The Age
Endorsement: Jose Ramos Horta supports Margherita Tracanelli.
Peter Ker
November 6, 2007
Ramos Horta backs Howard rival in Bennelong
EAST Timor President Jose Ramos Horta has weighed into the 2007 federal election campaign by passionately endorsing a direct opponent of Prime Minister John Howard in the Sydney electorate of Bennelong.
Despite foreign leaders traditionally staying out of Australia's domestic politics, Mr Ramos Horta has lent his support to Margherita Tracanelli, who is contesting Bennelong for the Climate Change Coalition party.
In a glowing 103-word email tribute seen by The Age yesterday, Mr Ramos Horta said Ms Tracanelli was "very hardworking, articulate and eloquent".
He then speculated over her winning Bennelong, which Mr Howard holds by 4.1 per cent.
"She will be a convinving (sic), powerful voice in the Federal Parliament," he said. Ms Tracanelli worked for Mr Ramos Horta in East Timor as a communications consultant during the 1990s.
In the statement, which was prefaced with a note saying "Here it goes, a sentence for you" and signed with the letter "J", Mr Ramos Horta praises Ms Tracanelli for her commitment to environmental causes.
"Margherita Tracanelli is one of those human beings with a heart and passion," he said. "For me, a good leader, a true leader, is someone who has a heart, who is compassionate and is passionate about what she/he believes in, someone who cares about the poor and the dispossessed of this planet.
"Margherita is one such person who cares and is passionate about our environment, our planet, about the harm we have done to our own common home, the home of humanity, the home of our children."
Ms Tracanelli also has a handwritten personal reference signed by Mr Ramos Horta dated October 30, 1996.
The Age contacted Mr Ramos Horta's media spokesman, Joel Maria Pereira, in Dili yesterday in an attempt to confirm the tribute.
Mr Pereira said he could not contact Mr Ramos Horta because the President was visiting regional parts of East Timor and would not return to Dili until later this week.
But Ms Tracanelli said she was good friends with Mr Ramos Horta, and he had written the note on Sunday in full knowledge that it would be made public. "I told him I was going to stand and he said 'I would vote for you'," she said.
"I normally wouldn't use him but I thought this is an occasion in which I should pull out all the stops."
Ms Tracanelli said Mr Ramos Horta was fully aware of the significance of Bennelong being the home seat of the Prime Minister. But she added there was no bad blood between Mr Ramos Horta and Mr Howard.
"He knows it is worthwhile because he understands the security issue of climate change," she said.
Ms Tracanelli also has a 2004 reference from former Australian Defence Force chief General Peter Cosgrove relating to her work in East Timor, but being more than three years old, it does not endorse her political ambitions to claim Bennelong.
Earlier this year, US President George Bush said he would not prejudge the decision of Australian voters when asked if Australia's alliance with the US would weaken under a Rudd Labor government.
Mr Ramos Horta has links to many Australian politicians. Foreign Affairs Minister Alexander Downer previously described him as "a friend" while former Victorian Labor premier Steve Bracks now works as an unpaid adviser to the East Timorese Government.
The Climate Change Coalition has several high-profile candidates in NSW, with science guru Dr Karl Kruszelnicki on the Senate ticket, and former deputy mayor of Sydney, Dixie Coultan, contesting the lower house seat of Wentworth against Environment Minister Malcolm Turnbull.
TRADUÇÃO:
Endosso: José Ramos Horta apoia Margherita Tracanelli.
Peter Ker
Novembro 6, 2007
Ramos Horta apoia rival de Howard em Bennelong
O Presidente de Timor-Leste José Ramos Horta entrou pesadamente na campanha das eleições federais de 2007 ao endossar com paixão uma opositora directa do Primeiro-Ministro John Howard no círculo eleitoral de Sydney, Bennelong.
Apesar dos líderes estrangeiros tradicionalmente se manterem arredados das políticas domésticas da Austrália, o Sr Ramos Horta deu o seu apoio a Margherita Tracanelli, que está a disputar Bennelong pela partido Coligação da Mudança Climática.
Num glamoroso email de louvor de 103 palavras, visto ontem pelo The Age, o Sr Ramos Horta disse que a Srª Tracanelli era "muito trabalhadora, articulada e eloquente".
Depois especulou sobre ela ganhar Bennelong, que o Sr Howard venceu pela diferença de 4.1 por cento.
"Ela será uma voz convincente (sic), poderosa no Parlamento Federal," disse. A Srª Tracanelli trabalhou para o Sr Ramos Horta em Timor-Leste como consultira de comunicações durante os anos 1990s.
Na declaração, que foi prefaciada com uma nota que dizia "Aqui vai, uma frase para si" e assinada com a letra "J", o Sr Ramos Horta louva a Srª Ms Tracanelli pelo seu compromisso com causas ambientais.
"Margherita Tracanelli é um desses seres humanos com coração e paixão," disse. "Para mim um bom líder, um verdadeiro líder é alguéwm que tem coração, que é compassivo e é apaixonado pelo que acredita, alguém que cuida dos pobres e dos desapossados deste planeta.
"Margherita é uma destas pessoas que se preocupa e é apaixonada com o ambiente, com o nosso planeta, com os estragos que causámos na nossa casa comum, a casa da humanidade, a casa dos nossos filhos."
A Srª Tracanelli tem ainda uma referência pessoal escrita à mão assinada pelo Sr Ramos Horta datada de 30 de Outubro de 1996.
The Age contactou o porta-voz para os media do Sr Ramos Horta, Joel Maria Pereira, ontem, em Dili numa tentativa para confirmar o elogio.
O Sr Pereira disse que não podia contactar o Sr Ramos Horta porque o Presidente estava em visita em partes regionais de Timor-Leste e só regressaria a Dili mais tarde nesta semana.
Mas a Srª Tracanelli disse que era uma grande amiga do Sr Ramos Horta, e que ele tinha escrito a nota no Domingo sabendo que seria tornada pública. "Disse-lhe que ia concorrer e ele disse 'votarei em ti'," disse ela.
"Normalmente não o usaria mas pensei que esta é uma ocasião em que devo usar todos os apoios."
A Srª Tracanelli disse que o Sr Ramos Horta sabe perfeitamente o significado de Bennelong ser o círculo eleitoral da casa do Primeiro-Ministro. Mas acrescentou que não há más vontades entre o Sr Ramos Horta e o Sr Howard.
"Ele diz que vale a pena porque compreende a questão de segurança das mudanças climáticas," disse ela.
A Srª Tracanelli tem também uma carta de referência de 2004 do antigo Chefe das Forças de Defesa Australianas General Peter Cosgrove relativa ao seu trabalho em Timor-Leste, mas tendo mais de três anos não endossa as suas ambições políticas de ganhar Bennelong.
No princípio deste ano, o Presidente dos USA George Bush disse que não pre-julgaria a decisão dos eleitores Australianos quando lhe perguntaram se a aliança da Austrália com os USA ficaria enfraquecida sob um governo do Labor de Rudd.
O Sr Ramos Horta tem ligações com muitos políticos Australianos. O Ministro dos Estrangeiros Alexander Downer descreveu-o antes como "um amigo" enquanto o antigo premier de Victoria do Labor Steve Bracks trabalha agora como conselheiro não pago do Governo Timorense.
A Coligação da Mudança Climática tem vários candidatos de alto perfil na NSW, com o guru da ciência Dr Karl Kruszelnicki na disputa do Senado, e o antigo vice-presidente da câmara de Sydney, Dixie Coultan, a disputar o lugar da câmara baixa de Wentworth contra o ministro do Ambiente Malcolm Turnbull.
segunda-feira, novembro 05, 2007
Aprendeu com eles a meter-se na política interna de outros países...
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Malai Azul 2
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21:16
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Dos Leitores
David deixou um novo comentário na sua mensagem "Militar australiano insulta deputados":
Muito se preocupa a Ministra da Justiça com Rogério Lobato, que nunca fugiu da justiça.
Mas nem uma palavra sobre o foragido Reinado.
Será cobardia?...
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Malai Azul 2
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21:09
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Militar australiano insulta deputados
Os deputados da Comissão de Negócios Estrangeiros, Defesa e Segurança foram insultados por um militar australiano das Forças de Estabilização, quando se encontravam numa missão em Covalima, reunidos com o chefe da polícia local.
O militar queria interromper a reunião para falar com o chefe da polícia, sem motivo, mesmo depois dos deputados se terem identificado e explicado que se tratava de uma reunião da Comissão.
