De um leitor:
Drug addiction in East Timor has never been reported before nor has it ever existed. In the past, the children of many East Timorese public servants who served important government posts under Indonesian government were known to have been involved with drugs such as cocaine and heroin. But these youths lived mostly in Jawa and many never came to East Timor, even for a visit.
In 1999 however the Indonesian military introduced a drug called "anjing gila" (lit. mad dog), It was given to the militia members before setting them on a rampage of killing, raping, looting and pillaging. This drug was found to be meta amphetamine, more commonly known as ice. Ice can be manufactured easily in the backyard.
After the withdrawal of the militia and their TNI patrons in 1999, this drug also disappeared. But in April this year, this drug was reported as having returned through some eyewitness. There are people who claim that traces of this drug were found in Maliana in addition to a crudely set up manufacturing plant.
Some people also described the youths who went on a rampage in Dili in April this year as behaving like the militia in 1999 literally. They seemed like they were under the inflience of anjing gila. Some witnesses also recognised some of the people involved in it as members of the former pro Indonesia militia.
It is important to establish whether this drug does exist in East Timor and whether it has been used. It is even more important to find the people responsible for making this drug available and for what purpose.
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terça-feira, outubro 31, 2006
"Drugs" in East Timor
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Malai Azul 2
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De um leitor
Tradução da Margarida.
Agora eles sabem como é difícil manter a lei e a ordem em Timor-Leste. Isto não é Leichart ou Palm Island ou Redfern. Bem, talvez mais parecido com Lakemba ou Redfern. Estes jovens nem sequer receiam as balas. A maioria deles teve de viver sob tempos Indonésios quando o TNI e a Intel e o Kopassus fizeram coisas muito piores a eles.
Então aparece um oficial da Polícia Australiana cujo primeiro gesto é perguntar "Como se chama?"
Façam o que faz a GNR....batam primeiro e façam perguntas depois.
Uma mão um pouco pesada é o que estes tristes, bons para nada, brutamontes precisam. As pessoas estão cansadas da violência deles.
A maioria, agora toda a gente sabe como foi duro para os Alkaitires deste mundo tentarem manter a lei e a ordem, e muito mais difícil quando foi o caso de aguentar uma insurgência armada e perigosa como a do Reinado e a do Rai Los. Como aguentam os USA os insurgentes no Iraque. É como se deve lidar com os insurgentes....mas, desconfio que em Timor-Leste não estamos autorizados a fazer isso.
Vamos retomar o nosso país através do re-estabelecimento da lei e da ordem....AGORA!!!! Quero de volta esses dias antes do golpe contra Alaktiri quando as ruas eram seguras para viajar a qualquer hora do dia e os bairros estavam cheios de risos e de brincadeiras. Re-ganhemos isso de volta....
AGORA!
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Malai Azul 2
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Austrália substitui comandante, forças militares contestadas
Díli, 30 Out (Lusa) - A Austrália anunciou hoje a nomeação de um novo comandante do seu contingente militar em Timor-Leste, uma substituição que coincide com uma acentuada degradação da imagem dos soldados australianos junto da opinião pública timorense.
Em comunicado, o Ministério da Defesa australiano indicou que o brigadeiro Mick Slater regressou a casa a 26 de Outubro, e foi substituído no comando dos cerca de 1.000 efectivos pelo brigadeiro Mal Rerden, que já anunciou ter ordenado a realização de um inquérito para responder a alegações de parcialidade das forças da Austrália na actual crise político-militar timorense.
A má imagem criada seguiu-se a uma intervenção dos militares, há cerca de uma semana, no interior do campo de deslocados situado junto ao aeroporto de Díli, em que foram empregues meios considerados desproporcionados relativamente à missão a levar a cabo, como o uso de granadas de gás lacrimogéneo.
Na sequência da intervenção, o aeroporto internacional de Díli ficou com os acessos cortados por acção dos deslocados, tendo sido temporariamente encerrado durante 24 horas.
A morte de um timorense, alegadamente em resultado de disparos efectuados por um militar australiano na zona do aeroporto, teve como efeito uma reacção anti-Austrália, com o apedrejamento de viaturas militares e policiais australianas em algumas zonas de Díli.
Na sua edição de sábado passado, o jornal diário Suara Timor LoroSae publicou uma notícia de primeira página em que soldados australianos eram directam ente implicados na morte de dois timorenses.
O governo de Timor-Leste - através vice-primeiro-ministro Estanislau da Silva, dada a ausência do primeiro-ministro, José Ramos-Horta, em visita oficial ao Vaticano - saiu em defesa do contingente de 1.110 soldados australianos e n eozelandeses, sublinhando o profissionalismo e a imparcialidade daqueles efectivos e o contributo para ajudar a manter a paz e a ordem, em coordenação com a polícia das Nações Unidas (UNPOL).
Relativamente à notícia do Suara Timor LoroSae, o brigadeiro Mal Rerden já desmentiu as alegações, classificando-a como uma "manipulação de alguns elementos" que "claramente não desejam a presença de uma força de segurança profissional e imparcial". "Provavelmente porque os estamos a impedir de fazer as coisas más que pretendem", acrescentou.
José Ramos-Horta, que regressou hoje a Timor-Leste, referiu-se à má imagem pública do contingente australiano recordando que situação parecida ocorreu "há semanas atrás" com os militares portugueses da GNR, alvo de acusações de parcialidade.
"Agora é com a Austrália. E quem é que está empenhado em desacreditar a GNR? E quem é que está interessado em desacreditar a Austrália? São os inimigos deste país, os inimigos da paz", frisou o chefe do governo.
Incidentes recentes entre militares australianos e o comandante das forças armadas timorenses, brigadeiro-general Taur Matan Ruak, e também com o presidente do Parlamento Nacional, Francisco Guterres "Lu Olo", contribuíram para afectar a imagem australiana em Timor-Leste.
Taur Matan Ruak insurgiu-se veementemente contra os incidentes em que foi envolvido, quando, em duas ocasiões, soldados australianos o retiveram, e à sua escolta, em postos de segurança para identificação, apesar de circular fardado .
O comandante das forças armadas timorenses não poupou ainda nas críticas à alegada passividade do contingente australiano na contenção dos actos de violência ocorridos em Díli, defendendo, em tom irónico, que a capital timorense de veria mudar de designação, passando a chamar-se "Cowboy City" em vez de Díli.
Francisco Guterres "Lu-Olo", presidente do Parlamento Nacional, disse à Lusa que os incidentes ocorridos com Taur Matan Ruak eram "intoleráveis" e disse que também ele próprio, numa ocasião, foi importunado por soldados australianos.
No comunicado em que anuncia a substituição do comandante do contingente militar australiano, o Ministério da Defesa da Austrália elogiou o brigadeiro Mick Slater, classificando a sua liderança como "ilustre".
