NT News
MATT CUNNINGHAM
23Apr08
SLAIN East Timor rebel leader Alfredo Reinado's lover, Angelita Pires, has denied the existence of a Darwin Commonwealth Bank account said to hold $800,000.
Ms Pires has told family she has no knowledge of the account, claimed to be held by her and Reinado.
Antonio Pires said he spoke to his sister early yesterday after she was interrogated by police for 12 hours about her alleged involvement in the February 11 assassination attempt on East Timor President Jose Ramos-Horta.
"She was adamant to me that (the account) is not there,'' he said.
Mr Ramos-Horta has alleged Ms Pires and Reinado had deposited almost $1 million in the Darwin bank account.
About $200,000 had been withdrawn.
The President said yesterday he wanted to find out the source of the large sum.
"I have given a deadline to the AFP, I want this resolved very, very quickly, otherwise I will take the matter to the United Nations Security Council,'' he said.
But Foreign Minister Stephen Smith said he had no knowledge of the account's existence. He said East Timor needed to seek information through the proper channels.
"From the middle of March the relevant Australian authorities have made it clear to East Timor that if they require information for the purposes of their investigations, whether that information is telephone records or financial transactions, all they have to do is follow the well-designated appropriate procedure and that information will be made available to them,'' he said.
Ms Pires, who was raised in Darwin, has had tighter restrictions placed on her -- including a requirement to report regularly to police -- since her arrest on Monday, but is still yet to be charged.
Mr Pires said the constant public accusations being made against his sister were absurd.
''If it wasn't serious you would have to think this is a B-grade movie, badly produced,'' he said.
Tradução:
Horta à caça do 'fundo de luxo do amotinado em Darwin'
NT News
MATT CUNNINGHAM
23Abr08
A amante do líder amotinado de Timor-Leste Alfredo, Angelita Pires, negou a existência duma conta no Darwin Commonwealth Bank que é suposta ter $800,000.
A Srª Pires disse à família que não tem nenhum conhecimento da conta, que é dito ser dela e de Reinado.
António Pires disse que falou ontem de manhã com a irmã depois de ter sido interrogada pela polícia durante 12 horas acerca do seu alegado envolvimento na tentativa de assassínio em 11 de Fevereiro ao Presidente de Timor-Leste José Ramos-Horta.
"Ele foi determinada comigo que isso (a conta) não está lá,'' disse ele.
O Sr Ramos-Horta tem alegado que a Srª Pires ed Reinado tinham depositado quase $1 milhão na conta do banco de Darwin.
Cerca de $200,000 tinham sido levantados.
O Presidente disse ontem que queria encontrar a fonte da grande quantia.
"Deu uma data limite à AFP, quero isto resolvido muito, muito rapidamente, de outro modo levarei a questão ao Conselho de Segurança da ONU,'' disse ele.
Mas o Ministro dos Estrangeiros Stephen Smith disse que não tinha qualquer conhecimento da existência da conta. Disse que Timor-Leste precisava de procurar a informação através dos canais adequados.
"Desde meados de Março que as autoridades relevantes Australianas deixaram claro a Timor-Leste que se precisam de informação para o propósito das suas investigações, se essa informação for gravações telefónicas ou transacções financeiras, tudo o que têm de fazer é seguirem os procedimentos adequados bem delineados e que essa informação lhes será disponibilizada,'' disse ele.
A Srª Pires, que cresceu em Darwin, teve restrições mais apertadas -- incluindo a obrigação de comparecer regularmente na polícia – desde a sua prisão na Segunda-feira, mas não foi ainda acusada.
O Sr Pires disse que as constantes acusações públicas contra a sua irmã eram absurdas.
''Se isto não fosse grave podia-se pensar que era como um filme de categoria B, mau produzido,'' disse ele.
quinta-feira, abril 24, 2008
Horta hunting for 'rebel Darwin slush-fund'
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JN
23.04.2008
"Depois do 11 de Fevereiro, nada é igual"
José Ramos-Horta discursou no parlamento timorense
O presidente da República de Timor-Leste, José Ramos-Horta, discursou hoje no Parlamento Nacional, depois de ter estado dois meses na Austrália a recuperar do ataque de que foi alvo em Díli em 11 de Fevereiro.
"Depois do 11 de Fevereiro, nada é igual", declarou. "Mudámos uma página da história de Timor-Leste. Deus não dividiu o Mar Vermelho perante os Israelitas até a água chegar aos seus narizes", afirmou José Ramos Horta num longo discurso marcado por referências bíblicas e religiosas.
O chefe de Estado revisitou as circunstâncias do ataque de que foi alvo e traçou as linhas que considera importantes para o futuro de Timor-Leste.
José Ramos-Horta defendeu a prioridade do combate à pobreza, a alteração da Lei do Fundo do Petróleo, a inclusão da Fretilin e de "ex-titulares" na definição de políticas, a consolidação das forças de segurança e a resolução do problema dos deslocados internos.
Sublinhou a importância da reconciliação nacional e do perdão, anunciando um indulto presidencial para cerca de 80 presos, que inclui o ex-ministro do Interior, Rogério Lobato.
"Martin Luther King, Mahatma Ghandi, Olof Palme, John F. Kennedy, Robert F. Kennedy, Patrice Lumumba, Kwame N'Kruma, Amílcar Cabral, são alguns dos grandes nomes do século XX que não sobreviveram às balas dos assassinos", referiu.
"Deus os chamou para junto de si, privando a Humanidade da sua grandeza moral, força intelectual e inspiradora. Mas eles legaram para a Humanidade as grandes lições que ainda hoje nos inspiram. Esta sua herança é eterna e nos inspira no dia a dia", considerou José Ramos-Horta.
"Eu sobrevivi às duas balas disparadas a menos de 20 metros de distância. Sou pequeno comparado com a grandeza daqueles mártires que sempre foram a minha inspiração. E pergunto porque Deus quis que eu vivesse mas nos privou desses grandes homens. Só Deus sabe", acrescentou.
"Sem a intervenção divina e a sabedoria e dedicação dos médicos e enfermeiros em Díli e Darwin eu não estaria hoje entre vós. Quis Deus que eu sobrevivesse", defendeu.
O presidente timorense repetiu no seu discurso apelos à unidade nacional em torno de "grandes causas nacionais". "Continuar divididos, cada um na sua trincheira, guerreando-nos, em nada nos ajuda a ultrapassar a crise", defendeu.
Ramos-Horta alertou ainda para tentativas de desestabilização e divisão vindas do estrangeiro.
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Rebels fled to Aust after attack: Ramos-Horta
ABC News
Posted 6 hours 1 minute ago
Updated 5 hours 53 minutes ago
Jose Ramos-Horta spent two months in a Darwin hospital after the attack. (Reuters: Dadang Tri)
Related Story: Smith denies obstructing Reinado investigations The East Timorese President has alleged that soon after he was gunned down by armed rebels in early February, some people involved in the assassination attempt fled to Australia.
President Jose Ramos-Horta has given a lengthy speech in the National Parliament about the attack by armed rebels loyal to Alfredo Reinado.
He says inquiries by Australian Federal Police and East Timor's prosecutor-general have confirmed that foreign elements gave the rebel leader considerable support over more than a year, supplying money, uniforms, communications and other resources.
Dr Ramos-Horta said soon after the attack, some Timorese with Australian citizenship fled to Australia, while others fled to Indonesia.
An Australian Federal Police spokesman says he knows nothing of the claims, and any formal request from East Timor for Australian assistance could not be made public anyway.
East Timor's prosecutor-general is travelling to Jakarta today to bring home three Timorese men arrested last week on suspicion of involvement in the attacks.
Tradução:
Ramos-Horta: amotinados fugiram para a Austrália depois do ataque
ABC News
Postado 6 horas 1 minuto atrás
Actualizado 5 horas 53 minutos atrás
José Ramos-Horta passou dois meses num hospital em Darwin depois do ataque. (Reuters: Dadang Tri)
História relacionada: Smith nega ter obstruído as investigações de Reinado
O Presidente Timorense alegou que pouco depois de ter sido baleado por amotinados armados no princípio de Fevereiro, algumas pessoas envolvidas na tentativa de assassínio fugiram para a Austrália.
O Presidente José Ramos-Horta fez um longo discurso no Parlamento Nacional acerca do ataque por homens armados fiéis a Alfredo Reinado.
Ele diz que inquéritos da Polícia Federal Australiana e do Procurador-Geral de Timor-Leste confirmaram que elementos estrangeiros deram considerável apoio ao líder amotinado durante mais de um ano, fornecendo-lhe dinheiro, uniformes, comunicações e outros recursos.