O militar começou aos gritos a dizer que não queria saber quem eram e que queria que a reunião acabasse.
Os deputados mostraram-se indignados e o militar continuou a dizer que queria lá saber quem eram.
A missão era presidida pelo Presidente da Comissão, o deputado do CNRT Duarte Nunes, acompanhado pelos deputados David Ximenes, Ana Pessoa e o comandante L7.
O chefe da polícia não interrompeu a reunião.
Mais uma amostra da falta de respeito dos militares australianos e mais uma provocação..
Mas o Presidente Ramos-Horta continua a defendê-los e o PM Xanana caladinho...
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Malai Azul 2
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21:01
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Parlamento Nacional - Agenda no. 32/II - Segunda-Feira, 5 de Novembro de 2007
Gabinete de Relações Públicas
A Sessão Plenária de hoje foi presidida pelo Vice-Presidente do Parlamento Nacional, Sr. Vicente da Silva Guterres coadjuvado pela Secretária da Mesa, Sra. Maria Terezinha Viegas e pelas Vice-Secretárias, Sra. Maria da Costa Exposto e Sra. Teresa Maria de Carvalho.
Esteve presente nesta sessão plenária a Ministra da Justiça, Sra. Lúcia Lobato, que prestou esclarecimentos aos parlamerntares sobre a situação do cidadão Rogério Tiago Lobato, bem, como, em geral, sobre tribunais e estabelecimentos prisionais.
No período de antes da ordem do dia teve lugar a discussão e votação do voto de protesto no. 3/II- pelo tratamento indecoroso de um militar australiano das Forças de Estabilização Internacionais, de nome Cole, em relação aos Deputados da Comissão de Negócios Estrangeiros, Defesa e Segurança Nacionais.
Depois do debate no plenário, a Mesa do Parlamento decidiu convocar uma reunião entre os presidentes das bancadas parlamentares.
No período da ordem do dia continuou a discussão e votação, na generalidade e especialidade, do Orçamento do Parlamento Nacional.
A discussão da Proposta de Lei em epígrafe continua amanhã dia 6 de Novembro de 2007.
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Malai Azul 2
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19:52
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UNMIT – MEDIA MONITORING - Monday, 5 November 2007
"UNMIT assumes no responsibility for the accuracy of the articles or for the accuracy of their translations. The selection of the articles and their content do not indicate support or endorsement by UNMIT express or implied whatsoever. UNMIT shall not be responsible for any consequence resulting from the publication of, or from the reliance on, such articles and translations."
National Media Reports
President Ramos Horta asking for audit of Fretilin Government
President José Ramos-Horta has promised to audit the former Fretilin government to find out whether or not corruption existed between 2002 and 2007.
President Ramos-Horta suspects that the burning of the Customs Office was a planned action by Fretilin to burry all the documents of the party’s corruption.
“I do not believe people who were looking for computers burnt customs house,” said the President on Thursday (1/11) in Comoro.
On the other hand, a member of the CNRT party, Aderito Hugo da Costa, has said that there should be an audit of the Fretilin Government. (STL and DN)
Ramos Horta defends the ISF
President José Ramos-Horta has strongly defended the action of the International Security Forces (ISF) after an IDP who was shot at the Airport IDP camp last week.
President Ramos-Horta said that ISF and UNPol never act brutally against any people; however if there is action, there will be reaction, he said.
“ISF and UNPol never act without direction. Some members of the IDP camp at the airport and Jardim have acted irresponsibly and used provocation,” said the President.
The IDPs at the airport want the ISF in Timor-Leste to be withdrawn from the country.
However, President Ramos-Horta said that the ISF presence is still needed as long as the institutional reform of the National Police of Timor-Leste (PNTL) and the Falintil Defence Force of Timor-Leste)(F-FDTL) is ongoing. (TP)
The State believes Singapore should investigate previous Government
President José Ramos-Horta said that the State has decided to have an international audi from Singapore to investigate the work of the previous Government, starting with the former Prime Minister Mari Alkatiri all the way to Prime Minister Estanislau da Silva.
President Ramos-Horta said that the investigation should also look into the burning of Customs House as well as corruption and nepotism during Fretilin’s governance.
The President is also asking Prime Minister Xanana Gusmão to be careful with some members of Fretilin who are still in the Alliance government, as they could make the Government collapse. (TP)
Poverty reduction: a program to fulfill the President’s campaign promise
The member of the National Parliament from the Democratic Party (PD), Gertrudes Moniz, affirmed that the program of poverty reduction initiated by President José Ramos-Horta is intended to fulfill his Presidential campaign promise during the presidential elections.
Mrs. Moniz said that the program is good; however, it will overlap with other competent ministries.
The National Parliament has suggested the President of the Republic should work within his duties rather than mixing everything randomly. (TP)
Timor-Leste and RI should convene criminal investigation
The Director of Judicial System Monitoring Program (JSMP), Timotio de Deus, said that the Government of Timor-Leste and Indonesia has to convene a criminal investigation to find the truth about the border shooting of a civilian of Timor-Leste by the Indonesian military.
“The state of the two nations has to have a deep criminal investigation to identify the cause of shooting,” said Mr. de Deus.
President to visit eastern part of the country
The President José Ramos-Horta will visit Baucau, Viqueque and Lautem districts over the next four days to meet with the population, including Fretilin supporters, to explain his decision of forming an alliance government.
The head of presidential cabinet, Jose M. S. Turquel said that the president is going to convince the people that he is not the president for the western part of the country, but rather, the president of whole of Timor-Leste. (DN)
TL community’s contribution to ISF is important
The commander of International Security Forces (ISF), John Hutcheson has said that part of the mission of the ISF is tow work with Timorese communities and the F-FDTL to guarantee stability.
“We have a plan for a technical team from the ISF and the F-FDTL to work together.
By having them cooperate, they will develop an atmosphere of security in the country,” said Mr. Hutcheson. (DN)
TRADUÇÃO:
UNMIT – MONITORIZAÇÃO DOS MEDIA - Segunda-feira, 5 Novembro 2007
"A UNMIT mão assume nenhuma responsabilidade pela correcção dos artigos ou pela correcção das traduções. A selecção dos artigos e o seu conteúdo não indicam apoio ou endosso pela UNMIT expresso ou implícito. A UNMIT não será responsável por qualquer consequência que resulte da publicação de, ou das consequências de tais artigos e traduções."
Relatos dos Media Nacionais
Presidente Ramos Horta pede auditoria ao Governo da Fretilin
O Presidente José Ramos-Horta prometeu auditar o antigo governo da Fretilin para descobrir se existiu ou não corrupção entre 2002 e 2007.
O Presidente Ramos-Horta suspeita que o incêndio da Casa da Alfândega foi uma acção planeada pela Fretilin para queimar todos os documentos da corrupção do partido.
“Não acredito que gente que andava à procura de computadores queimasse a cada da alfândega,” disse o Presidente na Quinta-feira (1/11) em Comoro.
Por outro lado, um membro do CNRT, Adérito Hugo da Costa, disse que devia haver uma auditoria ao Governo da Fretilin. (STL e DN)
Ramos Horta defende as ISF
O Presidente José Ramos-Horta defendeu fortemente a acção das Forças Internacionais de Segurança (ISF) depois de ter sido atingido a tiro um deslocado do campo de deslocados do Aeroporto na semana passada.
O Presidente Ramos-Horta disse que as ISF e a UNPol nunca actuaram com brutalidade contra ninguém; contudo se há acção, haverá reacção, disse.
“As ISF e a UNPol nunca actuaram sem direcção. Alguns membros dos campos de deslocados do aeroporto e do Jardim actuaram irresponsavelmente e usaram a provocação,” disse o Presidente.
Os deslocados do aeroporto querem que as ISF saiam de Timor-Leste e que regressem ao seu país.
Contudo, o Presidente Ramos-Horta disse que a presença das ISF é ainda necessária enquanto estiver em curso a reforma institucional da Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL) e das Falintil Forças de Defesa de Timor-Leste (F-FDTL). (TP)
O Estado acredita que a Singapura deve investigar o Governo anterior
O Presidente José Ramos-Horta disse que o Estado decidiu ter uma auditoria internacional da Singapura para investigar o trabalho do Governo anterior, começando com o antigo Primeiro-Ministro Mari Alkatiri até ao Primeiro-Ministro Estanislau da Silva.
