Lusa - 06 Novembro 2007 11:18
Díli - O comandante das Forças de Estabilização Internacionais (ISF) em Timor-Leste considerou a existência de deslocados no país "um problema complexo que é, em primeiro lugar, uma questão de propriedade".
"É um problema que tem a ver com questões de posse de terra que estão por resolver há muito, muito tempo", afirmou o brigadeiro John Hutcheson, em entrevista à Agência Lusa.
"Ainda nem sequer existe uma Lei da Terra neste país", sublinhou o comandante dos militares australianos e neozelandeses que integram as ISF.
"A terra é a questão central, ligada à origem das pessoas e à reacção que suscitam quando chegam a Díli", explicou o oficial australiano, salientando que já em 1999, antes do referendo pela independência, a propriedade foi motivo de conflito.
John Hutcheson, questionado pela Lusa sobre a crispação entre as ISF e os campos de deslocados, frisou que "apenas quatro dos campos criam problemas de segurança".
O comandante das ISF enumerou os campos do aeroporto de Díli, o do porto (em frente ao Hotel Timor) e o do Hospital Central Guido Valadares, além do campo de Metinaro, a leste da capital, como focos isolados de tensão.
"Estes são os campos com problemas. Mas os outros estão bem", referiu.
"É preciso dizer também claramente que, mesmo dentro daqueles quatro campos, é um pequeno grupo de indivíduos que está na origem dos problemas", acrescentou John Hutcheson.
"Esses elementos procuram criar um espaço para os seus interesses e usam todo o tipo de emblemas", respondeu John Hutcheson, referindo-se à instrumentalização política dos deslocados.
"No fundo, porém, são elementos criminosos que se aproveitam da política e do que estiver à mão para fazer dinheiro e intimidar as pessoas", considerou.
"Os deslocados, em si mesmo, não são uma ameaça à segurança e não podemos rotular as pessoas dessa maneira", frisou o comandante australiano.
Na semanada passada, uma operação das ISF no campo do aeroporto de Díli provocou um ferido, num incidente semelhante ao que, em Março de 2007, provocou a morte de dois deslocados atingidos a tiro por soldados australianos.
Sobre os motivos que impedem o regresso dos deslocados às comunidades de origem, John Hutcheson começou por distinguir "a diferença entre o medo real e a percepção do medo".
"Há um pequeno grupo de deslocados que têm medo de voltar ao sítio específico onde viviam, em particular se as suas casas foram queimadas", notou o oficial australiano.
"A percepção do medo é a das outras pessoas que pensam que ainda não é seguro voltar e a quem o governo devia restaurar a confiança, porque na minha perspectiva, não há nada a recear" porque "o ambiente é muito diferente de há 18 meses atrás e é bastante seguro", referiu John Hutcheson.
O comandante das ISF salientou que a situação dos deslocados na capital é influenciada por "outro fenómeno igual ao que acontece em todo o mundo ocidental, que é a urbanização acelerada".
"As pessoas descem das aldeias na montanha para a cidade, vêm para Díli e Baucau por quererem mais dinheiro e outro estilo de vida, mais educação e melhor saúde", notou John Hutcheson.
"Aconteceu isso nas ilhas do Pacífico e na Austrália. Mas com a questão da terra (por resolver), o processo complica-se, porque quando alguém chega a qualquer lado em Díli é um estanho e há de imediato a questão de estar a tirar empregos ou bens aos que já cá estão", disse.
Para John Hutcheson, Díli é "uma grande aldeia rodeada de aldeias, que com o tempo se uniram umas às outras, e que nunca teve um plano global de infra-estruturas", o que se reflecte em questões de segurança e problemas sociais.
PRM-Lusa/fim
quarta-feira, novembro 07, 2007
Timor-Leste: Problema dos deslocados "é sobretudo de propriedade", diz comandante australiano
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Timor-Leste: Forças internacionais atentas à "violência tolerável"
Lusa - 06 Novembro 2007 11:09
Díli - As Forças de Estabilização Internacionais (ISF) estão atentas ao "nível de violência tolerável da sociedade timorense", afirmou à Agência Lusa o comandante do contingente australiano e neozelandês no país.
"Fazemos estudos sérios sobre o que é a normalidade aqui", explicou o brigadeiro John Hutcheson, entrevistado pela Lusa sobre a situação de segurança e a missão actual das ISF em Timor-Leste.
"Tomos temos que minimizar a violência, mas em Portugal, Austrália ou Timor-Leste, em qualquer sociedade, existe um nível de violência que todos aceitam", adiantou o oficial australiano, que comanda as ISF desde Julho de 2007.
"Para compreender esse nível, é preciso analisar dados de, pelo menos, 50 anos atrás", afirmou John Hutcheson.
"Se a sociedade se mantiver abaixo desse nível, então teremos sido bem sucedidos em estabilizar a situação" em Timor-Leste, acrescentou o comandante australiano.
"Não digo que não possam ocorrer de novo picos de violência, mas é minha convicção de que as disputas se situam claramente no campo político e que o povo timorense ambiciona uma resolução pacífica das diferenças", afirmou o brigadeiro.
"Nos últimos três meses, os indicadores disponíveis mostram que a população em geral tende a sentir menos medo do que há ano e meio e que aumentou a credibilidade da Polícia Nacional e das Forças Armadas", declarou o comandante australiano.
"Não é a estatística e números que interessa, mas a vontade das pessoas alterarem a situação", afirmou John Hutcheson.
Admitindo que o conceito de violência tolerável "é uma via de dois sentidas", John Hutcheson defendeu que esse limite ainda não foi violado pelas ISF.
"O incidente no campo de deslocados do aeroporto de Díli, a semana passada, caiu dentro dos incidentes toleráveis", afirmou o brigadeiro John Hutcheson, referindo-se ao incidente em que um timorense foi atingido a tiro numa perna por um soldado australiano durante uma operação no campo do aeroporto.
"As pessoas esperam que as ISF tenham um uso ético da força que podem aplicar e que tentem resolver as situações pela via da negociação e não com força letal", explicou John Hutcheson.
"Se as pessoas não estiverem contentes, o Governo de Timor-Leste virá ter comigo e pede-me contas do uso da força de que eu disponho", disse, realçando que até agora isso nunca aconteceu.
O brigadeiro John Hutcheson, que está em missão em Timor-Leste pela segunda vez, é o terceiro comandante das ISF desde a formação do contingente, na sequência da crise política e militar de 2006.
PRM-Lusa/fim
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Timor-Leste: Soldado australiano encontrado morto no quartel
Lusa - 06 Novembro 2007 09:21
Díli - Um soldado australiano das Forças de Estabilização Internacionais (ISF) foi encontrado morto segunda-feira num dos quartéis do contingente em Timor-Leste, informou hoje o Departamento de Defesa da Austrália.
"Um soldado australiano morreu durante o tempo de serviço nas ISF em Timor-Leste", informou o Departamento de Defesa, numa nota oficial divulgada cerca das 16:00 de Díli (07:00 em Lisboa).
"O soldado foi vítima de um tiro quando se encontrava numa área de aquartelamento", declarou o chefe do Estado-Maior das ADF, Angus Houston, citado no comunicado.
"As circunstâncias do incidente são ainda incertas e serão objecto de uma investigação formal", acrescentou Angus Houston.
"Uma investigação completa será realizada por pessoal do Serviço de Investigação das ADF, além de uma Comissão de Inquérito adicional, em respeito por novas regras de justiça militar", segundo o chefe do Estado-Maior australiano.
"Neste momento, o Departamento de Defesa não divulgará nenhum elemento pessoal sobre o soldado ou as circunstâncias da sua morte", refere o comunicado.
O corpo do soldado será levado para a Austrália.
PRM-Lusa/Fim
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U.N. Security Council team to visit Timor-Leste
www.chinaview.cn
2007-11-07
UNITED NATIONS, Nov. 6 (Xinhua) -- The U.N. Security Council is to send a team to Timor-Leste later this month, to reaffirm the council's support for the country, according to a U.N. letter released on Tuesday.
The letter, dated October 31 and addressed to U.N. Secretary-General Ban Ki-moon, said the council has decided to send a mission, headed by Ambassador Dumisani Kumalo of South Africa, to Timor-Leste, from 24 to 30 November.
The visit is to "reaffirm the Security Council's commitment to the sovereignty, independence, territorial integrity and national unity of Timor-Leste and the promotion of long-term stability in the country," it said.
During the visit, the mission will encourage the government, the Parliament, the political parties and the people of Timor-Leste to continue to work together and engage in political dialogue and consolidate peace, democracy, the rule of law, security sector reform, sustainable social and economic development and national reconciliation in the country, it said.
The mission will also express the council's full support for the United Nations Integrated Mission in Timor-Leste (UNMIT) and to assess the progress made on the ground in the implementation of the mandate of UNMIT.
Editor: Yan Liang
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PN - Agenda No. 34/II
Gabinete de Relações Publicas
Plenária, quarta-feira, 07 de Novembro de 2007
A Sessão Plenária de hoje foi presidida pelo Vice-Presidente do Parlamento Nacional, Sr. Vicente da Silva Guterres coadjuvado pela Secretária da Mesa, Sra. Maria Terezinha Viegas e pelas Vice-Secretárias, Sra. Maria da Costa Exposto e Sra. Teresa Maria de Carvalho.
No período de antes da ordem do dia, voltou-se a discutir sobre o tratamento indecoroso de um militar australiano das Forças de Estabilização Internacionais. A Mesa do Parlamento anunciou à plenária que o assunto em questão será discutido na próxima Conferência dos Lideres das Bancadas Parlamentares, que terá lugar Sexta-feira, dia 09 de Novembro de 2007, e verá a participação do Vice-Primeiro Ministro, Sr. José Luís Guterres.
No período da ordem do dia, deu-se continuação a discussão e aprovação do Orçamento do Parlamento Nacional. A parte relativa ao Capital Menor foi hoje aprovada com 27 votos a favor, 1 contra e 6 abstenções. A discussão da Proposta de Lei em epígrafe continua amanhã dia 8 de Novembro de 2007.
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Coronel Reis testemunha hoje às cinco da tarde
O Coronel Reis vai testemunhar hoje às cinco da tarde por teleconferência, no julgamento dos F-FDTL. Será ouvido em Díli, nas instalações do Banco Mundial e falará de Lisboa das instalações de uma universidade.
A UNMIT enviou uma carta para o Ministério dos Negócios Estrangeiros, com conhecimento para o escrivão do tribunal (falta de nível!) a dizer que o Coronel Reis... tinha imunidade e que não podia testemunhar. Mesmo querendo...
Parece que, mais uma vez, o Tribunal explicou às Nações Unidas em Timor-Leste que este tipo de manobras não pega...
O que nós não percebemos são este tipo de atitudes, e o que escondem, por parte da UNMIT.
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UM PROJECTO PARA A DIÁSPORA TIMORENSE - APRESENTAÇAO
TIMOR RADIO CONNECT
http://timor-rc.duplaoportunidade.org/
A INDE (Intercooperação e Desenvolvimento) - www.inde.pt - desenvolve projectos em Timor-Leste há alguns anos, e neste momento, prepara-se para apresentar e arrancar com mais um, o Timor Radio Connect.