O Dr Ramos-Horta disse que logo pouco depois do ataque, alguns Timorenses com cidadania Australiana fugiram para a Austrália, enquanto outros fugiram para a Indonésia.
Um porta-voz da Polícia Federal Australiana diz que nada sabe sobre as queixas e que de qualquer modo qualquer pedido formal de Timor-Leste para assistência Australiana não podia ser feito em público.
O procurador-Geral de Timor viaja hoje para Jacarta para trazer para casa três homens Timorenses presos na semana passada por suspeitas de envolvimento nos ataques.
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Reunião do Conselho de Ministros de 23 de Abril de 2008
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE
IV Governo Constitucional
COMUNICADO À IMPRENSA
O Conselho de Ministros reuniu-se esta Quarta-feira, 23 de Abril, 2008, na Sala de Reuniões do Conselho de Ministros, no Palácio do Governo, em Díli, e aprovou:
1- Decreto-Lei que aprova o Regime do Subsídio de Sobrevivência para Idosos e Inválidos.
Actualmente a maioria da população timorense vive em situação de pobreza, sendo especialmente afectados aqueles cuja capacidade para o trabalho é reduzida ou inexistente, nomeadamente, os cidadãos idosos e os cidadãos inválidos. Encontrando-se ainda em fase de estudo a criação de um sistema de protecção social integrado, o país não dispõe, neste momento, de qualquer tipo de prestação de protecção social destinada a estes grupos, pelo que se impõe uma intervenção imediata que permita melhorar a sua situação de fragilidade social.
Nesse sentido, o Conselho de Ministros aprovou, na sua reunião de hoje, um Decreto-Lei que estipula o Regime do Subsídio de Sobrevivência para Idosos e Inválidos. Trata-se de uma prestação em dinheiro, financiada pelo Orçamento Geral do Estado, destinada a garantir a subsistência dos cidadãos inválidos e idosos residentes no território nacional.
Nos termos do presente diploma, a pensão de sobrevivência não é cumulável com outras prestações pecuniárias de protecção social, provenientes de regimes contributivos ou não contributivos, de carácter permanente e de montante superior, pagas pelo Estado ao mesmo beneficiário. Ficam definidos ainda os critérios de atribuição da pensão, o montante e a possibilidade da sua revisão, o processo para instrução do pedido, decisão e impugnação, além do papel do órgão responsável pelo processamento.
O Conselho de Ministros analisou ainda:
2- Decreto-Lei que Aprova o Regime de Atribuição de Bolsas de Estudo no Estrangeiro.
O Conselho de Ministros analisou na sua reunião de hoje um projecto de Decreto-Lei que define as condições de atribuição e o regime aplicável às bolsas para prosseguimento de estudos e investigação científica em estabelecimentos do ensino superior no estrangeiro, concedidas pelo Ministério da Educação a cidadãos nacionais.
Ficou decidido que o diploma voltará a ser apresentado em próxima sessão plenária.
3- Apresentação do Estudo sobre Níveis de Vida em Timor-Leste (ENVTL) e o software “DevInfo”.
O Conselho de Ministros assistiu a uma apresentação efectuada por técnicos da Direcção Nacional de Estatística sobre os “Níveis de Vida em Timor-Leste”, de acordo com um levantamento efectuado em 2007. Este estudo servirá de base a outros estudos sectoriais.
Foi ainda apresentado o software “DevInfo” (Development Information System). Trata-se de um sistema de base de dados que permite organizar e apresentar dados sobre o desenvolvimento social e económico de Timor-Leste de uma forma mais acessível ao utente.
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quarta-feira, abril 23, 2008
Timor's predicament
The Age
John Virgoe
April 23, 2008
The country is dealing well with some pressing issues, but problems are being allowed to fester, writes John Virgoe.
PRESIDENT Jose Ramos Horta made a warmly greeted return to East Timor last week, two months after he was shot in an early morning encounter with rebels. By all accounts,
he has made a remarkable recovery, but his country's wounds are slower to heal.
There are some positive signs. The Government did well in its initial response to the crisis. Prime Minister Xanana Gusmao and other senior figures came across as statesmanlike and decisive, and explained their actions to the population. The Government followed correct procedures — convening an early meeting of the Council of Ministers and getting parliament to confirm the state of siege — and avoided playing party politics.
In short, in sharp contrast with 2006, the Government looked like a government and gained credibility. The events also brought reconfirmation of international solidarity. In particular, Australian Prime Minister Kevin Rudd's visit to Dili was widely interpreted as a sign of support, not only for Timor's democracy, but for Gusmao and Ramos Horta personally.
The Government is using this enhanced credibility to press ahead with some important policies, including tackling the problem of the 100,000 people forced from their homes by communal violence in 2006. It is eliminating one of the main factors keeping people from returning home — the distribution of free food in the camps — and has not backed down despite protests from camp dwellers. The Government plan is a good one, but it needs to be accompanied by other crucial elements, most significantly the creation of a fair property regime and the prosecution of those responsible for burning houses and driving out neighbours.
Two other key issues require serious attention: security sector reform and accountability.
Timor's dysfunctional and politicised security forces were responsible for the security meltdown in 2006. That crisis in turn led directly to the February 11 shootings. Those problems have not been tackled.
The UN Security Council has called for a comprehensive review of East Timor's security sector. The review is needed to clarify who is in charge of security sector policy, to set out the tasks of the police and military, and to promote non-partisanship and professionalism.
It is essential for Timor's democratic development that the army is under civilian control. The army has expressed interest in Fiji's military as a model, but the Fijian army's record of conducting coups and interfering in national politics is not one to be emulated.
The joint police-military command structure put in place after February 11 risks blurring police-military responsibilities. As a temporary measure, it is understandable: the army should arguably be involved in the hunt for a well-armed group of former soldiers who have just shot the head of state. The joint command was set up through constitutional means, and clear responsibilities assigned. The police and army are working surprisingly well together.
But the joint command is likely to prove unworkable as old differences re-emerge between the police and army. Reports are starting to emerge of abuses. The joint command and the "state of siege" must be temporary emergency measures, to be ended as soon as possible — and not as precedents for a continuing internal security role for the military. The present arrangements also put a remarkable concentration of power in the hands of one man — the Prime Minister, Minister of Interior, and Minister of Defence, Xanana Gusmao.
It is important not to lose sight of the importance of community policing — locally based and focused as much on crime prevention as response — in fostering a sense of security, especially in a country with a history of a heavy military presence.
The question of accountability is also unresolved. In the weeks before he was
shot, Ramos Horta was working on a package to solve Timor's political crisis. In return for opposition support on key issues, the Government would have agreed to fresh elections in two years. Meanwhile, rebel leader Alfredo Reinado would surrender, only to be freed in a general amnesty for all involved in the 2006 crisis.
That would have been a bad deal for East Timor, reaffirming the culture of impunity and the widespread view that there is "one law for the powerful, another for the rest". Timor has had too many amnesties and too many people have evaded responsibility for their actions. Few of those involved in violence in 2006 have even been prosecuted; not one is actually in detention. At the political level, those identified by a UN inquiry as responsible for the crisis are unashamed,
with some retaining senior positions. It is particularly egregious that the army is still commanded by a man who was recommended for prosecution by the UN inquiry for illegal weapons transfer in 2006, and that the army is refusing to hand over four soldiers convicted and sentenced to prison for crimes. Such behaviour suggests the army has learnt the wrong lessons from the Indonesian armed forces.
Timor is not doomed to endless repetitions of violence. But a return to social health will require the Government to tackle seriously the causes of conflict, including reform of the police and army, and insistence on accountability for those responsible for acts of violence. Politicians of all parties and all elements of civil society must work together to overcome the differences that have divided the nation since independence.
John Virgoe is South-East Asia project director at the International Crisis Group.
NOTA DE RODAPÉ:
Impressionante como John Virgoe do the International Crisis Group defende aqui as posições e os interesses australianos, manipulando informação, elogiando como sempre o seu criado Xanana Gusmão e tentando abater quem sempre colocou os interresses de Timor-Leste acima da sua ambição pessoal, como o General Matan Ruak.
Vergonhoso.
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Suspeitos de dupla traição detidos na Indonésia
SOL
Por Felícia Cabrita
Assanku e Lay, dois dos elementos do grupo que acompanhou Alfredo Reinado no dia 11 de Fevereiro à casa do presidente Ramos Horta, foram ontem detidos na Indonésia
Assanku, homem de confiança de Salcinha em Dili, foi o elemento que estabeleceu contacto com Albino Assis, um dos militares das forças armadas timorenses que prestam segurança ao presidente da república, para a dupla traição que acabaria por vitimar Alfredo Reinado e um dos seus homens de confiança.