O Presidente Ramos-Horta disse que a investigação deve ainda investigar o incêndio da Casa da Alfândega bem como a corrupção e o nepotismo durante a governação da Fretilin.
O Presidente pede também ao Primeiro-Ministro Xanana Gusmão para ser cuidadoso com alguns membros da Fretilin que estão ainda no governo da Aliança, visto que eles podem fazer o Governo desmoronar. (TP)
Redução da pobreza: um programa para preencher a promessa da campanha do Presidente
A deputada do Parlamento Nacional do PD, Gertrudes Moniz, afirmou que o programa de redução da pobreza iniciado pelo Presidente José Ramos-Horta tem a intenção de preencher a promessa da sua campanha Presidencial.
A Srª. Moniz disse que o programa é bom, contudo, sobrepõe-se a outros ministérios competentes.
O Parlamento Nacional sugeriu que o Presidente da República deve trabalhar de acordo com as suas competências em vez de misturar tudo ao acaso. (TP)
Timor-Leste e a RI devem juntar a investigação criminal
O Director do Programa de Monitorização do Sistema Judicial (JSMP), Timótio de Deus, disse que os Governos de Timor-Leste e da Indonésia têm que juntar uma investigação criminal para descobrir a verdade acerca dos disparos na fronteira contra um civil de Timor-Leste pelos militares Indonésios.
“O Estado das duas nações deve fazer uma profunda investigação criminal para identificar os disparos,” disse o Sr. de Deus.
Presidente vai visitar a parte leste do país
O Presidente José Ramos-Horta visitará os distritos de Baucau, Viqueque e Lautem nos próximos quatro dias para se encontrar com a população, incluindo apoiantes da Fretilin, para explicar a decisão de formar o governo da aliança.
O chefe do gabinete do presidente, Jose M. S. Turquel disse que o presidente vai convencer as pessoas que não é o presidente da parte oeste do país, mas o presidente de todo o Timor-Leste. (DN)
È importante a contribuição da comunidade de TL para as ISF
O comandante das Forças Internacionais de Segurança (ISF), John Hutcheson disse que parte da missão das ISF é trabalhar com as comunidades Timorenses e com as F-FDTL para garantir a estabilidade.
“Temos um plano para uma equipa técnica das ISF e das F-FDTL trabalharem juntas.
Ao tê-las a cooperar, desenvolverão uma atmosfera de segurança no país,” disse o Sr. Hutcheson. (DN)
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Malai Azul 2
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08:55
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O que disse Reinado e que a ABC se "esqueceu" de transcrever
Comentário na sua mensagem Fugitive Reinado slams 'corrupt' international jud...":
I heard this interview in full. It is interesting that of all the outrageous things he said, and he said many, this is the one that ABC picks up on.
He also said he did not trust either Horta and Xanana and that he would not give himself up unless they would also be in the witness box with him to answer their responsibility for the crisis.
But he also said the Prosecutor General should be there too. There will noone left to try him after he has disqualified everyone for one reason or another.
He also laughed at Horta's attempts to broker a peace plan with him and at the National and International NGOs holding dialog with him.
He said this of Movimento Unidade Nacional Justica (MUNJ) "This is not an NGO. This is a group we set up." And of the Geneva Center for Dialog: "They only arranged one meeting with the president and I because they did not get the US$5 million they had to get to do this job". He said other things.
But also importantly is that he said he would never hand in his weapons because they do not belong to anyone except the people and ask the people they want him o keep the weapons.
He says he is maintaining peace with them. So much for the PMs peace plan. He was really annoyed a number of times when the reporter asked him about laying down arms....he said he would never do that and people should not just keep talking about that....why should he hand over his arms.
He denied at least twice being able to engage in a political solution effort. sates he is a military figure and "thats that".
He says he is not like the other politicians, like Xanana and Horta and others who promise this and that.
In contrast Alkatiri's name only came up once.....and in the context of Horta and Xanana having to go to court. He said Alkatiri should also be a witness in court to answer for things done during the crisis.
So why is the ABC just interested in this line about the judges? Because it suits their government's line also.
And who was their translator for the reporter Chris Buckley when he met with Reinado and others, Ceu Lopes, of Timor Aid fame. Will she and her husband Juan Federar, both close allies of Horta, ever answer for the wasted millions from their "aid junket" in 1999 - 2003 with money from donors? I don't think so. Juan Federer, thanks to Horta is now running an international UN approved NGO and making lots of money. Nice work if you can get it.
TRADUÇÃO:
Ouvi toda esta entrevista. É interessante que de todas as coisas escandalosas que ele disse, e ele disse muitas, é esta que a ABC escolheu.
Ele disse também que não confia nem no Horta nem no Xanana e que não se vai entregar a não ser que eles estejam também no banco dos réus com ele para responderem pelas suas responsabilidades na crise.
Mas disse ainda que também deve estar lá o Procurador-Geral. Não ficará ninguém de fora para o julgar depois dele ter desqualificado toda a gente por uma ou por outra razão.
Riu-se também das tentativas do Horta para fazer um acordo de paz com ele e das ONG’s Nacionais e Internacionais que andam em diálogo com ele.
Ele disse isto do Movimento Unidade Nacional Justiça (MUNJ) "Este não é uma ONG. Este é um grupo que nós montámos." E do Centro de Geneva para o Diálogo: "Eles apenas arranjaram um encontro do presidente comigo porque eles não obtiveram os US$5 milhões que pediram para fazer este trabalho". Disse outras coisas.
Mas também o mais importante é que ele disse que nunca entregará as suas armas porque elas não pertencem a ninguém excepto ao povo e perguntem ao povo se querem que ele mantenha as armas.
Ele diz que está a manter a paz com elas. É isto o plano de paz do PM. Ficou realmente aborrecido várias vezes quando o repórter lhe perguntou sobre entregar as armas....disse que nunca faria isso e que as pessoas não deviam continuar a falar sobre isso....porque é que ele devia entregar as suas armas.
Ele negou por duas vezes ser capaz de se engajar num esforço de solução política. Diz que é uma figura militar e "pronto ".
Ele diz que não é como outros políticos, como Xanana e Horta e outros que prometem isto e aquilo.
Em contraste o nome de Alkatiri apenas surgiu uma vez.....e no contexto de Horta e Xanana terem de ir a tribunal. Disse que Alkatiri deve ser também uma testemunha no tribunal para responder por coisas feitas durante a crise.
Assim porque é que a ABC apenas se interessou com essa tirada sobre os juízes? Porque se ajusta à linha do seu governo também.
E quem é que foi o tradutor do repórter Chris Buckley quando ele se encontrou com Reinado e outros, a Céu Lopes, conhecida do Timor Aid. Alguma vez irão ela e o marido Juan Federar, ambos aliados próximos do Horta, responder pelos milhões desperdiçados no "lixo de ajuda " em 1999 - 2003 com o dinheiro dos dadores? Penso que não. Juan Federer, graças ao Horta está agora a dirigir uma ONG internacional aprovada pela ONU e a fazer muito dinheiro. Bom emprego para quem o consegue apanhar.
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Malai Azul 2
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Fugitive Reinado slams 'corrupt' international judges
ABC News Online
Posted Sun Nov 4, 2007 11:46am AEDT
Updated Sun Nov 4, 2007 11:55am AEDT
Reinado is demanding the removal of international judges before he hands himself over to police.
Reinado has been on the run with a group of armed supporters since he escaped from Dili's jail more than a year ago.
He still faces a murder charge over his role in last year's violent crisis.
The rebel leader has told Radio National's Background Briefing program he will not surrender while East Timor's court system is corrupted by judges and lawyers from other countries.
"Those countries come here, the Portuguese speaking countries, mostly Angola, Mozambique, Brazilian, and Portuguese," he said.
"All those poor Africans that until now they still kill each other, they have their dictator system. And you have Portugal, they think they are somebody, but they're the poorest country in Europe."
TRADUÇÃO:
O foragido Reinado critica juízes internacionais 'corruptos'
Postado no Domingo Nov 4, 2007 11:46am AEDT
Actualizado Domingo Nov 4, 2007 11:55am AEDT
Reinado está a pedir a remoção dos juízes internacionais antes dele próprio se entregar à polícia.
Reinado tem andado em fuga com um grupo de seguidores armados desde que fugiu duma prisão de Dili há mais de um ano atrás.