"O seu hábil desempenho na complexa situação enfrentada pelos nossos soldados foi fundamental para ajudar Timor-Leste a encontrar a via da paz e da estabilidade, garantindo aos timorenses uma verdadeira esperança para o futuro dest a jovem nação", lê-se no comunicado.
O contingente militar australiano chegou a Timor-Leste a 25 de Maio, no âmbito de um pedido das autoridades timorenses, extensivo a Portugal, Malásia e Nova Zelândia, para ajudarem a garantir a paz e a segurança, seriamente afectad as com a crise político-militar desencadeada em Abril, e que já provocou mais de meia centena de mortos e a fuga de cerca de 180 mil pessoas das suas áreas de r esidência, que se encontram agora em campos de acolhimento espalhados pelo país.
EL-Lusa/Fim
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Malai Azul 2
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Delegação Parlamento Europeu em Díli para avaliar situação
Díli, 30 Out (Lusa) - Uma delegação do Parlamento Europeu, com três deputados portugueses, iniciou hoje uma visita de trabalho de uma semana a Timor-Leste, no âmbito de uma resolução aprovada em Junho, para avaliar a situação e encorajar o processo de estabilização.
Integram a delegação os eurodeputados Ana Gomes e Emanuel Jardim Fernandes, ambos do Partido Socialista, e Pedro Guerreiro, do Partido Comunista Português.
A delegação manteve hoje encontros com o chefe de Estado timorense, Xanana Gusmão, e o presidente do Parlamento Nacional, Francisco Guterres "Lu-Olo", estando previstos para terça-feira encontros de trabalho, em separado, com o grupo parlamentar da FRETILIN, o partido maioritário, e as restantes bancadas, da oposição.
Hoje à noite (hora local), a delegação participou num jantar promovido pela Representação da Comissão Europeia em Díli, em que estiveram presentes membros do governo, deputados e corpo diplomático, incluindo o representante especial do secretário-geral da ONU, Finn Reske-Nielsen.
Na ocasião, Miguel Amado, futuro delegado da Comissão Europeia em Díli, reafirmou a intenção de imediatamente depois das eleições a realizar em 2007, em Timor-Leste, a actual representação passar a deter o estatuto de embaixada, passando a delegação.
Miguel Amado destacou ainda o apoio da Comissão Europeia a Timor-Leste, que até 2013 totalizará mais de 100 milhões de euros, e incitou os "políticos timorenses a não virarem as costas à comunidade", reclamando ser tempo de "se entenderem na resolução da crise" actual no país.
Ana Gomes, que também interveio, salientou que o envio de uma delegação de eurodeputados a Timor-Leste representa a atenção com que a situação no país é seguida em Estrasburgo, sede do Parlamento Europeu.
Para a resolução da actual crise, Ana Gomes defendeu que os líderes políticos timorenses "deverão encetar um diálogo real, substantivo, e não meramente formal", fazendo votos para que o Parlamento timorense possa, já em Novembro, fazer-se representar na Assembleia Parlamentar ACP/UE, no âmbito da adesão de Timor-Leste aos Acordos de Cotonou, em Dezembro de 2005.
O envio da delegação de eurodeputados já estava contemplado numa resolução sobre Timor-Leste aprovada pelo Parlamento Europeu a 15 de Junho, na sequência da onda de violência iniciada em Abril, e foi justificada com a necessidade d e "avaliar a situação política e examinar a adequação dos programas de assistência da União Europeia".
O programa provisório da delegação do Parlamento Europeu contempla reuniões com diversas autoridades e entidades de Timor-Leste e inclui deslocações aos distritos de Oecusse (enclave na parte indonésia da ilha) e de Baucau (leste), respectivamente a 01 e 02 de Novembro.
EL-Lusa/Fim
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Malai Azul 2
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Ainda não uma história de sucesso
Tradução da Margarida.
Bangkok Post - Sábado Outubro 28, 2006
O tópico da intervenção estrangeira é um dos motores do presente discurso global da política internacional politics – e Timor-Leste oferece um interessante caso de estudo
Por MATTHEW B ARNOLD
Com as aventuras da América no Iraque e no Afeganistão a vacilarem e as missões de manutenção de paz da ONU esticadas e a lutarem desde a do Haiti à da Costa do Marfim, o mundo está à procura duma prova que o "intervencionismo" possa produzir resultados positivos, especialmente para o longo prazo.
A tentativa do mundo em Timor-Leste foi muitas vezes louvada como o melhor exemplo duma intervenção com sucesso da comunidade internacional actuando através da ONU que, depois de um referendo em Timor-Leste votou pela independência da Indonésia em 1999, comissariou o mais jovem país do mundo até 2002 quando ganhou a independência total.
Contudo, depois de mais de cinco anos de calma relativa, Timor-Leste foi varrida novamente por violência política em Abril e Maio deste ano que deixou mais de 100,000 Timorenses deslocados e movimentou perto de 3,000 tropas estrangeiras, lideradas pela Austrália, a precipitarem-se de regresso ao país recentemente caótico.
A violência política começou por irromper depois da demissão de centenas de membros das forças armadas, que se tinham queixado de discriminação étnica.
Este estimulante inicial para tensões domésticas depressa evoluiu para uma luta interna pelo poder dentro do partido no poder a Fretilin, estimulando confrontos entre várias forças de segurança e conduzindo a batalhas de ruas envolvendo multidões de jovens.
Por fim, a crise provocou protestos de massas, que levaram à resignação do primeiro-ministro.
A seguir à violência, o governo de Timor-Leste pediu à ONU para dirigir um inquérito aos incidentes de Abril e Maio. O relatório detalhando as conclusões da ONU foi emitido em meados de Outubro e argumentou que "a crise... pode ser largamente explicada pela fragilidade das instituições do Estado e pela fraqueza do domínio da lei."
O relatório pediu mais investigação ao ex-Primeiro-Ministro Mari Alkatiri e o levantamento de processos no futuro contra os antigos ministros do interior e da defesa e contra o chefe das forças armadas por transferência ilegal de armas para civis envolvidos na violência.
Como é que se chega a que o mais jovem Estado do mundo, e ostensivamente um exemplo de sucesso de intervencionismo pela comunidade internacional, requeira o que essencialmente é uma segunda intervenção traz-nos lição importantes.
A fragilidade das instituições do Estado e a fraqueza do domínio da lei podem ser largamente vistas como um testamento da falta de conclusão da intervenção inicial do mundo em Timor-Leste começando em 1999.
O mundo simplesmente deixou Timor-Leste meio acabado. Na sua típica pressa, foi excessivamente rápido a declarar "missão consumada " e reduziu a sua presença e os compromissos para o novo país depois da sua independência total, retirando prematuramente as forças de manutenção de paz e diluindo excessivamente o mandato póst-independência da ONU.
Como um primeiro passo para a melhoria de intervenções futuras, a comunidade internacional através da ONU, precisa de rever a sua curta e impraticável moldura de tempos.
