SIC
03 de Setembro de 2007
Banda vai lançar um leilão na Internet a propósito do concerto em Portugal
Os Police vão lançar, em parceria com a rádio RFM um leilão na Internet para recolher fundos para o projecto WaterAid.
A WaterAid é uma Organização Não-Governamental (ONG) que tenta melhorar a qualidade de vida das populações de países pobres através de projectos hídricos que permitem levar água potável às populações carenciadas. Moçambique e Timor-Leste estão entre os países onde a organização actua.
Com o objectivo de recolher fundos para o projecto, os Police, que actuam no Estádio Nacional a 25 de Setembro, lançaram uma campanha de leilões online nos vários países por onde vai passar a sua digressão mundial.
Em Portugal, a rádio RFM, do grupo Renascença, foi escolhida para promover em exclusivo a iniciativa. A acção decorre no dia 14 deste mês, entre as 07h00 e as 19h00, e as licitações serão feitas através da caixa correio leilaopolice@rfm.pt.
A leilão vão estar bilhetes especiais para o concerto, encontros com os membros da banda e merchandising assinado pelos músicos.
A digressão mundial da banda, que volta a reunir no mesmo palco Sting, Andy Summers e Stewart Copeland depois de mais de duas décadas separados, tem uma agenda de mais de 60 concertos por grandes recintos e estádios nos Estados Unidos, Canadá e Europa.
Esta é a segunda vez que os Police actuam em Portugal. A primeira foi em 1980, no estádio do Restelo.
Com Lusa
segunda-feira, setembro 03, 2007
The Police promovem projecto humanitário
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Dos Leitores
H. Correia deixou um novo comentário na sua mensagem "Herald Sun Readers' Comments - Bracks to be Gusmao...":
Para que não digam que o Timor Online é um blog de "portugueses fanáticos", foi boa ideia publicar estes comentários daqueles que melhor conhecem o novo 1ºMinistr... desculpem, consultor do 1ºMinistro de Timor-Leste - os australianos.
Será que agora vão dizer que é um blog de australianos fanáticos?
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Malai Azul 2
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Herald Sun Readers' Comments - Bracks to be Gusmao adviser
Herald Sun
Ellen Whinnett
http://www.news.com.au/heraldsun/comments/0,22023,22334034-2862,00.html
August 30, 2007 12:00am
FORMER premier Steve Bracks has been appointed as an adviser to East Timorese Prime Minister Xanana Gusmao.
Mr Bracks, who retired from Parliament on July 27, will take up the honorary role shortly, advising Mr Gusmao on setting up and running a democratic administration.
Independence hero Mr Gusmao was recently named Prime Minister after several years in the position of president.
Comments:
Poor East Timor! Bracks was advisor to Caine & Kirner and remember what they did to Victoria! Posted by: Daggy of Ballarat 4:08pm today
Comment 14 of 14
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First thing on the agenda, REVENUE RAISING! Posted by: Jess 7:32pm August 30, 2007
Comment 13 of 14
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Some people have been suggesting that or PM Mr John Howard is a liar, this is round one for Mr Steve Bracks. Posted by: Full Observer 7:27pm August 30, 2007
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I suggest Steve Bracks lives up to his INTEGRITY and CONSCIENCE and faces the inquiry on the Tatts Gaming investigation, and shows us his true colours, and noble character BEFORE he undertakes the position of advisor to East Timor's Prime Minister.
First things first - put your priorities in place, Mr Bracks. Posted by: Lucy of melb 7:10pm August 30, 2007
Comment 11 of 14
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East Timor will be smooth sailing in no time...all Bracks will do it, well he will look into it first, but then he will introduce gambling through with a nod and a wink and they will be on their way! Posted by: Gavin of Caulfield 4:54pm August 30, 2007
Comment 10 of 14
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What a laugh!! Bracks teaching governance and democracy. Ladies and gentleman; anything is possible.... Posted by: Adam I of Truth Alley 4:44pm August 30, 2007
Comment 9 of 14
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The Dean of Education, you said what I wanted to say, well done!!!! Posted by: Peter Sollars of Melb. 4:37pm August 30, 2007
Comment 8 of 14
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Hmmmmmmm. The guys gives up politics to give his family more quality time. He takes a job as an adviser in another country. I would say Watch This Space. A pokie tendering inquiry perhaps. God knows what will come out of the woodwork. Posted by: Peter of Ballarat 4:28pm August 30, 2007
Comment 7 of 14
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Isn't poor East Timor in enough strife now without Bracks advising their government. What's he going to advise them on anyway they already know how to do nothing. Posted by: Steve of Avondale Heights 4:27pm August 30, 2007
Comment 6 of 14
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Time will tell the real reason this bloke and his 2IC both quit at the same time but I smell a rat !!! Posted by: Dave of Melb 4:19pm August 30, 2007
Comment 5 of 14
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East Timor is doomed. Posted by: dan of Melbourne 4:04pm August 30, 2007
Comment 4 of 14
HAHAHAHAHAHAHAH!! a democratic administration !!! thats funny!!!! Posted by: Casper of Australia 3:52pm August 30, 2007
Comment 3 of 14
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And what is he going to advise on? Where to put speed cameras in downtown Dilli? Posted by: Mort Dexter of Melbourne 3:50pm August 30, 2007
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So Mr. Bracks... Running Victoria was too hard and taking a toll on your family, but advising the Prime Minister of a different country isnt? This is proof that he bailed out of a sinking ship to avoid blame and to hand the wheel to Brumby whom previously couldnt win it fair and square... Pathetic! Posted by: The Dean of Education 3:49pm August 30, 2007
Comment 1 of 14
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O preço do golpe de estado já foi pago em vidas mas agora falta pagar em géneros
In Blog Timor Lorosae Nação – Sábado, 1 de Setembro de 2007
Líderes históricos dividem para "fantochar"
Malae Belu
O dia 30 de Agosto devia ter sido um dia grande para Timor-Leste, um dia de comemoração absolutamente alegre, sem sombras de tristezas, mas, em vez disso, mais que isso, foi um dia que nos recordou, uma vez mais, a força e determinação de um povo que há oito anos estava unido por um objectivo de interesse nacional e comum mas que presentemente está divido por objectivos politico-partidários e pessoais.