O projecto Timor Radio Connect é fruto de uma parceria entre a Internews Europe (France), a INDE (Portugal) e o TLMDC (Timor Leste Media Development Center). O seu objectivo é colocar online 14 rádios comunitárias, de 12 distritos diferentes.
O objectivo global da acção visa reforçar a actividade económica do sector das rádios privadas em Timor Leste, através das possibilidades trazidas pelas transacções financeiras por meio da Internet. Pretende-se que este fortalecimento económico tenha como principal motor, os fluxos de investimento provenientes da Diáspora Timorense baseada na UE, quer dos indivíduos, quer das empresas.
O Timor Radio Connect visa lançar um novo mercado entre Timor-leste e os 25 países da UE, através de uma plataforma on-line de 14 estações de rádio, que fará com que elas se tornem meios apelativos de difusão de publicidade ou alvos de patrocínio da Diáspora Timorense, que têm como objectivo comunicar com Timor-Leste.
Os principais objectivos deste projecto são: sensibilizar mutuamente, União Europeia e Timor-Leste; Fortalecer os fluxos comerciais entre a UE e Timor-Leste, em particular, o sector de rádios e de negócios em Timor; Realçar a capacidade de exportação através do sector de rádios; Integrar o sector de rádio de Timor-leste no seio da Sociedade Global de Informação.
Desta forma pretende-se ampliar os conhecimentos dos indivíduos que trabalham nas estações de rádio, bem como das suas audiências, quer no que se refere à aprendizagem de utilização dos meios informáticos, quer da Internet. Para além da vertente do conhecimento, visa-se sensibilizar para o recurso ao Negócio electrónico (E-business) em Timor-Leste, bem como expandir o mercado-alvo das estações de rádio em Timor-Leste.
A INDE vem por este meio apresentar-Vos esta ideia, e um protótipo de site (que já pode ser visitado em: http://timor-rc.duplaoportunidade.org/ ), para que junto de Vós possa recolher opiniões e criticas sobre esta iniciativa. Para nós, é muito importante saber como, através das Vossas considerações, poderemos melhorar as nossas concepções.
A apresentação oficial do projecto irá decorrer a 13 de Novembro, às 18:00, no Hotel Lutécia, em Lisboa.
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terça-feira, novembro 06, 2007
UNMIT – MEDIA MONITORING - Tuesday, 6 November 2007
"UNMIT assumes no responsibility for the accuracy of the articles or for the accuracy of their translations. The selection of the articles and their content do not indicate support or endorsement by UNMIT express or implied whatsoever. UNMIT shall not be responsible for any consequence resulting from the publication of, or from the reliance on, such articles and translations."
National Media Reports
TVTL Summary News
Timor-Leste national parliament visits Indonesia: Members of the national parliament, led by the president of the national parliament, held a visit to Indonesia.
The trip was to develop the relationship between the two nations that will be followed by an agreement between Timor-Leste and Indonesia.
National parliament to review the ISF presence: Parliamentary members from the CNRT, PD, Fretilin, ASDT, PSD, PN, UNDERTIM political parties have voiced their concern about the presence of ISF in Timor-Leste.
The members said the Vice President of the national parliament will all invite parliamentary members from all political parties to hold a meeting to re-evaluate and review the agreement covering the presence of the ISF in Timor-Leste.
The Head of Timor-Leste meets the Head of UNMIT: The Special Representative of Secretary-General for Timor-Leste, Atul Khare held a weekly meeting with the government of Timor-Leste in discussing the recent situation of the country.
SRSG Atul Khare said that the meeting was to discuss issues relevant to the Government and the United Nations.
National parliament decides to review the presence of ISF
The national parliament has decided to review the agreement for the presence of International Security Forces (ISF) in Timor-Leste.
Members of the national parliament, belonging to the CNRT, PD, Fretilin, ASDT, PSD, PN, UNDERTIM parties made the decision based on concerns that the ISF is threatening Timor-Leste’s sovereignty.
Concerned members said the ISF has been involved in torturing Timorese people, including shooting two young people to dead at the Comoro IDP camp in March 2007.
“In the plenary session we are all concerned about the presence of the ISF and we would like to review the agreement before there are more victims.
We will conduct a meeting to find out if there is any possibility to revise the accord as demanded,” said Vicente Guterres, the vice president of the national parliament.
On the other hand, MP from Fretilin, Francisco Branco said that Fretilin is not against ISF, but it is important to know how the ISF cooperates with the F-FDTL and PNTL.
The national parliament also referred to its appeal in October 2006, requesting the ISF to be under the United Nations. (TP, STL and TVTL)
Fretilin: not frightened by an international audit
The Head of Fretilin in the national parliament, Aniceto Guterres said that his party is not concerned about an international audit of its government between the years of 2002 and 2007.
If the results show failings of the former members of the previous government we will accept them, but if there are no evidence then Fretilin asks to stop this campaign of accusations and dirty propaganda against Fretilin,” said Mr. Guterres on Monday (5/11) in the national parliament.
On the other hand, MP from Social Democratic Party (PSD), Riak Leman said that the audit will also extend to the current Alliance government for the sake of transparency. (TP, DN and STL)
UN envoy and Prime Minister meet: strengthening situation of the country
The Special Representative of Secretary General of United Nations in Timor-Leste, Atul Khare held a meeting with Prime Minister Kayrala Xanana Gusmao in the government palace to inform the work of United Nations (UN) in Timor-Leste.
“The meeting was well conducted and discussed how to strengthen the situation in Timor-Leste and what the United Nations can do to assist that,” said Atul Khare.
The meeting is a weekly meeting between United Nations Integrated Mission in Timor-Leste (UNMIT) and the government of Timor-Leste. (TP,DN and TVTL)
Lucia Lobato accuses MPs of NP of manipulating the COI recommendations
The Justice Minister Lucia Lobato has accused former members of the national parliament of manipulating the recommendations of the Commission of Inquiry (COI) in relation to the names of the actors, which are not given out by the national parliament.
“Some names in the recommendation of COI were not mentioned in the final recommendation of the parliament,” said Ms. Lobato on Monday (5/11) in the national parliament. (TP and STL)
Judge Ivo asking ISF to apprehend Alfredo
Judge Ivo from the Dili District Court has asked the International Security Forces (ISF) to arrest Alfredo Reinado.
“The capture of escapees with illegal weapons is within the jurisdiction of the ISF in Timor-Leste,” said Judge Ivo as cited by Lusa from a letter to John Hutcheson, the commander of ISF in Timor-Leste.
Judge Ivo isasking ISF to apprehend Reinado and his group as they manifest frontally against the sovereignty of Timor-Leste.
“The previous operation of ISF to arrest Reinado and his supporters has been halted based on the proposition of the Timorese leaders,” said John Hutcheson. (STL)
IDPs forcing NP to review the presence of ISF
The IDPs Airport Camp are forcing the national parliament to evaluate and review the presence of ISF in Timor-Leste as they become victims of ISF.
“This is the second time we become victims; shot dead and injured. ISF are professional soldiers; they should not kill innocent,” said Carlito, the camp coordinator of IDP Comoro.
The IDPs have asked the national parliament to review the presence of ISF and threat to and are requesting permission for a peaceful demonstration in Dili against government policy toward ISF. (STL)
Fretilin’s militants welcome Ramos-Horta with demonstration
Fretilin supporters have protested against President José Ramos-Horta visiting the eastern part of the country, in Lautem.
The Fretilin supporters met the President with a banner, that requests the President to resign over the decision to announce the Alliance Government, which they claim is unconstitutional.
The banner also asks the President to give back the Nobel Peace Prize, because it is not valid in Timor-Leste. (DN)
TL has eligibility for the MCC assistance
The Ambassador of United States of America in Timor-Leste informed that Timor-Leste is eligible, along with other 19 countries, to get assistance from Millenium Challenge Program (MCC).
However he informed that Timor-Leste still needs to improve in some areas. (STL)
TRADUÇÃO:
UNMIT – MONITORIZAÇÃO DOS MEDIA - Terça-feira, 6 Novembro 2007
"A UNMIT mão assume nenhuma responsabilidade pela correcção dos artigos ou pela correcção das traduções. A selecção dos artigos e o seu conteúdo não indicam apoio ou endosso pela UNMIT expresso ou implícito. A UNMIT não será responsável por qualquer consequência que resulte da publicação de, ou das consequências de tais artigos e traduções."
Relatos dos Media Nacionais
TVTL Resumo das Notícias
O parlamento nacional de Timor-Leste visita a Indonésia: Membros do parlamento nacional liderados pelo presidente do parlamento nacional, fizeram uma visita à Indonésia.
Á viagem foi para desenvolver as relações entre as duas nações que será seguido por um acordo entre Timor-Leste e a Indonésia.
O Parlamento Nacional vai rever a presença das ISF: Deputados dos partidos políticos nomeadamente CNRT, PD, Fretilin, ASDT, PSD, PN, UNDERTIM exprimiram a sua preocupação com a presença das ISF em Timor-Leste.
Aos deputados o Vice-Presidente do parlamento nacional disse que convidará todos os deputados de todos os partidos a terem uma reunião para rever o acordo que cobre a presença das ISF em Timor-Leste.
O responsável de Timor-Leste encontra-se com o responsável da UNMIT: O Representante Especial do Secretário-Geral para Timor-Leste, Atul Khare teve uma reunião semanal com o governo de Timor-Leste para discutir a situação recente do país.
O SRSG Atul Khare disse que a reunião foi para discutir questões relevantes para o Governo e para a ONU.
Parlamento Nacional decide rever a presença das ISF
O parlamento nacional decidiu rever o acordo para a presença das Forças Internacionais de Segurança (ISF) em Timor-Leste.
Membros do parlamento nacional pertencentes ao CNRT, PD, Fretilin, ASDT, PSD, PN e UNDERTIM tomaram a decisão com base em preocupações de as ISF estarem a ameaçar a soberania de Timor-Leste.
Deputados preocupados disseram que as ISF têm estado envolvidas em torturas a Timorenses, incluindo em disparos mortais contra dois jovens no campo de deslocados em Comoro em Março de 2007.
“Na sessão plenária estivemos todos preocupados com a presença das ISF e gostaríamos de rever o acordo antes de haver mais vítimas.
Vamos realizar uma reunião para concluir se há alguma possibilidade de rever o acordo conforme foi pedido,” disse Vicente Guterres, o vice-presidente do parlamento nacional.
Por outro lado, o deputado da Fretilin, Francisco Branco disse que a Fretilin não está contra as ISF, mas que é importante saber como é que as ISF vão cooperar com as F-FDTL e a PNTL.
O parlamento nacional referiu-se ainda ao seu apelo de Outubro de 2006, requerendo que as ISF estejam sob controlo das Nações Unidas. (TP, STL e TVTL)
Fretilin: não está assustada com uma auditoria internacional
O responsável da Fretilin no parlamento nacional, Aniceto Guterres disse que o seu partido não está preocupado com uma auditoria internacional ao seu governo entre os anos de 2002 a 2007.
