Horta no seu desempenho como chefe de Estado.
"A afirmação da fé do líder aproxima o povo da liderança", responde Basílio do Nascimento.
Basílio do Nascimento ressalva que não pretende arriscar um "processo de intenção" e que "a caminhada espiritual de Ramos-Horta é uma coisa pessoal".
"No entanto, como todos os fenómenos, é observável do exterior" e, portanto, passível de análise, que o bispo de Baucau admitiu fazer para a Lusa.
"Se ler a constituição de países europeus, como Portugal ou França, é claro que os políticos não têm o direito de afirmar a sua religião. Mas aqui na Ásia é diferente", nota Basílio do Nascimento.
"Na Ásia, a dimensão religiosa do líder é muito apreciada e é muito importante para o seu currículo", diz.
O Presidente da República, que foi aluno no Colégio de Soibada, foi este ano o peregrino "de honra" na peregrinação anual de Nossa Senhora de Aitara, um santuário sobranceiro à aldeia.
"Não sei qual é a influência da fé no trabalho de Ramos-Horta como Presidente. Mas como homem, sim, tem uma influência nele e, indirectamente, pode actuar no seu trabalho", admite.
"É muito possível que Ramos-Horta não tenha recebido uma formação muito estruturada sobre o conhecimento de Jesus Cristo mas penso que é alguém que, ao longo da sua vida, fez perguntas sobre isso mesmo", acrescenta.
"Há uma busca muito profunda do lado religioso e de Cristo na vida de Ramos-Horta. Penso que passa a dimensão cultural apenas para entrar na dimensão do sentido da vida", afirmou ainda Basílio do Nascimento.
"O que o levou a isso? Tenho a certeza que a experiência do 11 de Fevereiro ajudou Ramos-Horta a aprofundar um bocado mais ou a sentir-se correspondido na sua busca", responde o bispo.
"Ele próprio usa as imagens e sensações que ele teve como sendo intervenção divina na sua vida. São muito pessoais", conclui Basílio do Nascimento.
José Ramos-Horta, na sequência de um ataque pelo grupo do major Alfredo Reinado à sua residência em Díli, foi atingido a tiro e transferido para Darwin, Austrália, em coma profundo.
O próprio chefe de Estado afirmou que a sua sobrevivência é algo que "só os bispos ou o Vaticano podem explicar".
"A vida é curta e a vida é bela", disse José Ramos-Horta à Lusa em Soibada sobre o que mudou nele depois de Fevereiro.
"Deus deu-me uma segunda oportunidade para nenhum outro objectivo que ajudar o meu povo e o meu país", explicou.
José Ramos-Horta manifestou o seu total apoio à concordata com a Santa Sé e adiantou que "os valores do Vaticano são os valores de Timor-Leste".
"Não há timorenses que não sejam religiosos", frisou também o chefe de Estado sobre reacções adversas à assinatura da concordata.
"A sociedade timorense reage (à experiência de fé do Presidente) partilhando e admirando", resumiu o bispo Basílio do Nascimento antes da missa vespertina, sábado passado, em Soibada - a que o Presidente decidiu não ir porque, "com a missa de domingo, seriam missas a mais".
PRM.
Lusa/fim
Quer o Bispo queira, quer não, a Terra continua a andar à volta do Sol e Timor-Leste não vive na Idade Média...
Patético.
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Increasing corruption detrimental to Timor-Leste's selection for the Millennium Challenge Account
FRENTE REVOLUCIONÁRIA DO TIMOR-LESTE INDEPENDENTE
FRETILIN
Media Release
15 October 2008
"The increasing levels of corruption in the de facto government of Prime Minister Jose Alexandre Gusmao is proving detrimental to Timor-Leste's prospects for obtaining funding from the Millenium Challenge Account," said Aniceto Guterres, the leader of the parliamentary bench of Timor-Leste's largest party FRETILIN.
Guterres' comments were made following the release of a report by the Centre for Global Development "Which countries make the FY2009 corruption cut? A preview into round 6 of Millennium Challenge Account Country Selection" (see:
http://www.cgdev.org/content/publications/detail/205642/).
The report analyses the prospects of several countries seeking to be eligible for selection for the Millenium Challenge Account (MCA), a development fund managed by the Millennium Challenge Corporation (MCC), a US government corporation.
The report states on page 4 that "Timor-Leste fails the corruption hurdle for the second year in a row, falling from the 43rd percentile to the 39th percentile."
To be eligible for selection for the MCA a country must score above the 50th percentile.