Como explicou um activista politico Timorense, "A ONU e 'os internacionais' têm uma moldura de tempo irrealista... pensam que podem implementar ideias muito complicadas como as do domínio da lei num par de anos, é impossível."
Para além do mais, os falhanços da comunidade internacional em Timor-Leste, e isto pode ser argumentado mais alargadamente, derivam do facto de os propósitos do intervencionismo multilateral ainda não são consensuais e serem ainda largamente discutidos pela comunidade internacional. O corrente mandato da ONU é para"consolidar a estabilidade e elevar a cultura da governação democrática, e facilitar o diálogo entre as partes Timorenses ", o que é bastante vasto e vago quando se considera como intervencionismo continuado pode actualmente ser implementado em qualquer grau de detalhe viável.
Como um proeminente advogado Timorense explicou recentemente na capital Dili, o "maior problema é que a ONU não tem uma ideia clara do que quer fazer ". disto não se pode culpar a própria ONU, mas antes os conflitos de interesses dos poderes maiores, que vêem a intervenção para servir propósitos diferentes da mera "estabilização" a uma mais profunda inter-acção da "construção de Estado " com todas as acusações de colonialismo que isso acarreta.
Esta ideia de propósitos em conflito da missão levando a ambiguidades operacionais foi verbalizada por um membro da equipa da missão da ONU que confidenciou que a e os seus dadores maiores ainda "não ligaram operações de paz com operações de desenvolvimento ". Nomeadamente, as intervenções iniciais militares são relativamente fáceis, especialmente em pequenos países como Timor-Leste, mas fazer a transição a mais longo prazo para um desenvolvimento pacífico e sustentado, orientado por um governo competente e com base no domínio da lei e da democracia, é muito mais difícil de fazer.
O que é evidente é que seja qual for os problemas que a comunidade internacional possa ter na sua abordagem à intervenção, uma presença mais forte e em maior período de tempo em Estados novos e frágeis como Timor-Leste pela ONU é obrigatória para a desenvolvimento e a paz desses países.
Sem a participação renovada da comunidade internacional depois da violência de Abril e de Maio, é muito provável que Timor-Leste enfrentasse agora "a realidade mais medonha da guerra, e não somente questões de lei e de ordem ", como defendeu um proeminente comentador político local. Quando a ONU está presente e tem o apoio forte de pelo menos um par dos poderes maiores, tem feito um relativamente bom trabalho de intervenções, pelo menos a curto prazo.
Contudo, conquanto seja fácil acusar a comunidade internacional pelo tumulto doméstico de um país particular, no fim, os líderes desse país devem aguentar a maioria das culpas pelos tumultos.
O International Crisis Group, um grupo bem visto de pensadores, concluiu que a desordem presente em Timor-Leste foi composta "pela natureza interna duma pequena elite política "que teve um papel forte na produção de um "governo disfuncional ".
Timor-Leste tem eleições agendadas para Maio de 2007 e a frustração com a instabilidade política e o desenvolvimento estagnante é palpável nas ruas de Dili. Um local exclamou que "tudo isto reflecte a inexperiência dos que estão no poder ", enquanto um outro ilustrava em exasperação que Timor-Leste nem é "mesmo uma ilha completa, é só meia ilha " e está ainda doente pela quantidade de problemas que parecem desproporcionados.
Que Timor-Leste seja um pequeno, aparentemente controlável país é um ponto justo. Se a comunidade internacional, em sociedade com a liderança Timorense, não consegue acertar e mostrar que a intervenção voluntária multilateral e a construção de Estado podem produzir resultados positivos mesmo num muito pequeno país, que esperança pode haver para países maiores e especialmente caóticos como a República Democrática do Congo? A comunidade internacional pode produzir resultados positivos. Só precisa de seguir em frente com o que começou com um sentido mais forte de compromisso, uma compreensão clarificada do propósito da ONU, e uma mais longa e mais realista moldura de tempo. Isso possibilitará uma transição completa da inicial feitura da paz a um desenvolvimento sustentado a mais longo prazo.
- Matthew Arnold é um académico visitante na Chulalongkorn University.
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Malai Azul 2
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Notícias - Tradução da Margarida
ABC News Online
Timor-Leste (vai) investigar rumores de assassinatos pela ADF
O Governo Timorense diz que investigará quem está por detrás duma campanha para difamar soldados da Australian Defence Force (ADF) estacionados no país.
Jornais em Dili estavam a relatar que tropas Australianas tinham assassinado pelo menos dois homens encontrados mortos numa praia local na última Sexta-feira.
Os homens aparentemente foram esfaqueados até à morte em violência de gangs, mas um jornal diz que testemunhas afirmam que os homens foram mortos por soldados Australianos.
O Comandante da Austrália Brigadeiro Mal Rerden diz que as suas tropas não tiveram qualquer relacionamento com os homens e descrevem as acusações, como venda de rumores.
Faz parte duma crescente campanha anti-Australianos, até mesmo com os media locais de Dili a relatar as acusações como se fossem factos.
O Primeiro-Ministro Timorense
Disse à Fairfax press que as alegações são infundadas e que os soldados Australianos fizeram o seu melhor sob circunstâncias difíceis.
Receios de drogas sujas
As autoridades em Timor-Leste receiam que uma explosão de anfetaminas possa estar a alimentar muita da violência relacionada com os gangs em Dili.
Trabalhadores jovens relatam um grande aumento de oferta de cristais de meth nas ruas de Dili, e dizem que um gang em particular tem o controlo da produção.
Dizem que a água não potável e os equipamentos usados no fabrico a tornam tão forte que muitos garotos entram em delírio, chegando muitos até a queimar as suas próprias casas.
A explosão de "meth suja" como é conhecida pode ajudar a explicar a violência extrema nas semanas recentes, com dez mortes em violência de gangs somente na semana passada.
Com até 70 por cento da população masculina de Dili a pertencer a qualquer tipo de gang, muitos receiam que a violência continuará sem pausa.
Investigadores também acreditam que alguns gangs podem ter sido modelados conforme as milícias Indonésias que aterrorizaram Timor-Leste em 1999.
Dizem que uma resposta é descobrir mais actividades produtivas para o massivo número de desempregados do país.
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Diz-se que a droga “gelo” está por detrás dos confrontos em Timor-Leste
CANBERRA (Reuters) – Drogas ilegais e álcool dados gratuitamente a jovens por opositores do governo de Timor-Leste têm ajudado a alimentar a violência de gangs que mataram quatro pessoas, foram citados ter dito na Segunda-feira, funcionários e forças de segurança internacionais.
José Sousa-Santos, um conselheiro do Primeiro-Ministro José Ramos-Horta, disse que muitas das lutes da semana passada na capital Dili tiveram a ver com o uso por gangs de jovens duma anfetamina produzida localmente, ou "gelo," que pode desencadear raivas incontroláveis.
"É mais um ritual antes das lutas," disse aos media Australianos. Sousa-Santos disse que a anfetamina tinha aparecido em Dili desde que rebentaram as lutes entre polícias e militares em Maio.