Albino Assis, o homem que integrava as F-FDTL (Falintil-Forças de Segurança de Timor- Leste), pertencia à pequena força de segurança pessoal do Presidente Ramos-Horta. Ao mesmo tempo, porém, mantinha contactos frequentes com o grupo rebelde do major Reinado e encontra-se sob investigação, após a primeira notícia do semanário SOL.
Ao contrário do que tem sido dito, Assanku foi o único homem encapuçado. A máscara deve ter sido utilizada porque era de Dili e não queria ser reconhecido.
Contudo, hoje, os homens do ex-comandante da polícia militar fazem outra leitor: «o traidor apenas levava o capuz para que os seguranças do Presidente da República o distinguissem do resto do grupo».
Este elemento do grupo do tenente Salcinha foi também responsável pelo aluguer dos dois jipes que levaram Reinado e o seu braço direito, Leopoldino Exposto, também morto no 11 de Fevereiro, e o resto do grupo até à casa do Presidente, julgando que se dirigiam para uma reunião.
A 11 de Fevereiro, o major rebelde chegou à residência de Ramos Horta por volta das seis horas da manhã. O presidente, como era hábito, estava ausente no jogging matinal.
Reinado fazia-se acompanhar por dez homens mas entrou na residência com apenas três.
Entre eles, estava Lay, detido com Assanku ontem pela polícia indonésia. Lay e Mota, a retaguarda do major, foram os primeiros a bater em retirada quando um dos outros seguranças de Ramos Horta o atingiu.
Reinado terá sido assassinado entre as 6h15 e as 6h20, hora em que deixou de efectuar e receber chamadas, e o presidente da República, meia hora depois, sem que nenhum dos seus seguranças o tivesse avisado do que se tinha passado.
Tanto Assanku quanto Lay faziam parte da lista encontrada no bolso do Major, onde constavam também Albino Assis e um croquis do palácio presidencial.
Depois do Presidente da Republica, influenciado pelas informações transmitidas pelo Procurador Geral da República Longuinhos Monteiro, que apenas se baseou no somatório das chamadas efectuadas pelo Major Alfredo e pelo Tenente Salsinha para o exterior, ignorando o volume das chamadas efectuadas no interior do país, a Indonésia ontem ainda não tinha decidido se entregava ao estado timorense os prisioneiros.
felicia.cabrita@sol.pt e dora.guennes@sol.pt
NOTA DE RODAPÉ:
Os carros que o bando de Reinado utilizou para o ataque a casa de Ramos-Horta foram alugados a quem? Talvez a um familiar da Ministra da Justiça do governo de Xanana Gusmão?...
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Indonesia still questioning "elements" having links with Reinado
04/22/08 20:46
By Andi Abdussalam
Jakarta (ANTARA News) - The Indonesian government is still waiting for clarifications about whom Timor Leste President Ramos Horta meant when he said "elements in Indonesia" had had contacts with rebel leader Alfredo Reinado.
Ramos Horta was quoted by the Associated Press as saying in Dili recently there was a possibility rebel army officer Alfredo Reinado, who had tried to assassinate him in an armed attack on his residence but was himself killed in an ensuing shootout, had "a lot of contacts ... with elements in Indonesia".
Horta was shot in the stomach during the pre-dawn attack on February 11, 2008 on his Dili home by rebel soldiers led by Alfredo Reinado.
Indonesian Foreign Minister Hassan Wirajuda who earlier challenged Horta to provide evidence on his statement said on Monday Indonesia was waiting for explanations from Timor Leste on who were the `elements` referred to by the Timor Leste president.
"We want to hear whether the problem referred to as `elements` by President Ramos Horta has been overcome," Wirajuda said referring to the arrest by Indonesian police of three Timor Leste citizens last Friday.
The arrest was made based on information provided by the Timor Leste government.
"We rely on the information given by the Timor Leste government as to what it has meant by `elements`. We don`t know whether or not the elements meant are the ones we have arrested or whether there are others," the minister said.
The three Timor Leste citizens who were arrested by the Indonesian police were Egidio Lay Carvalho, Jose Gomes and Ismail Sansao Moniz Soares. They had entered Indonesia illegally.
Last week, in New York, Wirajuda challenged Horta to provide evidence on his allegation. "If Timor Leste can provide evidence, we will be ready to take follow up actions on the allegation," he said.
He said the Indonesian government had an open mind. If there was information, for instance on phone calls or money transfers, it should be given to the Indonesian government. With such information it`s easy to trace the people involved, he said.
Also in reaction to Horta`s allegation, President Susilo Bambang Yudhoyono asked Timor Leste leaders not to issue any statement that could be interpreted as if there had been elements in Indonesia possibly involved in the shooting on February 11, 2008 of President Jose Ramos Horta.
Yudhoyono said he talked with Ramos Horta on April 10 when the Timor Leste leader was being treated in Australia for gunshot wounds.
"In the phone talk, Ramos Horta briefed me on the investigation being conducted into the shooting incident and asked for assistance from the Indonesian government," Yudhoyono said.
Indonesia sent two high-ranking police officers to Dili on April 13 and April 15 to collect information from the Prosecutor General of Timor Leste and to analyze the information together.
Based on the information, the Indonesian police acted swiftly to locate the suspects. Everything happened quickly, professionally and in a high spirit of cooperation, he said.
"That is why, I was a bit surprised to hear President Ramos Horta`s statement because it was my understanding that the telephone conversation on April 10 was not for public knowledge yet.
I instructed my ministers and police chief not to disclose the information to the public in order to give an opportunity to the Indonesian police to hunt the suspects," he said.
The three suspects, identified as Egidio Lay Carvalho, Jose Gomes, and Ismail Sansao Moniz Soares, are all members of the military of Timor Leste, who have been involved in rebellious activities, and suspected of involvement in the shooting incident.
Yet, it is not clear who were the `elements` Horta referred to in his statement when he arrived in Dili from Australia last week.
According to Australian television and radio station ABC on Friday last week, Ramos Horta also accused Indonesian Metro TV journalist Desi Anwar of having assisted Alfredo Reinado to visit Indonesia for an interview in May 2007.
The station in a report quoted Horta as saying he had strong evidence that Anwar, in cooperation with officials in East Nusatenggara (NTT), had helped Reinado obtain fake documents to travel to Indonesia.
Desi Anwar denied the president`s allegation, however, saying it was absolutely ridiculous and nonsense. "This is ridiculous, illogical and not true," she was quoted by ANTARA News Agency as saying.
She expressed regret that a president had made allegations without evidence and accurate data.
As a head of state, Horta should have obtained accurate information. "As a president, Horta should have been given accurate inputs," Anwar said adding she hoped the Timor Leste president was convalescing well. "I wish him a speedy recovery," she said.
Horta said what Metro TV and "other elements in Indonesia" had done had also contributed to the attempt on his life last February 11.
In the meantime, the Indonesian Army stressed on Tuesday that no serviceman in Indonesia had had any contact with Alfredo Reinado.
"None of them have had any contact with him. Indonesian army members (in East Nusatenggara bordering Timor Leste) only have the duty to guard the border and they are not allowed to enter the neighboring country," Indonesian Army Chief of Staff General Agustadi Sasongko Purnomo said.
He said all soldiers of the Indonesian Defense Forces (TNI) always followed regulations, including in carrying out government policies to uphold national sovereignty and secure the borders with Timor Leste.
"No Indonesian military man is involved. Soldiers follow rules. They only guard the border areas," Agustadi said.
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Speed up assassination probe: Horta
Sydney Morning Herald, 22 April 22
East Timor President Jose Ramos-Horta has urged Australian authorities to speed up their investigation into the attempt on his life.
Dr Ramos-Horta was critically injured in the February 11 attack on his home by rebels led by Alfredo Reinado, who was killed in the shootout.
The president returned to the tiny country for the first time last week following treatment in Darwin.
Dr Ramos-Horta says many questions about the assassination attempt still need answering.
"We still have to find who gave them money, who gave them uniforms, logistics equipment, communications equipment," he told the ABC.
Dr Ramos-Horta also wants Australian authorities to hand over all they know about how Reinado amassed almost a million US dollars in an Australian bank account.
Fairfax media reported on the weekend the Darwin Commonwealth Bank account - held jointly with Australian woman Angelita Pires - holds more than $800,000. About $200,000 had reportedly been withdrawn from the account.