Enfrenta ainda acusações de homicídio pelo seu papel na crise violenta do ano passado.
O líder amotinado disse ao programa Background Briefing da Rádio Nacional que não se entregará enquanto o sistema jedicial de Timor-Leste estiver corrompido por juízes e advogados doutros países.
"Esses países vêm para cá, os países de língua Portuguesa, a maioria de Angola, Moçambique, Brasileiros e Portugueses," disse.
"Todos esses pobres Africanos que até agora se andam a matar uns aos outros, têm os seus sistemas de ditadores. E há Portugal, pensam que são alguém, mas são o país mais pobre na Europa."
NOTA DE RODAPÉ:
HAHAHAHAHAH....
E o que diz o Primeiro-Ministro Xanana, agora? Não era suposto a questão da rendição "pacífica" estar praticamente resolvida?..
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Malai Azul 2
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sábado, novembro 03, 2007
Sobre a ausência de perguntas pertinentes
Margarida deixou um novo comentário na sua mensagem ""Tenho por Portugal um sentimento de pragmatismo"":
Pelos vistos não são apenas os jornalistas Timorenses que não confrontam o PR com perguntas incómodas.
Nem o Jorge Heitor que há anos acompanha a situação em TL achou importante confrontar o Horta com três ou quatro questões frontais e actuais, nomeadamente sobre a tal explosão que abalou Dili e que ocorreu no quartel das tropas Australianas, sobre a contratação de conselheiros estrangeiros, sobre a decisão de mandar parar em Julho a detenção do Reinado e sobre as condições cada vez mais miseráveis em que vivem mais de cem mil deslocados.
Infelizmente isto é mais um frete do que uma entrevista.
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Malai Azul 2
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20:54
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GNR promove campanha para crianças timorenses
Lusa / AO online
2007-11-02 16:46
A Guarda Nacional Republicana lança a campanha "Uma criança um sorriso em Timor", a nível nacional, onde recolhe brinquedos, roupa e livros para os distribuir no Natal às crianças timorenses, disse à Lusa fonte do Comando Geral.
A recolha dos bens vai ter lugar nos dias 6 e 7 e vai decorrer junto das escolas do segundo e terceiro ciclo a nível nacional.
A "família da Guarda" também se associa a este evento, já que "os filhos dos militares vão contribuir" com materiais didácticos para a campanha, explicou à agência Lusa, o tenente Nogueira.
Os brinquedos e demais bens recolhidos são transportados para Timor pela transportadora DHL, que se "associou à campanha sem qualquer custo", explicou o oficial.
As crianças timorenses vão receber a contribuição nacional nos dias 24 e 25 de Dezembro, das mãos dos militares do sub-agrupamento Bravo, que prestam serviço naquele território.
A recolha é promovida pela Guarda Nacional Republicana com o apoio de várias instituições e empresas, como a TMN e a Delta, explicou à Lusa o oficial responsável pela iniciativa, tenente Nogueira.
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Finalmente conhecemos a Margarida!
Hoje o Malai Azul e a Margarida encontraram-se.
:)
OBRIGADO, MARGARIDA!
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Malai Azul 2
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05:41
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Dos Leitores
H. Correia deixou um novo comentário na sua mensagem "CHUVAS ALAGAM CAMPOS DE REFUGIADOS PERANTE A INDIF...":
Lembro-me, há cerca de um ano, de ler o comentário de um desses portugueses anti-qualquer coisa que apoiam (ainda apoiarão?) incondicionalmente Xanana.
Dizia ele que tinha sido necessário demitir Alkatiri, para se poder acabar com os desalojados e com o sofrimento do povo em geral.
Da banda timorense, também "terus no susar" foi a expressão mais gasta durante este quase ano e meio, para justificar o afastamento de Alkatiri.
Mais de um ano depois, perante tão brilhantes resultados, o mínimo que seria de esperar dessas pessoas era um acto de contrição e o reconhecimento de que estavam erradas.
Mas o que eu gostava era que abrissem os olhos e vissem como Xanana os manipulou, de modo a serem cúmplices - sem o saberem - da sua estratégia de enganar o povo e vender o País.
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Malai Azul 2
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04:52
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Prémio "A cultura da impunidade"
“É sobretudo uma língua que já faz parte da nossa história, das nossas vidas, da nossa cultura.” (o bahasa indonésio)
Ramos-Horta no Público - 2 Novembro 2007
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Malai Azul 2
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04:50
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Prémio "Por isso é que lhes faço a vida negra"
"Temos investimentos portugueses consideráveis em Timor-Leste. O TimorTelecom é um investimento estratégico vital, como é óbvio."
Ramos-Horta no Público - 2 Novembro 2007
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04:50
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Prémio "Não é que eu não esteja a par da entrega de Timor-Leste por Portugal à Austrália"
"…o actual interesse de Portugal e dos portugueses por Timor-Leste pode diluir-se no tempo. A distância não perdoa."
Ramos-Horta no Público - 2 Novembro 2007
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04:48
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Prémio "Ouviste bem desta vez, Cravinho?!"
"Público: O inglês poderá vir a ser uma das vossas línguas oficiais, a par do tétum e do português?
Ramos-Horta: O inglês e o bahasa indonésio são duas línguas de trabalho estipuladas na Constituição. Temos que investir mais no seu ensino.
Elevar o seu estatuto para línguas oficiais? Não descarto esta possibilidade, mas careceria de um parecer de linguistas e pedagogos, de muito debate, para pesarmos todas as vantagens e desvantagens de tal opção."
Público - 2 Novembro 2007
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04:36
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Continuam as provocações dos militares australianos...
Peter Murphy/Search Foundation (by way of John M Miller) - Fri, 02 Nov 2007
Australian Forces Search F-FDTL Members' Vehicle
Dili, Suara Timor Lorosae, Tuesday 2 October 2007
The car search which occurred suddenly took place in front of the Malilait shop on Aitarak Laran Road. According to the direct observations of the Timor Post journalist, the Australian Forces travelling in a military car and a Pajero with Toyota written large on it, used long firearms to order the F-FDTL members who had been sitting in their vehicle to alight from the vehicle so that the Australian Forces could search it.
The Australian Forces did not find either firearms or any other weapons in the vehicle, in which the fully uniformed F-FDTL soldiers had been in. The car search took nearly fifteen minutes. It appears that the Australian Forces decided to search the vehicle because they were suspicious it might have been used by civilians carrying firearms and other types of weapons.
F-FDTL Members Annoyed
Meanwhile, the F-FDTL members who were subjected to the car search by the Australian Forces were unhappy and annoyed to the point of being angry due to the action by the Australian Forces in searching the vehicle in which they were travelling.
The F-FDTL member who was the driver at the time questioned why the Australian Forces were using a civilian vehicle to undertake such operations, and why the F-FDTL could not use civilian vehicles as they had been: “Ah, why can they (referring to the Australian Forces) use a civilian vehicle, and we are unable to do the same?” said the F-FDTL member regarding the Australian Forces.
We observed directly that the actions of the Australian Forces were seen by the F-FDTL members as being wrong, because they proceeded with the car search even after having clearly seen that they were dressed in full F-FDTL uniforms.
This incident was able to be peacefully resolved after the Acting Commander of the Military Police, Abel Ximenes personally attended the scene of the car search to negotiate with the Australian Forces to desist from further search action.
SEARCH Foundation, Level 3, Suite 3B, 110 Kippax St, SURRY HILLS NSW 2010, Australia; Ph: 02 9211 4164; Fax: 02 9211 1407
TRADUÇÃO:
Continuam as provocações dos militares australianos...
Peter Murphy/Search Foundation (pelo caminho de John M Miller) - Secta-feira, 02 Nov 2007
Forças Australianas revistam veículo de membros das F-FDTL
Dili, Suara Timor Lorosae, Terça-feira 2 Outubro 2007
A revista ao carro que ocorreu subitamente teve lugar em frente à loja Malilait na estrada Aitarak Laran. De acordo com a observação directa do jornalista do Timor Post journalist, as forças Australianas viajavam numa carro militar e num Pajero Toyota escrita em letras grandes, usou armas de fogo de longo alcance para ordenar aos membros das F-FDTL que estavam sentados nos seus veículos para descerem do veículo para que as Forças Australianas o pudessem revistar.