Quem nos divide são os líderes que há pouco mais de um ano assaltaram o Poder em nome da democracia, da liberdade, do desenvolvimento, do progresso e contra a alegada ditadura de um partido que estava no Poder com toda a legitimidade democrática.
Evidentemente que esses líderes oponentes ao Governo de então, da Fretilin, poderiam ter escolhido a via da contestação e oposição democráticas em vez de partirem para o golpe de estado.
Preferiram não optarem por essa acção porque não colheria os frutos desejados devido à maioria da população considerar que a unidade nacional era o que importava, que o governo da Fretilin devia cumprir o seu mandato e que nas eleições logo se pronunciariam.
Intuitivamente, os timorenses sabiam que deveriam agir assim.
Provavelmente a Fretilin voltaria a ter um bom resultado por votos expressos e tradutores da vontade eleitoral...
Era exactamente isso que importava evitar. Mas também é provável que não acontecesse e então a oposição, se fosse realmente democrática, teria a sua oportunidade.
Para a Igreja, Xanana Gusmão, Ramos Horta, Austrália e para os detentores do controle energético-financeiro, essa alternativa era inconveniente por lhes retirar a margem de manobra que lhes permite controlar o país e, principalmente, os seus bens energéticos no Mar de Timor e em terra.
Com um governo Fretilin eles sabiam que a defesa dos interesses timorenses seriam defendidos o mais possível, como sempre aconteceu.
A Igreja sabia que a Constituição ia acabar por se fazer cumprir e que perderia os cem por cento de privilégios de que beneficia.
Sabia que a separação entre Estado e Igreja, exigida constitucionalmente iria sendo progressivamente cumprida - como deve ser num país que ruma para a democracia.
Xanana Gusmão teria um lugar de reservista da Nação timorense se não voltasse a recandidatar-se à Presidência da República advinhando-se que teria muitas probabilidades de perder as eleições - basta olhar para a magra votação que colheu nas recentes eleições legislativas.
Ramos Horta não concorreria à Presidência da República como o fez para não obstaculizar Xanana e restar-lhe-ia continuar num governo Fretilin ou então fazer a travessia do deserto, formar um partido ou aderir a algum já formado - o que não seria provável.
Ramos Horta teria mesmo de esperar ou ser ministro Fretilin.
No caso de Xanana não ser reeleito - o que seria provável - restava-lhe formar algo parecido com o CNRT ou aceitar ser a "reserva heróico-histórica da Pátria".
Então sim, as coisas seriam claras e democráticas.
O tempo seria o bom conselheiro e obreiro dos que queriam realmente construir um país livre e aberto ao desenvolvimento progressista.
Nem Horta nem Xanana quiseram correr o risco de marcar passo. Não quiseram ver-se na contingência de ter de aguardar quatro anos e trabalhar para conquistarem o direito transparente e legítimo de governarem. Formarem um partido, com tempo, e submeterem-se ao eleitorado.
O que queriam era apoderar-se do Poder e distribui-lo entre eles se possível aniquilando a Fretilin ou qualquer outro partido que se lhes atravessasse no caminho.
O golpe de estado não aconteceu por acaso e a situação que para muitos parecia "embrulhada", confusa, tinha por objectivo possibilitar que a situação seguisse os trâmites que seguiu e apressar a tomada do Poder por uma via aparentemente democrática mas que foi estudada, planificada e executada de acordo com o planeado.
Evidentemente que os procedimentos que conduziram ao sucesso da operação "golpe de estado democrático" não foram da autoria de timorense nenhum porque esses foram simplesmente o executantes.
Este foi um golpe de mestre, do género de tantos outros por esse mundo fora, que resultou e terá elevado preço. Tão elevado que os seus mentores já demonstraram não confiar nos seus executantes timorenses querendo vigiá-los de perto, governando nos bastidores enquanto timorenses se prestam a fazer que governam.