Funcionários locais dizem que foram mortas duas pessoas nos confrontos na semana passada entre jovens armadas com pistolas, pedras e arcos e flechas. A Austrália, que está a liderar uma força militar na jovem nação, diz que o número pode ser de quatro.
O comandante da força Australiana em Timor-Leste, Brigadeiro Mal Rerden, disse que o álcool ou o “gelo” agravaram dois dias de confrontos que fez encerrar o aeroporto principal de Dili.
"Isto é uma infelicidade – podem fazer coisas que normalmente não fariam, e isso é perigoso e sério," disse Rerden aos jornais Australianos.
A Austrália liderou uma força de mais de 2,500 soldados e polícias internacionais para Dili no passado mês de Maio para acabar com a instabilidade que eventualmente forçou a resignação do Primeiro-Ministro Mari Alkatiri.
O Primeiro-Ministro de Timor-Leste
"Faremos o nosso melhor para descobrir quem está por detrás desta campanha que fez as pessoas subitamente virarem-se contra a força Australiana," disse da Silva aos jornais da Fairfax.
Os Australianos foram recebidos com aplausos quando chegaram a Dili em Maio e o Primeiro-Ministro José Ramos-Horta recusou este mês uma força substituta da ONU, optando em vez disso por manter as forças Australiana e da Nova Zelândia.
Mas as forças de segurança suspeitam agora de figuras desconhecidas que dirigem uma campanha clandestina contra a presença Australiana na esperança de forçar a sua partida antes das eleições nacionais no próximo ano.
This article: http://news.scotsman.com/latest.cfm?id=1603582006
Last updated: 30-Oct-06 02:06 GMT
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Sydney Morning Herald - Outubro 30, 2006
Gangs de jovens são pagos para aterrorizar Dili
Lindsay Murdoch em Dili
O Governo Timorense ordenou uma tomada de posição contra as pessoas que estão por detrás duma campanha que visa denegrir a forças de segurança Australianas em Dili no meio de crescentes sentimentos anti-Australianos.
O Primeiro-Ministro em exercício, Estanislau da Silva, disse que o Governo estava seriamente preocupado com uma campanha "perigosa" que inclui alegações infundadas de as tropas Australianas terem estado envolvidas na morte de dois jovens em Dili na última Sexta-feira.
"Faremos o nosso melhor para descobrir quem está por detrás desta campanha que levou a que pessoas se virassem subitamente contra a força Australiana," disse o Sr da Silva numa entrevista exclusiva com o Herald na sua casa frente ao mar em Dili.
Rumores maliciosos sobre os 1000 soldados da Austrália em Timor-Leste estão a circular em Dili enquanto gangs de jovens estão a ser pagos cerca de $US6 ($8) para cometer acções de violência sem sentido, dizem fontes da igreja Católica e da ONU na capital.
O comandante das tropas da Austrália em Dili, Mal Rerden, também revelou ontem que a polícia tinha descoberto que a jovens envolvidos na violência tinha sido dado drogas e álcool. "Isto é mau; podem fazer coisas que normalmente não fariam e isto é perigoso e sério," disse o Brigadeiro Rerden.
As forças de segurança internacionais em Dili estão agora convencidas que há uma campanha orquestrada por até agora não identificadas figuras para desestabilizar o país antes das eleições agendadas para o ano que vem.
A campanha para difamar os soldados Australianos parece visar forçá-los a sair do país, dizem fontes militares e civis em Dili.
O Sr da Silva disse que, conquanto que o Governo apoie fortemente o papel das tropas Australianas em Timor-Leste, precisa de estudo críticas à sua conduta, incluindo queixas de que tomaram partido no conflito que deixou 10 pessoas mortas na semana passada.
Mas não chegou a apoiar o pedido do comandante das forças armadas de Timor-Leste, Taur Matan Ruak, de uma investigação à conduta das tropas Australianas.
"Rumores são rumores," disse o Sr da Silva. "Se tiverem fundamento suficiente recomendaremos uma investigação. Os Australianos têm estado a fazer o seu melhor sob circunstâncias difíceis."
Entre receios de que os gangs comecem a alvejar Australianos em Dili, o Chefe das Forças de Defesa, Angus Houston, defendeu as suas tropas, dizendo que têm sido completamente neutras e que tinham tomado cuidados extremos para evitarem qualquer parcialidade entendida.
Mas pessoas num dos maiores campos de deslocados em Dili puseram um sinal a avisar as tropas Australianas para não entrarem, alegando que os soldados provocaram violência lá e tinham atingido um homem inocente, Leovegildo Carvalho de 55 anos.
O coordenador do campo, José da Costa Gusmão, disse que a sua luta não era contra os Australianos mas contra os soldados Australianos, que, disse, entraram vezes repetidas no campo e usaram a violência para prender pessoas.
"Vieram aqui agindo como terroristas," disse.
Disse que o Sr Carvalho foi atingido por tiros quando estava sentado num escritório no campo oposto ao aeroporto internacional de Dili, onde um soldado Australiano abriu fogo contra um homem com uma arma de fogo durante um confronto na semana passada. O escritório ficou cheio de buracos de balas.
O Brigadeiro Rerden disse ontem ao fim do dia que nada sabia sobre o Sr Carvalho, que estava a receber tratamento num hospital em Dili. "Se há qualquer informação sobre um indivíduo que diz que foi ferido numa situação dessas, ele devia entregar-se à polícia," disse.
O Sr da Silva disse que a maioria das pessoas que têm sido atacadas e perseguidas e que tiveram as casas queimadas em Dili são "do leste" que apoiam o movimento Fretilin. Mas não acredita que o país enfrente uma guerra civil "porque somos todos Timorenses … Juntos com outros Timorenses lutámos pela independência do nosso país por isso agora há uma determinação para os do leste e os do oeste terem diálogo e compreensão."
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segunda-feira, outubro 30, 2006
Comunicado - PM - traduzido pela Margarida
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE
GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO
COMUNICADO DE IMPRENSA
Dili, Outubro, 27, 2006
O Governo de Timor-Leste re-afirma apoio completo às tropas Australianas e da NZ
O Governo de Timor-Leste re-afirmou hoje o seu apoio total ao trabalho que está a ser feito pelas tropas Australianas e da Nova Zelândia a ajudar a restaurar a lei e a ordem no país.
O Vice Primeiro-Ministro Estanislau da Silva disse que o Governo aprecia profundamente os esforços que a Joint Task Force está a fazer para ajudar a trazer a paz e a segurança à comunidade.
“Estes soldados são completamente neutros e actuam profissionalmente em ciucunstâncias muito difíceis,” disse o Sr da Silva.
“É importante lembrar que eles foram convidados pelo Presidente da República Xanana Gusmão; o Presidente do Parlamento de Timor-Leste, Sr. Francisco Guterres "Lu-Olo"; e o Primeiro-Ministro do I Governo Constitucional do Governo de Timor-Leste Dr Mari Alkatiri. Todos os três pilares do Estado convidaram esses soldados para Timor-Leste.