Se os resultados mostrarem falhas de antigos membros do governo anterior aceitaremos, mas se não houver nenhuma evidência então a Fretilin exige que se pare esta campanha de acusações e de propaganda porca contra a Fretilin,” disse o Sr. Guterres na Segunda-feira (5/11) no parlamento nacional.
Por outro lado o deputado do PSD, Riak Leman disse que a auditoria se estendrá também ao corrente governo da aliança a bem da transparência. (TP, DN e STL)
Enviado da ONU e Primeiro-Ministro reúnem: reforçar a situação no país
O Representante Especial do Secretário-Geral das Nações Unidas em Timor-Leste, Atul Khare teve uma reunião com o Primeiro-Ministro Kayrala Xanana Gusmão no palácio do governo para o informar do trabalho das Nações Unidas em Timor-Leste.
“A reunião correu bem e foi discutido como reforçar a situação em Timor-Leste e o que é que as Nações Unidas podem fazer para assistir,” disse Atul Khare.
A reunião faz parte das reuniões mensais entre a UNMIT e o governo de Timor-Leste. (TP,DN e TVTL)
Lúcia Lobato acusa deputados do PN de manipularem as recomendações da COI
A Ministra da Justiça Lúcia Lobato acusou antigos deputados do parlamento nacional de manipularem as recomendações da Comissão de Inquérito (COI) em relação aos nomes de actores, que não foram entregues pelo parlamento nacional.
“Alguns nomes na recomendação da COI não foram mencionados nas recomendações finais do parlamento,” disse a Srª Lobato na Segunda-feira (5/11) no parlamento nacional. (TP e STL)
Juíz Ivo pede às ISF para prenderem Alfredo
O juíz Ivo do Tribunal do Distrito de Dili pediu às Forças Internacionais da Segurança (ISF) para prenderem Alfredo Reinado.
“A captura de foragidos com posse ilegal de armas está dentro da jurisdição das ISF em Timor-Leste,” disse o Juís Ivo conforme citado pela Lusa duma carta para John Hutcheson, o comandante das ISF em Timor-Leste.
O Juíz Ivo anda a pedir às ISF para prenderem o Reinado e o seu grupo dado que eles se manifestam frontalmente contra a soberania de Timor-Leste.
“A anterior operação das ISF para prenderem o Reinado e os seus seguidores foi parada com base em propostas de líderes Timorenses,” disse John Hutcheson. (STL)
Deslocados forçam o PN a rever a presença das ISF
Os deslocados do Campo do Aeroporto estão a forçar o Parlamento Nacional a avaliar e a rever a presença das ISF em Timor-Leste dado que se tornam vítimas das ISF.
“Esta é a segunda vez que nos tornámos vítimas; mortos a tiro e feridos. As ISF são soldados profissionais, não devem matar inocentes,” disse Carlito, o coordenador do campo de deslocados de Comoro.
Os dslocados têm pedido ao parlamento nacional para rever a presença das ISF e ameaçam e estão a pedir licença para uma manifestação pacífica em Dili contra a política do governo em relação às ISF. (STL)
Militantes da Fretilin recebem Ramos-Horta com manifestação
Apoiantes da Fretilin protestaram contra a visita do Presidente José Ramos-Horta à parte leste do país, em Lautem.
Os apoiantes da Fretilin foram ao encontro do Presidente com uma faixa, que exige a resignação do Presidente por causa da decisão de anunciar o Governo da Aliança, que afirmam é inconstitucional.
A faixa pede também ao Presidente para devolver o Prémio Nobel da Paz porque não é válido em Timor-Leste. (DN)
TL pode-se candidatar à assistência do MCC
O Embaixador dos Estados Unidos da America em Timor-Leste informou que Timor-Leste é elegível, juntamente com outros 19 países a obter assistência do Millenium Challenge Program (MCC).
Contudo informou que Timor-Leste precisa ainda de melhorar nalgumas áreas. (STL)
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Aussie soldier dies in East Timor
ABC News
Posted 6 hours 4 minutes ago
Updated 4 hours 31 minutes ago
Air Chief Marshal Angus Houston says the circumstances of the death will be investigated (File Photo). (SKY News)
The Australian Defence Force (ADF) says an Australian soldier has died in East Timor.
The soldier was found dead yesterday afternoon with a gunshot wound while in a barracks area in Dili.
The soldier was serving as part of the International Stabilisation Force in East Timor.
In a statement, the Chief of the Defence Force, Air Chief Marshal Angus Houston, says the circumstances of the soldier's death are still uncertain and will be formally investigated by the ADF.
He says a formal commission of inquiry will also be carried out.
The soldier's name, sex and rank have not been released at this time and the ADF is requesting privacy for the soldier's family.
TRADUÇÃO:
Soldado Australiano morre em Timor-Leste
ABC News
Postado há 6 horas e 4 minutos
Actualizado há 4 horas e 31 minutos
O Marechal da Força Aérea Angus Houston diz que as circunstâncias da morte serão investigadas. (SKY News)
A Força de Defesa Australiana (ADF) diz que morreu um soldado Australiano em Timor-Leste.
O soldado foi encontrado morto ontem à tarde com uma ferida de bala na área do quartel em Dili.
O soldado estava a servir como parte da Força Internacional de Estabilização em Timor-Leste.
Numa declaração, o Chefe da Força de Defesa, o Marechal da Força Aérea Angus Houston, diz que são ainda incertas as circunstâncias da morte do soldado e que serão investigadas formalmente pela ADF.
Diz que será formada uma comissão formal de inquérito.
O nome do soldado, sexo e posição não foram emitidas nesta altura e a ADF está a pedir privacidade para a família do soldado.
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The Socialist Alliance and East Timor
WSWS : News & Analysis : Australia & South Pacific
Nick Beams on YouTube
6 November 2007
The World Socialist Web Site is today publishing the third YouTube video address by Nick Beams, Socialist Equality Party national secretary and senate candidate in New South Wales. Beams, a leading authority on Marxist political economy and member of the WSWS International Editorial Board, is heading a national slate of 13 SEP candidates advancing a socialist and internationalist alternative to war and militarism, social inequality and the escalating attack on democratic rights.
In this three-minute video presentation, Beams points out that the Socialist Equality Party is the only party contesting the upcoming federal election to consistently oppose Australia’s military-police interventions in East Timor, Solomon Islands, Papua New Guinea, and other South Pacific countries. He explains the reasons behind these filthy neo-colonial operations, and indicts all the parliamentary parties, and their apologists in the radical protest milieu, that have not only remained silent, but endorsed—and even insisted upon—the Howard government’s continuing aggression in the region.
Beams focuses in particular on the role of the misnamed Socialist Alliance, and its principal component, the Democratic Socialist Perspective (DSP)—publishers of the Green Left Weekly. In 1999, the DSP led demonstrations demanding “troops in”, a function applauded by the ruling elite in its leading financial organ, the Australian Financial Review. An editorial in the AFR at the time drew out that the DSP’s demand ended the “taboo” that had operated since the Vietnam War on the deployment of Australian troops overseas.
Beams concludes by noting that the positions of the Socialist Alliance and the DSP arise out of opportunist and nationalist politics, which represent “an accommodation to the deepest interests of the government and Australian imperialism as a whole.”
The YouTube addresses by Beams and other SEP candidates can be viewed on the SEP’s election website (http://www.sep.org.au/ ) and our YouTube channel.
Authorised by N. Beams, 100B Sydenham Rd, Marrickville, NSW
Copyright 1998-2007
World Socialist Web Site
All rights reserved
TRADUÇÃO:
A Aliança Socialista e Timor-Leste
WSWS : News & Analysis : Australia & South Pacific
Nick Beams no YouTube
6 Novembro 2007
O Web Site do World Socialist está hoje a publicar a terceira mensagem por YouTube video de Nick Beams, secretário nacional do Partido Socialist Equality e candidato ao senado em New South Wales. Beams, uma autoridade líder em economia política Marxista e membro do Conselho Editorial Internacional do WSWS, lidera uma lista nacional de 13 candidatos do SEP que avançam uma alternativa socialista e internacionalista à guerra e ao militarismo, desigualdade social e ao ataque crescente contra direitos democráticos.
Nesta apresentação video de três minutos, Beams sublinha que o Socialist Equality Party é o único partido a disputar as próximas eleições federais a opor-se com consistência às intervenções militares-policiais da Austrália em Timor-Leste, Ilhas Salomão, Papua Nova Guiné e outros países do Pacífico Sul. Explica as razões por detrás dessas porcas operações neo-coloniais, e acusa todos os partidos parlamentares e os seus apologistas nos meios radicais de protesto que eles não apenas permaneceram calados, mas endossaram — e até insistiram — na continuação da agressão do governo de Howard na região.
Beams foca-se em particular no papel da erradamente chamada Aliança Socialista, e da sua principal componente a Democratic Socialist Perspective (DSP) — editores do Semanário Green Left (Verde Esquerda ). Em 1999, a DSP liderou manifestações exigindo “irem tropas”, um gesto aplaudido pela elite governante e o seu principal órgão financeiro, a Australian Financial Review. Um editorial no AFR na altura chamou a atenção que a exigência da DSP acabava com o “tabu” que havia desde a Guerra do Vietname sobre o destacamento de tropas Australianas no exterior.
Beams concluí sublinhando que as posições da Aliança Socialista e da DSP derivam de políticas oportunistas e nacionalistas, que representam “uma acomodação aos interesses mais profundos do governo e do imperialismo Australiano no geral.”
A mensagem no YouTube por Beams e outros candidates do SEP podem ser vistas no website eleitoral do SEP (www.sep.org.au ) e no seu canal YouTube channel.
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The last political stake for John Howard
The Jakarta Post
November 06, 2007
Ikrar Nusa Bhakti, Jakarta
The Australian federal election that will take place on Saturday Nov. 24, 2007 will probably be the last political stake for incumbent Prime Minister John Howard. He will be challenged by the opposition leader of the center-left Australian Labor Party (ALP), Kevin Rudd. If Howard wins the election, he will become the second-longest serving prime minister of Australia after Robert Gordon Menzies (April 28, 1938 - Aug. 26 1941 and Dec. 19, 1949 - Jan. 26, 1966). If Howard loses the election, it would mark the fall of one of U.S. President George W. Bush's last major allies.
Other leaders of the "coalition of the willing" who have already gone or been toppled include prime ministers Tony Blair of Britain, Jose Maria Aznar of Spain, Silvio Berlusconi of Italy and Poland's president Aleksander Kwasniewski. Howard, 68, is an experienced politician and still energetic. While his opponent, Rudd, 50, is a new young ALP leader and former diplomat who speaks Mandarin fluently.
After being elected the new ALP leader in mid-2006, Rudd became the toughest challenger since Howard defeated PM Paul Keating of the ALP in the March 26, 1996 election. If Kevin Rudd wins the election, he will become an ALP hero; similar to when Robert James Lee Hawke (Bob Hawke) successfully defeated PM Malcolm Fraser in the federal election of March 5, 1983.