Guterres said, "The release of this report is yet more evidence of the increasing levels of corruption and maladministration under the Gusmao government which is having a negative effect on Timor-Leste's international reputation and its ability to access development funding
from the MCC.
"Under the FRETILIN government in 2005-6, Timor-Leste had become eligible for the MCA, and was working on the submission of a large infrastructure funding package to the MCC. The MCC had deemed that though Timor-Leste had many development challenges that it was on the
right track to good governance and a corruption free environment.
"However this good work is being undone by the incompetence and corruption of the Gusmao government. Mr. Gusmao himself has to take responsibility for this huge backward step for Timor-Leste. It happened during his governance and he cannot blame anyone else for it."
The release of the report by the Centre for Global Development follows the release of Transparency International's 2008 international Perceived Corruption Index report (see
http://www.transparency.org/policy_research/surveys_indices/cpi/2008 )
The index showed Timor-Leste under the leadership of Gusmao's 'Parliamentary Majority Alliance' (AMP) de facto government registered the most significant deterioration of any country.
Timor-Leste's position fell 22 places from 123rd to 145th. This was the nation's second successive year of decline in the index, following a drop from 112th to 123rd place in the corresponding period for 2006-2007 when Dr. Jose Ramos-Horta was Prime Minister.
For more information, please contact Jose Teixeira +670 728 7080.
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terça-feira, outubro 14, 2008
COMO PODERIA RAMOS HORTA SER ALTO COMISSÁRIO PARA OS DIREITOS HUMANOS?
Blog Timor Agora
Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008
COMO PODERIA RAMOS HORTA SER ALTO COMISSÁRIO PARA OS DIREITOS HUMANOS?
Há meses atrás houve um grande alvoroço por parte de José Ramos Horta, presidente de Timor - que dizia ir para um cargo da ONU - e em determinada altura foi quase dado como certo na preferência do SG da ONU, Ban Ki-moon, para ocupar o cargo de Alto Comissário para os Direitos Humanos. Ramos Horta foi quem o divulgou mas a ONU não sabia de nada, nem sequer o seu nome estava para consideração como candidato. Desconhece-se a origem da confusão que fez correr tanta tinta. Surpreendente, como muita coisa acontecida em Timor.
Ramos Horta, presidente da República de Timor-Leste, tem vindo a provar que nos tempos que correm os Direitos Humanos poderão ser importantes mas fazê-los respeitar e usar de medidas justas e punitivas contra os que as violem já não será assim tão importante. Pelos visto até concede bastante impunidade aos que violam esses mesmos direitos nas suas formas mais graves, independentemente de as vidas tiradas serem ou não de milhares. Mesmo que sejam timorenses.
A conclusão deve tirar-se nas imensas declarações do Presidente timorense relativamente aos crimes praticados pelos militares indonésios no seu país ocupado durante o último quarto de século. Para Ramos Horta os crimes gravíssimos devem ficar impunes, alegadamente por razões de boa vizinhança entre os países.
Esquece-se este distinto Nobel da Paz que a melhor contribuição para as boas relações futuras com o Estado Indonésio passa exatamente por fazer questão em que os atropelos aos direitos humanos não fiquem impunes, devndo-lhe essa sintonia o Governo democrático indonésio. Será uma forma de ajudar a democracia do país vizinho a consolidar-se, mostrando aos criminosos que os seus crimes foram repudiados por toda a comunidade nacional e internacional, devendo pagar por eles. É o melhor modo de fazer com que futuros assassínios em massa não voltem a ocorrer. Mostrar-lhes o longo braço da lei, da ordem, do humanismo e humanitarismo, com suporte nas Nações Unidas.
Com declarações e práticas destas, tão minimalistas e inadmissiveis, como queria José Ramos Horta ser empossado no cargo de Alto Comissário para os Direitos Humanos? Seria para oferecer impunidade aos criminosos de todo o mundo, como o faz no seu pequeno e conturbado país?
PUBLICADA POR FERNANDO LISTOPAD
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Programa Parlamento Jovens 2008/2009
EMBAIXADA DE PORTUGAL EM DILI
Infomacao Imprensa
À semelhança dos anos anteriores e tendo por objectivo a participação de jovens provenientes das Comunidades Portuguesas no Programa supra mencionado, informa-se que as escolas poderão inscrever-se na edição 2008/2009 (dois alunos e um professor), até ao próximo dia 31 de Outubro. Os temas escolhidos para esta edição são:
- Ensino Secundário: \"Participação Cívica dos Jovens\";
- 2º e 3º ciclos do ensino básico: \"Alimentação e Saúde\";
Todas as informações sobre o programa do Parlamento dos Jovens 2008/2009 estão disponíveis em www.parlamento.pt/webjovem2009/ , incluindo o formulário de inscrição online.