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“O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou uma resolução estabelecendo a nova Missão UNMIT para Timor-Leste e esta inclui a UNPOL e a JTF631. Trabalham cooperativamente lado-a-lado e comandam com respeito um pelo outro.”
Há 1000 Australianos e 110 Neo Zelandezes na Joint Task Force 631 (JTF631).
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Comunicado - PM
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE
GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO
________________________________________________________________________
27 Outubro 2006 Para divulgação imediata
Declaração emitida pelo Primeiro-Ministro Dr José Ramos-Horta
“Alcançar paz duradoura e segurança para nós Timorenses é a única coisa que interessa a todos nós – ao Presidente, ao Parlamento Nacional, ao Governo e ao nosso povo. É algo que infelizmente tem consumido todos nós nos meses recentes.
A nossa busca por soluções óptimas continua sem descanso cada dia.
Foi com isto em mente que o Parlamento Nacional de Timor-Leste debateu ontem, e adoptou uma resolução “Sobre o Sistema de Segurança em Timor-Leste”. Saúdo esta contribuição do órgão respeitável.
O Parlamento expressou a sua preferência por uma força de manutenção da paz da ONU que tem sido a posição do Governo. Contudo está também preparado para considerar arranjos sob acordos bilaterais e trilaterais.
A decisão do meu Governo para pedir à Austrália e à Nova Zelândia para manterem os seus contingentes em Timor-Leste como capacetes verdes, tem base nas realidades do arranjo em vigor até à data, e nas adicionais tropas disponíveis para destacamento, e no facto de o Governo estar a negociar um arranjo trilateral com a ONU e a Austrália, que incluirá todos os detalhes necessários de engajamento para clarificar papéis, expectativas e responsabilidades. Isto afectará o comando unificado e coordenado que o Parlamento Nacional parece procurar.
Comuniquei esta decisão à ONU numa carta datada de 18 de Outubro passado, para o Secretário-Geral Kofi Annan.
A decisão desenvolveu-se depois de consultas com o Presidento Xanana Gusmão, o Presidente do Parlamento Lu-Olo, o meu Gabinete, outros actores políticos incluindo o Dr Mari Alkatiri, o Secretário-Geral do partido maioritário, a Fretilin,e o Conselho Supremo para a Defesa e Segurança.
Tomamos essa decisão porque acreditamos que é no melhor interesse da nossa Nação manter o status quo, porque ambas as forças têm estado aqui já há algum tempo e estão agora familiarizadas com Timor-Leste e o seu povo.
A Resolução votada no Parlamento Nacional acredita que a segurança melhoraria se as tropas estivessem sob um comando unificado.
É um facto que os arranjos que propusemos ao Secretário-Geral da ONU nos fornecem mais tropas do que as que estariam disponíveis sob uma missão de manutenção da paz. Sob a proposta militar da ONU só teríamos cerca de 350 tropas, metade dos quais estariam correctamente dirigidas para proteger o pessoal e as instalações da ONU. A outra metade, 170 ou à volta disso, seriam destacados para garantir a segurança do resto do país em oposição às 1000 tropas Australianas e às 110 da Nova Zelândia já aqui. Este número ficará até Dezembro pelo menos se lhes pedirmos. O número mínimo que teremos é do tamanho de um batalhão, de aproximadamente 650.
Tendo tido discussões com o SRSG em exercício, Finn Rieske-Nielsen, o Comissário da UNPOL em exercício, Antero Lopes e o comando das forças internacionais – Brig Gen Slater e Brig Rerden, estou absolutamente confiante que podem e irão trabalhar em coordenação total. Espero que isto acalme quaisquer preocupações que o Parlamento Nacional possa ter quando aprovou a resolução.
Estávamos também atentos ao facto de a ONU estar muito esticada nestes tempos correntes. Quando temos vizinhos regionais que, com o consentimento do Conselho de Segurança, são capazes de fornecer a segurança que pedimos para nos assistirem nos nossos esforços de construção de nação, é lógico e necessário aceitar a generosidade dos vizinhos. Estamos também em discussão com alguns outros países que indicaram a sua vontade para também destacar algumas tropas para servirem em Timor Leste.” – Fim.
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UNMIT Daily Media Review
Saturday 28 Oct + Monday 30 October 2006
National Media Reports
TP - Timor Post
DN - Diario Nacional
STL - Suara Timor Lorosae
RTTL - Radio e Televisao de Timor-Leste
Ministers Must Explain Absence Of Police
Francisco Guterres ‘Lu-Olo’ said the National Parliament will request Prime Minister Ramos-Horta and Minister of Interior, Alcino Barris, to respond to the continued absence of Police Posts in the neighbourhoods. Lu-Olo said the government had promised the establishment of these posts, which is not evolving, leading to loss of lives almost on a daily basis. The President of the Parliament said the people have asked for the reactivation of PNTL and F-FDTL because they do not trust the international forces. He further said the NP is not planning to ask for F-FDTL intervention. Therefore, the UN forces should be under one command.
A 50-year old man by the name of Antonio Morais has allegedly told the National Parliament that he and the two people that died in Pantai Kelapa, Dili, last Thursday night, were captured by the Australian police during the fighting between the youths of Aimutin and Comoro Market. Morais said they were taken in separate cars and while in the car he remembers the Australian military rubbing some kind of medicine smelling like petrol on his face which made him lose consciousness/ not allowing him to think clearly and he could not speak. He said the forces dropped him near the ocean, by Comoro riverbed. Morais continued to state that he woke up the next day (Friday) in shock but after sitting for a while realized what had happened and starting walking towards Comoro Pertamina. As he was nearing Pertamina he saw the mutilated bodies of his two colleagues. And he stated that he doesn’t know who killed them but he remembers the three were taken in separate cars by the Australian forces from Mercado market. (STL, TP)
Brigadier Taur Request Investigation Into Forces
F-FDTL Brigadier General, Taur Matan Ruak wants the government to establish an investigation into the behaviour of some Australian soldiers during the security operations in Dili in the past months. Ruak said he would not like to point out the mistakes and rather leave it to a commission of inquiry to release the results. He further said, soon he would send another proposal for consideration even though the government has not responded to his earlier proposal on the establishment of a commission to investigate the behaviour of Australian troops in Timor-Leste. He said the proposal is not to ask the Australian to leave the country but to help or improve their behaviour. The General said F-FDTL has been marginalized for committing errors therefore he doesn’t want the population to have bad feelings towards the Australian forces. He also said he is not happy that the security situation in Dili cannot be overcome with the presence of many UN police, turning Dili into a “Cowboy City”. And detaining those not involved in the violence. According to Timor Post, many people have expressed ill feeling towards the Australian forces. This daily gave an example of a youth who refused to give his name that he was detained by the Australian forces in front of his house late at night, taken and dropped in Caicoli. (TP, STL)
Nobel Laureates To Participate in Peace Discussions
Prime Minister Ramos-Horta has given his trust for the National Events Commission to organize the national program with the theme ‘Peace Gathering,’ scheduled to commence on November 12 and conclude on December 10. There will be many events such as ritual and traditional ceremonies at the district and national level. The program of 10 December would culminate in Tasi Tolu with the participation of representatives of all organizations and the government. Seven Nobel Laureates would also be invited to participate in the event. (TP)
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De um leitor
Esta publicamente anunciada firme posição da FRETILIN merece ser aplaudida.