Rudd's predecessor, Kim Beazley, was successively defeated by John Howard in the elections of 1998 and 2001. In the 2004 election, Mark Latham was also defeated by Howard. In the 2001 election, Howard benefited from the tragedy of WTC, New York, Sept. 11, 2001 and the issue of the MV Tampa, which saved illegal immigrants, mostly from Afghanistan. These events influenced voters in that election, when the debate focused on the issues of border protection and national security.
A terrorist attack on the Australian embassy in Jakarta on September 9, 2004, or during the second week of the Australian election campaign, increased coalition Liberal-National chances of victory because the election was refocused on the issue of national security, which was considered to be a coalition strength.
Today, the issue of terrorism or national security is not as important as it was in 2001 and 2004. In the 2007 Australian federal election, domestic issues such as the booming economy, tax reductions, the government's radical industrial relations reforms (which will negatively affect the role of trade unions; the power base of the ALP), education and health budgets and the environment are expected to be key election battlegrounds.
Although Australians have enjoyed an economic boom under the present conservative government, Rudd says the present government is out of touch with the ordinary people of Australia and the future direction of Australia. Therefore, the country needs new leadership.
Howard cleverly responded to Rudd's comments with a statement that the nation "does no need new leadership, it does not need old leadership. It needs the right leadership". Under the present government, the July 2007 interest rate was about 6.5%, the unemployment rate was about 4.2% and inflation rate was 2.0%. If two or more of these indicators rise, the government could lose the election.
Although the government has implemented a good economic policy so far, a Newspoll survey taken in the third week of October showed that Labor's primary vote support was up three points to 51 percent while the Liberal-National Party coalition was still at 38 percent. In two-party preferred, Labor favored 58 percent to win the general election on November 24.
As many as 50 percent of voters prefer ALP leader Kevin Rudd as the next prime minister over the 37 percent that prefer Howard (UPI, Oct.23). However, the battle is not over yet, since Howard could turn the situation around, as happened in the 1998 and 2004 elections.
The 2004 federal election result saw 150 House of Representative seats filled by 87 coalition L/N-P members, 60 ALP members and three independents. In order to win in the 2007 election, namely to win 76 seats in a house of 150, the ALP needs to win 16 additional seats, which corresponds to a uniform swing of 4.8 %.
The substance of Australian foreign policy will not drastically change if Labor wins the election. However, Australia's relations with its Asian neighbors, including Indonesia, will probably improve since the Labor government usually chooses to focus on its relationship with Asia rather than with the U.S. and European countries. It is a choice between geography and culture. Although Australia-U.S. relations may not change that much, a Labor government is usually more independent from the U.S. compared to a conservative coalition government.
From an ideological perspective, since the early 1980s there has been no difference between the ALP and the conservative coalition L/N-P, except for its trade unions relations. For example, it was a Labor government under Bob Hawke and Paul Keating that first introduced privatization and a liberal economy in Australia in the early 1980s.
Labor, who are ideologically against the use of force, planned to increase Australia's military capacity when Kim Beazley was the minister of defense in the mid-1980s. It was also a Labor government under Paul Keating who first signed a security agreement with Indonesia in December 1995. To the contrary, conservative Australian governments, particularly under PM Malcolm Fraser and PM John Howard, have consistently implemented so-called "good international citizenship" policies.
From a historical point of view, Australia's relations with Indonesia have been more stable when Labor has been in power compared to when coalition governments have been in power. Labor PM Joseph Bennedict Chiefly, who supported Indonesian independence in 1945 and PM Paul Keating, who initiated the Agreement on Maintaining Security with Indonesia in 1995, have not been erased from the memories of Indonesians.
Even though present PM John Howard supported East Timor independence in 1990 -- where it was actually a Habibie administration policy to give East Timor a referendum -- Indonesians should also respect him as a friend of Indonesia's during the Asian economic crisis and after a tsunami hit Aceh and Nias at the end of December 2004. No one knows who will win the election in Australia, an old or new leader.
The writer is a research professor at the Research Center for Political Studies at the Indonesian Institute of Sciences. He is now a visiting research fellow at the Center for Southeast Asian Studies, Kyoto University, Japan.
TRADUÇÃO:
A última aposta política para John Howard
The Jakarta Post
Novembro 06, 2007
Ikrar Nusa Bhakti, Jakarta
As eleições federais Australianas que se realizam no Sábado Nov. 24, 2007 serão provavelmente a última aposta política para o corrente Primeiro-Ministro John Howard. Será desafiado pelo líder da oposição do centro-esquerdo Australiano Labor Party (ALP), Kevin Rudd. Se Howard ganhar as eleições, tornar-se-à o segundo primeiro-ministro mais tempo no cargo na Austrália depois de Robert Gordon Menzies (Abril 28, 1938 - Ag. 26 1941 e Dez. 19, 1949 - Jan. 26, 1966). Se Howard perder as eleições, marcará a queda de um dos maiores aliados do Presidente George W. Bush dos USA.
Outros líderes da "coligação dos concordantes" que já se foram ou que foram derrubados incluem os primeiros-ministros Tony Blair do RU, José Maria Aznar de Espanha, Silvio Berlusconi da Itália e o presidente da Polónia Aleksander Kwasniewski. Howard, 68 anos, é um politico experiente e ainda com energia. Enquanto o seu opositor, Rudd, 50 anos, é um novo jovem líder do ALP e antigo diplomata que fala fluentemente Mandarin.
Depois de eleito novo líder do ALP em meados de 2006, Rudd tornou-se o mais duro concorrente desde que Howard derrotou o PM Paul Keating do ALP nas eleições de 26 de Março de 1996. Se Kevin Rudd ganhar as eleições, tornar-se-à o herói do ALP; similar a quando Robert James Lee Hawke (Bob Hawke) derrotou com sucesso o PM Malcolm Fraser nas eleições federais em 5 de Março de 1983.
O predecessor de Rudd, Kim Beazley, foi derrotado sucessivamente por John Howard nas eleições de 1998 e 2001. Nas eleições de 2004, Mark Latham foi também derrotado por Howard. Nas eleições de 2001, Howard beneficiou da tragédia do WTC, em Nova Iorque em 11 de Setembro de 2001 e da questão do MV Tampa, que salvou imigrantes ilegais, a maioria do Afeganistão. Esses eventos influenciarem os eleitores nessas eleições, quando o debate se focou em questões de protecção da fronteira e segurança nacional.
Uma ataque terrorista contra a embaixada Australiana em Jacarta em 9 de Setembro, 2004, ou durante a segunda semana da campanha eleitoral Australiana, aumentou as possibilidades de vitória da coligação Liberal-Nacional porque a eleição foi re-focada na questão da segurança nacional, que era considerada ser o ponto forte da coligação.
Hoje, a questão do terrorismo ou da segurança nacional não é tão importante como era em 2001 e em 2004. Nas eleições federais Australianas de 2007, é esperado que a chave para as batalhas eleitorais sejam questões domésticas como a economia em expansão, redução de impostos, reformas radicais das relações industriais do governo (que afectarão negativamente o papel dos sindicatos; o poder das bases do ALP), orçamentos da educação e saúde e o ambiente.
Apesar dos Australianos estarem a gozar de um crescimento económico sob o presente governo conservador, Rudd diz que o presente governo está divorciado das pessoas comuns da Austrália e da direcção do futuro da Austrália. Por isso, o país precisa de nova liderança.
Howard respondeu inteligentemente ao comentário de Rudd com a afirmação de que a nação "não precisa de nova liderança, não precisa de velha liderança, precisa da liderança certa". Sob o presente governo, a taxa de juros em Julho 2007 era de cerca de 6.5%, a taxa de desemprego era de cerca de 4.2% e a taxa de inflação era de 2.0%. Se dois ou mais de dois destes indicadores subirem, o governo pode perder as eleições.
Apesar de até agora o governo ter implementado uma boa política económica, uma sondagem da Newspoll feita na terceira semana de Outubro mostrava que o apoio do Labor subira três pontos para 51 por cento enquanto o da coligação Liberal-Nacional Party estava ainda nos 38 por cento. Nos dois partidos preferidos o Labor saía favorecido com 58 por cento para ganhar as eleições gerais em 24 de Novembro.
Tantos quantos 50 por cento dos eleitores preferiam o líder do ALP Kevin Rudd para ser o próximo primeiro-ministro sobre 37 por cento que preferiam Howard (UPI, Out.23). Contudo, a batalha não acabou, dado que Howard pode dar a volta à situação como aconteceu nas eleições de 1998 e de 2004.
Da eleição federal de 2004 resultou que dos 150 membros da Casa de Representantes 87 eram da coligaçãoL/N-P, 60 do ALP e três eram independentes. Para vencer as eleições de 2007, nomeadamente para ganhar 76 lugares numa casa de 150, o ALP precisa de ganhar mais 16 lugares, o que corresponde a uma viragem uniforme de 4.8 %.
A substância da política externa Australiana não mudará drasticamente se o Labor ganhar as eleições. Contudo as relações da Austrália com os vizinhos Asiáticos, incluindo a Indonésia, melhorará provavelmente dado que o governo do Labor habitualmente escolhe focar as suas relações com a Ásia em vez de com os USA e os países Europeus. É uma escolha entre a geografia e a cultura. Apesar de as relações Austrália-U.S.A. poderem não mudar tanto como isso um governo Labor é geralmente mais independente dos USA em comparação com um governo de coligação conservador.
Duma perspectiva ideológica, desde os princípios de 1980s não tem havido diferença entre o ALP e a coligação conservadora L/N-P, excepto nas relações com os sindicatos. Por exemplo, foi um governo Labor sob Bob Hawke e Paul Keating que primeiro introduziu as privatizações e a economia liberal na Australia nos primeiros anos de 1980s.
O Labor, que ideologicamente está contra o uso da força, planeou aumentar a capacidade militar da Austrália quando Kim Beazley era o ministro da defesa em meados de 1980s. Foi também um governo Labor sob Paul Keating quem primeiro assinou um acordo de segurança com a Indonésia em Dezembro de 1995. Pelo contrário, os governos conservadores Australianos, particularmente sob o PM Malcolm Fraser e o PM John Howard, têm consistentemente implementado as chamadas políticas de "boa cidadania internacional".
De um ponto de vista histórico, as relações da Austrália com a Indonésia têm sido mais estáveis quando o Labor tem estado no poder comparado quando são os governos de coligação no poder. O PM do Labor Joseph Bennedict Chiefly, que apoiou a independência Indonésia em 1945 e o PM Paul Keating, que iniciou o Acordo para Manter a Segurança com a Indonésia em 1995, não foram apagados das memórias dos Indonésios.
Mesmo apesar do presente PM John Howard ter apoiado a independência de Timor-Leste nos anos 1990 – quando o que aconteceu foi a política da administração de Habibie em dar um referendo a Timor-Leste – os Indonésios devem ainda respeitá-lo como amigo da Indonésia durante a crise económica Asiática e depois dum tsunami ter atingido Aceh e Nias no final de Dezembro de 2004. Ninguém sabe quem é que vai ganhar as eleições na Austrália, se um líder velho ou novo.