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Obrigado, FRETILIN
In all the woe and strife, here's something worth smiling about
Herald Sun
October 14, 2008 12:00am
EAST Timor, one of the world's poorest nations, has outsmarted the economic giants in the global financial meltdown.
As investment banks collapsed and share markets were hammered, the fledgling nation's wealth - about $US3 billion-plus ($A4.45 billion), mostly from oil and gas - was tucked safely away in US Treasury bonds.
Although the oil price has slumped, the country is still earning more than $A100 million a month in oil revenue and its sovereign wealth fund, dubbed the Petroleum Fund, is on track to hit $US4 billion by the end of 2008.
Based on a Norwegian model, the fund was set up to save money for the future and provide a steady income flow to the government.
Finance Minister Emilia Pires told BusinessDaily yesterday that East Timor, like other developing nations, was not immune from the financial turmoil.
But she said the government's conservative investment approach, and a healthy dose of luck, had so far helped insulate it.
"We have managed to escape the financial crisis simply because we were not in equities," she said.
"The bad luck of others has not touched us."
Ms Pires was speaking from New York, where she has attended World Bank and International Monetary Fund talks and also caught up with a personal friend, billionaire George Soros.
Mr Soros has strongly criticised US and European officials for taking too long to address the financial crisis and blamed a lack of regulation for the mess.
Ms Pires reflected on how East Timor's government was criticised by the IMF earlier this year for intervening to combat rising food and fuel prices.
The government dipped into the Petroleum Fund to lift the year's budget by more than 120 per cent to $US788 million, allocating $US240 million to an economic stabilisation fund to limit the price rises.
The tiny nation has effectively done first what governments in the US and Europe are now scrambling to do with their multi-billion dollar economic rescue packages.
"In a developing country like ours the government has to intervene because you don't have any other solution so we are kind of used to this sort of thing," said Ms Pires.
"I think it is a shock to developed countries because they have better systems and now they are going through this phase of distress.
"Maybe it's hitting them harder because psychologically they weren't prepared for it."
Before the financial crisis took hold, East Timor had planned to diversify the Petroleum Fund wealth from simply US bonds to include other investments.
Ms Pires said yesterday the government was still working on ways to improve its financial returns and ensure "all its eggs are not in one basket".
Despite East Timor's growing oil wealth, most of its people still live on less than $US1 a day.
As the global financial wrangles continue the country's biggest challenge is to develop vital infrastructure such as roads, electricity and transport services.
Ms Pires said the government was intent on helping East Timor's people by investing in industries such as agriculture.
"All they want is a chance to get on with their own lives and as the government we have to create the opportunities for them."
E vá lá que este Governo não foi a tempo de mudar o investimento de Fundos do Tesouro americanos para outro tipo de investimento como pretendia...
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segunda-feira, outubro 13, 2008
PRESIDENTE HORTA ESTÁ AFETADO COM O EXCESSO DE CARGA
Blog Timor Lorosae Nação
Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008
PRESIDENTE HORTA ESTÁ AFETADO COM O EXCESSO DE CARGA
Por TEODORA CAETANO
Por TEODORA CAETANO
“Como chefe do Estado, não autorizo nem permito a investigação da ONU aos crimes de 1999. A nossa posição é de manutenção de bons laços com a Indonésia”, disse Ramos-Horta à Reuters durante uma visita a Soibada, a cerca de 100 km de Díli, a capital do país.
Li e reli a notícia da Reuters reportada por Lírio da Fonseca, em que nos dava conta das palavras e intenções declaradas pelo Presidente da República José Ramos Horta, não quis acreditar.
Penso que o nosso PR perdeu de vez o tino e nem sabe o que diz, não sabe as competências para que foi eleito, não sabe que não tem poderes para fazer com que a ONU, a comunidade internacional, não faça cumprir as leis internacionais e investigue os crimes que tem de investigar, seja em Timor-Leste ou na Patagónia.
É triste quando chegamos à conclusão de que elegemos um PR que passa a vida a dizer disparates, passa vida a fazer disparates. Quando acerta uma já tem dez erradas. Isto é carga a mais para o cargo para que o elegemos, já nem ponho dúvidas. Ainda se dissesse estes disparates para consumo interno… ainda vá que não vá, mas não sabe ele que o mundo inteiro se farta de rir por a República de Timor-Leste estar representada ao mais alto nível por um senhor que faz colecção disparates e extrapola as suas competências, julgando-se com mais autoridade do que aquela que na realidade tem? Livra!