Soube-se que Steve Bracks vai passar a ser o "consultor" de Xanana Gusmão mas outras figuras australianas serão impostas - aparentemente contratadas pelo governo timorense - e manipularão os cordelinhos que possibilitará uma governação australiana com um fantoche timorense julgando-se primeiro-ministro.
Se os timorenses aquiescerem a esta situação terão a sua desejada paz, mas será uma paz podre.
Obviamente que serão registadas algumas melhorias na vida dos timorenses a curto e a médio prazo... mas independente e governado por timorense é que Timor-Leste não será e isso só daqui por uns bons anos será constatado ou até talvez denunciado por algum dos fantoches de agora que se veja preterido pelos novos colonizadores.
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Malai Azul 2
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People of East Timor deserve a future
The Age – September 2, 2007
Paul Cleary
Four years ago, then premier (of Victoria State) Steve Bracks led a solemn procession through the main street of Balibo, East Timor, wearing the headdress and rainbow-coloured skirt of a Timorese king. At his side, and in the same garb, was the hero of East Timor's long struggle for independence, Xanana Gusmao.
Bracks opened the "flag house" in Balibo, which had been the base of the five Melbourne newsmen before they were slain by the Indonesian military in October 1975. With funding from the Victorian Government, the house, which still retains a faint impression of the Australian flag painted by Greg Shackleton, was turned into a community centre. It became a living memorial to the newsmen.
The modest project was a poignant example of a state government stepping in and playing a role on an issue in which successive federal governments had woefully failed.
Gusmao at the time held the largely ceremonial role of president of newly independent East Timor. But now, as Prime Minister, and with a formidable challenge ahead, he has asked Bracks to step in again to address the real threat of East Timor becoming a failed state. In recent years, Bracks has followed events closely through regular meetings with Gusmao and his wife, Kirsty Sword Gusmao.
East Timor's current difficulties can be traced back to the Howard Government's failure to properly support the new democracy in its formative years.
Australia's greedy grab for Timor oil meant that East Timor was hugely distracted from the task of nation building because it had to fight for its resources. Australia's opening offer in negotiations in 2000-01, and the treaty signed in 2002, did not fully recognise East Timor's rights under international law.
And, according to World Bank representative Elisabeth Huybens, East Timor did not have the resources it needed to exist as an independent state. Australia was also a mean neighbour when it came to foreign aid. East Timor was a devastated country in need of a Marshall Plan, and instead it got $40 million a year from 2002. Aid has been increased to almost double that amount in the latest budget.
Now that East Timor has become a "Xanana republic", the big challenge is to run a functional administration that can deliver basic services and generate jobs, jobs and more jobs. The hordes of rock-throwing youths in Dili are the result of an economy that went backwards in per capita terms for five successive years. In part, this came about because the government was unable to spend all of the money it had available.
Bracks told The Sunday Age that his focus would be addressing a growing culture of "corruption and cronyism" by introducing checks and balances into the awarding of government contracts and appointments.
A key reform challenge is to tackle the centralised administration introduced by the former government, which required ministers to approve even the smallest decisions. Bracks is right to make decentralisation an important focus of reform.
But he seems cautious when it comes to hitting the spending pump, saying this has to be done in a "sustainable way". East Timor already has a good system for saving its oil revenue, but it was unable to spend anywhere near the sustainable limit set by its Petroleum Fund law. As a result, the economy, and the country, imploded.
There is little that is sustainable about East Timor in its current state. As well as reforming public administration, Bracks needs to focus on how the Government can get the economy rolling by introducing job-generating public works programs and give the long-suffering people of East Timor a future.
- Paul Cleary is a former adviser to the East Timor Government and author of Shakedown: Australia's Grab for Timor Oil.
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DFA: Dili has no authority over RP peacekeepers
The Daily Tribune - 09/01/2007
By Michaela P. del Callar
The Department of Foreign Affairs (DFA) yes-terday said the Philippines is answerable only to the United Nations, not to the East Timor government, after a Timorese parliamen-tarian criticized the credibility of the Philippine police force and demanded the removal of one of its police peace-keeping officer.
At the same time, the DFA stressed it has asked the Philippine Embassy in Dili to look into the state-ments made by Fretilin, one of East Timor’s major political groups.
“We are there as a member of the UN peace-keeping force. We are an-swerable to the UN, not to the East Timor government. We will see first the circums-tance (before taking any action). However, we don’t take it (Fretilin statement) as a view of the East Timor government,” DFA spokesman Claro Cristobal said.
Fretilin Parliamentarian Jose Teixeira branded the Philippine National Police (PNP) as “notoriously corrupt” with a reputation for brutality and asked for the recall of Joel Doria, head of the Comoro police post of the UN Integrated Mission in Timor-Leste.
Fretilin was furious over the Aug. 6, 2007 Time Magazine article quoting Doria as saying the party was involved in organizing violence in East Timor following the announcement of former resistance fighter Xanana Gusmao as prime minister late July.
“Mr. Doria’s comments and behavior are irresponsible. We expect members of the UN police to exercise a duty of care when discharging their duties and act as an example to the National Police of Timor-Leste, which the UN is helping to rebuild,” Teixeira noted.