Começam ouvir-se vozes mais fortes contra golpistas, política australiana e contra a propaganda visando fins neo-dictatoriais e neo-imperialistas. É necessário ouvir-se cada vez mais vozes, que sejam mais fortes e mais harmoniosas, até chegarem a unissono.
É preciso que se saiba quem é quem e o que é o que. É preciso chamar as coisas (e pessoas)pelo seu nome.
É preciso que os golpistas, intera e externamente, saibam que NÃO É UM INCIDENTE QUE DEVE GOVERNAR A POLÍTICA, MAS SIM A POLÍTICA DEVE GOVERNAR OS INCIDENTES.
Vivam todos os defensores da liberdade, dignidade nacional e soberania de Timor-Leste!
Manatuto.
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Fretilin alega conspiração contra soberania timorense
Público - Segunda, 30 de Outubro de 2006
Jorge Heitor
Comando australiano investiga "fontes dos rumores" contra as suas forças
O Comité Central da Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin), partido que ocupa mais de metade dos 88 lugares no Parlamento Nacional, declarou ontem que a crise que se tem vivido no país resulta de "acções conjugadas e próprias de uma conspiração muito bem executada". "O Governo e o Parlamento devem mostrar mais autoridade na defesa da soberania do Estado", bem como redobrar esforços para garantir a realização de eleições gerais em 2007, disse.
Não foram especificados os alegados conspiradores, mas os dois comunicados distribuídos - com um intervalo de horas - pelo grupo de Francisco Guterres (Lu"Olo) e Mari Alkatiri coincidiram com o reforço da segurança de todo o pessoal diplomático australiano em Díli, que se considera vítima de rumores contra os representantes de Camberra em Timor.
A Fretilin pede ainda que, em clima de unidade, se enfrentem "todos os desafios e pressões internas e externas".
Quanto ao brigadeiro Mal Rerden, novo comandante das forças australianas destacadas em Díli, afirmou não ter fundamento a notícia, do jornal local Suara Timor Lorosae, de que os seus militares seriam responsáveis pela morte de dois homens, sexta-feira.
"Estas notícias estão a ser manipuladas por alguns elementos, grupos que claramente não querem aqui uma força de segurança profissional e imparcial, provavelmente porque os estamos a impedir de fazerem o que querem", declarou Rerden, citado na Austrália pelo jornal The Age.
O comandante ordenou ao seu pessoal que investigasse a "fonte dos rumores" que estariam a alimentar um forte sentimento anti-australiano entre a generalidade da população da Timor-Leste. Em Camberra, o próprio Chefe da Força de Defesa, Angus Houston, sentiu a necessidade de "refutar inteiramente qualquer alegação" de que os australianos tenham estado envolvidos na morte de timorenses.
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East Timor on the precipice
Inter Press Service/Asia Times - October 30, 2006
By Mario de Queiroz
LISBON - After centuries of Portuguese colonialism and more than two decades of Indonesian military occupation, instability and violence continue to plague East Timor, simultaneously one of the world's newest and poorest nations.
Since East Timor won independence in May 2002, grave uncertainty has marked the future of the small, resource-rich island nation. Violent clashes that started this April and peaked in June are now kicking up again, indicating that the island's long struggle for freedom has now morphed into a violent fight for power among competitive armed groups.
Last week rival groups of marauding youths primitively fought one another with knives, machetes and bows and arrows, set fire to houses and, significantly, attacked the 1,600-strong foreign peacekeeping contingent, which landed in May and is made up mainly of Australian troops, with smaller contingents of Malaysians, New Zealanders and Portuguese. At least four people have died in the latest surge in violence.
That augurs ill for those who hoped foreign intervention and the July 8 appointment of former Nobel Peace Prize winner Jose Ramos-Horta would quell the violence and help to reconcile competitive groups inside the police and military. Rather, the recent disturbances have been interpreted by Brigadier-General Taur Matan Ruak, the current commander-in-chief of the armed forces, as an attempt to overthrow the new government.
He says the main objectives of the violent gangs are "the collapse of the executive branch, the dissolution of parliament, and the establishment of a government of national unity". Matan Ruak, a Ramos-Horta loyalist, was a legendary guerrilla leader who fought against the occupying Indonesians for 25 years.
Rioters have recently targeted international peacekeepers, notably after Australian troops shot tear gas last week into an improvised refugee camp, which injured a child near the airport in Dili, the capital. Australian troops also reportedly opened fire that same day when a man approached them in a perceived threatening manner. The director of the Dili hospital, Antonio Calere, told Portuguese reporters that four people were killed and 47 injured last week. Two Portuguese soldiers and one Australian were among the injured.
The United Nations Office in East Timor (UNOTIL) has since called for the replacement of Australian troops with UN police officers, who would be led by Antero Lopes of Portugal and include soldiers from Portugal, Malaysia and Bangladesh. Acting Police Commissioner Lopes told the Portuguese press that the violence last Wednesday reached the worst level since June, when more than 20,000 Timorese fled the capital for the nearby hills.
Ramos-Horta said by telephone from Rome - where he was visiting the Vatican to invite Pope Benedict XVI to visit East Timor - that "different groups in Timor are trying to manipulate the foreign military forces, alternately accusing the Portuguese and the Australians".
"Members of a group that was neutralized by the Australians accuse them of supporting the other side, and members of a group neutralized by the Portuguese accuse the Portuguese of favoring the other side. It's a never-ending story," said Ramos-Horta, who concurrently serves as the country's defense chief.
"The Australian, New Zealand, Malaysian and Portuguese forces went to East Timor at the request of the presidency, parliament and the government. In general, the troops have behaved in an exemplary manner. Incidents have occurred, but they have never been deliberate," he said.
That's not necessarily how the UN Independent Special Commission of Inquiry for Timor-Leste, which was established to investigate the causes and culprits of the recent violence that led to at least 40 deaths and triggered the ongoing crisis, views the situation. Released last month, the UN inquiry recommended that some 90 high-ranking Timorese officials and others be investigated and, if the evidence warranted, prosecuted in local courts. One top official named by the UN commission: army commander-in-chief Matan Ruak.
Ramos-Horta said in the interview that the armed forces and Matan Ruak had already "presented public apologies" after the UN special commission issued the results of its investigation. "It is very rare for a military force anywhere in the world to show such integrity, courage and humility, an attitude that will help cure many wounds in our society," he stated.