O escritor é um professor de investigação no Centro de Investigação de Estudos Políticos no Instituto Indonésio de Ciências. Agora é um académico de investigação no Centro de Estudos do Sudeste Asiático, Universidade de Kyoto, Japão.
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20:06
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Procuram-se respostas
Margarida deixou um novo comentário na sua mensagem "Oxford Workshop on History, Society and Politics i...":
Afinal ficámos sem saber quem são os "académicos e actores políticos" convidados e a razão da sessão de sexta-feira ser à porta fechada...
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Dos Leitores
H. Correia deixou um novo comentário na sua mensagem "Militar australiano insulta deputados":
"President Ramos-Horta said that ISF and UNPol never act brutally against any people; however if there is action, there will be reaction, he said."
TRADUÇÃO:
"O Presidente Ramos-Horta disse que a ISF e a UNPol nunca actuaram com brutalidade contra ninguém; contudo, se há acção, haverá reacção, disse ele."
Ouviram, senhores deputados? Nada de "acções". Senão...
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Reinado: ”pivot” da Austrália só cumpre ordens
Blog Timor Lorosae Nação - Segunda-feira, 5 de Novembro de 2007
Sementes da lusofobia não são por acaso
Malae Belu
Parece que já todos esqueceram as circunstâncias em que Alfredo Reinado foi apanhado com a “boca na botija” e que ele não foi preso e presente a tribunal – que ordenou a sua prisão preventiva - por andar a dar sementes às catatuas.
Alfredo Reinado, para além de se ter conluiado com Xanana Gusmão e provavelmente com Horta de modo indirecto, tem efectivamente um dono que por interpostos agentes o fazem avançar e recuar conforme interessa.
Em política nada acontece por acaso e muito menos quando em jogo estão imensos milhões para extrair do mar de Timor e na própria ilha.
Interessa para a política planificada da Austrália, relativamente a Timor-Leste, que Portugal se afaste assim como todos os outros países lusófonos, principalmente o Brasil.
Não lhes convém a partir de agora que portugueses ou brasileiros persistam em continuar no país, pois são eles que afinal fazem passar para o resto do mundo aquilo que é o quotidiano timorense, fazendo com que as informações corram nos satélites como dardos que desmascaram as suas reais intenções.
Para o presidente Horta e ao primeiro-ministro Xanana Gusmão não parece que seja tão evidente o desejo deste tão radical querer australiano, mas sempre fará algum jeito porque se existe sítio onde eles não são bem quisto é exactamente entre os portugueses e os brasileiros – tudo devido às informações que chegam a esses países pelos cidadãos que lá estão a cooperar.
Será bom que aqui se recorde a afronta que os militares australianos fizeram aos portugueses logo que chegaram a Timor na crise do ano passado. A sua vontade de “criar caso” ficou bem revelada e a animosidade em relação à sua presença existiu sempre, e existirá enquanto por lá permanecerem.
Isto não aconteceu, nem acontece por acaso. Que não se iludam aqueles que acreditarem nos sorrisos e palavras dos políticos que visitam o país e elogiam babadamente os seus antagonistas. A diplomacia e a hipocrisia a isso obrigam.
Para quem está atento e acredita mesmo que nada acontece por acaso em política, nem naquilo que está a ocorrer em Timor, será fácil poder ver que tem vindo a ser transportado para o espírito dos timorenses a lusofobia. Superiormente isso tem sido aceite e evidenciado por Horta e Xanana e depois pelo resto da pirâmide em que eles se apoiam.
Mais uma vez um novo empurrão foi dado pelo “pivot” australiano nesse sentido. Alfredo Reinado declarou-se na entrevista ontem concedida à ABC o elemento depreciativo dos países lusófonos que simplesmente têm cooperado com Timor-Leste e a seu tempo – quando os seus donos considerarem oportuno – a muito mais grave instigará.
Chegará a altura em que por receios compreensivos os cooperantes lusófonos ver-se-ão na contingência de ir embora de Timor-Leste.
Em Timor-Leste ficará quem a Austrália quiser, independentemente de ela própria mudar de governo ou não, nestas próximas eleições.
Quando se disse que Portugal estava a “entregar Timor à Austrália” o sentimento corresponde à realidade, só faltando perceber porquê.
É que Portugal ou os outros países lusófonos presentes nada podem fazer se sentirem e souberem que essa é a vontade de Horta e Xanana nos seus “pragmatismos” anteriormente delineados.
Evidentemente que Portugal está a querer retirar todos os militares da GNR lá deslocados, deixando um ou outro ao serviço das UN. Evidentemente que existem informações do deteriorar da situação e naquilo que ela pode redundar relativamente a pessoal civil - professores e não só.
É que a animosidade está em crescendo. Foi plantada há tempos e já germinou, agora só podem acontecer duas coisas: ou seca e fina-se ou cresce muito mais. Isso constituirá um perigo para a integridade física dos portugueses e de todos que provêm da lusofonia, principalmente brasileiros.
Porque a intenção de reduzir os portugueses em Timor, se necessário a retirada total, foi manifestada pelo Governo português, e porque o quer fazer rapidamente, em breve, vimos a resplandecente hipocrisia de Horta, principalmente, fazendo uma visita que procurará protelar essa retirada, para que assim não seja tão evidente a “entrega à Austrália”. É só uma questão de diferentes timing’s, querendo Horta manter aparências e o governo português preservar a integridade dos seus cidadãos. Não se julgue que os serviços de informações portugueses não funcionam.
Evidentemente que qualquer individuo sabe que a generalidade dos timorenses considera nada ter contra Portugal ou contra os portugueses, nem contra os brasileiros ou outros lusófonos, mas o facto é que a mestria demonstrada pelos serviços australianos na manipulação das situações e das populações não deve permitir que se protelem as manobras que devem ser feitas a tempo e em segurança, com um sorriso copiado aos hipócritas da diplomacia mas com uma lágrima no canto do olho.
Primeiro deve-se preservar a saúde e a vida daqueles que lá estão por bem e a solução pode ser que seja mesmo a total retirada.
Os timorenses, se não estiverem de acordo, que peçam explicações a Horta e Xanana.
Já agora questionemo-nos: porque motivo é que Reinado aparece de vez em quando manipulando as peças do xadrez? Porque motivo Alfredo Reinado continua impune, sem ser presente a tribunal. Porque, para assim acontecer, ele tem a protecção de Horta, de Xanana, da ONU e de Hutcheson?
Tudo isto, apesar das exigências do tribunal e da justiça para que se cumpram os ditames da lei e da ordem!
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05:24
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Que Portugal não se esqueça dos apupos
Vox Populi - Sábado, 3 de Novembro de 2007
Ramos Horta: ele vem aí!
António Veríssimo
Não deixa de constituir uma surpresa a vinda de Ramos Horta a Portugal, quando ainda não há muito Cravinho, secretário de estado do governo de Sócrates esteve em Timor-Leste.
Melhor, quando ainda não há muito Ramos Horta esteve nos Estados Unidos, na ONU e depois na Europa.
Se tinha assuntos para tratar em Portugal porque não inclui-los na agenda e evitar o incómodo de ter novamente de viajar para tão longas distâncias? Que ocorreu de tão premente em Timor-Leste que obrigue à intervenção do presidente timorense no trato de assuntos relacionados com ambos os países?
Não deixa de ser um mistério, esta visita do PR timorense à Lusa Pátria.
Diz-me um amigo que ele vai tratar de um doutoramento na Universidade de Braga. Mais um.
Informaram-me que também aquele tipo de doutoramentos é "sabão em tábua de calçada" em que os "doutorados adquirem os títulos por simpatia", que é "como os explosivos quando estão próximos uns dos outros: lá vai disto!"
Mesmo assim não se compreende o incómodo da deslocação, podiam fazer tudo isso por correspondência, ou por video-conferência.
Mas, pronto, tudo bem. Ele quer dar-se a esse incómodo... que venha e se prepare para ouvir uns apupos lá na Universidade de Braga, como prometem.
Certamente devido à visita anunciada Horta achou por bem dar uma pequena entrevista, por escrito, a Jorge Heitor, do jornal "Público" - um profissional interessante e de mãos limpas na sua relação com a profissão que bem desempenha.
Diz Horta que o significado desta viagem é a sua primeira visita oficial a um país europeu e que ele prima por ter de ser a Portugal pela importância das relações entre os dois países, para além de valores mais altos se perfilarem relativos aos seus sentimentos "de muita amizade, gratidão sincera, realismo e pragmatismo" em relação a Portugal e aos portugueses.
Claro está que estas são palavras diplomáticas que os mais mais vernáculos classificam de verbais dejecções de conveniência. Tão pouco são para acreditar em termos sentimentais, se quisermos recordar que os políticos da actualidade raramente são portadores de sentimentos de tamanha dignidade. É uma constatação global.
Falam bem, mas não contribuem para a nossa felicidade. Antes pelo contrário.
As perguntas de Jorge Heitor foram as evidentes e que vieram mesmo a calhar para perceber respostas que revelam aos interessados nas políticas dos responsáveis timorenses o que não vão fazer do país: um país independente, um país naquela parte do mundo com personalidade própria e que pela sua pequenez e originalidade, pela sua história comum, será sempre acompanhado com honestidade e muita solidariedade pelos amigos portugueses. Não somos uns amigos quaisquer mas sim irmãos da lusofonia - coisa de que Timor-Leste já se está a afastar quando ainda nem passou da porta de entrada.
A entrevista de Horta merece ser "descascada" de fio a pavio. É nas entrelinhas que estão as respostas a muitas das dúvidas que pairam nos nossos espíritos atormentados por tantas injustiças de que os timorenses têm sido vítimas.
Ficou-se a saber que o inglês e o bahasa irão ser oficialmente reconhecidos como línguas do país e não parece que isso venha fazer com que o português perdure naquela parte do mundo, a não ser por uns quantos "saudosistas" e fieis irmãos.
Pois sim. Porque não? O país é de Horta e de Xanana, são eles que decidem. Foram eles que lutaram no campo e na secretaria são eles que se consideram os "donos do território e do mar". São eles que legitimamente o podem vender!
A democracia tem destas coisas, quando com ela se misturam golpes de estado com a aprovação e apoios da ONU, da Austrália, de Sócrates - que não de Portugal ou dos portugueses!
Nesta entrevista dejecto-verbal - como diriam os vernáculos - o melhor são as perguntas. De tão simples, mas objectivas, fizeram com que nas entrelinhas percebêssemos as respostas.
Ficámos com a certeza de que não tinham razão aqueles que se indignaram sinceramente por ser afirmado com alguma antecedência que Portugal estava a "entregar" Timor-Leste à Austrália.
Este entregar deve ser entendido como demissão das responsabilidades históricas e de cumprimento da vontade manifestada pela maioria dos portugueses antes, depois e presentemente, se os timorenses assim o desejarem. Note-se, timorenses, não os negociantes Horta e Xanana ou da sua área de pensamento e acção.
Ponderemos nas políticas de José Sócrates em Portugal, no seu provincianismo afectado pelas fofas alcatifas e demais mordomias, para perceber que os actuais governantes de Portugal decidiram com influências de Inglaterra e de empórios financeiros internacionais o seu afastamento de algo que poderia fazer a diferença naquela região do globo.