“The Philippines police force is notoriously corrupt and politically partisan with a reputation for brutality. Timorese do not want Philippines police’s practices imported to this country,” he added.
Cristobal, however, maintained the Fretilin statement will not erode the credibility of the 145 Filipino peacekeepers in East Timor.
“I can say our police there have had a pretty good performance. They were awarded the UN service medal precisely because of their contribution,” he said.
The DFA official added Special Representative of the UN Secretary-General to Timor-Leste Atul Khare praised the professionalism and competence of the Filipino UN police in ensuring the peaceful and orderly conduct of Timor-Leste’s first three elections.
“Mr. Khare also thanked them for their invaluable contribution in helping democracy take root in the young nation,” Cristobal said.
The tour of duty of the Philippine contingent will end on Oct. 16.
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Former journo dies in Timor
Herald Sun
September 03, 2007 12:00am
A FORMER Melbourne newspaper man who became a key adviser to East Timorese President Jose Ramos Horta has died of a sudden illness in Dili.
Chris Santos, a former senior journalist at The Sun, fell ill in the East Timorese capital on Friday morning and died a short time later. He was 59 years old.
Portuguese-born Mr Santos trained as a journalist and travelled to East Timor just before the Portuguese relinquished it as a colony in 1975.
He became a member of the Fretilin independence movement during that year's civil war, which preceded the Indonesian invasion months later.
Mr Santos, who had become Fretilin's information officer, was forced to flee to Australia just before the invasion.
He became a respected Melbourne journalist and held senior positions at The Sun before undertaking various political advisory roles in Victoria.
He became a close associate of Mr Ramos Horta during this time and returned to East Timor after the country voted for independence in 1999.
When Mr Ramos Horta became East Timor's Prime Minister in 2006, Mr Santos became his special adviser, and remained in that position when Mr Horta was elected President earlier this year.
Mr Santos' body is being flown back to his family in Melbourne for a funeral tomorrow.
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domingo, setembro 02, 2007
East Timor president, PM to testify to truth commission
AFP – 2 September 2007
Jakarta - East Timor's president and prime minister are to testify to the Indonesia-East Timor commission later in September over violence surrounding East Timor's 1999 independence vote
"We have received the confirmation President Jose Ramos-Horta, Prime Minister Xanana Gusmao and Armed Forces Commander Taur Matan Ruak will testify in our fifth hearings in Dili on September 24-27," Indonesian co-chairman of the Commission of Truth and Friendship, Benjamin Mangkudilaga, told AFP.
He said that the venue was picked at the behest of the East Timorese government. The hearings have so far been held in Bali, where the commission has its headquarters, or in Jakarta.
Following the overwhelmingly pro-independence results of the ballot, East Timor was put under UN tutelage and gained independece in May 2002.
Militia gangs - which the United Nations says were recruited and directed by Indonesia's military - went on an arson and killing spree before and after the East Timorese voted for independence.
They killed about 1,400 people and laid waste to much of the infrastructure in the half-island, a Portuguese colony before Indonesia invaded in 1975.
The commission, set up in 2005, is aimed at reconciliation along the lines of South Africa's post-apartheid Truth and Reconciliation Commission.
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sábado, setembro 01, 2007
Não podia estar mais de acordo
Blog Tugir Em Português – Quinta-feira, Agosto 30, 2007
O Presidente da República de Timor-Leste, José Ramos-Horta, afirmou hoje, no Parlamento Nacional do país, que os timorenses "não aprenderam nada com o passado"
Se tivessem aprendido, provavelmente não teriam eleito quem escolheram.
CMC
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Sistema de Abastecimento de Água Potável de Ataúro
Embaixada de Portugal em Timor-Leste – [sem data]
Por ocasião da visita a Timor-Leste de S.ª Ex.ª o Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação de Portugal, Prof. Doutor João Gomes Cravinho, realizar-se-á, em Ataúro no próximo dia 1 de Setembro, a cerimónia de inauguração do Sistema de Abastecimento de Água Potável. Cerimónia contará com a presença de S.ª Ex.ª o Vice Primeiro-Ministro de Timor-Leste, Dr. José Luís Guterres, bem como S.ª Ex.ª o Ministro das Infra-Estruturas, Dr. Pedro Lay, e S.ª Ex.ª o Secretário de Estado da Electricidade, Água e Urbanização, Arquitecto Januário da Costa Pereira.
A Cooperação Portuguesa, através do IPAD – Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, financiou a execução do projecto de Reabilitação e Construção do Sistema de Abastecimento de Água Potável para a zona sul e costa leste da ilha de Ataúro, com um apoio que ascendeu a € 1.000.000, cerca 1,2 milhões de dólares americanos.
O projecto, executado pela AdP Timor-Leste (empresa da AdP Internacional) durante os anos de 2005 e 2006, consistiu na construção, maioritariamente de raíz, de um sistema de captação e distribuição de água potável que servirá sete populações do sub-Distrito de Ataúro – Akrema, Bairroana, Pala, Dota, Iliknamu, Beloi e Vila.