In late June, East Timorese President Xanana Gusmao asked for the resignation of prime minister Mari Alkatiri and defense minister Roque Rodrigues, and named then-foreign minister Ramos-Horta to both posts. The reason given for the move was alleged discrimination against the Loromunus ethnic group from the western part of the island by the Lorosae from the east, who significantly have much greater representation in the armed forces and police.
But analysts in Portugal and Australia say the problem is not so much ethnic as economic. They point in particular to the competitive interest for political control over the country's vast oil and natural-gas reserves. Once brought online, those reserves are expected to lift significantly the country's gross domestic product per capita of about US$400 and help solve the country's endemic unemployment.
"We do not have a middle class in the real sense of the word, nor any significant private sector, and I say that because no country develops without a private sector and a middle class," Ramos-Horta said. "As everyone knows, this takes many years to develop. Sometimes people forget that we are only in our fourth year of independence."
For his part, Matan Ruak has said a parliamentary investigation commission should be set up "to guarantee a rapid return to peace". The aim of the commission would be "to determine the objectives and strategies" of the violent groups "and identify the moral and intellectual authors behind the crisis - and, above all, to hold them accountable".
Ramos-Horta said it was "only natural" that the UN would call for further investigations. "It is the responsibility of the attorney general to determine whether or not that is necessary," he said, adding: "For my part, I continue to have full confidence in Brigadier-General Taur Matan Ruak."
Unfortunately, not everyone else that matters is in agreement. Major Alfredo Reinado, who deserted the armed forces with a group of his military followers in June, is still holed up in the jungle. Ousted prime minister Alkatiri is still disgruntled and politically powerful. And the prognosis from the streets is for more violence in the weeks ahead.
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Malaysia's Petronas, partners win oil exploration block in Timor Sea
Forbes.com
AFX News Limited
10.30.2006, 03:21 AM
KUALA LUMPUR (AFX) - Petroliam Nasional Bhd (Petronas) said it and its partners have been awarded a production sharing contract for an offshore exploration block in the joint development area between Timor Leste and Australia.
Petronas' partners in the venture are Korea Gas and Samsung and LG groups.
In a statement, Petronas said it will hold a 50 pct stake in the venture through a unit and will be the operator of the block.
It said the block covers an area of 4,125 sq km and is located about 450 km from Darwin, Australia.
Petronas said the minimum investment for exploration activities at the block is seen at 40.5 mln usd.
(1 usd=3.66 rgt)
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Diggers banned from Dili refugee camp
ABC - Monday, October 30, 2006. 1:20pm (AEDT)
Australian troops have been banned from a refugee camp in the East Timorese capital Dili after being blamed for killing two men during last week's gang violence.
The sign on the fence at the camp says 'Australian military - keep out'.
The ban came after ADF boss Air Chief Marshal Angus Houston denied that Australian soldiers were responsible for the deaths.
Newspapers in Dili are reporting the claims as fact.
In a further sign of eroding relations with Australia, rocks were thrown at the Australian Embassy a few nights ago.
At least five people have died in recent gang violence, which closed Dili's international airport last week.
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Ramos Horta condemns smear campaign against Aust troops
ABC Online
Monday, October 30
East Timor's Prime Minister Jose Ramos Horta has condemned those responsible for denigrating Australian security forces in Dili.
Australian soldiers have been the target of a smear campaign, with accusations troops killed two local men and have taken sides in East Timor's conflict.
East Timor's Government has promised to crackdown on those responsible.
Dr Ramos Horta says he is confident of finding the perpetrators.
"We see on and off a campaign either against the Australian side or against the Portuguese, and who is interested in that?" Dr Horta said.
"Who is interested in discrediting GNR (Portuguese Republican National Guard)? Who is interested in discrediting the Australians?
"Well, the enemies of this country, the enemies of peace and that is so obvious."
Drug crackdown
Dr Ramos Horta has also blamed organised criminals for supplying drugs and money to street gangs to instigate further violence.
Social workers in Dili say a dirty form of the drug crystal meth, or ice, is fuelling much of the unrest by sending users into a violent frenzy.
They say there is evidence the drug is deliberately used to provoke gang members, as part of a broader agenda to destabilise the country.
Dr Ramos Horta has vowed to track down the drug suppliers.
"These people who are doing this, they know we are watching, they know we are obtaining evidence about them," Dr Horta said.
"So that might discourage them and make them stop this violence.
"But I am confident we will know in the coming days and we will divulge the information about the source of the support to the youth in terms of drugs and money."
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Youth workers blame drugs for Dili gang violence
ABC Online
Last Update: Monday, October 30, 2006. 4:36pm (AEDT)
Youth workers in East Timor have appealed to Australian security forces to crack down on the supply of illicit drugs in Dili.
The supply of crystal meth, or ice, appears to be fuelling the recent gang violence.
Youth workers blame a dirty form of ice for the extreme violence that has plagued Dili for months.
They say impure forms of the drug send users into a frenzy, fuelling the violence and making them harder to control.
In some cases gang members are so out of it, they are unaffected by tear gas and some have even burnt down their own homes.
Authorities have sought help from Australian Federal Police (AFP) and the United Nations (UN) to crack down on the "cook houses" producing the drug.
They say they lack the resources to do anything.
Australian commanders and the UN admit drugs are a serious problem.
Meanwhile, Foreign Affairs Minister Alexander Downer says the security situation in Dili is calm but there is still an underlying tension in the East Timorese capital.
Mr Downer told Parliament that six people have been killed and 50 injured in gang violence since last Wednesday.
He has also defended Australian troops against rumours they were involved in the deaths of two East Timorese men.
"They are doing an excellent job to keep violence under control and any suggestion that the Australian troops have been anything less than professional and impartial in carrying out their duties is wrong and it is ludicrous," Mr Downer said.
Que "Youth workers"?
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Timor violence by drug-fuelled youths 'organised': UN
SMHT.com
October 27, 2006 - 7:14PM
The latest wave of deadly gang warfare in East Timor appears to be "organised" the United Nations said on Friday as more bodies were discovered.
There are also reports that youths have been fuelled by drugs and alcohol in what the UN said could be further evidence that the violence is orchestrated.
UN police said at least two more people were killed overnight or on Friday morning. They are also investigating reports of a further two deaths.
Fighting broke out among large groups of youths in the beachfront Dili markets area, near the US embassy, on Thursday night and again on Friday morning.
"We have confirmed two dead bodies found, two more are looking likely," UN spokesman Adrian Edwards said.
"We've had reports that have been credible of bodies being found ... but we are still confirming those."
A 29-year-old man died of apparent gunshot wounds, while a 25-year-old had knife wounds, an Australian Army spokesman said.
It comes just days after two Timorese were killed fighting at a refugee camp near Dili's Nicolau Lobato International Airport, which also forced the temporary closure of the facility.
The UN said the situation was currently calm, but security forces are on alert for further unrest.