"A bank in Australia gets a huge transfer, suddenly, for two people, and they should know the name ... and Australian Federal Police (AFP) didn't detect a huge transfer of money to Darwin," Dr Ramos-Horta said.
"I have given a deadline to the AFP, I want this resolved very, very quickly, otherwise I will take the matter to the United Nations Security Council."
Foreign Minister Stephen Smith said Australian authorities would happily hand over the information.
"All the East Timor authorities need to do, and they've been on notice for a month, is to follow the appropriate procedures, and the information that they're currently seeking, will be made available," Mr Smith told ABC radio.
Mr Smith hit back at suggestions the Australian government could have done more to stop the assassination attempt.
"The East Timorese government, from the president down, had for some substantial time before the attack upon the president, expressly asked the Australian government to ensure that Australian forces in East Timor did not bring him (Reinado) in," he said.
"The president himself was of the view that he wanted Reinado to come to some agreement or compromise, for him to come to some negotiated peaceable arrangement."
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Timor Leste suspende estado de emergência
terça-feira, 22 de abril de 2008 07:59 BRT
DILI, Timor Leste (Reuters) - O Parlamento do Timor Leste decidiu, nesta terça-feira, suspender o estado de emergência imposto depois do ataque contra o presidente José Ramos-Horta em fevereiro, disse o porta-voz Fernando de Araújo.
A decisão foi adotada depois de o presidente Ramos-Horta ter pedido ao Parlamento para suspender a medida. O estado de alerta, no entanto, será mantido por mais um mês no distrito onde estariam escondidos os rebeldes envolvidos na tentativa de assassinato.
O estado de emergência foi declarado no Timor Leste depois de homens ligados ao líder rebelde Alfredo Reinado terem atacado Ramos-Horta, de 58 anos, e o primeiro-ministro Xanana Gusmão em Dili, em fevereiro.
Ramos-Horta, vencedor do Prêmio Nobel, voltou na semana passada ao Timor Leste, depois de passar mais de dois meses na Austrália para tratamento médico. Gusmão escapou sem ferimentos de um atentado cometido contra ele separadamente.
(Por Tito Belo)
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Horta sets deadline on rebel bank info
Smh.com.au
April 22, 2008 - 6:48PM
The rebel leader wanted over attacks on East Timor's top leaders will hand himself in within days because his powerbase is "non-existent", President Jose Ramos Horta said.
Ramos Horta, who was critically injured in the February attacks, said support for Gastao Salsinha had collapsed, and his days on the run were numbered.
He made the comments after telling Australia to quickly provide East Timor with information about a Darwin bank account held by slain rebel leader Alfredo Reinado, or face action at the UN Security Council.
The president is seeking urgent details from the Australian Federal Police (AFP) about how Reinado, slain during the attack on Ramos Horta's home, amassed almost $A1 million in the Australian account.
"I have given a deadline to the AFP, I want this resolved very, very quickly, otherwise I will take the matter to the United Nations Security Council," he told ABC radio.
He also accused Timorese-born Australian Angelita Pires - a joint signatory to the Darwin bank account, who Ramos Horta claims was Reinado's lover - of knowing where the money came from.
"She knows more about who is behind Mr Alfredo Reinado than Mr Salsinha does," he told AAP.
"If anyone wants to know who was supporting Mr Alfredo Reinado in terms of uniforms, communication equipment, money, Angelita Pires knows that."
He said no East Timorese institutions were involved in supporting Reinado, only East Timorese individuals living in East Timor, Australia, and Indonesia.
East Timorese authorities are continuing to hunt 13 rebels led by Salsinha, who took over when Reinado was killed by Ramos Horta's security guards.
Ramos Horta told AAP he had "no regrets" about his decision to negotiate with Reinado about his surrender prior to the February attacks, despite describing the rebel as mentally unstable and a drug user.
The president said he did not think the same problems would arise with Salsinha, whom he described as more "rational" and unwilling to die.
"His power base is non-existent," he said.
"His strength is dwindling with so many people surrendering, and I am confident that in the next few days he will surrender."
The president said a state of emergency, imposed after the attacks, would be lifted on Wednesday in all but the district of Ermera, where the rebels are believed to be hiding.
Australia's Foreign Minister Stephen Smith on Tuesday urged East Timorese authorities to request access to Reinado's financial records through the proper channels.
"From the middle of March, the relevant Australian authorities have made it clear to East Timor that if they require information for the purposes of their investigations ... all they have to do is follow the well-designated appropriate procedure and that information will be made available to them," he told reporters.
Meanwhile, East Timor's chief prosecutor headed to Indonesia on Tuesday to take custody of three former East Timorese soldiers arrested over the failed assassination bids.
© 2008 AAP
NOTA DE RODAPÉ:
Então mas os investigadores não são australianos?...
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Ramos Horta and the Timor rumour mill
The Australian, Paul Toohey, 22 April 22
EAST Timor has been consumed with rumours since President Jose Ramos Horta began looking beyond his own shores to an international conspiracy to assassinate him on February 11.
The President has claimed that Angelita Pires and her dead rebel lover, Major Alfredo Reinado, held a joint bank account in Darwin currently holding more than US$700,000, and has demanded the Australian Federal Police identify who deposited the money.
It suggests the pair had powerful foreign backers, but does the money really exist?
The head of the investigation into the events of February 11, which left Ramos Horta wounded and Reinado dead, is East Timor Prosecutor-General Longinhos Monteiro.
Monteiro has questioned the money claim, saying the investigators will not know how much money was in the account until a "mutual justice agreement" was signed between East Timor and Australia.
And Australian Foreign Minister, Stephen Smith, told ABC today: "All the East Timor authorities need to do, and they've been on notice for a month, is to follow the appropriate procedures, and the information that they're currently seeking, will be made available."
Mr Longuinhos told The Australian last week he had phone text evidence retrieved from Reinado's phone, in which Ms Pires allegedly sent a message to Reinado saying funds had been shifted to the Commonwealth Bank. Mr Monteiro said Ms Pires sent her lover a pin number and account number.
Mr Longinhos said he was surprised how the President knew that was the amount, and repeated that investigators did not know how much was in the account.
The mutual agreement Mr Monteiro seeks is not just for bank details but also relates to 47 incoming and outgoing calls to Australia logged on Reinado's phone. Those calls relate to the period between February 1 and February 11, when Reinado was shot in the President's compound.
Some of the calls were logged after Reinado was shot, but Mr Monteiro, who believes most of the calls were non-suspicious, still wants to know who the callers were.
Monteiro and Ramos Horta want Australian intelligence to reveal any voice recordings and text messages they have stored, and has expressed frustration with the bureaucratic agreement process - especially given that Indonesian police were unhesitating in provided intelligence information relating to 31 calls on Reinado's phone to and from that country from the same period.
President Ramos Horta told The Australian on Saturday that he was stunned by the amount Reinado and Ms Pires held. He said the account opened with $US1m but after withdrawals was now more than $700,000. He complained he could never raise such a sum when he was trying to gather donations to relieve poverty in his country.
While believing the amount he described was correct, he called upon Australian authorities and the banks to confirm his claim. "It's in Australia's interest to do this fast."
He said he was unsure whether the money was in the ANZ or the Commonwealth in Darwin.
"What you can do is ask the Commonwealth Bank in Darwin, but they will not tell you," the President told The Australian. "It's making them nervous. Their excuse is they need a court order to reveal such information. I don't accept this excuse."
The President said it would have been "too dangerous" for Ms Pires and Reinado to put the money in a Dili bank account without sparking an alert. Yet the same might be said for a Darwin bank account, where large deposits attract automatic reporting alerts. Ramos Horta said $US1m had been deposited into the account by unknown persons at an unknown time.
The claims make life more difficult for Ms Pires, whom the President and Mr Monteiro have accused of orchestrating the February 11 attacks which left two rebels dead and the President recuperating in the Darwin hospital for nine weeks.
Ramos Horta returned home last week and initially accused Indonesian individuals - though not the government - of being behind the attack. This drew a rebuke from Indonesian President Susilo Bambang Yudhoyono, whose office said there was no evidence of any Indonesian citizen being behind the attacks.
Claims that Reinado had a million-dollar account first emerged two days after he was shot. Flyers, distributed by street boys, hit Dili claiming a well-known political party - which Reinado was known to detest - had paid him $1 million to bring down the leadership.
It must disturb Australia - which heads the unloved International Stabilisation Force, which has been taken to sharpen its image by running newspaper advertisements showing a Digger shaking hands with a Timorese kid - that Timorese will interpret the money claims as proof powerful non-Timorese Australians were backing Reinado and Ms Pires.