O sistema que agora se inaugura irá garantir o acesso à água potável a aproximadamente 5.000 habitantes daquele sub-Distrito. Recorde-se que, em 2003, a Cooperação Portuguesa financiou um projecto semelhante e que assegurou o abastecimento de água a 4.000 habitantes da costa oeste daquela ilha.
O Sistema de Abastecimento de Água Potável incluiu, entre outras infra-estruturas:
a instalação de 3 reservatórios de água (capacidade total de 150m3);
a instalação de 36 fontenários públicos;
a construção de nova captação (através da montagem de galeria de infiltração complementada por um açude) e respectivo tanque;
a montagem de 5 novas redes locais de distribuição e
a reabilitação de outras duas já existentes.
Ainda no âmbito do projecto, o qual se desenvolveu num quadro de estreita coordenação com membros da administração local e parceiros sociais, foi assegurada a formação on-the-job de 10 técnicos locais na manutenção do sistema de abastecimento, aspecto essencial para a sustentabilidade e futura auto-manutenção do referido Sistema.
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Portugal e Austrália reforçam cooperação conjunta no Timor
Lusa Brasil – 31 de Agosto de 2007 - 10:36
Díli - Portugal e a Austrália assinaram nesta sexta-feira no Centro de Formação Jurídica, em Díli, uma declaração conjunta para reforçar a articulação das respectivas políticas de cooperação com Timor Leste.
O memorando de entendimento foi assinado pelo vice-ministro português das Relações Exteriores e da Cooperação, João Gomes Cravinho, e pelo diretor-geral da AusAID, a agência de desenvolvimento australiana, Bruce Davis, durante uma visita ao Centro de Formação Jurídica.
Além da coordenação de políticas em alinhamento com as opções do governo timorense, o acordo prevê a realização de encontros anuais entre o Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (Ipad) e a AusAID. O acordo foi assinado na presença da ministra da Justiça timorense, Lúcia Lobato.
"Portugal e a Austrália, por estarem a tão grande distância, não tinham praticamente relações. Conhecemo-nos melhor graças ao trabalho no Timor Leste", declarou Cravinho.
"Fizemos bastante entre os dois países nos últimos anos", disse o representante do governo português. Ele destacou ainda "a boa colaboração que existe entre os militares portugueses e australianos no Timor Leste, entre os diplomatas e também no quadro do apoio ao Programa de Justiça", coordenado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).
Portugal financia este programa em US$ 3 milhões (R$ 5,9 milhões) e é um dos principais parceiros, ao lado de Austrália, Brasil, Irlanda, Suécia, Noruega e do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.
Davis considerou que o acordo, além do valor prático, tem um valor simbólico ao "afirmar abertamente a intenção de trabalhar em conjunto".
O diretor-geral da agência australiana destacou o bom resultado da colaboração luso-australiana no setor da Justiça e afirmou que a cooperação entre os dois países pode se estender à área de desenvolvimento rural.
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Embaixada de Portugal em Timor-Leste – Díli, 31 de Agosto de 2007
Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação de Portugal e Director Geral da AusAid Visitam Centro de Formação Jurídica do Ministério da Justiça de Timor-Leste
Sua Excelência o Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação de Portugal, Prof. Doutor João Gomes Cravinho, realizará hoje, conjuntamente com o Excelentíssimo Senhor Director da AusAID - Agência Australiana para o Desenvolvimento, Bruce Davis, e com Sua Excelência a Ministra da Justiça de Timor-Leste, Dra. Lúcia Lobato, uma visita ao Centro de Formação Jurídica do Ministério da Justiça.
Portugal, através do IPAD – Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, financia o Programa de Justiça do PNUD no montante de 3MUSD. Os outros parceiros internacionais do Programa são a Austrália, o Brasil, a Irlanda, a Noruega, a Suécia, a USAID e o ACNUDH.
Com o apoio do Programa de Justiça do PNUD foram formados os primeiros vinte e sete juízes, procuradores e defensores públicos timorenses, que tomaram posse no passado dia 26 de Julho, frequentando actualmente o Centro de Formação Jurídica outros doze juristas, cujo curso teve início em Janeiro de 2006.
A Cooperação Portuguesa reconhece que a formação dos novos actores judiciais timorenses constitui uma condição determinante para o fortalecimento do Sistema de Justiça e do Estado de Direito.
Encontra-se previsto um reforço do apoio à capacitação do Sistema de Justiça através da realização de uma missão de três guardas prisionais portugueses, com a duração de um ano, em articulação com o PNUD, com o objectivo de formar os guardas prisionais timorenses.
Sua Excelência o Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação de Portugal e o Excelentíssimo Senhor Director da AusAID, nesta ocasião, assinarão uma declaração conjunta com o objectivo de estreitar e reforçar a articulação das respectivas políticas de cooperação para Timor-Leste, em alinhamento com as orientações do Governo timorense, e em estreita articulação com os demais parceiros internacionais. Nesse documento, encontra-se igualmente prevista a realização de encontros anuais entre o IPAD e a AusAID, com vista à partilha de informação sobre o trabalho desenvolvido em Timor-Leste, bem como a identificação de áreas de interesse comum.