"These incidents of fighting over the last few days, they have involved quite large numbers, ... two, three hundred people in the fighting," Edwards said.
"When you get that number of people involved it suggests that these are organised in some manner.
"We are trying to establish what is behind this, if it is being organised, who is doing the organising, at this stage we don't have anything with certainty on that."
But Army spokesman Keith Wilkinson described the latest deaths as "isolated", and said they were not linked to the recent violence near the airport.
"These aren't linked at all," he said.
The UN said the violence had been contained to a pocket of the city and the rest of Dili, and East Timor, appeared calm.
There are almost 1000 Australian troops in East Timor providing support to the UN mission, and around 900 UN police officers.
It's expected to be closer to its full-strength of 1600 UN police officers in about a month's time.
"Obviously you'd like there not to be incidents like this happening but I think it has to be understood in its context," Edwards said.
"With 900 (officers) you can't be in all places all the time, so how you operate - you go out patrolling and when something happens you respond to it.
"That has happened and each time it has happened the situation has been brought under control.
"We are not at full strength yet, ... for the moment the situation is being dealt with, it is being contained."
The violence comes just a week after the release of a UN report released into the crisis in the nation in April and May when rival security forces clashed after the government sacked a third of its armed forces.
The special UN commission named senior government and security force personnel it believed should be further investigated or prosecuted over the crisis, in which dozens of people were killed and 150,000 forced from their homes.
AAP
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De um leitor
O galo que cantou 24 anos durante a ocupação ilegal da Indonésia vai cantar mais depois de seis meses ficar calado por causa de uma conspiração politica no território de TL que tem a sua soberania reconhecido em todo mundo.
Viva TMR .... Defender a soberania da sua nação não e pecado como outros golpistas fizeram . Deus te acompanha... lutar ate a ultima gota de sangue porque o povo esta sempre ao seu lado.
Viva Matan Ruak ....
TUNA / salele
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Plano de subversão alegado pela FRETILIN coincide com suspeitas de Ramos-Horta
Díli, 30 Out (Lusa) - O primeiro-ministro timorense, José Ramos-Horta, dis se hoje à chegada a Díli que o plano de subversão da ordem institucional em curso em Timor-Leste, denunciado domingo pela FRETILIN, coincide com as suas própria s suspeitas.
Domingo, no final de uma reunião do seu Comité Central, a FRETILIN, partido maioritário timorense, considerou que a crise em Timor-Leste, pensada por "actores internos e externos", conduzirá a um "Plano B" que prevê o recurso a actos terroristas "mais selectivos", com o objectivo de destruir a ordem institucional .
As alegações da FRETILIN "não estão longe do meu raciocínio em relação a a lguma dimensão de actividades de certos elementos que continuam a querer instiga r a violência", salientou Ramos-Horta, que confessou, todavia, ainda não ter lid o o documento divulgado pelo partido maioritário.
Ramos-Horta, que falou à imprensa à chegada a Díli, proveniente de uma vis ita oficial ao Vaticano, onde foi recebido pelo Papa Bento XVI, salientou que as suas suspeitas, quanto à motivação política para desestabilizar o país, são partilhadas pelas Nações Unidas e pelo comando das forças militares.
"Não sou na única pessoa a ter essa suspeição. A ONU e as forças australianas também são de opinião de que para alem de elementos obviamente de natureza criminal, sem qualquer motivação política, haverá outros elementos implicados nesta violência com alguma agenda política", disse.
Quanto à identidade desses elementos, o primeiro-ministro disse que logo que tal seja apurado será feita divulgação pública.
"Eventualmente conseguiremos identificar quem são eles, qual a sua agenda e nessa altura nós tornaremos público, faremos a denuncia desses elementos", acrescentou.
Ramos-Horta adiantou que as autoridades estão a reunir provas dessas actividades.
"Os dados indicam que certos elementos agitam os jovens, dão dinheiro, dão drogas e isto só pode ter uma agenda política. Não o fazem por outras razões, m as prefiro ser um pouco de prudente e não dizer mais sem ter factos indesmentíveis sobre a mesa", salientou.
A utilização de drogas para alimentar os actos de violência foi já reconhecida por um elemento do gabinete do primeiro-ministro.
José Sousa Santos, encarregue das relações com a Juventude, disse ao jorna l australiano The Australian, que há indícios da distribuição massiva entre os jovens envolvidos em casos de violência de uma droga da categoria das metanfetaminas, popularmente designada como "gelo".
Segundo José Sousa Santos, a droga é preparada localmente e distribuída ao s jovens com o objectivo de desestabilizar o governo.
EL-Lusa/Fim
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Parlamento vai criar comissão eventual para analisar relatório ONU
Díli, 30 Out (Lusa) - O Parlamento Nacional de Timor-Leste vai criar um a comissão eventual para analisar o relatório da ONU sobre a violência registada em Abril e Maio, disse à Lusa o presidente daquele órgão de soberania.
Francisco Guterres "Lu-Olo" disse que a iniciativa para criar uma comissão formada por sete deputados, visa "fazer um estudo e análise aprofundado do relatório e recomendações da ONU".
O debate começou hoje e deverá prosseguir terça-feira.
Uma proposta para a criação de uma comissão parlamentar de investigação foi formulada no passada quarta-feira pelo brigadeiro-general Taur Matan Ruak, comandante das Falintil - Forças de Defesa de Timor-Leste.
Segundo Taur Matan Ruak, o objectivo é determinar "os objectivos da crise, as estratégias e os autores intelectuais e morais que estiveram atrás da crise timorense, responsabilizando-os".
Num relatório de 79 páginas, a Comissão - mandatada pelo secretário-geral da ONU, Kofi Annan, para apurar os factos e as circunstâncias da violência de Abril e Maio - recomendou processos judiciais contra alguns dos intervenientes na crise.
Entre estes intervenientes contavam-se dois ex-ministros e o comandante das forças armadas.
A comissão recomendou igualmente uma investigação adicional para apurar eventuais responsabilidades criminais do ex-primeiro-ministro Mari Alkatiri.
A Comissão Especial Independente de Inquérito, liderada pelo brasileiro Paulo Sérgio Pinheiro, considera que "a crise que ocorreu no país pode ser explicada em grande medida pela debilidade das instituições do Estado e a fragilidade do primado da lei".
EL-Lusa/Fim
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Traduções
Obrigado pela solidariedade, Margarida!
Mensagem inicial - 16 de Maio de 2006
"Apesar de frágil, Timor-Leste é uma jovem democracia em que acreditamos. É o país que escolhemos para viver e trabalhar. Desde dia 28 de Abril muito se tem dito sobre a situação em Timor-Leste. Boatos, rumores, alertas, declarações de países estrangeiros, inocentes ou não, têm servido para transmitir um clima de conflito e insegurança que não corresponde ao que vivemos. Vamos tentar transmitir o que se passa aqui. Não o que ouvimos dizer... "