"No Timorese person living in Australia has such money," the President claimed.
When Reinado's men appeared in new US-style uniforms in December, it prompted speculation that he had won over some serious foreign backers. Ramos Horta was today demanding to know who provided those uniforms and The Australian is able to shed light on this.
Ruy Lopes, who lives on the East-West Timor border, was a strong civilian backer of Reinado. "You want to know something? I bought those new uniforms for Alfredo," said Lopes. "I went to Jakarta and got them. It was all legal, I passed through customs with them. You can buy them openly in the markets, they use them for paintball games."
Lopes said Reinado's men had no Indonesian weapons. They had what they stole from barracks in 2006 and those taken in a later raid on a border police station. When they wanted ammunition, said Lopes, police gave it to them.
Lopes said there were no big backers - just people like him. "The money was just a few dollars here and there, from businesses in Dili - and the Catholic Church, which shifted him around and gave him protection."
The investigation into February 11 appears to have become slightly desperate, with investigators pulling in 86 "witnesses and suspects". Many of them appear at best peripheral to the inquiry.
Well-known East Timorese cameraman journalist, Jose Belo, who last week filmed a long-distance phone conversation between on the-run-rebel leader, Gastao Salsinha, and SBS Dateline's Mark Davis, was ordered to appear before the United Nations' investigation team today as a witness.
He was questioned as to how he had got the phone numbers of the rebels, and his sources. Mr Belo - who strongly objected to being questioned - refused to cooperate and told the UN investigators to watch the program for any information they needed.
What this all suggests is that sight has been lost of the main game. Things are now skewing sideways, with many Timorese convinced that the February 11 attacks were all about Timor Gap oil and gas, with Australia not content to take the lion's share it already has and, therefore, somehow trying to execute the Timor leadership in order to grab more money off the struggling country.
Ordinary people will advise you quietly, with wide eyes, that this is really a battle between Australia and Indonesia v China. The Chinese are increasingly visible in Dili, now building a huge government palace and making sure no one misses the point with man-high red letters telling all who pass that it is a gift from the People's Republic of China.
China has been doing this kind of thing throughout the Pacific for years now as it seeks to buy the locals' affection from the US. As the investigation into February 11 slumbers onwards, locals - including some leaders - are inclined to take the path of most resistance and blame powerful outside forces.
Ms Pires is expected to been brought before the court this week to for a bail review on the basis of new information received.
We will wait, fascinated, to see whether there really was a million-dollar Darwin bank account, and whether it leads to deep international political waters: or whether this is really a shallow pond, involving a few giant egos waving about some big guns.
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Reunião Plenária de Terça-Feira, 22 de Abril de 2008
Parlamento Nacional
Secretariado
Gabinete de Relações Públicas
Agenda no. 88/II
A Sessão Plenária de hoje foi presidida pelo Vice-Presidente do Parlamento Nacional Sr. Vicente da Silva Guterres coadjuvado pela Vice-Presidente Sra. Maria da Paixão de Jesus da Costa e Vice-Secretária Sra. Maria da Costa Exposto.
No Período de Antes da Ordem do Dia foram abordados os assuntos seguintes:
Informação a justificação antecipada de faltas da Sra. Deputada Teresa da Conceição Amaral;
Distribuição de petição apresentada por representantes dos Pecionários datada de 18 de Março de 2008;
Eventuais declarações políticas.
No Período Da Ordem Do Dia foram abordados os assuntos seguintes:
Anúncio da admissão e baixa à Comissão de Negócios Estrangeiros, Defesa e Segurança Nacionais da Proposta de Resolução N.o 3/II sobre o “Acordo entre a República da Indonésia relativa a Passagem Fronteiriça Tradicional e mercados Regulados”;
Apresentação de relatório de visita da Comissão de Juventude, Desportos, Trabalho e Formação Profissional;
Discussão e votação do Projecto de Resolução n.o 11/II (Medidas sobre as providências e medidas adoptadas na vigência da declaração de estado de sítio de 13 a 23 de fevereiro de 2008).
Continuação presidida pelo Presidente do Parlamento Nacional de Timor-Leste Sr. Fernando Lasama de Araújo coadjuvado pelos Vice-Presidentes Sr. Vicente da Silva Guterres e Sra. Maria da Paixão de Jesus da Costa, pela Secretária da Mesa Sra. Maria Terezinha Viegas e Vice-Secretária Sra. Maria da Costa Exposto.
Esteve presente S. E. o Primeiro Ministro Sr. Kay Rala Xanana Gusmão e comitiva;
Leitura da carta de S. E. o Presidente da República Democrática de Timor-Leste pela Secretária da Mesa Sra. Maria Terezinha Viegas sobre o pedido de extensão de estado de sítio ao Distrito de Ermera;
Relatório de S. E. o Primeiro Ministro Sr. Kay Rala Xanana Gusmão sobre a declaração e extensão de estado de sítio;
Relatório do Sr. Comandante das F-FDTL Brigadeiro-General Taur Matan Ruak sobre a declaração e extensão de estado de sítio;
Intervenções dos Senhores Deputados das respectivas bancadas parlamentares;
Discussão e votação do Projecto de Resolução n.o 10/II (Extensão de estado de sítio ao Distrito de Ermera de 22 de Abril a 21 de Maio de 2008) nos termos da carta do pedido de S. E. o Presidente da República Democrática de Timor-Leste com 29 votos a favor, 18 contra e 11 abstenções.
Fim.
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terça-feira, abril 22, 2008
UNMIT Daily Media Review - 22 April 2008
UNMIT-MEDIA
(International news reports and extracts from national media. UNMIT does not vouch for the accuracy of these reports)
PM to pay emergency visit to Ermera – Radio Timor-Leste
Local authorities in Ermera are preparing today (22/4) to welcome Prime Minister Xanana Gusmão and the F-FDTL Commander Brigadier General Taur Matan Ruak in their emergency visit to the district. The visit is aimed at meeting with local leaders, political leaders and the population of Ermera, including Gastão Salsinha’s wife. Security has been provided and prepared around the capital of Ermera, Gleno.
Bishop Ricardo: Salsinha should surrender – Televizaun Timor-Leste
The Bishop of Dili Diocese, Mgr. Alberto Ricardo, has called on Gastão Salsinha and his men to surrender. "I pray for them and ask God to help them think positively and to do the right thing." said Bishop Ricardo on Sunday (20/4) after holding a ceremonial mass upon the return of President José Ramos-Horta.
PR Horta should clarify the involvement of Indonesia in Alfredo’s case – Suara Timor Lorosa’e
Social Democratic Party (PSD) MP Mario Viegas Carrascalão is asking President José Ramos-Horta to provide a clarification to the Indonesian Government regarding his public statements that some Indonesian people were involved in Alfredo Reinado’s case. According to Carrascalão, PR Horta should give this clarification in order to maintain good diplomatic relations between the two nations.
“This should be explained as we are friends. The two nations have good relations after May 2002,” said Mr. Carrascalão.
On his return, PR Horta said that the Prosecutor General and Australian Federal Police had indicated the involvement of some Indonesian people involved in Alfredo’s case.
Indonesia arrests 19 rebels –Timor Post
The Foreign Affairs Minister of Timor-Leste, Dr Zacarias Da Costa, said that the Government has received information through the East Timor Embassy in Jakarta that the Indonesian National Republic Police (POLRI) have arrested 19 rebels who fled to Jakarta, Indonesia.
“I know the previous information said that three of Alfredo’s man were arrested. They are Ismael S.M Soares known as (Asanku), Jose Gomes and Ijidio Lay Carvalho. They all are former members of the F-FDTL. The latest information on Sunday (20/4) stated that, 19 other rebels were also arrested in Jakarta, Indonesia,” said Mr Da Costa to the journalists on Monday (21/4) at Palacio do Governu, Dili.
“Now we and the Prosecutor-General are working together with the Indonesian authorities to bring those rebels into East Timor in order to face justice,” said the Foreign Affairs Minister.
President postpones speech at National Parliament–Timor Post
The Chief of the President’s Office, Natalia Carrascalao, said that the President postponed his speech at the National Parliament yesterday because his condition did not yet permit him to do so. “As we all aware, there were a lot of programs during his return and he has been visited by many people. So, the President decided to postpone his long speech at the National Parliament yesterday,” said Ms Carrascalao.