No quadro do novo Programa Indicativo de Cooperação (PIC), documento que define a estratégia da cooperação entre Portugal e Timor-Leste, para o período 2007-2010, o apoio à capacitação do sector da Justiça é reconhecido como um dos eixos prioritários da Cooperação Portuguesa.
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Timor-Leste: João Cravinho: “Portugal e Austrália não são rivais”
Lusa – 30 de Agosto de 2007, 10:53
Díli - O secretário de Estado português dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, João Cravinho, afirmou hoje que “Portugal e a Austrália não são de forma alguma rivais em Timor-Leste”.
“Portugal e a Austrália são aliados em Timor-Leste, por serem aliados de Timor-Leste”, sublinhou o governante português em declarações à imprensa, no final da cerimónia oficial comemorativa do oitavo aniversário do referendo pela independência.
João Cravinho chegou hoje a Díli, pouco depois das 08:00 (00:00 em Lisboa), em voo comercial procedente de Darwin, Austrália, minutos antes da aterragem de um aparelho da Real Força Aérea Australiana que transportou o chefe da diplomacia de Camberra, Alexander Downer.
Foi com o ministro dos Negócios Estrangeiros da Austrália que João Cravinho teve, uma hora depois, o primeiro encontro de quatro dias de agenda preenchida em visita oficial.
“O encontro correu muito bem”, considerou João Cravinho.
“Houve o reconhecimento da necessidade de trabalharmos ainda de forma mais estreita”.
“A cooperação entre Portugal e a Austrália é muito boa e reconhemos algum défice de comunicação na forma como trabalhamos juntos”, acrescentou João Cravinho.
“Por vezes transparece uma imagem errada para a comunicação social, de pontos de vista divergentes e de forma de trabalhar incompatíveis” entre os dois países.
“Não é de todo o caso. Trabalhamos muito bem juntos”, salientou João Cravinho.
Da agenda de João Cravinho faz parte uma visita ao Centro de Formação Jurídica, em Díli, integrado no Programa de Fortalecimento do Sistema de Justiça, de que Portugal e a Austrália são dois dos principais parceiros.
Sobre o discurso do Presidente José Ramos-Horta no Parlamento, muito crítico da governação e do legado da Fretilin, João Cravinho considerou-o “extremamente interessante”.
“Demonstrou a humildade que todos os políticos devem ter e procurou identificar as razões das dificuldades deste tempo mais recente e de apontar o caminho para o futuro”, acrescentou o secretário de Estado português.
“Naturalmente, não comentarei essas recomendações”.
Na agenda de João Cravinho está previsto um encontro com o secretário-geral da Fretilin e ex-primeiro-ministro, Mari Alkatiri, a realizar-se na residência do líder do maior partido timorense.
PRM-Lusa/fim
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Quem vai exercer as funções de primeiro-ministro?
Timor Lorosae Nação – Quarta-feira, 29 de Agosto de 2007
Timor e a Lusofonia estão a ser deglutidos pela Austrália
Alfredo Ximenes
A visita de um representante do governo português já estava prevista há algum tempo e dependia das disponibilidades de agenda, sabendo-se especificamente que os assuntos a tratar estavam relacionados com a cooperação que Portugal nos tem dispensado, fazendo todo o sentido que quem nos visita seja o Secretário de Estado dessa área, da cooperação, João Gomes Cravinho.
É sabido que Portugal é o maior doador à causa Timorense, que são e sempre foram os portugueses, povo como nós, que mais se insurgiram e mobilizaram perante as chacinas provocadas pela Indonésia. Que ainda hoje continuam com a preocupação de enviar manuais escolares para os alunos timorenses, que escrevem nos comentários deste blogue e de outros manifestando as suas preocupações e revoltas pelas injustiças que estão a recair sobre os timorenses.
Os próprios militares e policias portugueses que têm integrado as missões da ONU em Timor-Leste são pessoas cordatas, amigas e completamente diferentes do porte bárbaro de outros, de outros nacionalidades. Isto para não falar dos professores e professoras que estão cá e nos ajudam realmente, a par dos brasileiros.
Em contrapartida, aquilo que acontece com os australianos estacionados em Timor-Leste, civis ou militares, soa sempre a interesse... "Está bem, eu ajudo-te... mas o que é que recebo em troca?" - e quando nos apercebemos já eles nos levaram tudo.
Para a Austrália, para os australianos que aqui vêm - que me perdoem as excepções - Timor-Leste é a mina de produto e produção fácil em que não precisam de esgravatar, trabalhar, para irem embora com os alforges cheios!
Ao referir isto, não estou a propor nenhuma cruzada contra a Austrália ou contra os australianos mas sim a constatar um facto e a considerar que é tempo de reduzir a presença australiana em Timor-Leste, civil e militarmente.