Já estamos fartos de tanta falta de humildade, de tanta falsa modéstia, de tanto sabermos que estamos a ser ridicularizados por quem não devíamos de ser, o Presidente da República. É tempo de Ramos Horta deixar de estar convencido de que não é dono de Timor-Leste nem do mundo só por ter sido agraciado com um Prémio Nobel, isso deixa de ter a importância que deve se for gerido pela cabeça de um tonto.
O que Ramos Horta diz proibir e propõe não se investigar terá um correspondente em escala menor mas que seria não se ter julgado o regime nazi de Hitler porque, por exemplo, a França seria de opinião de que queria manter boas relações com a Alemanha. Mas o que é que uma coisa tem a ver com outra? Mas que descabido.
A Presidência está a ser carga demais para Ramos Horta, pelos vistos, o que origina termos um PR com os pés no ar e a cabeça na lua. Sem noção do que deve fazer e dizer para seu e nosso prestígio. Assim sendo, o melhor é estar calado para não errar.
Já agora, que alivie a carga e assente os pés no chão, pode ser que resulte e que assim não dê azo a chacotas. Ainda mais por defender a impunidade dos autores de um milhar de assassínios em 1999, para não referir as centenas de milhares de vítimas durante as mais de duas décadas de ocupação indonésia.
Alivie a carga, senhor Presidente, desça à terra.
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"Só um ateu ou idiota governaria contra a Igreja", diz Ramos-Horta
Díli, 13 Out (Lusa) - O Presidente da República, José Ramos-Horta, afirmou este fim-de-semana à Agência Lusa que "só um ateu ou um idota governaria contra a Igreja" em Timor-Leste.
"Não é possível nem deveria ser", respondeu José Ramos-Horta quando questionado pela Lusa sobre a hipótese de alguém governar em Timor-Leste afrontando a Igreja Católica.
"Só um ateu ou um idiota é que faria isso", sublinhou José Ramos-Horta numa entrevista realizada este fim-de-semana durante uma peregrinação em Soibada, Manatuto (centro).
José Ramos-Horta declarou também que o conflito entre o Governo de Mari Alkatiri e a Igreja, em 2004, foi "totalmente desnecessário".
"Eu defendi sempre, desde o início, parceria, parceria, parceria com a igreja", explicou o chefe de Estado timorense à Lusa.
"Não vou nada nessas cantigas da Europa, do Estado secular. Temos uma realidade bem diferente. A Igreja faz parte da História, da tradição, da identidade e da realidade corrente de hoje em Timor-Leste", acrescentou José Ramos-Horta.
"O país, para andar para a frente, tem que ser apoiado pela Igreja e o Estado deve apoiar a Igreja nas suas próprias missões nesta terra", defendeu também o Presidente da República.
"Para além da missão espiritual, a Igreja tem outras responsabilidades: na saúde, educação cultura, promoção da paz, no desenvolvimento técnico-científico, até no desenvolvimento rural", afirmou.
"Nós somos como alunos comparados com a experiência da Igreja. Temos que desenvolver uma parceria sólida com a Igreja", frisou José Ramos-Horta.
Questionado sobre o conflito entre o Governo de Mari Alkatiri e da Fretilin com a hierarquia católica, no final de 2004, José Ramos-Horta defendeu o ex-primeiro-ministro e responsabilizou "alguns ministros".
O Presidente da República recordou que "a ideia de abrir uma embaixada no Vaticano veio de Mari Alkatiri, nem sequer de mim".
"Amo o Santo Padre, os bispos, mas a prioridade para mim era abrir a embaixada em Berlim e noutras capitais", recordou o chefe de Estado, que integrava o I Governo Constitucional.
Mari Alkatiri, "pelo contrário, viu a importância da embaixada no Vaticano e foi ele, também, o primeiro a falar da importância da concordata, há cerca de três anos".
"Mari Alkatiri na realidade era extremamente sensível à Igreja católica", defendeu José Ramos-Horta sobre o ex-primeiro-ministro, membro da min emoria muçulmana timorense.
"Alguns ministros é que queriam ser mais papistas que o Papa e armavam-se em ser mais seculares que o próprio Alkatiri", adiantou o chefe de Estado, e ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, sem referir nomes.
"Talvez pensando agradar a Mari Alkatiri, esses ministros tinham posições incompreensíveis em relação à Igreja", recordou ainda o Presidente da República.