Afinal todos estes políticos agora no poder, nacional-timorenses ou não, aquilo que têm feito na condução da jovem nação mais não tem sido que negociatas.
Lamentavelmente há políticos portugueses envolvidos nas "caldeiradas".
De Sócrates não seria de esperar outra coisa, assim como de Horta. Eles têm afinidades impressionantes...
Se bem pensarmos, são afinidades similarmente corriqueiras nestes políticos desta vergonhosa "nova" Ordem Mundial".
Outros tempos virão e essas vontades serão mudadas.
Que Braga não se esqueça dos apupos. Melhor, que Portugal não se esqueça dos apupos.
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Malai Azul 2
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05:22
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Horta: o pragmático da tanga!
Blog Timor Lorosae Nação - Sábado, 3 de Novembro de 2007
Presidente autista que também é itinerante
Alfredo Ximenes
Foi anunciado que José Ramos Horta vai a Portugal daqui por duas semanas e logo uma entrevista procurou de algum modo auscultar o estado de espírito do PR e procurar perceber aquilo que lá vai fazer, se considerar que nem há um mês Horta esteve na Europa.
Como já quase não acredito naquilo que o Presidente diz – cá tenho as minhas razões – considero que a surpresa desta ou daquela afirmação para alguns, são para mim mais do mesmo e que tudo é dito em conformidade com as conveniências do momento e do local de maior consumo daquilo que ele diz.
Haverá muito português que nem sonha quantos políticos existem muito mais mentirosos que o PM de Portugal, José Sócrates. Horta vai na senda desses políticos e é assim que será o seu estilo. Horta só não mente aos abastados e aos amigos, de resto não há um único timorense que não sinta na pele e no dia-a-dia que daquilo que o PR prometeu na sua campanha eleitoral está a acontecer zero em seu benefício.
Não é por acaso que milhares de timorenses continuam a viver em campos de deslocados. Mais de cem mil.
Não é por acaso que a igreja vai cobrar em tranches o tal milhão que lhe foi prometido – há quem afirme que já está a receber.
Não é por acaso que a miséria grassa por Timor-Leste em contraste com reluzentes recepções da presidência e dos governantes.
É um fartote de encontrar pretextos para comemorar em homenagem a este e aquele.
Resumindo, temos um PR que mistura funções, deixa o governo à rédea solta para fazer coisa alguma, preocupa-se com o estado das estradas mas não vê a desgraça que se arrasta pelas bermas…
Que mais dizer de quem nem já merece uma linha, quanto mais todos estes parágrafos.
Temos um presidente autista que também é itinerante.
Ele afirma-se, na entrevista que facultou ao Público, jornal de Portugal, pragmático.
Mas como? Horta não é um indivíduo prático, antes pelo contrário.
Sabe-se que ele fez pouca coisa sobre filosofia e que era um tumba de primeira, mas então não aplique termos que não correspondem à realidade.
Tanto quanto se sabe, o pragmatismo tem a ver com a capacidade da inteligência dos seres pensantes em serem actuantes sobre as coisas em vez de andarem a engonhar para as compreender após muitas voltas e rodriguinhos.
Se Horta considera que tem sido pragmático melhor será irmos ao Cristo Rei ao pé-coxinho e voltarmos.
Pragmático coisa nenhuma. Ele tem sido é um Nhonhocas insuportável que nos ignora apesar de dizer e procurar demonstrar o contrário.
Foi primeiro-ministro e nada resolveu, é presidente e passa a vida fora do país, ou quase.
Há quem diga que em espírito anda sempre fora deste “inferno”. Assim parece.
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Malai Azul 2
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Oxford Workshop on History, Society and Politics in Portugal and East Timor
ETAN - Sat, 03 Nov 2007 08:44
Convenors: Professor Nancy Bermeo (Nuffield College); Dr Peter Carey (Trinity College); Dr Rui Feijo (Porto and St Antony's College) and Dr David B. Goldey (Lincoln College)
This workshop focuses on contemporary Portugal, the country that began the Third Wave of democratization in 1974, and East Timor, a former Portuguese colony that is struggling with the challenges of democratization today. The first part of the workshop will concentrate on the history and dynamics of regime change in East Timor. The second half will focus on changes and continuities in Portuguese politics since the revolution. The invited speakers include both scholars and political actors with first-hand knowledge of the issues to be discussed.
Date and Time:
Friday 16 November 2007, 20:30 (This is a closed session by invitation only)
Saturday 17 November 2007, 9:15 - 17:15
Venue:
Friday 16 November at Nuffield College (closed session)
Saturday 17 November at Manor Road Building, Oxford
More information: http://www.politics.ox.ac.uk/contact.asp?m=staff&ref=315
TRADUÇÃO:
Workshop em Oxford sobre História, Sociedade e Política em Portugal e Timor-Leste
ETAN - Sábado, 03 Nov 2007 08:44
Organizadores: Professor Nancy Bermeo (Nuffield College); Dr Peter Carey (Trinity College); Dr Rui Feijó (Porto e St Antony's College) e Dr David B. Goldey (Lincoln College)
Esta foca-se no Portugal contemporâneo, o país que começou a terceira vaga de democratização em 1974, e Timor-Leste, uma antiga colónia Portuguesa que hoje luta com os desafios da democratização. A primeira parte da workshop concentrar-se-à na história e dinâmicas da mudança de regime em Timor-Leste. A segunda metade focará as mudanças e continuidades da política Portuguesa desde a revolução. Os oradores convidados incluem académicos e actores políticos com conhecimento em primeira mão das questões que vão ser discutidas.
Data e Horas:
Sexta-feira 16 Novembro 2007, 20:30 (Esta é uma sessão fechada apenas por convite)
Sábado 17 Novembro 2007, 9:15 - 17:15
Local:
Sexta-feira 16 Novembro no Nuffield College (sessão fechada)
Sábado 17 Novembro no Edifício da Manor Road , Oxford
Mais informações: http://www.politics.ox.ac.uk/contact.asp?m=staff&ref=315
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Malai Azul 2
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Recolha de livros para Timor e S. Tomé
Educare-pt
Teresa Sousa 2007-11-05
Até ao final do mês de Novembro está a decorrer uma campanha de recolha de livros para Timor Leste e S. Tomé e Príncipe.
A iniciativa está a ser organizada pelo Núcleo de Estudos Literários e Artísticos (NELA) e pelo Gabinete Cultural da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto.
A campanha, de acordo com a nota enviada à comunicação social, pretende possibilitar "o conhecimento e divulgação da língua portuguesa e das literaturas que a utilizam". Os volumes terão como destino a biblioteca da escola portuguesa em Díli (ainda em formação) e instituições de solidariedade social em S. Tomé e Príncipe.
Os organizadores referem que podem ser entregues, até ao dia 30 de Novembro, na Secretaria da Escola Superior de Educação do Porto, livros novos ou em segunda mão. Embora não se estabeleçam critérios para as áreas temáticas, apela-se, sobretudo, à oferta de exemplares dedicados à literatura para a infância e juventude.
Informações:
Telefone: 22 507 34 60
E-mail: nela@ese.ipp.pt
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segunda-feira, novembro 05, 2007
Aprendeu com eles a meter-se na política interna de outros países...
The Age
Endorsement: Jose Ramos Horta supports Margherita Tracanelli.
Peter Ker
November 6, 2007
Ramos Horta backs Howard rival in Bennelong
EAST Timor President Jose Ramos Horta has weighed into the 2007 federal election campaign by passionately endorsing a direct opponent of Prime Minister John Howard in the Sydney electorate of Bennelong.
Despite foreign leaders traditionally staying out of Australia's domestic politics, Mr Ramos Horta has lent his support to Margherita Tracanelli, who is contesting Bennelong for the Climate Change Coalition party.
In a glowing 103-word email tribute seen by The Age yesterday, Mr Ramos Horta said Ms Tracanelli was "very hardworking, articulate and eloquent".
He then speculated over her winning Bennelong, which Mr Howard holds by 4.1 per cent.
"She will be a convinving (sic), powerful voice in the Federal Parliament," he said. Ms Tracanelli worked for Mr Ramos Horta in East Timor as a communications consultant during the 1990s.
In the statement, which was prefaced with a note saying "Here it goes, a sentence for you" and signed with the letter "J", Mr Ramos Horta praises Ms Tracanelli for her commitment to environmental causes.
"Margherita Tracanelli is one of those human beings with a heart and passion," he said. "For me, a good leader, a true leader, is someone who has a heart, who is compassionate and is passionate about what she/he believes in, someone who cares about the poor and the dispossessed of this planet.
"Margherita is one such person who cares and is passionate about our environment, our planet, about the harm we have done to our own common home, the home of humanity, the home of our children."
Ms Tracanelli also has a handwritten personal reference signed by Mr Ramos Horta dated October 30, 1996.
The Age contacted Mr Ramos Horta's media spokesman, Joel Maria Pereira, in Dili yesterday in an attempt to confirm the tribute.
Mr Pereira said he could not contact Mr Ramos Horta because the President was visiting regional parts of East Timor and would not return to Dili until later this week.
But Ms Tracanelli said she was good friends with Mr Ramos Horta, and he had written the note on Sunday in full knowledge that it would be made public. "I told him I was going to stand and he said 'I would vote for you'," she said.
"I normally wouldn't use him but I thought this is an occasion in which I should pull out all the stops."
Ms Tracanelli said Mr Ramos Horta was fully aware of the significance of Bennelong being the home seat of the Prime Minister. But she added there was no bad blood between Mr Ramos Horta and Mr Howard.
"He knows it is worthwhile because he understands the security issue of climate change," she said.
Ms Tracanelli also has a 2004 reference from former Australian Defence Force chief General Peter Cosgrove relating to her work in East Timor, but being more than three years old, it does not endorse her political ambitions to claim Bennelong.
Earlier this year, US President George Bush said he would not prejudge the decision of Australian voters when asked if Australia's alliance with the US would weaken under a Rudd Labor government.
Mr Ramos Horta has links to many Australian politicians. Foreign Affairs Minister Alexander Downer previously described him as "a friend" while former Victorian Labor premier Steve Bracks now works as an unpaid adviser to the East Timorese Government.
The Climate Change Coalition has several high-profile candidates in NSW, with science guru Dr Karl Kruszelnicki on the Senate ticket, and former deputy mayor of Sydney, Dixie Coultan, contesting the lower house seat of Wentworth against Environment Minister Malcolm Turnbull.
TRADUÇÃO:
Endosso: José Ramos Horta apoia Margherita Tracanelli.
Peter Ker
Novembro 6, 2007
Ramos Horta apoia rival de Howard em Bennelong
O Presidente de Timor-Leste José Ramos Horta entrou pesadamente na campanha das eleições federais de 2007 ao endossar com paixão uma opositora directa do Primeiro-Ministro John Howard no círculo eleitoral de Sydney, Bennelong.
Apesar dos líderes estrangeiros tradicionalmente se manterem arredados das políticas domésticas da Austrália, o Sr Ramos Horta deu o seu apoio a Margherita Tracanelli, que está a disputar Bennelong pela partido Coligação da Mudança Climática.