Considerando que este país optou pelo português como língua oficial, de parceria com o tetum, os poderes decisórios timorenses têm a obrigação de nos proporcionar a defesa de sermos originais e diferentes nesta parte do globo, assumindo a lusofonia enquanto um bem que superará as distâncias terrenas para Portugal, Brasil ou África. Principalmente Portugal e o Brasil têm sido incansáveis sempre que lhes solicitamos o que quer que seja. Isso significa que devemos apostar mais na lusofonia e fazermos perceber à Austrália que temos uma identidade própria que até se completa num mundo lusófono que detém a terceira língua mais falada no planeta.
Em vez disso, apercebemo-nos de que cada vez mais ficamos na dependência e nova colonização da Austrália. Sistematicamente os ministros australianos se exibem como nossos donos, nos invadem de surpresa como se Timor territórios deles se trate.
Que saibamos, obtivemos a independência com muito sacrifício, com muitos mártires, para entregarmos agora o ouro ao bandido. E o bandido é a Austrália, os seus governantes!
Alexander Downer chega amanhã, não se sabe bem porquê, nem estava programada tal visita, como é costume nas relações entre Estados.
Mas como se isso não bastasse fomos surpreendidos pelo anúncio do primeiro-ministro, Alexandre Gusmão, com vaidade a brilhar nas letras do comunicado do gabinete ministerial, sobre a aceitação de um convite que ele formulou a Hon Steve Bracks para que esse ex-governador do estado de Vitória ascendesse a seu consultor...
Claro está que o convite foi aceite, não se sabendo até que ponto Gusmão está nas mãos dos australianos.
Não se sabendo quem é que na realidade vai exercer as funções intelectuais e decisórias de primeiro-ministro. Será Gusmão ou os australianos que o estão a rodear?
Fica a pergunta, para uma resposta que será encontrada com o tempo.
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Malai Azul 2
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04:03
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Happy in retirement, but briefly back in limelight
The Age – August 31, 2007
David Rood
Political retirement, it seems, becomes Steve Bracks. He might no longer have the trappings of office but yesterday the former premier bounded back into public life.
While serious allegations have been raised in recent days about Mr Bracks and the tender process for lottery licences, the man, looking supremely relaxed in an open collar shirt, practically skipped across the Treasury Place courtyard to meet the media pack.
His first task was to ask a reporter to hold his digital recorder. His second was an apology to Channel Ten reporter Gareth Boreham for Mr Bracks' wife, Terry, shutting the door on him when he knocked on the Bracks' door yesterday. "She was surprised," Mr Bracks said.
Ostensibly, Mr Bracks was here to speak about his new job as adviser to East Timor Prime Minister Xanana Gusmao, but Mr Bracks knew why he was really there. "I know you're not here to talk about that (the East Timor appointment)," he said. "I know you want to ask me questions about the gaming."
He was in vintage form, disarming questioners with that familiar laugh. Habits of an old premier die hard and Mr Bracks had to correct a reference to the state cabinet as "our cabinet".
Asked if he had had many job offers since resigning, Mr Bracks said a lot of people wanted to talk to him. "I'm very happy with my life currently. I am enjoying myself, as you can see." With that he bounded away, to be seen next on the hustings in his former seat of Williamstown.
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Malai Azul 2
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04:00
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Aust pledges $240m in aid to E Timor
ABC – August 30, 2007
Mr Downer has committed $240 million in aid to East Timor over the next four years.
The package includes more than $70 million for water and sanitation, with the extra funding also going to East Timor's education system.
East Timorese President Jose Ramos-Horta has welcomed the assistance.
"The announcement [Mr Downer] has just made of additional assistance to Timor Leste is extremely generous," he said. "It is $70 million a year that properly applied, particularly to the benefit of the poorest people in this country in the rural areas, will make a tremendous difference in the lives of the poor."
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Malai Azul 2
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Fretilin seeks recall of RP cop, calls PNP ‘notoriously corrupt’
Daily Tribune (Philippines) – 08/31/2007
By Michaela P. del Callar
Just a day after it was found to have manufactured a witness to cover up the military’s role in the abduc-tion of an agriculturist, the Philippine National Police’s credibility suffered another blow when a major political party in East Timor (Timor-Leste) recently demanded the recall of a Filipino policeman-peacekeeper there, at the same time describing the PNP as “notoriously corrupt” with a “reputation for brutality.”
In a statement dated Aug. 9, the Fretilin was furious at claims made to Time magazine by Joel Doria, head of the Comoro police post of the United Nations Integrated Mission in Timor-Leste (UN-MIT).
In the Aug. 6, 2007 issue of the magazine, Doria alleged that the party was involved in organizing violence in East Timor in the wake of former resistance fighter Xanana
Gusmao becoming the country’s prime minister in late July.
“Mr. Doria’s comments and behavior are irresponsible. We expect members of the UN Police to exercise a duty of care when discharging their duties and act as an example to the National Police of Timor-Leste, which the UN is helping to rebuild,” Fretilin parliamentarian Jose Teixeira said.
“The Philippines’ police force is notoriously corrupt and politically partisan with a reputation for brutality. Timorese do not want the Philippines’ police practices imported into this country,” Teixeira added.
He said the UN should send home Doria for demonstrating bias against the Fretilin.
The party also demanded a formal written apology in relation to statements made by the Filipino police officer.