As Forças Australianas não encontraram nem armas de fogo nem qualquer outras armas no veículo, no quam tinham estado soldados das F-FDTL em uniforme completo. A revista do carro demorou cerca de quinze minutos. Parece que as Forças Australianas decidiram revistar o veículo porque suspeitavam que pudesse ter sido usado por civis transportando armas de fogo e outros tipos de armas.
Membros das F-FDTL aborrecidos
Entretanto, os membros das F-FDTL que foram submetidos à revista do carro pelas Forças Australianas estavam descontentes e aborrecidos a ponto de ficarem zangados devido à acção das Forças Australianas na revista ao veículo onde viajavam.
O membro das F-FDTL que era o condutor na altura questionou porque é que as Forças Australianas estavam a usar um veículo civil para fazerem tais operações, e porque é que as F-FDTL não podiam usar veículos civis : “Ah, porque é que eles (referindo-se às Forças Australianas) usam um veículo civil, e nós não podemos fazer o mesmo ?” disse o membro das F-FDTL em relação às Forças Australianas.
Observámos directamente que as acções das Forças Australianas foram vistas pelos membros das F-FDTL como tendo sido erradas, porque continuaram com a revista ao carro mesmo depois de terem visto claramente que eles estavam vestidos com os uniformes completos das F-FDTL .
Este incidente foi capaz de se resolver pacificamente depois do Comandante em exercício da Polícia Militar, Abel Ximenes ter atendido pessoalmente a cena da revista ao carro para negociar com as Forças Australianas para desistirem de mais acções de revista.
SEARCH Foundation, Level 3, Suite 3B, 110 Kippax St, SURRY HILLS NSW 2010, Australia; Ph: 02 9211 4164; Fax: 02 9211 1407
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"Tenho por Portugal um sentimento de pragmatismo"
Público - 2 Novembro 2007
Jorge Heitor
A situação de Timor-Leste continua a ser "precária", diz Ramos-Horta da nação que conquistou a sua independência há cinco anos e meio
Duas semanas antes da sua visita oficial a Portugal, de 14 a 16 de Novembro, o PÚBLICO colocou ao chefe de Estado timorense uma série de perguntas, a que ele respondeu por escrito, abordando tanto as relações bilaterais como a presente situação no seu país.
Qual é o significado da viagem que efectua a Lisboa?
É a minha primeira visita oficial a um país europeu e, como não podia deixar de ser, é a Portugal, dada a enorme importância das relações entre Timor-Leste e Portugal. Os que me conhecem sabem o que sinto e penso em relação a Portugal e aos portugueses, um sentimento de muita amizade, gratidão sincera, realismo e pragmatismo.
Gratidão pelo muito que Portugal e os portugueses fizeram por nós ao longo de muitos anos, e pelo muito que ainda estão a fazer por Timor-Leste. Realismo pela imposição da geografia: Portugal está longe da nossa região, os interesses estratégicos de Portugal são na Europa, tem as suas limitações e prioridades, e o actual interesse de Portugal e dos portugueses por Timor-Leste pode diluir-se no tempo. A distância não perdoa. Pragmatismo porque Timor-Leste tem em Portugal o seu melhor amigo e aliado na Europa. Logo, Timor-Leste deve cuidar muito da relação com Portugal.
Portugal e a Indonésia são alguns dos países com que conta?
Temos investimentos portugueses consideráveis em Timor-Leste. O TimorTelecom é um investimento estratégico vital, como é óbvio. Há outros investimentos, mas modestos. Somos um país do Sueste asiático e as nossas atenções estão viradas para a nossa região, sendo de destacar as relações com a Indonésia e a Austrália, dois vizinhos incontornáveis. A maior parte do nosso comércio é com Indonésia, Austrália, Singapura, China, etc.
A alfabetização da maioria da população é um objectivo viável a curto ou médio prazo?
A alfabetização de toda a população só pode ser um objectivo a longo prazo, isto é, de uns dez a 20 anos. Com a cooperação de Portugal, Brasil e Cuba estamos a fazer um grande esforço nesse sentido. Temos excelentes equipas de professores portugueses, brasileiros e cubanos. Cuba está a apoiar-nos muito na alfabetização de adultos, foi o primeiro programa inaugurado por mim como primeiro-ministro. A vertente mais importante, dominante, da cooperação com Cuba é na área da saúde. Temos uns 600 jovens a cursar Medicina em Cuba e mais de 100 a estudar sob a mão amiga de professores médicos cubanos. Além disto temos perto de 200 médicos cubanos a trabalhar em Timor-Leste, colocados em todos os distritos e subdistritos do país.
O inglês poderá vir a ser uma das vossas línguas oficiais, a par do tétum e do português?
O inglês e o bahasa indonésio são duas línguas de trabalho estipuladas na Constituição. Temos que investir mais no seu ensino. Elevar o seu estatuto para línguas oficiais? Não descarto esta possibilidade, mas careceria de um parecer de linguistas e pedagogos, de muito debate, para pesarmos todas as vantagens e desvantagens de tal opção. Acredito que devemos dar às gerações actuais e futuras instrumentos de comunicação e acesso à informação, à ciência e à tecnologia, e isto é mais facilmente feito através do inglês. O bahasa indonésio é também muito importante pelo simples facto de que uns 50 por cento do povo ainda fala o indonésio, pelo facto dessa língua ser falada por 250 milhões de pessoas na Indonésia, 30 milhões na Malásia. É sobretudo uma língua que já faz parte da nossa história, das nossas vidas, da nossa cultura.
Estes últimos meses têm sido ou não de acalmia?
De uma maneira geral, no plano de segurança, a situação em todo o país está muito mais calma. Depois dos eventos tristes e trágicos de Agosto (para não falarmos da situação que se vivia no ano passado, que foi bem mais trágica), graças ao esforço concertado da UNPOL (polícia das Nações Unidas), da GNR, da nossa polícia e das Forças de Segurança Internacionais, a situação estabilizou rapidamente. As nossas Forças de Defesa desempenharam um papel cívico extremamente importante no apaziguamento dos ânimos. O brigadeiro-general Taur Matan Ruak, chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, foi incansável, um verdadeiro homem de Estado e de paz, ajudou-me imenso com os seus homens a remover obstáculos nas estradas, a realizar diálogos, a fazer mediação. A maior parte da nossa polícia também se portou muito bem. A liderança da Fretilin de igual modo ajudou na tranquilização. Mas a situação continua precária. Não se pode dizer com demasiado optimismo que está tudo resolvido. O Estado é novo, recente, logo necessariamente frágil, e é preciso muita prudência e paciência quando se quer resolver certas situações mais complexas.
O principal partido actualmente na oposição está a conseguir coexistir razoavelmente com a aliança governamental?
A liderança da Fretilin continua a dizer que a minha decisão em convidar a Aliança da Maioria Parlamentar (AMP) é inconstitucional e logo o IV Governo liderado pelo nosso irmão Xanana é ilegal. Convidei-os a levar o caso ao Tribunal de Recurso, mas ainda não tiveram a coragem de o fazer. A liderança da Fretilin pode também iniciar um processo de impeachment do Presidente pela via do Parlamento, se realmente acredita que cometi um acto inconstitucional. Mas a base da Fretilin tem sido mais pragmática do que certa liderança. Exemplo disso é Suai, onde também a Fretilin obteve a maioria. Ali a liderança regional da Fretilin disse claramente em reunião pública comigo: "Uma vez tomada uma decisão pelo Presidente da República, nós acatamos. Não questionamos. Aqui em Suai todos os partidos estão a colaborar". Isto está a acontecer em todos os outros distritos. Acabo de me reunir com todos os administradores dos três distritos e subdistritos de Baucau, Lautém e Viqueque e todos em uníssono comprometem-se a trabalhar com o Presidente da República e com o Governo, porque dizem: "Nós somos da Fretilin, mas somos servidores do Estado."
Como é que vê os pedidos para o afastamento do procurador-geral da República?
Longuinhos Monteiro foi reconduzido por mais quatro anos, pelo então Presidente da República, pouco antes do término do seu mandato. Não tenho razões de força maior para o substituir.
Existe alguma novidade no caso do major Alfredo Reinado e no dos ex-peticionários?