Alkatiri to forward proposal –Timor Post
The Secretary-General of Fretilin, Dr Marii Alkatiri, said that the Fretilin party will move forward with a proposal to establish an International Commission of Inquiry into the events of February 11 and is planning to discuss this with President Jose Ramos Horta.
Alkatiri added that in order to ensure the independence of the inquiry, the countries currently involved in maintaining security in Timor Leste should not be involved in the inquiry.
“We say that we should trust in our institutions, but the reality is that we do not trust each other yet. So we really need an international investigation,” said Mr Alkatiri.
Timor Leste opposes Tibet’s Independence, China is happy –Timor Post
The Ambassador of China to Timor Lestre, Su Jian, said that his country is happy with the position of Timor Leste on the issue of Tibet. “As with all other friendly communities, the Timor Leste Government adheres to the One China position and opposes Tibetan Independence,” he said.
PSD MP asks Ramos Horta for explanation –Diario Nasional
PSD MP Mario Viegas Carrascalao has asked President Jose Ramos Horta to explain to Indonesian President Susilo Bamban Yudhoyono his comments that some Indonesians had supported the February 11 attacks.
MPs say no need to prolong Sate of Siege –Diario Nasional
MPs from CNRT, ASDT and Fretilin have said that there is no need to prolong the State of Siege as the current situation does not warrant an extension, even though Salsinha and his men are still at large.
CNRT MP Pedro da Costa said that the State of Siege should not be prolonged because it is not suitable for the current country’s situation, but added that it depends on the President whether he wants to continue or not.
Fretilin MP Francisco Miranda Branco said that the State of Siege has shown a bad image for this government, so it does not need to be prolonged. But he added that the State of Siege can be applied at places where the rebels are though to be hiding rather than all through the country.
ASD MP Jose Manuel Carrascalao said that the State of Siege has to be stopped given that there have been a lot of abuses committed by the forces during the implementation of the State of Siege.
Government needs to address border security –Diario Nasional
CNRT MP Natalino Dos Santos has said that government need to address the Border Patrol Unit in order to strengthen border security. “I may say that our security at the border is still weak, so it has to be strengthened. Therefore, we have to find out what kind of difficulties are currently faced by our Border Patrol Unit (BPU) in order to provide them with the facilities to carry out their duties,” said Mr Dos Santos on Monday (21/04) at the National Parliament.
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Detido mais um elemento do grupo de Salsinha, estado de sítio mantido em Ermera
Díli, 22 Abr (Lusa) - Júlio Soares Guterres, elemento das Falintil-Forças de Defesa de Timor-Leste (F-FDTL) envolvido no 11 de Fevereiro, foi hoje detido e colocado em prisão preventiva.
Este elemento do grupo do ex-tenente Gastão Salsinha participou no ataque contra a coluna de viaturas em que seguia o primeiro-ministro Xanana Gusmão, a sul de Díli.
Poucos dias depois, Júlio Soares Guterres "Rambo" separou-se do grupo de Gastão Salsinha e continuou fugido nas montanhas de Ermera, oeste do país, até se entregar hoje às autoridades de Díli.
Júlio "Rambo" foi interrogado hoje à tarde (hora local) pelo juiz internacional Ivo Rosa, que aplicou a medida de prisão preventiva.
Até agora, estão em prisão preventiva dez elementos do grupo de Gastão Salsinha e do major Alfredo Reinado, arguidos no processo do 11 de Fevereiro.
Angelita Pires, ex-assessora legal e namorada de Alfredo Reinado, está indiciada no mesmo processo, aguardando julgamento em liberdade mas com interdição de se ausentar do país.
Continuam a monte 13 suspeitos com mandado de captura emitido, incluindo Gastão Salsinha, que lidera o grupo de fugitivos depois da morte do major Reinado no ataque à casa do Presidente José Ramos-Horta.
O primeiro-ministro, Xanana Gusmão, deslocou-se hoje a Ermera para informar as populações de que o distrito iria continuar sob estado de sítio, incluindo o recolher obrigatório durante a noite.
A operação Halibur de captura do grupo de Salsinha tem estado concentrada no distrito de Ermera.
Termina hoje o regime de excepção, decretado e renovado em todo o país a seguir aos ataques de 11 de Fevereiro, mas a renovação do estado de sítio em Ermera foi hoje aprovada pelo Parlamento Nacional.
Após a leitura de uma carta do Presidente da República e da apresentação dos relatórios do primeiro-ministro e do chefe do Estado-Maior das F-FDTL, o Parlamento aprovou a continuação do estado de sítio em Ermera, com 29 votos a favor, 18 contra e 11 abstenções.
PRM
Lusa/fim
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Reunião do Conselho de Ministros Extraordinário de 21 de Abril de 2008
REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE
IV Governo Constitucional
COMUNICADO À IMPRENSA
O Conselho de Ministros reuniu-se extraordinariamente esta Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2008, na Sala de Reuniões do Conselho de Ministros, no Palácio do Governo, em Díli, e decidiu:
Solicitar a Sua Excelência o Presidente da República a extinção do estado de excepção, com excepção do distrito de Ermera, em que o estado de sítio se deverá manter por mais trinta dias.
O estado de excepção decretado e renovado sucessivamente tem logrado conter a gravidade das ameaças à estabilidade do país, diminuir a sua força e confiná-las a áreas identificadas, e assegurar a ordem pública.
O Governo está ciente que este regime transitoriamente em vigor no país tem implicações com os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, e por isso tudo fará para restabelecer a normalidade constitucional no mais curto espaço de tempo possível.
O Comando Conjunto das F-FDTL e PNTL tem conseguido, de forma extremamente articulada, e em estreita articulação com o povo, controlar as ameaças em presença, sem derramamento de sangue.
No entanto, embora cada vez menores e mais localizadas, essas ameaças continuam, na região de Ermera, não devendo ser descuradas, sob pena de poderem recrudescer e reduzir a nada os avanços até agora alcançados para a sua resolução.
Efectivamente, continua ainda em fuga um grupo de homens armados com equipamento de guerra, chefiados pelo ex porta-voz dos peticionários Gastão Salsinha, suspeito pela participação nos atentados contra a segurança do Estado e dois dos titulares dos órgãos de soberania, e que, apesar de todas as tentativas, se tem recusado a render-se.
A captura e apresentação à Justiça deste grupo armado continua a ser um imperativo para a manutenção da paz pública, mas, para isso, é preciso mais tempo e alguma paciência, para evitar derramamento desnecessário de sangue, sem esquecer nunca a prioridade de que essa ameaça seja eliminada de forma definitiva, para que o país possa, de novo, trilhar o caminho do desenvolvimento sem focos de instabilidade.
Assim, e reconhecendo os resultados positivos já obtidos, o Governo entendeu, de acordo com o n.° 1 do artigo 11.°, artigo 13.° e artigo 27.° da Lei n.° 3/2008, de 22 de Fevereiro, propor a Sua Excelência o Presidente da República Ramos-Horta a extinção do estado de excepção em todos os distritos onde actualmente ainda vigora, com excepção do distrito de Ermera, em que a situação de estado de sítio se deverá manter por mais 30 (trinta) dias, com as seguintes condicionantes aos direitos, liberdades e garantias:
· Início às 22.00 horas do dia 22 de Abril e término às 22.00 horas do dia 21 de Maio no distrito de Ermera;
· Restrição do direito de livre circulação, com obrigação de recolher obrigatório entre as 22.00 horas e as 6.00 horas, salvaguardados os direitos previstos nas alíneas c) e f) do n.º 1 do artigo 3.º da Lei n.º 3/2008, de 22 de Fevereiro;
· Restrição dos direitos de manifestação e reunião, salvaguardados os direitos previstos nas alíneas d), e) e f) do n.º 1 do artigo 3.º da Lei n.º 3/2008, de 22 de Fevereiro;
· O direito à inviolabilidade do domicílio, permitindo-se a realização de buscas domiciliárias durante a noite, desde que com o competente mandato judicial e respeitando o previsto na alínea b) do n.º 1 do artigo 3.º da Lei n.º 3/2008, de 22 de Fevereiro.
Às F-FDTL deverá incumbir o apoio às autoridades civis, através do Comando Conjunto já constituído, executando a missão específica de coordenação e condução das intervenções operacionais tendentes à detenção dos suspeitos da prática dos crimes cometidos no passado dia 11 de Fevereiro, e tomando as medidas necessárias ao restabelecimento da normalidade democrática.