“If Mr. Doria has any evidence of criminal activities, he should be presenting that evidence to the prosecuting authorities, which will deal with them appropriately through the legal processes. This is a process that the Fretilin has always supported,” he said.
Teixeira added they they “demand that Unmit act immediately to send Mr. Doria home and for both Unmit and Mr. Doria to issue a formal apology to the Fretilin.”
He stressed that the Fretilin “does not support any form of violence and anyone who commits criminal acts should be brought to justice.”
Gusmao’s coalition parties – among them the National Congress for the Reconstruction of East Timor, the Timorese Social Democratic Association and the Democratic Party - hold 37 seats in the parliament, giving them a substantial majority over the Fretilin, which won only 21 seats in the June 30 elections.
The Fretilin’s leaders argue that they should govern after winning more seats than any other party.
Right after the announcement of Gusmao’s appointment, violence broke out and pro-Fretilin protesters staged violent demonstrations.
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Malai Azul 2
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03:10
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24 horas inventa...
O Jornal 24 horas publicou hoje uma notícia com o título “GNR revolta-se em Timor”
Segundo o jornal 24 grupo de três soldados do subagrupamento Bravo da GNR em Timor-Leste, fizeram queixas a este jornal sobre as condições no quartel, anunciando um levantamento de rancho durante a vista do SNEC João Cravinho.
Pois esse tal levantamento de rancho não aconteceu. Esta notícia deixou perplexos os soldados e oficiais da GNR em Timor-Leste, que negaram prontamente qualquer problema com as condições de alojamento ou de trabalho, desconhecendo a origem e intenção desta notícia.
Do nosso lado, aqui fica o esclarecimento e o nosso testemunho quanto à elevada moral, disciplina e profissionalismo que existe na GNR em Timor-Leste.
Força Bravos!
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Malai Azul 2
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03:07
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ETimor president wants UN presence until 2012
30.08.2007
DILI (AFP) — East Timor's President Jose Ramos-Horta wants the United Nations to maintain a presence in the tiny nation until 2012, he told visiting Australian foreign minister Alexander Downer on Thursday.
Ramos-Horta also reiterated an earlier request made to Australian Prime Minister John Howard during his visit here last month for Australian troops to stay in East Timor until the end of next year.
Some 900 Australian troops are currently in East Timor after being deployed in May last year to restore calm after local security force factions clashed on the streets of the capital Dili, leaving at least 37 people dead.
"I told the foreign minister that I want to see the UN presence here extended for up to five years," Ramos-Horta told reporters after meeting with Downer during his lightning stop here on the anniversary of East Timor's 1999 independence vote.
"In terms of the United Nations, both the police and civilians should remain here till 2012, obviously downsizing as the situation in Dili improves and consolidates," Ramos-Horta said.
The UN mission's current mandate expires in February next year. The Australian-led International Stabilisation Force is providing support to some 1,700 UN police patrolling here.
The president said that the "major and profound reforms" required in the police and defence forces would take a significant amount of time.
Downer also announced a boosted aid package worth 214 million Australian dollars (174 million dollars) over four years. It includes a 28 million Australian dollar rural water supply and sanitation project that he signed an agreement for with his East Timorese counterpart, Zacarias Albano.
The two ministers also inked a deal covering a land exchange for the embassies of the two nations.
Downer also attended a speech in parliament by Ramos-Horta in a ceremony to mark the eighth anniversary of the independence vote.
Australia's perceived support for the East Timorese referendum, in which the majority of people voted to break away from occupying Indonesia, damaged Canberra's relations with Jakarta, a rift that took years to repair.
Downer's visit comes amid ongoing sporadic violence and tensions in the oil-and-gas-rich but impoverished nation in the aftermath of the new government of Prime Minister Xanana Gusmao being sworn in earlier this month.
Apparent sympathisers of the former ruling party Fretilin have run amok in Dili and other parts of the country since the announcement of the new government, with dozens of homes burned and intermittent street battles.
Fretilin has been insisting it should have been asked to form a government as it won the most votes in inconclusive June elections. Gusmao however cobbled together a coalition with an absolute majority of parliamentary seats.
Some 850 Australian troops are working within the ISF, while 50 Australian police officers have also been seconded to the UN Police.
The anniversary of the 1999 referendum is a public holiday in East Timor. Violence surrounding the vote, blamed on militias backed by Indonesia's military, saw some 1,400 people killed.
After the vote, East Timor was put under UN administration before it finally achieved independence in May 2002.
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Malai Azul 2
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02:43
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Traduções
Obrigado pela solidariedade, Margarida!
Mensagem inicial - 16 de Maio de 2006
"Apesar de frágil, Timor-Leste é uma jovem democracia em que acreditamos. É o país que escolhemos para viver e trabalhar. Desde dia 28 de Abril muito se tem dito sobre a situação em Timor-Leste. Boatos, rumores, alertas, declarações de países estrangeiros, inocentes ou não, têm servido para transmitir um clima de conflito e insegurança que não corresponde ao que vivemos. Vamos tentar transmitir o que se passa aqui. Não o que ouvimos dizer... "