Num glamoroso email de louvor de 103 palavras, visto ontem pelo The Age, o Sr Ramos Horta disse que a Srª Tracanelli era "muito trabalhadora, articulada e eloquente".
Depois especulou sobre ela ganhar Bennelong, que o Sr Howard venceu pela diferença de 4.1 por cento.
"Ela será uma voz convincente (sic), poderosa no Parlamento Federal," disse. A Srª Tracanelli trabalhou para o Sr Ramos Horta em Timor-Leste como consultira de comunicações durante os anos 1990s.
Na declaração, que foi prefaciada com uma nota que dizia "Aqui vai, uma frase para si" e assinada com a letra "J", o Sr Ramos Horta louva a Srª Ms Tracanelli pelo seu compromisso com causas ambientais.
"Margherita Tracanelli é um desses seres humanos com coração e paixão," disse. "Para mim um bom líder, um verdadeiro líder é alguéwm que tem coração, que é compassivo e é apaixonado pelo que acredita, alguém que cuida dos pobres e dos desapossados deste planeta.
"Margherita é uma destas pessoas que se preocupa e é apaixonada com o ambiente, com o nosso planeta, com os estragos que causámos na nossa casa comum, a casa da humanidade, a casa dos nossos filhos."
A Srª Tracanelli tem ainda uma referência pessoal escrita à mão assinada pelo Sr Ramos Horta datada de 30 de Outubro de 1996.
The Age contactou o porta-voz para os media do Sr Ramos Horta, Joel Maria Pereira, ontem, em Dili numa tentativa para confirmar o elogio.
O Sr Pereira disse que não podia contactar o Sr Ramos Horta porque o Presidente estava em visita em partes regionais de Timor-Leste e só regressaria a Dili mais tarde nesta semana.
Mas a Srª Tracanelli disse que era uma grande amiga do Sr Ramos Horta, e que ele tinha escrito a nota no Domingo sabendo que seria tornada pública. "Disse-lhe que ia concorrer e ele disse 'votarei em ti'," disse ela.
"Normalmente não o usaria mas pensei que esta é uma ocasião em que devo usar todos os apoios."
A Srª Tracanelli disse que o Sr Ramos Horta sabe perfeitamente o significado de Bennelong ser o círculo eleitoral da casa do Primeiro-Ministro. Mas acrescentou que não há más vontades entre o Sr Ramos Horta e o Sr Howard.
"Ele diz que vale a pena porque compreende a questão de segurança das mudanças climáticas," disse ela.
A Srª Tracanelli tem também uma carta de referência de 2004 do antigo Chefe das Forças de Defesa Australianas General Peter Cosgrove relativa ao seu trabalho em Timor-Leste, mas tendo mais de três anos não endossa as suas ambições políticas de ganhar Bennelong.
No princípio deste ano, o Presidente dos USA George Bush disse que não pre-julgaria a decisão dos eleitores Australianos quando lhe perguntaram se a aliança da Austrália com os USA ficaria enfraquecida sob um governo do Labor de Rudd.
O Sr Ramos Horta tem ligações com muitos políticos Australianos. O Ministro dos Estrangeiros Alexander Downer descreveu-o antes como "um amigo" enquanto o antigo premier de Victoria do Labor Steve Bracks trabalha agora como conselheiro não pago do Governo Timorense.
A Coligação da Mudança Climática tem vários candidatos de alto perfil na NSW, com o guru da ciência Dr Karl Kruszelnicki na disputa do Senado, e o antigo vice-presidente da câmara de Sydney, Dixie Coultan, a disputar o lugar da câmara baixa de Wentworth contra o ministro do Ambiente Malcolm Turnbull.
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Dos Leitores
David deixou um novo comentário na sua mensagem "Militar australiano insulta deputados":
Muito se preocupa a Ministra da Justiça com Rogério Lobato, que nunca fugiu da justiça.
Mas nem uma palavra sobre o foragido Reinado.
Será cobardia?...
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Militar australiano insulta deputados
Os deputados da Comissão de Negócios Estrangeiros, Defesa e Segurança foram insultados por um militar australiano das Forças de Estabilização, quando se encontravam numa missão em Covalima, reunidos com o chefe da polícia local.
O militar queria interromper a reunião para falar com o chefe da polícia, sem motivo, mesmo depois dos deputados se terem identificado e explicado que se tratava de uma reunião da Comissão.
O militar começou aos gritos a dizer que não queria saber quem eram e que queria que a reunião acabasse.
Os deputados mostraram-se indignados e o militar continuou a dizer que queria lá saber quem eram.
A missão era presidida pelo Presidente da Comissão, o deputado do CNRT Duarte Nunes, acompanhado pelos deputados David Ximenes, Ana Pessoa e o comandante L7.
O chefe da polícia não interrompeu a reunião.
Mais uma amostra da falta de respeito dos militares australianos e mais uma provocação..
Mas o Presidente Ramos-Horta continua a defendê-los e o PM Xanana caladinho...
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Parlamento Nacional - Agenda no. 32/II - Segunda-Feira, 5 de Novembro de 2007
Gabinete de Relações Públicas
A Sessão Plenária de hoje foi presidida pelo Vice-Presidente do Parlamento Nacional, Sr. Vicente da Silva Guterres coadjuvado pela Secretária da Mesa, Sra. Maria Terezinha Viegas e pelas Vice-Secretárias, Sra. Maria da Costa Exposto e Sra. Teresa Maria de Carvalho.
Esteve presente nesta sessão plenária a Ministra da Justiça, Sra. Lúcia Lobato, que prestou esclarecimentos aos parlamerntares sobre a situação do cidadão Rogério Tiago Lobato, bem, como, em geral, sobre tribunais e estabelecimentos prisionais.
No período de antes da ordem do dia teve lugar a discussão e votação do voto de protesto no. 3/II- pelo tratamento indecoroso de um militar australiano das Forças de Estabilização Internacionais, de nome Cole, em relação aos Deputados da Comissão de Negócios Estrangeiros, Defesa e Segurança Nacionais.
Depois do debate no plenário, a Mesa do Parlamento decidiu convocar uma reunião entre os presidentes das bancadas parlamentares.
No período da ordem do dia continuou a discussão e votação, na generalidade e especialidade, do Orçamento do Parlamento Nacional.
A discussão da Proposta de Lei em epígrafe continua amanhã dia 6 de Novembro de 2007.
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UNMIT – MEDIA MONITORING - Monday, 5 November 2007
"UNMIT assumes no responsibility for the accuracy of the articles or for the accuracy of their translations. The selection of the articles and their content do not indicate support or endorsement by UNMIT express or implied whatsoever. UNMIT shall not be responsible for any consequence resulting from the publication of, or from the reliance on, such articles and translations."
National Media Reports
President Ramos Horta asking for audit of Fretilin Government
President José Ramos-Horta has promised to audit the former Fretilin government to find out whether or not corruption existed between 2002 and 2007.
President Ramos-Horta suspects that the burning of the Customs Office was a planned action by Fretilin to burry all the documents of the party’s corruption.
“I do not believe people who were looking for computers burnt customs house,” said the President on Thursday (1/11) in Comoro.
On the other hand, a member of the CNRT party, Aderito Hugo da Costa, has said that there should be an audit of the Fretilin Government. (STL and DN)
Ramos Horta defends the ISF
President José Ramos-Horta has strongly defended the action of the International Security Forces (ISF) after an IDP who was shot at the Airport IDP camp last week.
President Ramos-Horta said that ISF and UNPol never act brutally against any people; however if there is action, there will be reaction, he said.
“ISF and UNPol never act without direction. Some members of the IDP camp at the airport and Jardim have acted irresponsibly and used provocation,” said the President.
The IDPs at the airport want the ISF in Timor-Leste to be withdrawn from the country.
However, President Ramos-Horta said that the ISF presence is still needed as long as the institutional reform of the National Police of Timor-Leste (PNTL) and the Falintil Defence Force of Timor-Leste)(F-FDTL) is ongoing. (TP)
The State believes Singapore should investigate previous Government
President José Ramos-Horta said that the State has decided to have an international audi from Singapore to investigate the work of the previous Government, starting with the former Prime Minister Mari Alkatiri all the way to Prime Minister Estanislau da Silva.
President Ramos-Horta said that the investigation should also look into the burning of Customs House as well as corruption and nepotism during Fretilin’s governance.
The President is also asking Prime Minister Xanana Gusmão to be careful with some members of Fretilin who are still in the Alliance government, as they could make the Government collapse. (TP)
Poverty reduction: a program to fulfill the President’s campaign promise
The member of the National Parliament from the Democratic Party (PD), Gertrudes Moniz, affirmed that the program of poverty reduction initiated by President José Ramos-Horta is intended to fulfill his Presidential campaign promise during the presidential elections.
Mrs. Moniz said that the program is good; however, it will overlap with other competent ministries.
The National Parliament has suggested the President of the Republic should work within his duties rather than mixing everything randomly. (TP)
Timor-Leste and RI should convene criminal investigation
The Director of Judicial System Monitoring Program (JSMP), Timotio de Deus, said that the Government of Timor-Leste and Indonesia has to convene a criminal investigation to find the truth about the border shooting of a civilian of Timor-Leste by the Indonesian military.
“The state of the two nations has to have a deep criminal investigation to identify the cause of shooting,” said Mr. de Deus.
President to visit eastern part of the country
The President José Ramos-Horta will visit Baucau, Viqueque and Lautem districts over the next four days to meet with the population, including Fretilin supporters, to explain his decision of forming an alliance government.
The head of presidential cabinet, Jose M. S. Turquel said that the president is going to convince the people that he is not the president for the western part of the country, but rather, the president of whole of Timor-Leste. (DN)
TL community’s contribution to ISF is important
The commander of International Security Forces (ISF), John Hutcheson has said that part of the mission of the ISF is tow work with Timorese communities and the F-FDTL to guarantee stability.
“We have a plan for a technical team from the ISF and the F-FDTL to work together.
By having them cooperate, they will develop an atmosphere of security in the country,” said Mr. Hutcheson. (DN)
TRADUÇÃO:
UNMIT – MONITORIZAÇÃO DOS MEDIA - Segunda-feira, 5 Novembro 2007
"A UNMIT mão assume nenhuma responsabilidade pela correcção dos artigos ou pela correcção das traduções. A selecção dos artigos e o seu conteúdo não indicam apoio ou endosso pela UNMIT expresso ou implícito. A UNMIT não será responsável por qualquer consequência que resulte da publicação de, ou das consequências de tais artigos e traduções."
Relatos dos Media Nacionais
Presidente Ramos Horta pede auditoria ao Governo da Fretilin
O Presidente José Ramos-Horta prometeu auditar o antigo governo da Fretilin para descobrir se existiu ou não corrupção entre 2002 e 2007.
O Presidente Ramos-Horta suspeita que o incêndio da Casa da Alfândega foi uma acção planeada pela Fretilin para queimar todos os documentos da corrupção do partido.
“Não acredito que gente que andava à procura de computadores queimasse a cada da alfândega,” disse o Presidente na Quinta-feira (1/11) em Comoro.