As F-FDTL e PNTL envolvidas nas operações em curso deverão observar escrupulosamente os preceitos legais previstos na Lei n.º 3/2008, de 22 de Fevereiro já referida, nos Decreto-Lei n.º 2/2007, de 8 de Março, sobre Operações de Prevenção Criminal, Decreto-Lei n.° 4/2006, de 1 de Março, sobre regimes Especiais em Casos de Terrorismo, Criminalidade Violenta ou Altamente Organizada e no mais que Vossa Excelência entenda decretar na Declaração de Estado de Sítio.
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FPCD is pleased to announce the inauguration of two Foundation projects
Dear Friends of the FPCD,
It is a privilege to announce the inauguration of the Prince Rainier III Maternity Clinic in Same, Timor-Leste and the Becora Youth Center in Dili, Timor-Leste, with H.S.H. Prince Albert II of Monaco and Prime Minister Gusmao of Timor-Leste.
Please visit the Foundation website at http://www.postconflictdev.org/ for more information.
Photos and speeches can be found in the FPCD News Section.
With best regards, Claudia Abate
Executive Director
Foundation for Post Conflict Development
http://www.postconflictdev.org/
Tradução:
FPCD tem o prazer de anunciar a inauguração de dois projectos da Fundação
Caros Amigos da FPCD,
É um privilégio anunciar a inauguração da Clínica Maternidade Príncipe Rainier III em Same, Timor-Leste e o Centro da Juventude Becora em Dili, Timor-Leste, com o Príncipe Albert II do Mónaco e o Primeiro-Ministro Gusmão de Timor-Leste.
Por favor visitem o website da Fundação em www.postconflictdev.org para mais informações.
Fotos e discursos encontram-se na FPCD News Section.
Cumprimentos, Claudia Abate
Directora Executiva
Foundation for Post Conflict Development
www.postconflictdev.org
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Em resposta a:
A convergência dos objectivos entre Mari Alkatiri e Alfredo Reinado foi uma estratégia falhada in FORUM HAKSESUK.
Uhm.... misturar Suntzu, Von Clausewitz, Marxismo, Macchiavelli e a costituicao timorense é uma boa ginastica para o cerebro, cuidado a nao ficar atrapalhado...
O mesmo Macchiavelli ao fim do seus pensamentos chegou a dizer:
o fim justifica o meio se conseguimos a chegar onde queremos.
Um bom paradigma é o que ajuda nos a compreender a coisas até aos ignorantes como eu proprio.
Escrevi um artigo para um jornal italiano que se queres podes ler na internet sobre a crise do meu pais (em privado posso fornecer a url).
O fim de Alkatiri e da FRETILIN é acabar com o governo do AMP.
Nao precisa de Machiavelli, K. Marx, Von Clausewitz, Suntzu para saber isso. Em cada democracia a oposicao trabalha para isso!
Vivendo na Italia conheco um pouco o principe de Macchiavelli o assim chamado "Old Nick".
Lembro do Ramiro Dall'Orco, desculpa me estou a rir um pouco porque a historia é muito "interessante".
Val a pena dizer o que fiz Ramiro Dall'Orco e quem ele era?
Acho que sim...
Ramiro Dall'Orco foi um homen muito bem armado, chefe de uma milicia. O mesmo Ramiro foi utilizado pelo Cesare Borgia, o Principe, para acabar contra os criminosos que atuavam no Reino que o Borgia queria conquistar. Sabes como acabou a historia do Dall'Orco?
Foi morto pelo mesmo Borgia, acusado de ser ele mesmo um assasino, isto tudo depois que o valente Ramiro Dall'Orco tem limpado o terreno dos adversarios do Borgia.
Talvez nao tdos sabem a epopeia de onde o Machiavelli tirou a inspiracao do "De principatibus" foi o 1500 onde na Italia Central o dominio do Papa era acima das coisas terrenas e nao acima das coisas espirituais. O proprio Cesare Borgia era o filho do Papa Alessandro VI.
Caro Antonio Ramos alias Naikoli, se podes traduzir o que afirmava Macchiavelli no De Pincipatibus acho tu vai fazer um grande servico aos politicos timorenses dou-te o input:
"e nelle azioni di tutti li uomini, e massime de principi, dove non e' iudizio da reclamare, si guarda
al fine. Facci dunque uno principe di vincere e mantenere lo stato: e' mezzi saranno sempre iudicati onorevoli, e da ciascuno laudati; perchè el vulgo ne va preso con quello che pare e con lo evento della cosa; e nel mondo non è se non vulgo".
Este é a politica...
Von Clausewitz e Suntzu.
Em Timor Leste estamos em guerra?
E contra quem?
No manual de guerra Suntzu se diz que o melhor general é o que ganha se combater o inimigo.
Von Clausewitz diz que no campo da batalha as estrategias podem mudar rapidamente e por isso o general mais preparado pode encontrar a derrota se nao tem um exercito flexivel que sabe adatar-se com a nova situacao.
No mesmo Suntzu se diz precisa ser pedras na planice e caule das arvores num terreno em descida.
Foi o que fez o povo de TL durante 24 anos de guerra com a Indonesia.
Os nossos Cmdtes conheciam Suntzu e-ou Von Clausewitz ou talvez conheciam Charles Darwin?
Nao vamos complicar as coisas voltamos em TL.
Gostaria que alguem me ajudasse a comprender algumas coisas:
1) Nao era o Salsinha ao lado do PM Xanana, no entao Presidente da Republica, quando no maio do 2006 anunciou a queda do governo Alkatiri?
2) Nao foi o Engenheiro Mario Carrascalao, aliado do CNRT, a falar primeiro de eleicoes antecipadas?
3) Antes do 11 de fevreiro do 2008 quem dizia que o Reinado era um heroi?
4) Alguem cuidou as balas encontradas no corpo do Presidente Horta para a comparar com as das armas do commando que assaltou a casa dele?
5)Em qual pais do mundo o partido maioritario encontra-se na oposicao?
6) Nao foi mesmo o Horta a dizer nos ultimos dias que as novas legislativas sao a melhor solucao para o pais?
7) Como è que o Ministro da defesa do Governo Alkatiri hoje é o primeiro conselheiro do comandante supremo das forcas armadas timorenses?
8)Alkatiri foi ao tribunal para responder das acusacoes de ter armado milicias, podemos confiar
de ver um dia que os que foram acusados pelo Reinado façam o mesmo?
9) O dia 28 vai chegar em TL Eurico Guterres um "exemplo" de limpeza politica. A quem devemos dizer obrigado para a este insulto aos nossos mortos?
10) A estrategia da FRETILIN onde esta a ser preparada no mato ou na bancadas do Parlamento Nacional?
Para encontrar uma resposta, devo ler Von Clausewitz, K Marx (qual livro?), Suntzu, Macchiavelli ou apena devo mascar como fazia o meu avo?
Saudaçoes.
David Dias Quintas Corona Maubere no exterior.
PS Desculpa uma ultima pregunta sobre a politica timorense: O unico partido marxista em Timor Leste o PST, nao faz parte do AMP?
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RI-Timor Leste frontier not impregnable : mily border guard chief
04/22/08 01:25
Atambua, East Nusatenggara (ANTARA News) - The commander of Indonesian military troops guarding the border with Timor Leste, Lt Col Muhammad Kusdaryanto, said limitations to the infrastructure and facilities at his unit`s disposal had made it quite possible for foreigners to cross the frontier illegally.
"There are many, many obscure back-country routes foreigners can take to go to or come from the neighoring country. Moreover, they know the region well. Most border-crossings are done at night , and we are short of night-vision binoculars," he said here Monday.
The border the troops had to guard was 239 km long 150 km of which lay in Belu district and the rest in Kupang and Timor Timur Utara districts which adjoined Timor Leste`s Oekusi enclave.
Kusdaryono made the statements when asked about reports that a number of Timor Leste men belonging to the rebel group led by Alfredo Reinado Alves had entered Indonesian terrritory in Belu district illegally not long ago.
"Supposing all my men are made to line up along the entire border, illegal border crossers can still get through both ways. This is not because we do not do our job properly but because we just don`t have enough tools and infrastructure and other inter-related things," he said.
Still, he said, the task force he was commanding never relaxed its alertness and was constantly on guard. "We always observe close coordination and try to perfect our ways of carrying out the border guarding precedures," he said.