O Governo estabeleceu um grupo de trabalho liderado pelo secretário de Estado para a Segurança, Francisco Guterres, para resolver os dois casos pela via do diálogo. Ele é altamente experiente em resolução de conflitos. Tem um mestrado pela Universidade de Uppsala (Suécia) e um doutoramento pela Universidade Nacional da Austrália em Resolução de Conflitos. Além disso é assistido pelo Centro para o Diálogo Humanitário, de Genebra (Suíça), e por uma organização não governamental timorense. Com paciência e prudência, vamos fechar estes dois dossiers. O caso de Alfredo Reinado prende-se com a justiça, embora esteja ligado também à questão dos peticionários e aos eventos de 28 de Abril de 2006.
Caixa: O primeiro-ministro timorense, Xanana Gusmão (na foto), vai visitar em Janeiro a Indonésia, na altura em que deverão estar terminadas as negociações sobre a fixação da fronteira entre os dois países, anunciou esta semana em Jacarta o chefe da diplomacia de Díli, Zacarias da Costa, que esteve em conversações com o seu homólogo Hassan Wirayuda.
Já existe acordo quanto a quase 97 por cento do traçado da fronteira terrestre, explicou Hassan. Depois disto, adiantou, vão-se encetar negociações sobre a fronteira marítima entre os dois países.
As duas partes debateram nos últimos dias a forma de simplificar a regulamentação do comércio transfronteiriço, as travessias de fronteira e a construção de estradas entre o distrito timorense de Oecussi-Ambeno e o território indonésio que o rodeia (uma vez que se trata de um enclave na parte ocidental da ilha de Timor).
Foi há precisamente cinco anos e cinco meses que Timor-Leste conseguiu ver confirmada a sua independência em relação à poderosa Indonésia.
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Historically eclipsed by blue helmets, UN police force prepares for major expansion
Associated Press - October 31, 2007
United Nations: With the world facing new security threats, the United Nations is planning for an unprecedented expansion of its police missions. U.N. officials say a shift in the nature of conflicts requires revamped peacekeeping operations.
Traditionally, the U.N. has facilitated peace between warring states by sending its blue-helmeted soldiers to man buffer zones between their armies. But today, interventions are increasingly focused on settling civil wars.
"In recent years the character of conflicts has changed dramatically from mainly state-to-state wars (to) intra-state conflicts which pit various factions within the boundaries of a single state," U.N. Police Chief Andrew Hughes said.
As a result, there is a greater need than ever for conventional police duties in post-conflict situations.
Nowhere is this highlighted more clearly than in Darfur.
The U.N. is recruiting nearly 7,000 police officers to assist some 20,000 U.N. peacekeeper-soldiers in trying to end the four-year conflict in the desert region of western Sudan.
Police involvement in peacekeeping dates from the inaugural mission in Palestine and Israel in 1948.
At the time, the first Secretary-General Trygve Lie urgently dispatched several dozen U.N. security guards from New York to Jerusalem when Jewish extremists assassinated the U.N. peace envoy Folke Bernadotte.
In later interventions, however, the U.N. has come to rely mostly on soldiers to monitor cease-fires or interpose themselves between warring sides, as happened in the Sinai after the 1956 Egypt-Israel war, or later in disputed Kashmir, Cyprus and Lebanon.
The Balkan wars of the 1990s put renewed focus on peacekeeping by police units.
"In such conflicts, once peace is restored the U.N. then has a key role in re-establishing rule of law, which includes police, courts, prisons and the whole justice sector, and to ensure that they rebuild or build up from scratch their police services," Hughes said.
But Hughes emphasized that police and military missions have critical differences.
Soldiers have different rules of engagement that provide for the use of lethal force and are therefore not suited for such duties such as apprehending criminals, escorting children to schools or calming rioting mobs.
"For us the use of force is absolutely the last option," Hughes said. "Our police are trained much more extensively to defuse the situation, and negotiations are by far and away the biggest tool we have."
A new Police Division was set up in October 2000 as part of the U.N. Department of Peacekeeping Operations with a staff of several dozen experienced police officers from contributing countries.
Currently, there are about 70,000 U.N. peacekeeping troops deployed worldwide, with an additional 9,500 police officers, mostly in African regions such as Liberia, Ivory Coast, Congo, Burundi and Western Sahara, as well as in Haiti, Kosovo and East Timor.
With U.N. missions in Chad and Darfur coming on line in 2008, the ranks of U.N. police are to swell to nearly 17,000 officers from more than 100 countries.
"Our duties included everything a policeman can possibly do, from breaking up domestic disturbances to chasing and arresting armed criminals," said Irhad Campara, a Bosnian policeman who served in the U.N. mission in East Timor.
"In addition, we recruited, vetted and trained from scratch East Timor's new national police force."
Whereas military units are dispatched by governments, police officers are recruited on individual contracts from contributing nations. They continue to collect their home pay but receive an extra daily allowance of US$150 (€104) and accommodation from the U.N.
Not all operations have gone smoothly, however, and the U.N. police force has suffered several high-profile reverses over the past several years.
In 2004, U.N. police officers failed to stem the violence in Kosovo when thousands of ethnic Albanians rioted in a backlash against the Serb minority, killing 19 people, displacing thousands, and destroying hundreds of Serb homes, churches and monasteries.
And in East Timor, the U.N.-trained police force collapsed last year following an army mutiny, necessitating another mission to rebuild it anew.
To hopefully prevent such calamities, the U.N. is preparing two initiatives to facilitate rapid police deployment to crisis areas and to enable them to function more effectively from the outset.
The first is the introduction of Formed Police Units — 160-strong contingents of officers from a single country — skilled in dealing with a wide spectrum of problems, from riot control to arresting armed criminals.
The initial unit, an all-female company of Indian officers, has recently arrived in Liberia to join the U.N. force there.
The second initiative is to create a standing police detachment of about two dozen officers who can be deployed together with U.N. military units to a trouble spot, thus allowing the police to be present from the start of a U.N. mission.
Previously, the slow and complicated process of recruiting volunteers from participating countries meant police recruits lagged an average of nine months behind the soldiers.
But critics say these measures are insufficient.
William Durch from the Henry L. Stimson Center, a think tank in Washington, proposed creating a ready reserve of about 11,000 police volunteers worldwide who would be paid retainer fees while on standby and who could be quickly mobilized for future U.N. missions.
"The system by which the U.N. recruits its people must be completely revamped to be able to provide security personnel in the critical initial phases of a mission," said Durch, an expert on peacekeeping operations.
TRADUÇÃO:
Historicamente eclipsados pelos capacetes azuis, a força da polícia da ONU prepara-se para grande expansão
Associated Press - Outubro 31, 2007
Nações Unidas: Com o mundo a enfrentar novas ameaças á segurança, as Nações Unidas está a planear uma expansão sem precedentes das suas missões de polícia. Funcionários da ONU dizem que uma mudança na natureza dos conflitos requer operações de manutenção da paz reforçadas.
Tradicionalmente, a ONU tem facilitado a paz entre Estados em guerra enviando os seus soldados de capacetes azuis para operarem em zonas tampão entre os seus exércitos. Mas hoje, as intervenções estão crescentemente focadas na resolução de guerras civis.
"Nos anos recentes o carácter dos conflitos tem mudado dramaticamente de principalmente guerras Estado-a-Estado para conflitos (em) dentro de Estados que opõem várias facções no interior das fronteiras dum único Estado," disse o Chefe da Polícia da ONUAndrew Hughes.
Em resultado disso, há uma maior necessidade do que nunca para serviços convencionais da polícia em situações pós-conflito.
Em mais sítio algum é isto mais sublinhado que no Darfur.
A ONU recrutou perto de 7,000 oficiais da polícia para assistir cerca de 20,000 soldados de manutenção da paz da ONU a tentar acabar um conflito de quatro anos na região desértica do oeste do Sudão.
O envolvimento da polícia na manutenção da paz data da sua missão inaugural na Palestina e em Israel em 1948.
Na altura, o primeiro Secretário-Geral Trygve Lie despachou com urgência várias dúzias de guardas de segurança da ONU de Nova Iorque para Jerusalém quando extremistas judeus assassinaram o enviado de paz da ONU Folke Bernadotte.
Em posteriores intervenções, contudo, a ONU tem vindo a apoiar-se principalmente em soldados para monitorizarem cessar-fogos ou para se interporem eles próprios entre os lados em guerra, como aconteceu no Sinai depois da guerra de 1956 Egipto-Israel, ou mais tarde nas disputadas Cachemira, Chipre e Líbano.
As guerras dos Balcãs nos anos de 990 puseram um foco renovado na manutenção da paz por unidades da polícia.