"Garanto que todo o conflito com a Igreja 2004 não foi responsabilidade de Alkatiri", disse José Ramos-Horta.
"Mari Alkatiri deu ordens em Outubro de 2004 para um determinado membro do Governo encetar negociações com a Igreja sobre o currículo escolar e o ensino de religião e moral, sobre quem ia ensinar e quem fornecia os professores", disse o chefe de Estado.
"Mas esse membro do Governo não fez nada", declarou o Presidente da República à Lusa.
"Como não houve diálogo, começaram a surgir rumores, totalmente mal-entendidos, dizendo que o ensino de religião não iria ser contemplado e coisas assim".
"Quando o conflito rebentou, eu, que estava em Jacarta, dispus-me a começar o diálogo com a Igreja", contou o Presidente da República.
"Fui eu que trabalhei com o bispo Basílio do Nascimento, até altas horas da noite, para chegar a um acordo. Depois fui à residência de Mari Alkatiri e, com ele ao meu lado, telefonámos a dom Basílio para finalizar o acordo quue pôs termo a um mês de manifestações", contou José Ramos-Horta.
"Foi mesmo embaraçoso para todos, incluindo a Igreja e o Estado, e foi totalmente desnecessário", concluiu José Ramos-Horta.
PRM
Lusa/fim
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3ª edição internacional do CADAP – Curso de Alta Direcção em Administração Pública
EMBAIXADA DE PORTUGAL EM DILI
Infomacao Imprensa
O INA vai realizar a 3ª edição internacional do CADAP – Curso de Alta Direcção em Administração Pública, que terá lugar de Fevereiro a Junho de 2009, nas instalações do INA, em Oeiras.
Este curso integra o programa da Escola Ibero-americana de Administração e Políticas Públicas e visa contribuir para a formação de uma nova geração de dirigentes públicos nos países membros do CLAD – Centro Latino Americano para o Desenvolvimento e da CPLP – Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
O Governo português, através do IPAD – Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, e a CPLP oferecem 21 bolsas, que incluem a propina de frequência do curso e um montante de 3.333 euros para cada candidato aceite no curso e seleccionado para bolseiro. Estas bolsas serão atribuídas aos primeiros 21 candidatos seleccionados, um por país, sendo 15 bolsas destinadas aos países ibero-americanos e 6 aos países da CPLP.
Para mais informações consulte os sites www.fdir.com e www.clad.org.ve
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FRETILIN guarantees stability in Timor-Leste; calls on all to do same for March of Peace
FRENTE REVOLUCIONÁRIA DO TIMOR-LESTE INDEPENDENTE
FRETILIN
Media Release
October 10, 2008
FRETILIN leaders yesterday reconfirmed that the proposed March of Peace will
take place, and rebuked a government minister for alleging that the March
would destabilize the young nation. FRETILIN President Francisco Guterres
Lu'Olo said that it was the de facto Minister for Economy and Development
who had to answer for his support for rebel soldier Alfredo Reinado in 2006,
when political violence engulfed the capital.
FRETILIN has guaranteed that the proposed March of Peace will be peaceful
and lawful, but is yet to determine when the March will go ahead, despite
repeated rumors and clear attempts by some to whip up emotion on the issue.
Other parties like PPT and Kota, and ASDT who have withdrawn from the AMP
government, will join the March of Peace.
On September 27, 2008, the Prime Minister, Mr Gusmao, said during a speech
in Ainaro, "I hear from here that you are preparing a March of Peace to
Dili. I will wait for you there and put you all in jail." FRETILIN has
called this an attempt to intimidate people from exercising their
constitutional and democratic rights, and shows his dictatorial tendencies
yet again.
"FRETILIn is the political party that ushered in Timor-Leste's historic and
successful struggle for national liberation and independence, and today is
the largest political party. We will continue to make every effort to
promote and maintain peace, stability and democracy in Timor-Leste and for
the people of Timor-Leste, said Lu'Olo yesterday.
"I myself spent 24 years in the mountains and rivers and valleys of
Timor-Leste, fighting the invader in our country. We no longer have anyone
to fight. I have a young family, I want this country to be peaceful and
stable so that my children can grow up with peace and can gain an education
to continue to realize the dream I carried during all the years in the
struggle. I have read a media release from the de facto Minister for Economy
and Development in the AMP. I have to say that I don't need someone who
spent the whole struggle in the comfortable surrounds provided by Australia,
and financial benefits just for being a Timorese in the diaspora, to lecture
me on peace and conflict," he said.