Recently, when Timor Leste`s defense and security authorities were carrying out their Operation Halibur against followers of Alves and his succcessor, Gastao Salsinha, some of the Timor Leste rebel elements were reported to have entered Indonesian terrritory in East Nusatenggara. But a team from the Indonesian police`s Special Detachment 88 based in Jakarta was able to arrest them last April 16 and 18. (*)
Tradução:
Chefe dos guardas da fronteira: A fronteira RI-Timor Leste não é impermeável
04/22/08 01:25
Atambua, East Nusatenggara (ANTARA News) – O comandante das tropas militares Indonésias que guardam a fronteira com Timor Leste, Tenente Coronel Muhammad Kusdaryanto, disse que limitações nas infraestruturas e instalações à disposição da sua unidade torna bastante possível que os estrangeiros cruzem a fronteira ilegalmente.
"Há muitas, muitas rotas obscuras e segundárias que os estrangeiros podem seguir para virem ou para irem para o país vizinho. Mais ainda, eles conhecem bem a região. A maioria dos cruzamentos da fronteira são feitos à noite, e temos poucos binóculos com visão nocturna," disse ele aqui na Segunda-feira.
A fronteira que as tropas têm de guardar tem 239 km de comprimento, 150 km dos quais estão no distrito Belu e o resto nos distritos de Kupang e Timor Timur Utara que está junto ao enclave Oekusi de Timor Leste.
Kusdaryono fez as declarações quando lhe perguntaram sobre notícias de alguns Timorenses que pertencem ao grupo dos amotinados liderado por Alfredo Reinado Alves terem entrado no território Indonésio no distrito Belu não há muito tempo.
"Supondo que todos os meus homens estão alinhados ao longo de toda a fronteira, os que atravessam ilegalmente a fronteira conseguem ainda passar para ambos os lados. Não porque não fazemos bem o nosso trabalho mas apenas porque não temos instrumentos e infraestruturas e outras coisas relacionadas suficientes," disse ele.
Mesmo assim, disse ele, a task force que está sob o seu comando nunca relaxou o seu estado de alerta e estava constantemente em guarda. "Observamos sempre uma coordenação de perto e tentamos aperfeiçoar as nossas maneiras de desenvolver os procedimentos de guardar a fronteira," disse.
Recentemente, quando as autoridades de defesa e segurança de Timor-Leste estavam a desenvolver a sua Operação Halibur contra os seguidores do Alves e do seu sucessor, Gastão Salsinha, foi noticiado que alguns dos elementos dos amotinados de Timor-Leste entraram no território Indonésio em East Nusatenggara. Mas uma equipa do Destacamento Especial 88 da polícia Indonésia baseado em Jacarta conseguiu prendê-los nos passados dias 16 e 18 de Abril. (*)
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Presidente Ramos-Horta patrocina Reflorestação Com apoio ao rendimento familiar agrícola e florestal
Presidência da República
INFORMAÇÃO À COMUNICAÇÃO SOCIAL 22 DE ABRIL DE 2008
Sua Alteza Sereníssima o Príncipe Alberto II do Mónaco concluiu a sua visita a Timor-Leste, plantando duas árvores de Sândalo no Centro Juvenil de Becora, como símbolo da esperança no futuro da Juventude timorense. A cerimónia de plantação foi participada por dois jovens daquele centro.
Durante a visita de dois dias ao nosso país, S.A.S o Príncipe Alberto anunciou que o governo do Mónaco vai custear um programa piloto de reflorestação em Timor-Leste, que será desenvolvido com o patrocínio e soba a orientação do Presidente de República, Dr. José Ramos-Horta.
A construção do Centro Juvenil de Becora está também a ser financiada pelo povo do Mónaco.
O programa de reflorestção tem o duplo objectivo de promover a recuperação ambiental e de apoiar os rendimentos familiares e comunitários.
O chefe de Estado do Mónaco disse que o financiamento do programa sublinha o renovado interesse do Principado no desenvolvimento das condições de saúde e bem-estar dos timorenses.
O programa será iniciado em quatro localidades do sub-distrito de Letefoho, no distrito de Ermera, e envolverá as comunidades locais das áreas em reflorestação, gerando rendimento adicional, quer familiar, quer comunitário.
O envolvimento local inclui a definição inicial dos interesses das diferentes comunidades, em particular no que respeita à reflorestação, e das necessidades concretas quanto ao aumento da produtividade e da geração de rendimento agro-florestal.
O financiamento da cooperação monagasca abrange apoio técnico, organizacional e de gestão, além do fornecimento de materiais, equipamentos, e transportes, providenciando os instrumentos para as comunidades desenvolverem o programa e promoverem a concretização dos objectivos definidos.
O programa está organizado em quatro dimensões principais:
Reflorestação das produções familiares de café, com a substituição do arvoredo de protecção e sombra e a diversificação de produtos.
Melhorias de produtividade das produções familiares, pela inovação de métodos de gestão florestal e agro-florestal e o investimento em capacidade de processamento com mais valor acrescentado.
Reflorestação de áreas desflorestadas e acompanhamento da gestão da água, conservação de solos e diversificação do produto florestal e agro-florestal.
Desenvolvimento de infra-estruturas comunitárias, com aumento da capacidade de processamento e maior valor acrescentado, gestão comunitária de águas, sistemas de irrigação, armazenamento, manutenção secundária de rodovias e sistemas sanitários.
O desenvolvimento deste programa piloto e as lições deste constituirão uma base para o alargamento futuro do Programa de Reflorestação e Promoção do Rendimento Familiar. (FIM)
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Ex-namorada de Reinado proibida de sair do país por ordem do tribunal
Díli, 21 Abr (Lusa) - Angelita Pires, ex-assessora legal e antiga namorada do major Alfredo Reinado, está a partir de hoje proibida de sair de Timor-Leste por decisão do tribunal, disse o juiz do processo à agência Lusa.
O juiz Ivo Rosa, magistrado internacional em serviço em Timor-Leste, interrogou hoje Angelita Pires durante mais de quatro horas.
No final do interrogatório, o juiz impôs à antiga colaboradora de Alfredo Reinado a interdição de saída do país, uma medida de coação mais grave do que o termo de identidade e residência, que lhe tinha aplicado em Fevereiro.
Angelita Pires é indiciada da prática de dez crimes de homicídio na forma tentada, dois com dolo directo, relativos aos ataques de 11 de Fevereiro contra o Presidente da República e o primeiro-ministro, e oito com dolo eventual.
A ex-assessora de Alfredo Reinado está também indiciada pelo crime de atentado contra a segurança do Estado, punido pelo artigo 104º do Código Penal Indonésio, em vigor em Timor-Leste.
Angelita Pires tinha sido interrogada poucos dias depois dos ataques de 11 de Fevereiro, "mas surgiram, desde então, novos dados no processo, incluindo declarações dos arguidos que apontam para o seu envolvimento nos factos em causa", afirmou Ivo Rosa à Lusa.
Alfredo Reinado liderou um ataque contra a residência de José Ramos-Horta, a 11 de Fevereiro, no qual viria a morrer.
Cerca de meia hora depois da morte do major Reinado, um dos seus homens alvejou o Presidente da República, que ficou ferido com gravidade e foi transferido para Darwin, Austrália.
Na mesma manhã, Gastão Salsinha atacou a caravana de veículos onde seguia Xanana Gusmão, que escapou ileso.
Angelita Pires, que cresceu em Darwin numa família de exilados timorenses, voltou a Timor-Leste no final de 1999, onde teve o primeiro emprego numa pastelaria de Díli.
Foi mais tarde tradutora da Procuradoria-Geral da República, onde passou, ao fim de algum tempo, a trabalhar como assessora jurídica, embora não tenha nenhuma preparação académica específica em Direito - só neste ano lectivo esteve matriculada no primeiro ano da Faculdade em Díli.
Angelita Pires, que reconhece a ligação amorosa com Reinado, tem declarado, nas últimas semanas, que é inocente das acusações que lhe são dirigidas, nomeadamente feitas pelo Presidente José Ramos-Horta, que a relacionou directamente com os acontecimentos de 11 de Fevereiro.
O Presidente da República afirmou à Lusa que a Polícia Federal Australiana descobriu a existência de uma conta bancária numa agência de Darwin com quase um milhão de dólares, em nome de Angelita Pires e de Alfredo Reinado.
PRM
Lusa/fim
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Traduções
Obrigado pela solidariedade, Margarida!
Mensagem inicial - 16 de Maio de 2006
"Apesar de frágil, Timor-Leste é uma jovem democracia em que acreditamos. É o país que escolhemos para viver e trabalhar. Desde dia 28 de Abril muito se tem dito sobre a situação em Timor-Leste. Boatos, rumores, alertas, declarações de países estrangeiros, inocentes ou não, têm servido para transmitir um clima de conflito e insegurança que não corresponde ao que vivemos. Vamos tentar transmitir o que se passa aqui. Não o que ouvimos dizer... "