"Em tais conflitos, uma vez que a paz é restaurada a ONU tem então um papel chave no restabelecimento da aplicação da lei, que inclui polícia, tribunais, prisões a todo o sector da justiça, e para assegurar que reconstruem ou construem a partir do nada os seus serviços da polícia," disse Hughes.
Mas Hughes enfatiza que as missões da polícia e dos militares têm grandes diferenças.
Os soldados têm regras de engajamento diferentes que lhes permitem o uso da força letal e não estão por isso equipados para tais serviços como apreensão de criminosos, escoltar crianças para escolas ou acalmar multidões em tumulto.
"Para nós o uso da força é absolutamente a última escolha," disse Hughes. "a nossa polícia é treinada muito mais extensamente para neutralizar a situação, e as negociações são de longe o melhor e maior instrumento que temos."
Uma nova Divisão da Polícia foi montada em Outubro de 2000 como parte do Departamento das Operações de Manutenção da Paz da ONU com um equipa de várias dúzias de oficiais da polícia experientes de países contribuidores.
Correntemente, há cerca de 70,000 tropas da ONU destacadas em todo o mundo, com uns adicionais 9,500 oficiais da polícia, a maioria em regiões Africanas como a Libéria, Costa do Marfimt, Congo, Burundi e Sahara Ocidental, bem como no Haiti, Kosovo e Timor-Leste.
Com missões da ONU no Chade e Darfur em linha para 2008, as fileiras dos polícias da ONU vão aumentar para perto de 17,000 oficiais de mais de 100 países.
"Os nossos serviços incluem tudo o que om polícia pode fazer, desde acalmar discussões domésticas a perseguir e prender criminosos armados," disse Irhad Campara, um polícia da Bósnia que serviu na missão da ONU em Timor-Leste.
"Em adição, recrutámos, examinámos e formámos desde o princípio a nova força nacional da polícia de Timor-Leste."
Enquanto as unidades militares são despachadas pelos governos, os oficiais da polícia são recrutados com contratos individuais das nações contribuidoras. Continuam a receber o seu salário nacional mas recebem diariamente uma prestação extra de US$150 (€104) e acomodações da ONU.
Nem todas as operações têm corrido bem, contudo, a a força da polícia da ONU tem sofrido vários falhanços de alto perfil nos últimos anos.
Em 2004, oficiais da polícia da ONU falharam em acalmar a violência no Kosovo quando milhares de etnia Albanesa se amotinaram num retrocesso contra a minoria Sérvia, matando 19 pessoas, deslocando milhares e destruindo centenas de casas Sérvias, igrejas e mosteiros.
E em Timor, a força da polícia treinada pela ONU desmoronou-se no ano passado depois dum motim de militares, necessitando duma nova missão para a reconstruir de novo.
Para esperançosamente prevenir tais calamidades, a ONU está a preparar duas iniciativas para facilitar o destacamento rápido da polícia para áreas de crise e para as capacitar em agirem com mais eficácia desde o início.
A primeira é a introdução de Unidades de Polícia Formada — contingentes de 160 membros de oficiais dum único país — especializados em lidar com um espectro largo de problemas, desde controlo de motins à prisão de criminosos armados.
A unidade inicial, uma companhia inteira de mulheres polícias Indianas, chegou recentemente à Libéria para se juntar lá à força da ONU.
A segunda iniciativa é criar um destacamento de polícia de cerca de duas dúzias de oficiais que podem ser destacados juntamente com unidades de militares da ONU para locais problemáticos, possibilitando assim à polícia estar presente desde o início duma missão da ONU.
Anteriormente, o vagaroso e complicado processo de recrutar voluntários dos países participantes significava que o recrutamento da polícia se arrastava nove meses em média por detrás dos soldados.
Mas os críticos dizem que essas medidas são insuficientes.
William Durch do Centro Henry L. Stimson, um think tank em Washington, propôr criar uma reserva de prontidão de cerca de 11,000 voluntários da polícia a quem seriam pagos salários de retenção enquanto estivessem á espera e que podiam ser rapidamente mobilizados para futuras missões da ONU.
"O sistema pelo qual a ONU recruta a sua gente deve ser completamente alterado para ser capaz de fornecer pessoal de segurança na fase crítica inicial duma missão," disse Durch, um perito em operações de manutenção da paz.
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UNMIT Weekly - Issue No 15 - 2 November 2007
SRSG Atul Khare Holds Bimonthly Meeting with NGO Forum
The Special Representative of the Secretary-General (SRSG) Atul Khare met with over 60 representatives of members of the Forum ONG Timor Leste or FONGTIL (Timor Leste NGO Forum) at their headquarters on 30 October as part of a bi-monthly series of meetings held to promote dialogue with Timorese civil society.
At the Forum's request, Mr. Khare updated members on the current security situation, reported on the recent Security Council meeting on Timor-Leste, clarified the UN's relationship to both the crisis of 2006 and the Comisaun Verdade no Amizade (Truth and Friendship Commission), and discussed ways to improve networking between UNMIT and civil society as well as UNMIT's support of capacity building for national NGOs.
During a lively question and answer session, Forum members raised a variety of issues including training for civil society organizations, youth employment, security, human trafficking, the Comisaun, and internally displaced people, among others.
SRSG Khare told participants UNMIT was committed to continued support of NGOs, especially in the human rights, justice, gender and good governance areas, and encouraged them to engage in constructive dialogue with the new Government and other State actors. He urged them to adopt the draft Code of Conduct on non-partisanship and to be active in the districts, where they could help educate people in the villages and make them more aware of their rights.
In addition to the bi-monthly meetings, organized by the Democratic Governance Unit, the Outreach and Distribution Unit of UNMIT's Communications and Public Information Office holds monthly meetings with civil society organizations in Dili, Baucau, Maliana, Oecussi and Suai on such topics as human rights, the rule of law, and democratic governance.
FAO Livestock Project Aims to Reduce Avian Influenza, Infectious Diseases
While Timor-Leste is still free of the H5N1 virus which causes avian influenza or bird flu, the disease is endemic in neighbouring Indonesia where 31 of 33 provinces are infected. According to experts, there is a continuous risk the disease will be introduced into Timor-Leste by cross-border movement of poultry or poultry products or along migration routes of wild water birds. The risk is increased by traditional farming systems practiced in Timor-Leste and other parts of Asia where people and their livestock live in very close proximity.
To control and prevent avian influenza and other diseases that can affect humans as well as animals, the Food and Agriculture Organization of the UN (FAO) has designed a project in Timor-Leste to strengthen 'biosecurity' or precautions taken to minimize the risk of introducing an infectious disease into an animal population.
In an interview with UNMIT Radio, FAO's Dr. Christine Ahlers said the three-year project was initiated at the request of the National Directorate of Livestock, an arm of the Ministry of Agriculture, Forestry and Fisheries, which required assistance to improve its services and build capacity.
The project includes such activities as surveillance, quarantine, response, awareness raising, communication, and education, as well as poultry and pig health and husbandry, veterinary laboratory design, animal health legislation and research. It will be implemented throughout the country, with high risk areas a priority.
The project will be implemented by the Government with the assistance of FAO. Dr. Ahlers says that by the end of the three-year project, all activities and responsibilities will be integrated within the Ministry. The Government of Australia has contributed A$4,750,000 for the implementation of the project.
Entrepreneurship Course Grooms Future Timorese Businessmen & Women
As one of its development priorities for creating employment and alleviating poverty, the Government of Timor-Leste wants to promote the development of small- and medium-scale enterprises.
The majority of Timorese, though, have not been exposed to entrepreneurial traditions and experiences. Almost 75% of the population works in the agricultural sector, with many involved in subsistence agriculture. For the Government to achieve its goal, an entrepreneurial culture will first have to be introduced.
The UN Industrial Development Organization (UNIDO) is helping to do this through the introduction of its Entrepreneurship Education curriculum into pre-secondary and secondary schools. Some 11,500 students in 40 schools across eight districts have been participating since October 2006, when the curriculum was introduced. Classroom lecture is combined with practical experience as students make products found in their everyday environment, such as jams, handicrafts, and processed fish.
UNIDO Consultant Jumar Balonkita, who oversees the programme, notes that while the students' products are destined for the marketplace, it is training, not earnings, that is the programme's first priority.
"Entrepreneurship education stimulates, motivates and creates confidence in students for facing a future career in business," he says. "Students develop the major characteristics of successful entrepreneurs such as creativity, innovativeness, resourcefulness, planning and leadership."