Lu'Olo was elected to the Constituent Assembly that drew up Timor-Leste's
constitution in 2001, to which he was then elected as President. He then
served as the President of the National Parliament between May 20, 2002 and
August 7, 2007.
"It was people like the de facto Minister who supported criminals like
Alfredo Reinado and those demonstrators who burnt the houses of FRETILIN
supporters in 2006. They were the ones who stood clapping whilst the
so-called army petitioners marched into Dili to demonstrate in April 2006,
which then resulted in a violent end and triggered the suffering and mayhem
that came from the violence.
"Just ask the displaced people, they can tell why they were forced from
their homes. Ask the families of people still exhuming their sons why they
were killed? It's because of the division of the nation by those whom the de
facto Minister supported, Mr Alfredo and the petitioners. So, I ask, who
needs to answer for the 2006 crisis? Who was it that had constant contact
with Mr Reinado?" asked Lu'Olo.
"FRETILIN will do everything to ensure that there will be no violence
resulting from the proposed Peace March. That is precisely what it is, a
Peace March. That is the intention and the goal: a reaffirmation of FRETILIN
as a force for Peace, Democracy, the Rule of Law and Justice, all things
people are thirsting for in this country.
"FRETILIN as a party has since 2001 held the largest demonstrations and
rallies in Timor-Leste, involving hundreds of thousands of people without
violence and respecting law and order and the rights of others. That's more
than we can say for the demonstrations organized by people now in the de
facto government and their allies in the National Parliament, including the
President of the Parliament himself, whose supporters brought down to Dili
in May - August 2006 attacked FRETILIN supporters and even killed many,"
said Lu'Olo.
"Despite having been the victims of the 2006 violence, organized and
orchestrated to bring down the then FRETILIN Prime Minister Dr Alkatiri,
FRETILIN and its supporters will never do to them what they did to us. We
respect them as fellow Timorese and part of the human family. We have
suffered too much from conflict to do that ourselves," Lu'Olo stressed.
"We ask the National Police, the UN Police, the International Stabilisation
Force, who have the role of maintaining law and order, to ensure that when
the Peace March is held, it proceeds in peace and without attack from others
who don't agree with it. We ask them to be remain totally independent and
just follow the law, whatever attempts the government is currently engaged
in. We undertake to fully cooperate with PNTL and UNPOL.
"Let's close all avenues to some external to our party who want to open up
for violence. There is no place for it. It is important that the March go
ahead and that it is peaceful, for the sake of democracy in this country. If
the largest party cannot demonstrate peacefully and lawfully, then what of
the small parties and civil society? That will mean the end of democracy. We
will not permit that to happen," Lu'Olo concluded.
For information contact: José Teixeira MP on +670 728 7080
Nilva Guimarães (media officer) on +670 734 0389
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Ramos Horta pede à ONU que pare investigação sobre violência após o referendo de 1999
O Presidente de Timor-Leste, José Ramos-Horta, disse hoje que quer que as Nações Unidas parem a sua investigação ao derramamento de sangue que se seguiu ao referendo à independência do país da Indonésia, em 1999.
Líderes de Timor-Leste e da Indonésia disseram em Julho que o assunto estava encerrado, depois de terem expressado arrependimento, na sequência das descobertas feitas por uma comissão da verdade conjunta que culpou a segurança indonésia e forças civis por "violação grosseira dos direitos humanos".
Mas as Nações Unidas, que boicotaram a comissão da verdade, disseram que continuarão a apoiar acusações, através da sua Unidade de Crime Grave, criada especificamente para apoiar o gabinete do procurador público timorense na investigação de actos de violência que, segundo a ONU, levaram à morte de mais de mil pessoas em Timor-Leste.
"Como chefe do Estado, não autorizo nem permito a investigação da ONU aos crimes de 1999. A nossa posição é de manutenção de bons laços com a Indonésia", disse Ramos-Horta à Reuters durante uma visita a Soibada, a cerca de 100 km de Díli, a capital do país.
Vários oficiais militares indonésios foram julgados em tribunais de direitos humanos da Indonésia após a violência de 1999, mas nenhum foi condenado.
A antiga colónia portuguesa de Timor-Leste foi invadida pela Indonésia em 1975 e tornou-se independente em 2002, na sequência de um referendo, envolto em violência, organizado pela ONU em 1999.
Reuters
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The English language version of the "UNMIT Weekly" No. 62 is now available on-line.