Por outro lado, um membro do CNRT, Adérito Hugo da Costa, disse que devia haver uma auditoria ao Governo da Fretilin. (STL e DN)
Ramos Horta defende as ISF
O Presidente José Ramos-Horta defendeu fortemente a acção das Forças Internacionais de Segurança (ISF) depois de ter sido atingido a tiro um deslocado do campo de deslocados do Aeroporto na semana passada.
O Presidente Ramos-Horta disse que as ISF e a UNPol nunca actuaram com brutalidade contra ninguém; contudo se há acção, haverá reacção, disse.
“As ISF e a UNPol nunca actuaram sem direcção. Alguns membros dos campos de deslocados do aeroporto e do Jardim actuaram irresponsavelmente e usaram a provocação,” disse o Presidente.
Os deslocados do aeroporto querem que as ISF saiam de Timor-Leste e que regressem ao seu país.
Contudo, o Presidente Ramos-Horta disse que a presença das ISF é ainda necessária enquanto estiver em curso a reforma institucional da Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL) e das Falintil Forças de Defesa de Timor-Leste (F-FDTL). (TP)
O Estado acredita que a Singapura deve investigar o Governo anterior
O Presidente José Ramos-Horta disse que o Estado decidiu ter uma auditoria internacional da Singapura para investigar o trabalho do Governo anterior, começando com o antigo Primeiro-Ministro Mari Alkatiri até ao Primeiro-Ministro Estanislau da Silva.
O Presidente Ramos-Horta disse que a investigação deve ainda investigar o incêndio da Casa da Alfândega bem como a corrupção e o nepotismo durante a governação da Fretilin.
O Presidente pede também ao Primeiro-Ministro Xanana Gusmão para ser cuidadoso com alguns membros da Fretilin que estão ainda no governo da Aliança, visto que eles podem fazer o Governo desmoronar. (TP)
Redução da pobreza: um programa para preencher a promessa da campanha do Presidente
A deputada do Parlamento Nacional do PD, Gertrudes Moniz, afirmou que o programa de redução da pobreza iniciado pelo Presidente José Ramos-Horta tem a intenção de preencher a promessa da sua campanha Presidencial.
A Srª. Moniz disse que o programa é bom, contudo, sobrepõe-se a outros ministérios competentes.
O Parlamento Nacional sugeriu que o Presidente da República deve trabalhar de acordo com as suas competências em vez de misturar tudo ao acaso. (TP)
Timor-Leste e a RI devem juntar a investigação criminal
O Director do Programa de Monitorização do Sistema Judicial (JSMP), Timótio de Deus, disse que os Governos de Timor-Leste e da Indonésia têm que juntar uma investigação criminal para descobrir a verdade acerca dos disparos na fronteira contra um civil de Timor-Leste pelos militares Indonésios.
“O Estado das duas nações deve fazer uma profunda investigação criminal para identificar os disparos,” disse o Sr. de Deus.
Presidente vai visitar a parte leste do país
O Presidente José Ramos-Horta visitará os distritos de Baucau, Viqueque e Lautem nos próximos quatro dias para se encontrar com a população, incluindo apoiantes da Fretilin, para explicar a decisão de formar o governo da aliança.
O chefe do gabinete do presidente, Jose M. S. Turquel disse que o presidente vai convencer as pessoas que não é o presidente da parte oeste do país, mas o presidente de todo o Timor-Leste. (DN)
È importante a contribuição da comunidade de TL para as ISF
O comandante das Forças Internacionais de Segurança (ISF), John Hutcheson disse que parte da missão das ISF é trabalhar com as comunidades Timorenses e com as F-FDTL para garantir a estabilidade.
“Temos um plano para uma equipa técnica das ISF e das F-FDTL trabalharem juntas.
Ao tê-las a cooperar, desenvolverão uma atmosfera de segurança no país,” disse o Sr. Hutcheson. (DN)
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O que disse Reinado e que a ABC se "esqueceu" de transcrever
Comentário na sua mensagem Fugitive Reinado slams 'corrupt' international jud...":
I heard this interview in full. It is interesting that of all the outrageous things he said, and he said many, this is the one that ABC picks up on.
He also said he did not trust either Horta and Xanana and that he would not give himself up unless they would also be in the witness box with him to answer their responsibility for the crisis.
But he also said the Prosecutor General should be there too. There will noone left to try him after he has disqualified everyone for one reason or another.
He also laughed at Horta's attempts to broker a peace plan with him and at the National and International NGOs holding dialog with him.
He said this of Movimento Unidade Nacional Justica (MUNJ) "This is not an NGO. This is a group we set up." And of the Geneva Center for Dialog: "They only arranged one meeting with the president and I because they did not get the US$5 million they had to get to do this job". He said other things.
But also importantly is that he said he would never hand in his weapons because they do not belong to anyone except the people and ask the people they want him o keep the weapons.
He says he is maintaining peace with them. So much for the PMs peace plan. He was really annoyed a number of times when the reporter asked him about laying down arms....he said he would never do that and people should not just keep talking about that....why should he hand over his arms.
He denied at least twice being able to engage in a political solution effort. sates he is a military figure and "thats that".
He says he is not like the other politicians, like Xanana and Horta and others who promise this and that.
In contrast Alkatiri's name only came up once.....and in the context of Horta and Xanana having to go to court. He said Alkatiri should also be a witness in court to answer for things done during the crisis.
So why is the ABC just interested in this line about the judges? Because it suits their government's line also.
And who was their translator for the reporter Chris Buckley when he met with Reinado and others, Ceu Lopes, of Timor Aid fame. Will she and her husband Juan Federar, both close allies of Horta, ever answer for the wasted millions from their "aid junket" in 1999 - 2003 with money from donors? I don't think so. Juan Federer, thanks to Horta is now running an international UN approved NGO and making lots of money. Nice work if you can get it.
TRADUÇÃO:
Ouvi toda esta entrevista. É interessante que de todas as coisas escandalosas que ele disse, e ele disse muitas, é esta que a ABC escolheu.
Ele disse também que não confia nem no Horta nem no Xanana e que não se vai entregar a não ser que eles estejam também no banco dos réus com ele para responderem pelas suas responsabilidades na crise.
Mas disse ainda que também deve estar lá o Procurador-Geral. Não ficará ninguém de fora para o julgar depois dele ter desqualificado toda a gente por uma ou por outra razão.
Riu-se também das tentativas do Horta para fazer um acordo de paz com ele e das ONG’s Nacionais e Internacionais que andam em diálogo com ele.
Ele disse isto do Movimento Unidade Nacional Justiça (MUNJ) "Este não é uma ONG. Este é um grupo que nós montámos." E do Centro de Geneva para o Diálogo: "Eles apenas arranjaram um encontro do presidente comigo porque eles não obtiveram os US$5 milhões que pediram para fazer este trabalho". Disse outras coisas.
Mas também o mais importante é que ele disse que nunca entregará as suas armas porque elas não pertencem a ninguém excepto ao povo e perguntem ao povo se querem que ele mantenha as armas.
Ele diz que está a manter a paz com elas. É isto o plano de paz do PM. Ficou realmente aborrecido várias vezes quando o repórter lhe perguntou sobre entregar as armas....disse que nunca faria isso e que as pessoas não deviam continuar a falar sobre isso....porque é que ele devia entregar as suas armas.
Ele negou por duas vezes ser capaz de se engajar num esforço de solução política. Diz que é uma figura militar e "pronto ".
Ele diz que não é como outros políticos, como Xanana e Horta e outros que prometem isto e aquilo.
Em contraste o nome de Alkatiri apenas surgiu uma vez.....e no contexto de Horta e Xanana terem de ir a tribunal. Disse que Alkatiri deve ser também uma testemunha no tribunal para responder por coisas feitas durante a crise.
Assim porque é que a ABC apenas se interessou com essa tirada sobre os juízes? Porque se ajusta à linha do seu governo também.
E quem é que foi o tradutor do repórter Chris Buckley quando ele se encontrou com Reinado e outros, a Céu Lopes, conhecida do Timor Aid. Alguma vez irão ela e o marido Juan Federar, ambos aliados próximos do Horta, responder pelos milhões desperdiçados no "lixo de ajuda " em 1999 - 2003 com o dinheiro dos dadores? Penso que não. Juan Federer, graças ao Horta está agora a dirigir uma ONG internacional aprovada pela ONU e a fazer muito dinheiro. Bom emprego para quem o consegue apanhar.
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Fugitive Reinado slams 'corrupt' international judges
ABC News Online
Posted Sun Nov 4, 2007 11:46am AEDT
Updated Sun Nov 4, 2007 11:55am AEDT
Reinado is demanding the removal of international judges before he hands himself over to police.
Reinado has been on the run with a group of armed supporters since he escaped from Dili's jail more than a year ago.
He still faces a murder charge over his role in last year's violent crisis.
The rebel leader has told Radio National's Background Briefing program he will not surrender while East Timor's court system is corrupted by judges and lawyers from other countries.
"Those countries come here, the Portuguese speaking countries, mostly Angola, Mozambique, Brazilian, and Portuguese," he said.
"All those poor Africans that until now they still kill each other, they have their dictator system. And you have Portugal, they think they are somebody, but they're the poorest country in Europe."
TRADUÇÃO:
O foragido Reinado critica juízes internacionais 'corruptos'
Postado no Domingo Nov 4, 2007 11:46am AEDT
Actualizado Domingo Nov 4, 2007 11:55am AEDT
Reinado está a pedir a remoção dos juízes internacionais antes dele próprio se entregar à polícia.
Reinado tem andado em fuga com um grupo de seguidores armados desde que fugiu duma prisão de Dili há mais de um ano atrás.
Enfrenta ainda acusações de homicídio pelo seu papel na crise violenta do ano passado.
O líder amotinado disse ao programa Background Briefing da Rádio Nacional que não se entregará enquanto o sistema jedicial de Timor-Leste estiver corrompido por juízes e advogados doutros países.
"Esses países vêm para cá, os países de língua Portuguesa, a maioria de Angola, Moçambique, Brasileiros e Portugueses," disse.
"Todos esses pobres Africanos que até agora se andam a matar uns aos outros, têm os seus sistemas de ditadores. E há Portugal, pensam que são alguém, mas são o país mais pobre na Europa."
NOTA DE RODAPÉ:
HAHAHAHAHAH....
E o que diz o Primeiro-Ministro Xanana, agora? Não era suposto a questão da rendição "pacífica" estar praticamente resolvida?..
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Malai Azul 2
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Traduções
Obrigado pela solidariedade, Margarida!
Mensagem inicial - 16 de Maio de 2006
"Apesar de frágil, Timor-Leste é uma jovem democracia em que acreditamos. É o país que escolhemos para viver e trabalhar. Desde dia 28 de Abril muito se tem dito sobre a situação em Timor-Leste. Boatos, rumores, alertas, declarações de países estrangeiros, inocentes ou não, têm servido para transmitir um clima de conflito e insegurança que não corresponde ao que vivemos. Vamos tentar transmitir o que se passa aqui. Não o que ouvimos dizer... "