The second part of UNIDO's initiative is the maintenance of a reliable business regulatory framework for entrepreneurs and training of public regulatory officials. The programme is funded by the Governments of Japan and Portugal.
Strategic Plan for Prosecution Services Focus of Dili Seminar
A two-day seminar in Dili, which began on 29 October, marked the official launch of a strategic planning process for Timor-Leste's Office of the Prosecutor General.
Deputy SRSG Eric Tan addressed the seminar along with Minister of Justice Dr. Lucia Lobato, Prosecutor General Longuinhos Monteiro, President of the Court of Appeal Claudio Ximenes, and the Provedor for Human Rights and Justice Sebastião Dias Ximenes.
"The Office of the Prosecutor General is a crucial part of the continuum in the justice system," Mr. Tan told participants. He recalled that Timor-Leste has had to build its justice system from nothing after the crisis of 1999. He said UNMIT would continue to support all efforts to rebuild the justice sector and root out impunity, as an effective justice sector was crucial for the security, safety, human rights and economic development of any country.
On the first day of the meeting, participants heard presentations on the nature and importance of strategic planning, challenges faced by the police in investigating crime, access to justice, gender-based violence, and the right to a fair trial. During the second day, participants broke into working groups to discuss these topics, as well as oversight and supervision of criminal investigations, human rights, and anti-corruption.
http://www.unmit.org/unmisetwebsite.nsf/f042de6a6630334a4925723c003b1a25/$FILE/15.weekly.english.021107.pdf
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PD "mudansa"?...
Bereliku Ailaran - 31 October 2007
[http://odanmatan.blogspot.com/]
Political Declaration of the Ermera Leadership of Partido Democratico
We observed and analysed fully the decisions from the National Leadership in regards to the list presentation to the Parliament and the formation of the IV Constitutional Government. We say that the decisions did not have mutual consultation and coordination between National and District Leaderships. Only one or two leaders alone made the decisions, never basing it on the party's constitution.
Reality shows that National Leadership is setting up a political game and a disaster for the party's future.
Therefore we petition to the top leadership such as the president, the secretary general and the CPN (National Political Council), to make a decision on the following demands:
1. Return the powers to CPN and CPD to review the parliamentary list, which should be proportional corresponding to each district whenever there is a substitution.
2. Revise the Parliament's Internal Rules when it comes to substitution. Substitutions should not follow the sequence on the parliamentary list but should be made corresponding to each district (Ermera from Ermera).
3. We appreciate very much the formation of the IV Constitutional Government to undertake political and developmental transformation. But we notice that in reality there is a big discrimination and a sabotage against people with the right skills who should be given cabinet positions in this government.
4. The leadership of Ermera's PD recommend Dr. Lucas da Costa (Rector of UNPAZ and Member of Parliament) as has great skills and experience to hold the portfolio of Ministry of Economy and Development or any other relevant posts.
5. We will recall our two members of parliament who are in the PD faction in the National Parliament, Mr. Dr. Lucas da Costa and Mr. Gabriel Ximenes (Fitun) if the national leadership and AMP ignore and do not value (our demands). There will be a strong reaction from the grassroots.
6. We request the leadership to put individual and group problems behind to concentrate on the party interest and the people's wishes for nation. Do not use slogans to impede others and turn many into victims for PD.
7. We demand an extraordinary party meeting to discuss these demands.
Finally, as the winning district (in the parliamentary elections) there is hope, however we lament these decisions.
Thank you for your consideration.
The Petitioners, The District Leadership Council Democratic Party, Ermera
No. Name, Position
1. Paulino Monteiro, President
2. Mauricio dos Reis Martins, General Secretary
3. João Varela, II Vice president
4. Egidio Maia, Vice Scretary General
5. Jacinta A. Pereira, President of OMD
6. Lucas da C. Salsinha, President of OJD
7. Ernesto Fernandes, President of CPD
8. Armindo das Neves, Vice President of CPD
9. Angelino Brites, Sub Distrito Ermera/ Membro CPD
10. Domingos dos S. Pereira, Vice Coord. of Ermera Sub district
11. Agapito da Silva, Vice Coord. of Hatolia Sub district
Ermera, 27 de Agosto de 2007
To download the original Tetum version, please click here:
http://www.geocities.com/umalulik/PD_letter_304KB.pdf
TRADUÇÃO:
Bereliku Ailaran - 31 Outubro 2007
[http://odanmatan.blogspot.com/]
Declaração Polítical da Liderança de Ermera do Partido Democrático
Estudámos e analizámos no pormenor as decisões da Liderança Nacional relativas à apresentação da lista ao Parlamento e à formação do IV Governo Constitucional. Dizemos que as decisões não foram tomadas por consulta mutua e coordenação entre as Lideranças Nacional e do Distrito. Apenas um ou dois líderes decidiram sozinhos e nunca se basearam na constituição do partido.
A realidade mostra que a Liderança Nacional está a montar uma jogada política e um desastre para o futuro do partido.
Por isso peticionamos para a liderança de topo, isto é para o presidente, secretário-geral e CPN (Conselho Político Nacional), para tomarem uma decisão sobre as seguintes exigências:
1. Devolverem os poderes para o CPN e CPD para reverem a lista parlamentar, que deve ser proporcional correspondendo a cada distrito sempre que há uma substituição.
2. Rever o Regimento Interno do Parlamento no que respeita às substituições. As substituições não devem seguir a sequência da lista parlamentar mas devem fazer-se em correspondência com cada distrito (Ermera de Ermera).
3. Apreciamos muito a formação do IV Governo Constitucional para desenvolver a transformação e desenvolvimento político. Mas reparamos que na realidade há uma grande discriminação e sabotagem contra pessoas com as capacidades certas a quem devem ser dadas posições no executivo neste governo.
4. A liderança do PD de Ermera recomenda o Dr. Lucas da Costa (Reitor da UNPAZ e Membro do Parlamento) porque tem grandes capacidades e experiência para ter a pasta do Ministério da Economia e Desenvolvimento ou qualquer outro cargo relevante.
5. Tiraremos os dois membros do parlamento que estão na facção do PD no Parlamento Nacional, Sr. Dr. Lucas da Costa e Sr. Gabriel Ximenes (Fitun) se a liderança nacional e a AMP ignorar e não responder (às nossas exigências). Haverá uma reacção fortes das organizações de base.
6. Pedimos à liderança para pôr problemas individuais e de grupo para trás e que se concentre nos interesses do partido e nos desejos do povo para a nação. Não usem slogans para impedir outros e virarem muitos em vítimas do PD.
7. Exigimos uma reunião extraordinária do partido para discutir estas exigências .
Finalmente, como distrito vencedor (nas eleições parlamentares) há esperança , contudo lamentamos estas decisões.
Obrigada pela consideração.
Os Peticionários, o Conselho de Liderança do Distrito de Ermera do Partido Democrático
Nº. Nome, Posição
1. Paulino Monteiro, Presidente
2. Maurício dos Reis Martins, Secretário-Geral
3. João Varela, II Vice-presidente
4. Egidio Maia, Vice-Scretário-Geral
5. Jacinta A. Pereira, Presidente da OMD
6. Lucas da C. Salsinha, Presidente da OJD
7. Ernesto Fernandes, Presidente do CPD
8. Armindo das Neves, Vice-Presidente do CPD
9. Angelino Brites, Sub-Distrito Ermera/ Membro CPD
10. Domingos dos S. Pereira, Vice Coord. do Sub distrito Ermera
11. Agapito da Silva, Vice Coord. Do Sub distrito Hatolia
Ermera, 27 de Agosto de 2007
Para descarregar a versão original em Tétum, por favor clique aqui:
http://www.geocities.com/umalulik/PD_letter_304KB.pdf
Por
Malai Azul 2
à(s)
04:20
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Traduções
Obrigado pela solidariedade, Margarida!
Mensagem inicial - 16 de Maio de 2006
"Apesar de frágil, Timor-Leste é uma jovem democracia em que acreditamos. É o país que escolhemos para viver e trabalhar. Desde dia 28 de Abril muito se tem dito sobre a situação em Timor-Leste. Boatos, rumores, alertas, declarações de países estrangeiros, inocentes ou não, têm servido para transmitir um clima de conflito e insegurança que não corresponde ao que vivemos. Vamos tentar transmitir o que se passa aqui. Não o que ouvimos dizer... "