UNMIT-MEDIA
Featured stories this week: Gender Resource Centre opens at National Parliament World Mental Health Day 2008 UN launches first-ever online version of the ‘Yearbook of the United Nations’ Initiative to help develop management, governance skills Upcoming UNMIT Public Outreach Meetings – October 2008
To view the newsletter, click on the link below. If your email software does not allow this, simply paste this URL into your browser's location bar. http://unmit.unmissions.org/Default.aspx?tabid=221&language=en-US
Kind regards,Communications and Public Information Office/UNMITAll feedback and suggestions for stories are kindly welcomed. Please e-mail us at: unmit-media@un.org.
+ +++ +
Versaun língua Tetun "UNMIT Semanál" Núm: 62 daudaun eziste ona. Konabá istória iha semana ne'e: Sentru Rekursu Jéneru loke iha Parlamentu Nasionál Loron Sáude Mentál Mundiál tinan 2008 nian ONU lansa website ba ‘Livru Anuál Nasoins Unidas nian’ Inisiativa atu ajuda dezenvolve koñesimentu sira iha aréa jestaun no governasaun Eventu no Observánsia sira NU nian tuir mai – Octubru 2008
Atu hetan “UNMIT Semanál” ne'e, klik ba link tuir mai ne'e. Se ita nia e-mail software la permite, halo kopia URL ne'e no paste ba iha ita nia situ ou lokasi bar nebé ita uza daudaun. http://unmit.unmissions.org//Portals/UNMIT/Newsletters/62.weekly.tetun.131008.pdf
Ho Respeita,Seksaun komunikasaun no Informasaun Públiku/UNMIT nianBa imi nia informasaun no sujestaun tomak konabá istória ne’e. Favor haruka e-mail ba: unmit-media@un.org .
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domingo, outubro 12, 2008
Timor pode ser alvo de onda de violência, diz ex-premiê
Maputo, 10 out (Lusa) - O ex-primeiro-ministro timorense Mari Alkatiri afirmou que, "a todo o momento", o Timor Leste "pode ser alvo de uma onda de violência", devido à "fragilidade" da situação política, económica e social do país.
Alkatiri descreveu a situação no país asiático após uma reunião com o presidente moçambicano, Armando Guebuza, em Maputo.
"Felizmente, agora não há violência. E é uma vantagem. Mas as fragilidades que persistem fazem-nos pensar que a todo o momento, o país pode desembocar novamente numa onda de violência", disse o ex-premiê timorense e também secretário-geral da Fretilin, maior partido de oposição timorense.
Alkatiri foi forçado a se demitir do cargo de primeiro-ministro em 2006, depois de ter sido acusado de responsabilidades na violência registada naquele ano.
O fato de a Fretilin não reconhecer a legitimidade do actual primeiro-ministro, Xanana Gusmão, torna o cenário político timorense "mais complicado".
"A relação entre a Fretilin e Xanana Gusmão é mais complicada, porque nós não o reconhecemos como primeiro-ministro, consideramos que Xanana Gusmão usurpou o poder que assume actualmente".
Partido
Apesar de a Fretilin ter sido o partido mais votado nas eleições de 2006, embora sem maioria absoluta como na anterior legislatura, o chefe de Estado timorense, José Ramos-Horta, optou por convidar Xanana Gusmão para formar o governo, que tem o apoio de uma aliança parlamentar maioritária.
"A Fretilin é que ganhou as eleições legislativas, por isso devia ter formado governo, mas não é o que se passou", disse Alkatiri, explicando as razões por que recusa a legitimidade do Executivo liderado por Xanana Gusmão.
A legenda anunciou que vai promover uma Marcha da Paz em Díli, que esteve inicialmente prevista para Outubro, mas que poderá ocorrer em Janeiro, segundo disse Alkatiri numa entrevista recente à Agência Lusa.
Nesta semana, Xanana Gusmão se manifestou preocupado com o risco de uma nova onda de violência, referindo-se à iniciativa do maior partido da oposição.
"Vamos permitir que haja manifestação porque é um direito constitucional, mas estamos preocupados com o risco de uma nova onda de instabilidade", afirmou o premiê timorense.
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sábado, outubro 11, 2008
East Timor prosecutor blames president over trial delay
ABC Online
[This is the print version of story http://www.abc.net.au/ra/programguide/stories/200810/s2387632.htm ]
Updated October 10, 2008 13:10:59
East Timor's President and chief prosecutor are at odds over the prosecution of senior military figures for their role in illegally arming civilians during the 2006 crisis. Last week, the prosecutor general said it was the president's fault he'd not yet been able launch the action, while Jose Ramos Horta says there are other priorities.
Presenter:Stephanie March
Speakers: Longuinhos Monteiro, East Timor's Prosecutor General; Jose Ramos Horta, President; Mari Alkatiri, former Prime Minister; Luis Oliveira, Judicial System Monitoring Program
MARCH: A United Nations commission of inquiry into the 2006 crisis recommended Brigadier Taur Matan Ruak- known in East Timor as TMR - be prosecuted for illegal weapons transfer, along with former defence minister Roque Rodrigues.
As members of the superior defence council the pair enjoy an immunity that the President has the power to lift.
Prosecutor General Longinous Montiero asked the President four months ago to waive the immunity, but has not yet received a response.
He says he is frustrated his office gets blamed for failing to launch an investigation into Brigadier Ruak's actions.
MONTIERO: Everybody is demanding 'the office of the PG do nothing, all cases are pending, nothing is updated when we asking no answer' - so what can we do…..(cut off by JOURNALIST)
JOURNALIST: So you hope to try TMR? You hope to bring him to court?
MONTIERO: Well I don't want to say that we will try or not but at least we need to hear, I cannot accuse anyone before we hear.
MARCH: Last week the Prosecutor General caused a stir in Dili when he sent summons to three other high-ranking military officers.
Colonel Lere Anan Timor, Major Mau Buti and Colonel Falur Rate Laek are now considered formal suspects in the investigation into the military's role in arming civilians during the 2006 crisis.
Brigadier Ruak says he will cooperate with investigators once his immunity is lifted,
…but President Jose Ramos Horta, says the prosecutor general should focus on other things.
HORTA: Because in the mean time there are other priorities facing him, facing the nation, that the nation is very concerned about and that is the assassination attempt on the President and the Prime Minister. These were not attempts of assassination of individuals but of the President and the Prime Minister, these must have absolute priority.
MARCH: In February this year the President and Prime Minister were attacked by a gang of former soldiers who had defected from the military during the political crisis in 2006.
He has said previously that he doesn't care if the investigation into the February attacks takes up to two years.
HORTA: And once that is concluded we can move on, backtrack to others like 2006 and others - there are many cases - 2000, 4000 case on his desk. The priorities are yes, February 11 2008 and then we go back to 2006.
MARCH: But Luis Oliveira, acting deputy director of watchdog NGO the Judicial System Monitoring Program says failing to lift the immunity will reinforce East Timor's strong culture of impunity and send the wrong message to the people.
OLIVEIRA: (translation) It sends political message, it sends the message to the East Timor society is that justice is politicised because the State says it is not urgent. But for our position justice is urgent and must be open to all of people so all people can feel justice, justice must be done for all of people not for one side only.
MARCH: He says the president is not correct when he says the attempted assassination case is more important than those from two years ago when tensions between the police and military erupted into violence, killing 37 people.
OLIVEIRA: (translation) The 11 February case is related to the 2006 cases, that why the prosecutor general is trying to use authority to deal with these cases from 2006 as well.
MARCH: Brigadier Ruak, was the leader of the Falantil armed resistance when East Timor became independent in 1999 and still has many supporters both in and outside the military.
Senior Fretilin opposition party members - including former Prime Minister Mari Alkatiri - have said they are prepared to act as lawyers on his behalf.
But some observers fear even an investigation, may lead to trouble.
Mari Alkatiri:
ALKATIRI: the problem is not with those people who are being called now to make their own testimony to justice system the problem is their supporters, the army as a whole. We have to manage this very carefully.
MARCH: Luis Oliveira from Judicial System Monitoring Program says it is possible the President is preventing Brigadier Ruak from being investigated to avoid instability.
OLIVEIRA: (translation) There could be a political reason behind this. Because if they open the case it could have a negative impact on the current situation. So our president doesn't prioritise the case - maybe he has his own reasons but from my point of view for the social aspect of the justice system, there should not be any exception for anyone to face justice.
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Traduções
Obrigado pela solidariedade, Margarida!
Mensagem inicial - 16 de Maio de 2006
"Apesar de frágil, Timor-Leste é uma jovem democracia em que acreditamos. É o país que escolhemos para viver e trabalhar. Desde dia 28 de Abril muito se tem dito sobre a situação em Timor-Leste. Boatos, rumores, alertas, declarações de países estrangeiros, inocentes ou não, têm servido para transmitir um clima de conflito e insegurança que não corresponde ao que vivemos. Vamos tentar transmitir o que se passa aqui. Não o que ouvimos dizer... "